Como animar seu namorado após um dia de trabalho?
Song Mingi
(1,86m/22cm)
— O barulho das hélices do ventilador velho era o único som que se ouvia no quarto de Mingi, seu corpo relaxado na cama após 10 horas de trabalho na fábrica, cada centímetro do seu corpo doía e seus músculos pareciam que iam romper a qualquer instante. Seus olhos negros se abriram ao som da notificação em seu celular, um áudio de seu namorado, clicou e logo a mensagem foi reproduzida.
| Hyung, meus pais saíram hoje, você pode vir me fazer companhia? Tô me sentindo sozinho
Um sorriso de canto se abriu no rosto do mais velho, finalmente aqueles velhos deram a brecha que ele precisava, a tensão em seus músculos deu lugar ao calor no meio de suas pernas, respondeu o garoto com uma frase curta.
Chego em 20 minutos, bebê |
Haru abriu a porta com aquela expressão hesitante, o olhar baixo, os lábios carnudos úmidos e um moletom largo demais cobrindo metade das coxas. As meias brancas, os pés descalços, o calção curto de dormir que deixava espaço demais para imaginação.
— Você veio mesmo… — ele murmurou com um sorrisinho safado, desviando o olhar, como se não estivesse morrendo de expectativa desde que apertou enviar naquele áudio.
Mingi entrou com passos pesados. A jaqueta preta ainda aberta sobre a camiseta justa. A calça escura moldava cada músculo das pernas, e o volume na frente deixava pouco pra imaginação, um sorriso de canto em seu rosto.
— Você me chamou, gatinho. Não posso deixar você carente e sozinho, certo? — ele perguntou, a voz baixa, arrastada, cheia de algo que soava como promessa. O sorriso era discreto, mas o olhar era de pura fome e tesão.
Haru fechou a porta com os dedos trêmulos. O peito batendo acelerado por dentro do tecido largo do moletom. Eles ficaram frente a frente por longos segundos, e Haru sentiu o cheiro quente de perfume misturado ao suor leve de Mingi, um aroma masculino e encorpado, tão próximo que o fazia querer pedir que Mingi apenas o jogasse por cima do ombro e o fodesse até a manhã.
Ele ergueu as mãos lentamente, seu rosto uma mistura de timidez e tesão.
Mingi apenas o observava, seus olhos nublados por luxúria seguindo cada movimento do mais baixo, a maneira como suas mãos pequenas e trêmulas seguravam em seu peitoral, como se quisesse um ponto de apoio.
— Posso, hyung? — Haru perguntou em um sussurro, seus olhos grandes e brilhantes alternando entre o olhar de Mingi e o pau do maior já duro em sua calça jeans preta.
O sorriso de Mingi cresceu em seu rosto, sua mão grande apertando levemente a bochecha corada de Haru.
— É todo seu, bebê. Mata essa carência sua com essa boquinha
A resposta foi o suficiente para que o menor ficasse de joelhos na sua frente, sua mão pequena traçava o desenho do pau de Mingi com curiosidade e desejo, suas unhas roçando por toda a extensão. Explorou de mão cheia, apertando levemente a carne grossa coberta pelo jeans que agora parecia apertado demais, sua mãozinha mal conseguindo cobrir a área inteira.
— Está tão duro, hyung. Ele fica assim só de me ver? — Haru murmurou, mais pra si mesmo do que pro outro, seus olhos mais interessados no que o aguardava do que na expressão de Mingi.
Um som gutural e quase animalesco saiu da garganta de Mingi, o peito arfando em tesão e desejo pelo garoto que agora estava ajoelhado no meio de suas pernas.
— Você me olha desse com essa carinha de puta, e quer que eu fique de pau duro? — respondeu com a voz arrastada, o peito subindo devagar com a respiração pesada, enquanto um sorriso de canto brincava em seu rosto.
Os lábios de Haru depositaram leves beijos por toda a extensão coberta do pau do mais velho, sentindo-o pulsar por liberacão. A mão ainda delineava, apertava, massageava devagar, enquanto os lábios começavam a explorar, ainda com aqueles olhinhos brilhantes e inocentes que faziam Mingi querer o afogar com seu pau.
— Você tá uma tesão beijando meu pau assim, bebê. Mas agora tira ele, usa essa boquinha nele direito, por favor.
Haru obedeceu sem dizer uma palavra, apenas um sorriso puxando o canto de seus lábios. Os dedos finos foram até o botão da calça, abriram com cuidado, e depois puxaram o zíper que lutava para conter o membro do mais velho com a lentidão de quem saboreava cada segundo. A cueca boxer preta estava colada ao pau grosso e pulsante, tanto pelo suor quanto pelo tamanho que tinha que comportar, pressionava forte contra o tecido apertado, a glande manchada de pré-gozo, implorando liberação.
