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by slm
She Loves Me - Part One
VOORHEAN: slasherval loving men / SLM
TIFFANIC: slasherval loving women / SLW
LENZIC: slasherval loving nonbinary / SLN
TAGGING: @radiomogai @juvelic-archive @orientation-archive
🧼 ——— COINED BY ME
Will wonders never cease?
But like imagine tarzan!Bradley having the urge to taste his woman, because she is just right there all pretty and she is his and has to have her all way possible, and he just manhandles her on all fours in the bed so quickly that she doesn't have the time to process what is happening and by the next second she feels his tongue, I'm-
You were just finishing up your notes a second ago, and then you blinked. Now, you were ass up on your cot, your shorts wrapped around your ankles as Bradley rubbed his nose along your slit through your panties, inhaling your scent.
"Bradley!" You exclaimed, moving to sit up, but the man behind you held you firmly in place, nipping at one of your thighs and drawing a gasp from you. His hands smoothed over your thighs before ripping away your underwear with a low rumble from deep in his chest. Any protest on your lips died as he licked a strip up along your slit, a please hum escaping him as he dove back in for more.
"Taste good," he murmured against you, his hot breath sweeping over your now dripping pussy. You let out a loud moan as his lips latched on to your swollen clit, your hips pushing back into him as he ran his tongue over the engorged nub. Your fingers fisted the sheets as you glanced back at him, your juices smeared across the lower half of his face as he spread your lower lips with his fingers. The sight alone had you letting out a high pitched whine.
"Bradley," you gasped, his eyes glancing over at you. A smirk tugged on his lips before he leaned forward, pressing his tongue into your entrance.
It wasn't until later when Mav asked you for your notes that you remembered that you had, in fact, NOT been able to finish them, and the memory as to why had your cheeks warmer than the jungle afternoon.
O Culto da Morte - Templum Falcis Cruentis
Durante o curso da História sempre houveram tradições mágicas arcanas, frequentemente com um caráter obscuro, as quais seus feiticeiros dedicaram seus trabalhos a personificações da morte e das sombras dos mortos. Estas tradições geralmente tem como objetivo criar sistemas espirituais e técnicas mágicas que, com o auxílio das forças da morte e dos mortos, concedem ao magista o poder e a sabedoria oculta que geralmente estaria fora do alcance dos vivos. Não raro, estes cultos são relacionados aos ritos proibidos da necromancia, magia negra e ao 'caminho da esquerda'.
Ainda existem muitas formas diferentes do culto da morte espalhadas pelo mundo. Estas e outras tradições relacionadas são muito fortes e prevalecentes na América Central, América do Sul e Ilhas Caribenhas, mas também existem muitas linhas de culto a morte escondidas que podem ser encontradas dentro de tradições esotéricas tanto no Oriente Médio quanto na Europa.
Exemplos de manifestações diferentes do que se pode relacionar a estes cultos incluem a veneração da negra Santissima Muerte do México, o culto do Exu Rei Omulu e Senhor da Morte no Brasil, o culto dominicano do Baron del Cemiterio, o culto haitiano do Guede e os Barons, e o culto argentino do Señor la Muerte. Na tradição que cultiva ritualmente a essência do Senhor da Morte através da forma do 'Ceifador', o ramo argentino do culto do Señor la Muerte (Senhor / Cavalheiro da Morte), há uma similaridade interessante com o culto brasileiro ao Exu (i.e. Quimbanda). Mas, o culto ao Señor la Muerte (também chamado San la Muerte ou SLM), na forma que apresentamos, também possui profundas conexões esotéricas com a demonologia cabalística e cruza caminhos com diversas formas da bruxaria tradicional (tanto a latino-americana como a europeia) e os fluxos obscuros do Gnosticismo.
No Templum Falcis Cruentis, o Culto da Morte é compreendido como a via central de iniciação necrosófica, onde o devoto reconhece a Morte não como fim, mas como senhora absoluta de transição e poder. Cultuar a Morte significa aceitar sua soberania sobre todas as formas de vida, aprender com ela a dissolução de ilusões e assumir o papel do iniciado que transita entre os mundos. Esse culto estabelece que toda verdadeira gnose se alcança pelo confronto direto com a realidade fúnebre: ossos, sangue, sepulturas e a contemplação do cadáver como espelho iniciático.
A prática envolve a veneração de figuras ossuárias como Qayin, Qalmana e San La Muerte, compreendidas como máscaras ou expressões da Morte Suprema. O altar necrosófico é a síntese desse culto, onde imagens, sigilos, ossos e fetiches são consagrados e mantidos vivos pela alimentação ritual. A disciplina consiste em manter um elo contínuo com os Mortos, tanto através da devoção e proteção quanto pelo uso da força tumular em trabalhos de maldição, revelação e poder. A Morte, neste culto, é tanto professora quanto ceifadora, guiando o adepto pela dissolução das amarras do mundo profano.
No plano mais profundo, o Culto da Morte do Templum Falcis Cruentis é uma religião ossuária e sangrenta, que une a Linha Vermelha e a Linha Negra em uma só via de transformação. Ao mesmo tempo em que ensina a reger os espíritos sombrios e a comandar os mortos, exige lealdade, oferenda e silêncio do iniciado. Sua meta não é apenas o poder mundano, mas a metamorfose espiritual através da assimilação da morte como essência, conduzindo o necromante a se tornar um com a Foice Sangrenta, espelho vivo da própria Corrente 182.
O culto do Senior la Muerte consiste em centenas de milhares de seguidores espalhados pela Argentina e países vizinhos. Estes devotos adoram incondicionalmente e louvam o Portador da Foice, cuja magia é invocada ritualmente a fim de se obter dinheiro e riquezas, atrair pessoas para o amor, abrir caminhos para a felicidade e o sucesso, protegê-los de todos os perigos, ajudá-los a adquirir poder, curar e banir doenças, lançar ou desviar maldições, e dominar ou aniquilar seus inimigos.
Neste culto, Señor la Muerte é representado pela imagem de um esqueleto, geralmente com uma capa negra, e segurando uma foice em uma das mãos. Acredita-se que tanto a origem desta representação como a forma predominante do culto do Señor la Muerte, tenha se originado em 1767. Foi neste ano que o Rei Charles III ordenou a expulsão e perseguição dos jesuítas que haviam se estabelecido em Cuenca del Plata. Esta decisão política ocorreu devido ao fato de que os jesuítas no Paraguai e Argentina tinham, naquele momento, obtido poder, fortuna e influência o suficiente para preocupar a Igreja Católica, que por sua vez convenceu a monarquia espanhola a agir contra os jesuítas, em uma campanha que visava retirá-los de suas colônias e confiscar todas as suas riquezas.
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