bebamaisumgoyle:
Gus escutava o discurso da garota atentamente, divertindo-se com sua fala e todas as suposiçÔes que ela estava fazendo a longo prazo, apenas por acreditar que nĂŁo havia necessidade de tamanha preocupação. âOw, vocĂȘ pesquisou isso a fundo, hein?â comentou, enquanto um sorriso tomava seus lĂĄbios na tentativa de transpassar uma certa tranquilização para a outra âSe serve de consolo, vocĂȘ sĂł estĂĄ num momento complicado, nĂŁo acho que vai se tornar uma viciada em cafĂ© por isso. E ok, um cookie, vamos lĂĄ.â
               âVocĂȘ ficaria surpreso com a quantidade de coisa desnecessĂĄria que existe na minha cabeça que eu pesquisei a fundo e que desejava nĂŁo ter pesquisado.â apontou, fazendo um bico consternado para o amigo. Bebericou um pouco de sua ĂĄgua, mesmo sabendo que jĂĄ nĂŁo teria tanto efeito depois das toneladas de cafĂ©, e deixou-se afundar na cadeira acolchoada da lanchonete. âObrigada, Gus. Finalmente arranjei algum amigo que presta. O Ari sĂł ia falar que eu ia morrer. Acredita que ele disse que eu ia ter uma overdose? Acho que escolhi o irmĂŁo errado para ter como melhor amigo.â o tom de brincadeira a fez rir, e ela deu uma cotovelada leve no peito alheio. Por culpa de Ariel, era tĂŁo familiarizada com Gus quanto era com o mesmo. Ambos eram como um pedacinho de sua famĂlia sem relação sanguĂnea, mesmo que jĂĄ nĂŁo fosse tĂŁo prĂłxima de Gus para poder compartilhar as coisas que compartilhava com Ariel. Talvez fosse aquilo que abrisse espaço para ainda ficar nervosa quando ele chegava muito perto, como um instinto natural, ou nĂŁo agir plenamente como agia com seu irmĂŁo. âAgora vai lĂĄ pegar meu biscoito, brodinho.â
