Haru continuou provocando, dando leves mordidas na base do pau coberto, sua língua dando uma longa lambida do eixo à ponta, o gosto salgado e álmiscar invadindo suas papilas.
E então, ele puxou a cueca pra baixo.
O pau saltou com peso, grosso, com veias salientes e a cabeça já molhada de pré-gozo. Haru engoliu em seco, seus lábios ficando seco ao ver o que o aguardava.
— Nossa… — ele sussurrou, os olhos fixos e brilhantes naquele pedaço de carne puramente deliciosa.
— Você ainda se impressiona, gatinho? Ele já esteve na sua boquinha tantas vezes. — Mingi riu, a voz arrastada de quem já estava a ponto de explodir, usando uma de suas mãos para balançar levemente seu pau próximo ao rosto do mais novo.
— Ele sempre parece muito grande, hyung — disse com um biquinho brincalhão em seus lábios fofos.
Haru segurou com as duas mãos. Uma na base, firme, a outra explorando a cabecinha, sentindo o pré-gozo sujar suas mãos. Era quase hipnótico, ele lambia os lábios enquanto começava a passar a língua pela base, subindo devagar até alcançar a cabeça e envolver com os lábios, o sabor salgado e o cheiro almiscarado fazia sua entrada pulsar de tesão.
— Isso gatinho, chupa pra mim — Mingi murmurou, os olhos meio fechados, o maxilar travado e um sorriso de canto em seu rosto enquanto usava todo seu autocontrole para não foder Haru de maneira que ficaria rouco por semanas.
Haru sugava devagar, com a boca pequena tentando dar conta da grossura de Mingi. A cada movimento, mais saliva escorria pelo pau e queixo de Haru, pingando na calça abaixada. A língua de Haru rodeava a glande com maestria enquanto ela estava alojada em sua boca, seus olhos grandes se virando para cima, em busca de reconhecimento, que vinha em forma de gemidos roucos.
— Porra, gatinho. Essa sua boquinha me deixa louco, sabia? — disse com a voz baixa e rouca, seus dedos emaranhados nos fios do menor — Vai deixar eu gozar nessa boquinha, amor?
O mais novo afastou um pouco, lambendo a ponta sensível do mais velho, depois sussurrou com a respiração falha
— Por favor, hyung.
Mingi segurou seu queixo com delicadeza, puxando de volta com um sorriso malicioso, seus olhos escuros e nublados de luxúria focados no mais baixo.
— Então continua chupando, amor.
E Haru voltou, sem contestação alguma.
O boquete ficou mais sujo e desleixado, o garoto menor agora tentava engolir o máximo que conseguia do pau do mais velho, fazia pressão com os lábios, sua mão pequena estimulando a parte considerável que ele não conseguia engolir, sentindo o pau latejar cada vez mais forte. A glande pulsava com mais veemência agora, melada, o sabor salgado preenchendo a boca de Haru. Mingi soltava suspiros cada vez mais pesados, os dedos afundando no cabelo do garoto, a respiração dele estava irregular.
E então veio.
Os jatos de porra quente, forte, direto na garganta de Haru, ele engoliu o que conseguiu, o resto escorreu pelos lábios, pelo queixo e pingou em suas coxas. Mas ele continuava chupando, sugando até o último espasmo, como se fosse viciado naquele gosto amargo e levemente salgado. Quando tirou a boca, ofegante, o rosto estava com os fios brancos dos últimos espasmos após retirar o pau de Mingi da boca, respiração curta, os olhos grandes vidrados e nublados por luxúria.
Mingi o puxou pelo queixo, passou o polegar pelo canto da boca do garoto menor e empurrou devagar o esperma para entre os lábios. Haru gemeu baixinho, chupando o dedo com o que restava de força. O pau dele estava duro dentro do shorts, a cueca encharcada. Mas ele nem pedia socorro. Só esperava até o momento em que Mingi o levaria para cama.
— Porra, gatinho. Sabia que me dá um puta tesão esse rostinho seu cheio da minha porra, hm? — perguntou com um sorriso de canto, suas mãos grandes apertando as bochechas de Haru — Quarto dos seus pais, bebê? — perguntou com um sorriso, pegando o garoto menor em seus braços fortes, começando a subir as escadas.
Haru assentiu com um sorrisinho safado em seu rosto, escondendo seu rosto no peitoral do mais alto e ouvindo o clique da porta.
Provavelmente vou começar a escrever mais sobre idols de kpop agora, mesmo que talvez não dê tanta leitura, então caso queiram fazer pedidos a respeito disso, estão abertos.










