Fuck, I can't believe I missed that typo, twice 🫣🫣🫣🫣🫣🫣
V.M.
its okay we all make mistakes around here 😂
seen from Pakistan
seen from China

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seen from Italy
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Fuck, I can't believe I missed that typo, twice 🫣🫣🫣🫣🫣🫣
V.M.
its okay we all make mistakes around here 😂
No she doesn't, I'm absolutely loving this 😏 being as it's so completely out of my nature makes it all the more exciting and erotic. I could honestly read your blog all day and regret nothing
V.M.
im so honoured 🫠
dont get caught please 😭
So, I'm off work, grabbing a few things in Walmart, saw your pussy answering the "Oral/Anal" question... Been washing around the store with a tent in my pants since 😅😅
V.M.
OH NO IM SO SORRY
my pussy needs to hand me back my phone, she's been typing for too long and making my horniness everyone's problem 😭
If you managed to derail my day due only to my attracting to you, it would definitely be an achievement on your part love. Sex and sexual deviance aren't really my top priority, so that you've managed to make me wanna make that video was definitely noteworthy 💜😘
~V.M.
i feel so honoured! your message makes me sound like the most special girl in the world, im not sure if i can live up to that title, but ill try my best!
Wait, you're a squirter? Fuck I might have to leave work for the day, just to spend it in bed thinking of how delicious that must taste 🥵🥵🥵
~V.M.
i am 🫣
i hope i don't derail your day too much 😭
btw i got your video, your groans are so hot. i think its super sexy that you have a pocket pussy, the slick noises of you jerking off with it are amazing ❤️
Fuck, scrolling through your blog before work this morning has me absolutely ready to burst 🥵🥵 I know I don't interact often, but when I see your posts on my feed I can't help but immediately get horny. Hope you have an amazing day, I might grace your DM later with something I did yesterday because of your blog
~V.M.
i feel so honoured to be able to make you hard ❤️
thank you so much, i hope you have a good day as well!
im so sorry my love, my dms are closed but you can send whatever you want through my asks or submission, i dont post them ❤️
Tenho por ele a admiração mais lúcida que já tive por alguém. Do tipo que não veio por presunção, obrigação ou hábito, mas que nasceu de um lugar sincero e consciente de dentro do peito, sem avisar e sem a menor pretensão de algum dia ir embora. Essa admiração não é de hoje, do último final de semana ou dos últimos três anos - embora a cada dia, mês e ano que passa eu consiga percebê-la aumentar, como um rio que ganha força ao ver desaguarem nele tantas outras águas que vêm de tantos outros cantos. Mas eu me lembro de admirá-lo antes de sequer conhecer o sentido desta palavra. Me lembro de perceber sua humildade apesar da inteligência, sua sabedoria apesar da nossa falta de experiência. Éramos duas crianças conhecendo o mundo, e até então, eu mal podia imaginar que um dia ele se tornaria a parte mais bonita do meu.
Olho para ele e enxergo bondade. Um altruísmo e cuidado que nunca vi igual, dos menores detalhes aos gestos grandiosos. Talvez tenha sido ele quem inventou a palavra gentileza. E quando sob um calor de 34° ele se inclina sob o sol para me fazer sombra, enquanto assistimos a uma cerimônia que celebra o amor, eu me pergunto como pude ter tanta sorte.
Sinto por ele um amor que facilmente me levaria a um altar como aquele. Um amor que faz as pessoas prometerem em frente à sua própria família de sangue, que escolheram alguém para ser família de propósito. Não só com intenção, mas com o propósito em si. De que a aliança sustente o amor mesmo quando o amor não se achar capaz de sustentar a aliança. De que a admiração, o carinho, o cuidado, sejam sempre lúcidos. Nem sempre perfeitos, mas sempre conscientes, sempre com a vívida memória de por que um escolheu o outro.
E embora esse “por que” se escreva separado, tenho, quanto a ele, um milhão de “porquês” que se escrevem junto. Que são respostas, e não dúvidas. Que são paz, e não tormento e confusão. Tenho um milhão de motivos que me fazem admirar tanto, amar tanto, querer tanto. Motivos que não cabem nessas palavras. Mas que eu sei, ele sabe, e que, portanto, me lembram de que quando se trata dele, nem de palavras eu preciso.
V.
