SMUT 🔞 PARK JISUNG | creampie.
“PRA QUE TU FOI METER UM FILHO COM AQUELE OTARIO?”
Não sabe bem quando começou a reparar no jovem professor de jiu-jitsu da sua filha. Por "jovem", quer dizer apenas uns três anos mais novo que você. O fato é: você tem uma filha, e ele jamais olharia para você... ou será que olharia?
Não tinha como fugir do homem, já que o pai da sua linda filha de seis anos nunca está presente. Vocês se separaram há um tempo, e ele, sendo irresponsável, nunca está disponível para ajudar na criação de Mabel.
Você não faz isso conscientemente, mas toda vez que leva sua filha ao jiu-jitsu, acaba se arrumando um pouco mais—passa mais perfume, escolhe um tom de batom um pouco mais vibrante, talvez um vermelho mais chamativo. Quer que Jisung note sua presença, mas não quer que ele perceba que você quer ser notada.
Naquela tarde, você chegou um pouco mais cedo, deixando Mabel no tatame com as outras crianças enquanto se encostava na parede ao fundo, fingindo mexer no celular. Jisung estava ali, como sempre, com a camisa do kimono meio aberta, revelando um pedaço da pele suada do treino anterior. Ele se movia com facilidade, dando instruções com a voz firme, mas paciente.
Quando percebeu que ele se aproximava no intervalo da aula, seu coração deu um leve salto. Você fingiu que estava distraída, mas Jisung parou ao seu lado, passando a toalha no rosto antes de sorrir.
— Você sempre espera a Mabel aqui, né? — A voz dele soou próxima, e você levantou o olhar.
— Sim, não gosto de ir e voltar. Além disso, gosto de assistir um pouco. — Deu de ombros, tentando parecer indiferente.
— Ah, então tá de olho no desempenho dela? — Ele cruzou os braços, um meio sorriso brincando nos lábios.
— Claro, quero saber se tô pagando à toa ou se ela realmente tá aprendendo alguma coisa.
Jisung soltou uma risada baixa, e você percebeu que ele tampou levemente a boca com a mão ao fazer isso. Um gesto quase tímido, que contrastava com a presença confiante que tinha no tatame.
— Bom, posso garantir que ela aprende rápido. — Ele fez uma pausa, olhando para você de um jeito mais atento. — Acho legal isso, sabe? Você sempre presente. Nem todo mundo se importa assim.
Você sentiu um calor inesperado no peito, mas manteve a expressão neutra.
— Ah, bem... Não é como se eu tivesse muita escolha.
— O pai dela não participa muito?
Você deu uma risada curta.
— "Muito" seria um exagero. Ele praticamente não participa.
Jisung assentiu devagar, o olhar ficando mais sério por um instante.
— Isso é uma droga... Mas, se serve de consolo, Mabel tem muita sorte de ter você. Dá pra ver que ela se sente segura aqui.
Dessa vez, você foi pega desprevenida. A sinceridade no tom dele fez seu coração tropeçar um pouco.
— Obrigada... Quer dizer, tento fazer o que posso.
Ele sorriu de novo, mas, dessa vez, tinha algo diferente ali. Algo mais intencional.
— Tá fazendo um ótimo trabalho.
Por um instante, o barulho do treino pareceu sumir, e tudo o que existia era o olhar dele sustentando o seu. Você sentiu vontade de responder, de dizer algo espirituoso para quebrar a tensão, mas Mabel correu até vocês, interrompendo o momento.
— Mãe! Você viu meu golpe novo?
Você piscou, voltando à realidade, e sorriu para a filha.
— Vi, filha! Tá ficando cada vez melhor.
Jisung bagunçou os cabelos da menina e, antes de voltar ao tatame, lançou um último olhar para você.
•••
Você ainda não sabia exatamente como aquilo tinha acontecido. Uma hora, Jisung era só o professor bonitinho de jiu-jitsu da Mabel, e na outra, estava parado na porta da sua casa, encostado em um Audi preto brilhante, vestindo uma camisa que definitivamente valorizava os braços.
Agora, sentada à sua frente no restaurante, você ainda tentava processar a cena. Ele dirigindo até sua casa, você entrando no carro cheirosa e arrumada, e a forma como ele lançou um olhar rápido para suas pernas antes de dizer um “você tá bonita” meio sem jeito.
— Você tá quieta. — A voz dele te puxou de volta.
Você piscou, pegando o copo de vinho.
— Só tô impressionada.
Jisung arqueou a sobrancelha.
— Comigo?
— Com o carro. — Você deu um gole na bebida, fingindo indiferença. — Achei que professor de jiu-jitsu fosse andar de moto ou, sei lá, de bicicleta, igual aqueles caras fitness.
Ele riu, apoiando o cotovelo na mesa.
— E eu achei que mães corujas não saíssem com professores de jiu-jitsu.
Você estreitou os olhos.
— Isso foi um julgamento?
— De jeito nenhum. — Ele ergueu as mãos, divertido. — Só estou surpreso que tenha aceitado o convite tão fácil.
Você deu de ombros, jogando a cabeça de lado.
— É que eu tava com fome.
Jisung riu outra vez, balançando a cabeça, antes de se inclinar um pouco na mesa.
— E eu aqui achando que você só queria minha companhia
Você girou o vinho no copo, olhando para ele com um sorrisinho no canto dos lábios.
— Depende… Depois daqui, você vai me levar direto pra casa ou tem outro destino em mente?
Jisung ergueu as sobrancelhas, claramente pegando o subtexto. Ele passou a língua pelos lábios antes de apoiar um braço na mesa, inclinando-se um pouco mais para você.
