Chuvas e sabor de quente.
Pule-se em dominós e louve.
Varredores de alma em reis de copas.
A mágica não faz sentido,
A realidade não faz sentido...
Mas, entretanto, teu segredo despiu-te de romaria.
Mergulharmos sempre tão profundo?
Ou melhor: plantaremos todas as correntes?
Eu vejo um Deus ajoelhado em nossos terços,
Mas, não, não queremos blasfêmias.
E, então, outra vez, esse jogo de encontrar coringas.
E, então, outra vez, não seja assim.










