Nós ferimos o eu e o sentido oblíquo O sangramos com nosso conforto Por ser tão agradável torna-se detestável Um caso revés de coração materno revisionando As máscaras do baile serão almoço Degustem com cautela as tuas fantasias Alegóricas ou não, eles virão pela desforra E não ópio que o fará esvair do acerto de contas O esboço paterno Sorrindo a janela Degustando o seu cigarro Parafraseando o oculto sinônimo Vinco entre carne e âncora Entre cais e unhas ruídas Despedida de azulejo sujo Arranchado por gritos O título nobre de papel timbrado O título lavagem de atitude transada O título o acumulo do absurdo no seu estômago O título canário de boca costurado em dois de sues filhos Paz descafeinada, tolera saques Verbetes e lanças que decapitam por ela Se és tão bélica, a de não ser paz E sim, um invento do tempo de Ares... Gracejos passa-anéis Facas ao invés de Anéis E também circulo um sobrenome entre os demais Brutus, a quantas custa teu ímpeto de Olimpo? O tolo encantador de cinzas Segue como um neo-lobista Sacrificando cores por tons pastéis Amaciando a carne a ser talhada no futuro...
Carne Polietileno, Pierrot Ruivo











