Como os Indios se pintam
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Como os Indios se pintam
Almost time for a second harvest! The achiote tree is one of several plants with a name that comes from a Native American language-- "achiote" comes from the Nahuatl (Aztec Indian) name for the plant, achiotl. It is sometimes also known by other indigenous names, such as "annatto" (which comes from the Carib Indian language) and "urucu" or "urucum" (which come from the Tupi languages.) Achiote fruit is a major source of pigment, which has long been used to make dyes and paints by native tribes. Achiote seeds are also used as a traditional spice in cooking. We use it ourself in almost every meal. Culturally, the achiote is most often associated with the sun and with masculinity, and the red annatto pigment was traditionally used as war paint. Although it is mostly known as a condiment and food coloring these days but to Tropical American Amerindians, it has long been a part of a complex belief system in which the color red is one of the most powerful elements on the spiritual plain. Painting the body is an ancient ritual which may satisfy social or spiritual needs. The patterns or colors used by individuals identified them as members of specific families, clans or societies. Red is probably the most ancient color known to humans. It represented blood and was, therefore, associated with the life force. To the Taíno it was one of the four most important colors. Red represented east, the cardinal direction from where the sun rose. The preferred ancient color, red, was also used by other indigenous Americans as body paint which caused them to be called "Red Indians" by early Europeans. ・・・ #growninhaiti #annatto #achiote #urucu #flowering #harvest #taino #native #culture #coloroflife #haiti #ayiti #reforestation #agroforestry #growth #diversity #foodforest #sustainablefoodsystems #medicinal #organic #nogmos #nopesticides #noherbicides https://www.instagram.com/p/CF1u5lcFRUo/?igshid=1ic066vyecgz7
Nome científico: Bixa orellana L.
Nomes populares: Urucum, Colorau e Urucu e Açafroa
Família: Bixaceae
Informações: O urucum é uma planta originária da América do Sul, mais especificamente da região amazônica. Seu nome popular tem origem na palavra tupi “uru-ku”, que significa “vermelho”. De suas sementes extrai-se um pigmento vermelho usado pelas tribos indígenas brasileiras e peruanas como corante e como protetor da pele contra os raios solares intensos. Hoje ele é usado amplamente na indústria alimentícia como corante de diversos produtos.
Fonte Texto: https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/urucum
Imagem: http://www.naturezabela.com.br/2012/07/urucu-bixa-orellana.html
Achiote
El achiote es una especia de color rojizo-amarillento de la semilla del arbusto homónimo.
Otros nombres con los que se conoce a esta especia son achote, bixina, urucú u onoto.
La planta se encuentra en lugares como El Caribe y Suramerica
Urucu fruit (Bixa orellana) https://en.wikipedia.org/wiki/Bixa_orellana https://fr.wikipedia.org/wiki/Roucou
Expansão do mercado de óleo e gás amplia debate sobre segurança ambiental
Especialistas do Brasil e do exterior se reúnem no 1ª Oil Spill Brazil - Conference and Exhibition em novembro, na FIMAI - Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, para apresentar aos empresários soluções para se adequar à nova realidade de exploração das reservas, visando a sustentabilidade do processo.
Até recentemente os debates sobre os riscos ambientais se concentravam nos grandes fóruns no exterior. Contudo, a descoberta do pré-sal direcionou as atenções para a costa brasileira, atraindo investidores de vários segmentos. As perspectivas de crescimento da produção do petróleo no Brasil representa evoluir 50 anos em 5, especialmente na exploração off-shore. Isso corresponde a triplicar a produção, bem como os negócios, a infraestrutura de transportes e, consequentemente, as exigências de proteção contra acidentes. Diante desse cenário, cabe perguntar: as estratégias e mecanismos para controlar eventuais ocorrências estão acompanhando o progresso do setor?
No mês novembro, em São Paulo, acontece um fórum onde respostas para esta e outras dúvidas poderão ser encontradas, a 1ª Oil Spill Brazil - Conference and Exhibition. Com especialistas do Brasil e do exterior dispostos a oferecer suas contribuições e trocar experiências, a conferência exclusiva reunirá empresários e profissionais que atuam nesse ramo de negócios. “Uma extensa programação vai promover debates sobre tecnologias específicas para gestão de riscos ambientais e capacidade de respostas, projetos de sensoriamento e monitoramento, inovações em materiais e equipamentos, regulação, qualificação profissional, numa cadeia de estruturação muito oportuna que começa a se consolidar”, comenta Jayme de Seta, vice-presidente da ABPCEA (Associação Brasileira de Prevenção e Controle de Emergências Ambientais) e membro do COSEMA (Conselho Superior de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP) e presidente do Comitê Técnico Científico da Oil Spill Brazil Conference.
Mais frequentes do que se pode perceber, os acidentes com óleo e gás não ocorrem somente em grandes plataformas de exploração, acontecem também nos vazamentos de cargueiros e em outras situações cotidianas de logística. A ameaça da poluição por vazamento de substâncias derivadas de petróleo ou de outros produtos perigosos também atinge a rotina dos portos, das estradas, das hidrovias e das ferrovias, a gestão dos resíduos, mas ganha visibilidade na medida em que cresce o mercado demandante desses recursos em toda a América Latina. Nesse sentido também aumenta a pressão de organismos nacionais e internacionais por regulações específicas e pelas garantias de segurança ambiental, ao passo que a indústria e as consultorias técnicas também se dedicam a desenvolver equipamentos, tecnologias e processos.
Programação
O programa da conferência terá temas como: Retrospectiva O&G no Brasil; ICS - Sistema de Comando de Incidentes; Acidentes Ambientais no Brasil; Resposta a derrames no mar; Análise de sensibilidade e vulnerabilidade ambiental; Modelagem hidrodinâmica de derrames de petróleo; Novas tecnologias para gestão e logística de emergências e áreas sensíveis; Planos de emergência e cenários de perfuração; Estratégias para resposta e Avaliação do Risco Ambiental associado ao vazamento de óleo; Processo APELL para comunicação de riscos e preparação de comunidades, entre outros.
Entre as atrações desta edição da FIMAI acontecerão outros eventos paralelos, como o primeiro Congresso do CONFEA/CREA; o 2º Seminário da A&WMA – Air & Waste Management Association; além da décima edição do Seminário de Resíduos Recicle CEMPRE. Os fóruns específicos complementam as temáticas do XVI SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade, que reúne grandes autoridades em equipamentos, processos, soluções tecnológicas, inovações e assuntos acadêmicos.
Sobre a FIMAI - Organizada pelo grupo RMAI, que compreende a Revista Meio Ambiente Industrial, o BCB - Brazilian Carbon Bureau e a Ambientepress Produções, a FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade é o maior evento anual do setor na América Latina. Novas tendências, inovações tecnológicas, práticas ambientais bem-sucedidas e proatividade no setor socioambiental é a marca registrada dos expositores da feira, transformando o evento em um centro gerador de experiências e de negócios importantes. Concentra mais de 400 expositores nos três dias de feira e recebe visitantes do mundo todo, com circulação média de 15 mil pessoas. A edição da Feira em 2013 movimentou cerca de 1 bilhão de reais em volume de negócios.
SERVIÇO
Evento: XVI FIMAI / SIMAI – Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade*
Data: 11 a 13 de novembro de 2014
Horário: 13h às 20h
Local: Centro de Convenções Expo Center Norte (Pavilhão Azul)
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme – SP
*Entrada franca
Evento Paralelo: 1ª Oil Spill Brazil – Conference & Exhibition
Outras informações:http://www.oilspillbrazil.com/index_pt.htm