Eu faço parte do grupo de pessoas que sempre vai precisar ter uma dose extra de cuidado. Observar bem os ambientes. Aprender a identificar gatilhos. Estar sempre um pouco mais atenta, à espreita, se esforçar sempre um pouco mais pra que um instante ruim não se torne uma semana, um ano, uma vida ruim. "É o meu temperamento classificado como melancólico". "Talvez seja genético; a irritabilidade nunca foi incomum por aqui". "É o meu ambiente inóspito, ninguém é feliz assim". Mas eu faço parte do grupo de pessoas que, à menor distração, ao menor sinal de descuido, são capazes de enxergar desalento em qualquer ambiente que seja.
Então talvez a culpa não seja do lugar, das pessoas. Preciso diariamente ter cuidado para também não pensar que a culpa é minha - e isso me tomou anos de reflexão, prática, repetição, e ainda exige o mesmo velho e cansativo cuidado. É como se a estrada pela qual caminho fosse a mesma que a de todos, com obstáculos diferentes mas das mesmas proporções, só que meus pés fossem mais frágeis. Ou eu caminho com mais calma, com atenção a cada canto em que piso, ou eu certamente vou cair muito mais rápido que alguém "normal" cairia.
E quando digo normal, não é que queira me separar dos demais. Já quis, um dia. Me considerar melhor, mais sábia, mais vivida talvez. Já quis crer que a tristeza só atinge em cheio os mais inteligentes. Hoje, eu só invejo aqueles que não precisam pensar assim. Os invejo por encontrarem a felicidade com uma facilidade que, desde que me lembro, sempre me escapou por entre os dedos sem que eu percebesse. Eles parecem não se esforçar, parecem quase não precisar ter cuidado. Eles enfrentam as tristezas como aquilo que são: passageiras; e dizem "quem não tem seus dias difíceis, não é mesmo?". São otimistas até na dor, porque a reconhecem como uma estranha, e não uma velha moradora que alguns de nós precisamos, todos os dias, tentar impedir que volte para dentro de casa. E por isso, eu os invejo.
Então decido ser como eles. Leio livros, assisto a palestras, uso os aromas de óleos que prometem curas milagrosas e digo a mim mesma que hoje vou ser feliz. É uma decisão, afinal, não é? "Mude sua mente, mude sua vida". "Decida todos os dias que está de bom humor". Mas aí o dia acontece. Um imprevisto. Ou tudo exatamente monótono, exatamente igual, dentro do mesmo velho e enfadonho "previsto" que eu juro solenemente amar e desejar. Me arrasto aos exercícios e desconto neles todo o meu furor. Me arrasto trabalho adentro, mesmo sem conseguir produzir praticamente nada. Depois me arrasto do trabalho para a casa que nunca foi minha casa, mas da qual eu fujo e depois só penso em voltar. Invento formas de me preencher, compro coisas, como coisas, bebo coisas, escuto coisas. No final do dia, eu sou só mais uma coisa, produzida e massificada pelas expectativas que eu mesma criei sobre mim. Sou só mais uma coisa que não pensa, ou que tenta ao máximo nunca pensar, pra não correr o risco de se entristecer. No final do dia, os livros sobre o poder do subconsciente, a alegria e o triunfo, o mindset como o rei da sua vida não fazem nada além de me irritar e entediar, e sinto vontade de jogá-los no lixo.
Mas aí, eu me deito. Enfim feliz pelas iminentes oito horas de inconsciência que eu tanto prezo. Ao menos o meu sono está intacto, porque assim como nos exercícios, na dieta, na receita da vida de pessoas felizes, eu sei cumprir cada meta - e ai de mim se não cumprir. Esqueço tudo o que vivi, o que pensei, e me convenço de que tudo isso são histórias que eu mesma criei para protagonizar - e que drama, é claro, sempre foi meu gênero favorito. Exagerei hoje, pensei demais. Mas amanhã eu não vou dramatizar, nem exagerar, nem sentar diante de uma tela para escrever tudo o que me borbulha na mente. Amanhã eu vou me levantar cedo, cumprir todo o checklist das exigências que me impus para ter a vida perfeita, e estarei contente, feliz, e completa. Hoje eu não pude, mas amanhã serei feliz.
Hoje, ou no último mês, talvez eu não tenha tomado cuidado suficiente. Mas amanhã, tomarei. Amanhã não vou me lembrar do poema que li no final de semana, e sim me lembrar de que não posso chegar perto dos livros de autores niilistas ou das músicas tristes. São todos perigosos demais para mim. Porque para pessoas como eu, é preciso sempre uma dose extra de cuidado, e não existe "se cansar de ter cuidado o tempo todo".
i'm sad again, don't tell my boyfriend
it's not what he's made for
v.m.