— Achei que mães corujas tinham toque de recolher.
Você deu de ombros, fingindo indiferença.
— Tudo depende se a noite vai valer a pena.
E, num piscar de olhos, como se o tempo tivesse acelerado, você já estava no apartamento de Jisung.
O lugar era mais organizado do que imaginava para um cara que passava o dia treinando e derrubando gente no tatame. O sofá era grande e confortável, a decoração minimalista, com tons neutros e alguns quadros discretos na parede. Nada muito pessoal—sem fotos ou qualquer coisa que entregasse muito sobre ele. Mas, de algum jeito, o ambiente ainda parecia convidativo.
Você largou a bolsa na mesinha de centro e se recostou no sofá, observando Jisung guardar a carteira, depois de ter pagado tudo no cartão sem nem piscar.
— Preciso perguntar — você começou, cruzando as pernas —, isso tudo foi planejado ou você só veio no embalo?
Ele pegou duas garrafas d’água na geladeira e jogou uma para você.
— Se eu disser que planejei, você vai achar premeditado demais?
— Talvez. — Você deu um gole na água, estudando-o. — Mas eu esperaria nada menos de um faixa-preta.
Ele riu, se jogando no sofá ao seu lado.
— Estratégia é tudo.
A conversa seguiu solta por um tempo, cheia de observações aleatórias, risadas baixas e pequenos comentários sobre o restaurante, sobre a Mabel, sobre coisas banais. O tipo de papo que qualquer outra noite não teria importância nenhuma, mas que agora parecia servir só para adiar o inevitável.
Você tentou fingir que não sentia a tensão aumentando no ar. Tentou ignorar o fato de que fazia muito tempo—muito mesmo—que não se permitia algo assim. Algo sem peso, sem compromisso. Só um momento roubado entre duas pessoas que claramente estavam se devorando com o olhar há semanas.
Jisung apoiou o braço no encosto do sofá, a mão a poucos centímetros do seu ombro.
— Tá confortável?
Você sorriu, levantando as sobrancelhas.
— Tá me perguntando isso porque é educado ou porque quer que eu me aproxime mais?
Ele inclinou a cabeça, um sorriso lento surgindo nos lábios.
— Por que não os dois?
Você sentiu ele se aproximar, inclinar o corpo sobre o seu, as respirações se misturando. Sentiu seu coração pular do peito quando os lábios carnudos tocaram o seu, o gosto do vinho dividido entre as duas bocas. O beijo com gosto de beijo, a língua desajeitada implorando por espaço, lutando para não deixar o beijo se acabar.
Jisung cobre seu corpo com o dele, te deita desajeitadamente no sofá. As mãos dele vagam pelo teu corpo, sobem as tuas coxas, ele passa a ponta dos dedos pela tua pele nua por dentro do tecido do vestido.
— tem certeza que quer isso? — a voz falha por falta de ar te excita mais, consegue notar pelo olhar que se tá se segurando muito.
— aham — puxa o homem pelos cabelos da nuca. Aprofunda em outro beijo.
A mão direita do homem sobe até teu seio coberto pelo tecido do vestido, ele puxa para fora do decote, amassa teu peito e se segura o mamilo entre os dedos. Num pedido silencioso de permissão, ele te encara, depois encara teus seios.
Desce até o vão entre os seios, passa a língua quente entre eles. Puxa o resto de vestido que sobrou na sua parte superior. Mordisca sua clavícula antes de colocar toda atenção nos mamilos, ele suga, a língua dele em contato com a sua pele é quentinha, gostosa e faz sua buceta pulsar.
Você quer mais. Joga seu quadril contra o corpo dele. Se esfregando como pode. Ele entende o recado.
Arranca a camiseta pela cabeça, trata de jogar o resto da roupa em algum lugar do apartamento. Você se despe o mais rápido possível também, mas é impedida por ele se tirar a calcinha.
— Deixa, vai, quero te comer com ela.
Não havia nada de sexy na calcinha escolhida, era mais uma dessas calcinhas confortáveis, mas algo nela despertava mais tesao no jovem professor.
Ele se agacha até o meio das tuas pernas, você acha que ele vai te chupar, mas ele larga uma grossa camada de saliva entre os lábios da tua buceta. A mão grande segura a calcinha de ladinho, enquanto a outra guia o pau dele bem na entrada.
O pau grosso te invade sem educação nenhuma, jisung é ótimo no que faz. Ele segue um vai e vem constante, o corpo reto, uma mão apoiada na guarda do sofá, outra segura teu quadril. Ele bate firme contra tua buceta. Os olhos fechados, a cabeça jogada para trás, diferente da maioria dos homens jisung geme alto e grosso.
Você até tenta se segurar, mas não consegue. Geme e grita algo o nome dele. Usa suas mãos para esfregar seu clítoris, o corpo espasma toda vez que o homem muda o rítmo das estocadas.
Sem nenhum aviso ele se retira. Te vira de costas pro sofá, ajeita tua bunda, segura ela no ar e enfia todo em você. Tu grita por mais, mais e mais. Arranha o sofá, senta o rosto esquentar quando ele dá o primeiro tapa, não consegue se segurar por muito tempo e amolece quando goza.
Jisung se estica por cima, põe o peso do corpo no teu. Agora ele é lento, soca com calma até o fundo e aos poucos você consegue entender a intenção dele. Você não se importa, deixa ele gozar dentro. Sente todo teu corpo responder quando ele sai de dentro de ti, mas continua deitado por cima do teu corpo.
— pelo menos agora tá fazendo um filho com o cara certo. — ele sussurra no teu ouvido.










