Em paz pasteurizada Afogada em solventes Que a diluem-na Ao templo revenda A adaga e o chá O calcanhar e pátria Os dois pares fraternais Incumbidos de conter pesos O monastério canhoto Patrocina passa anéis Sinônimos Macunaímas Com bússola moral És mais tu, do que eu Diz-nos o pagé És mais sobre nós pagãos Exibidos na vitrine do primeiro mundo Limpei pés com meus cílios postiços Que postergaram lágrimas enferrujadas Hoje são certamente corte E não um acalento fraterno Desemboco Nos deuses ritos E suas razões inférteis Seus corpos em decomposição Grunhidos em tribunais Exaltando a culpa cristã Em territórios laicos Eis a face do destruidor Agrupados em mitos de conquista Adaptável ao paladar ingenuo Ordinário e cardinal um santo que auto proclama Superior em vértices do orfanato europeu...
Verve/Éter - Pierrot Ruivo









