☮, ⇕
☮ = waking them up after a nightmare.
Maize Parkinson is always a slut for trashy horror movies. Só havia um problema, dependendo do seu estado de espírito, impressionava-se muito fácil com qualquer cena mais bem elabora que via. E talvez não tenha sido uma boa ideia assistir Babadook - que ela ouviu ter uma puta crítica psicológica - de madrugada, antes de pegar no sono ao lado do melhor amigo que havia assistido ao filme com ela. Logo seu sono se tornou agitado, como sempre o era, mas por outros motivos. Uma camada fina de suor cobria a pele de Maize enquanto ela, ofegante, murmurava coisas incoerentes e tentava escapar do monstro em seu sonho, fugindo do apartamento. Um pesadelo intenso que misturava o filme a alguns elementos da vida real e trazia pessoas conhecidas do seu dia-a-dia para o mesmo cenário que se desenrolava em um estilo parecido com inception, em que Maize sempre acorda dentro de um sonho dentro de outro sonho e assim por diante. E isso demandava tamanho esforço do seu subconsciente. Seus olhos se abriram quando acordou subitamente em um salto, ao sentir o toque em seu rosto. As luzes estavam acesas e ela reconheceu o rosto de Tyler e sua expressão preocupada era a prova mais concreta de que estava realmente acordada. — “ I’m pretty sure there’s something really wrong going on with my mind. Have you ever watched inception? The movie? ”
⇕ = holding their hand.
Todos aqueles que conhecem Pansy Parkinson minimamente, sabem o quão workaholic a mulher consegue ser. Não sendo incomum que ela levasse trabalho para casa em finais de semanas e feriados ou estivesse constantemente ameaçando alguém no telefone caso os preparativos para editorial do próximo mês não estivessem correndo no ritmo que desejava, sempre muito estressada com tudo relacionado ao emprego. E todos sabem muito bem o quanto Maize Parkinson ama sua mãe e perderia a cabeça facilmente caso qualquer coisa grave acontecesse com ela. Mas quando acontece, de fato, Maize não consegue esboçar qualquer reação, ficando em estado de choque quando recebe a notícia, em seu sétimo ano, de que a mãe havia sofrido um colapso e estava no hospital. Ela é a primeira a chegar depois de Gian e Lucca e não tem ideia do que fazer consigo mesma, parada em um canto com nada mais que a aflição exprimidas em seus olhos verdes levemente marejados. Tyler chega alguns minutos depois, ficando seus pés no espaço ao lado de Maize, não saindo dali por nenhum momento sequer, exceto para perguntar aos médicos sobre o estado de Pansy, que também era a figura materna que ele tinha depois que a própria mãe veio a falecer em um acidente. E ele provavelmente sabia o que se passava pela mente de Maize naquele momento. A sonserina olhou para baixo ao sentir os dedos do mais novo se entrelaçarem aos seus, tentou esboçar um sorriso fraco mediante o contato. — “ Do you think she’s going to be okay, Tyler? I can’t lose her, we can’t lose her. ”











