Eu crítico eles, você toma o tiro Eu digo que o inferno são os outros Você se vê demoníaco Diz-me que já encomendou o exorcismo Eu falo do noivado Você interpreta adultério Eu digo calça de sarja Você glorifica o horror a coca Eu falo do homem Você diz bicho espécie Eu falo do filo Você definha o menino Eu rimo a língua Você diz que odeia a sogra Dizes agora no tempo pretérito Você gora coragem com a porta trancada O teu pranto pós-cebola Denota o terror narrativo E eu com isso? Eu quero a trívia cê: Comoção, comunhão e coração No prato do jovem porcelanato Eu espero o buquê impresso Ou um convite ao banquete Eu to pronto, você reclama Eu corto meu cabelo, você diz não Eu tonto que te escuto E amanhã o aconselho para ser contrariado Eu digo que tô em transe Você pergunta com quem eu to transando Eu tô festejando o carnaval Pronto! viro o vadio no cio...
Você Nunca Entendeu, Pierrot Ruivo











