Journey Into Mystery #16, June 1954. Cover illustration by Harry Anderson, colors by Stan Goldberg.
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Journey Into Mystery #16, June 1954. Cover illustration by Harry Anderson, colors by Stan Goldberg.
Info from Grand Comics Database
We can only imagine how enormous the whole underground structure is, because only 2% of it is accessible to tourists. Meanwhile, the salt mine corridors form an actual labyrinth which stretches up to a whopping 498 ft in length. There are 9 levels in total and the lowest one is located at 1072 ft below ground.
This unreal salt mine in Poland which features underground lakes, chambers, and chapels all made from salt, will change the way you think of
Let the right one in (2008)
Arruinado(Wesh x Gio) (SWF) (V!G x G! GB )
V!G pertenece a @guppys-paw, amo a esta pareja de gays, haha son demasiado hermosos para este mundo ;_;- Advertencia: Yaoi y muchos feels. La luna iluminaba las calles de aquella ciudad, dos amantes ya hacían tomados de su mano, después de lo que podría decirse una cita, Gio sonreía levemente parte de él no podía creer el gesto que había tenido Wesh hacia él, llevarlo a aquellos lugares hermosos, aquel restaurante donde él ya le había comentado que quería ir, esos pequeños gestos eran la razón por la cual Gio se había enamorado de él.
Camile
hello! if you’re reading my vampire tale “Camile” in tumblr https://camiletale.tumblr.com/ you can do it now in Ao3 too! http://archiveofourown.org/works/7637737/chapters/17389417
I thought this would be more comfortable. I´m so happy I’m finally sharing my writing! Thank you for reading!
First Bite: An Animated Vampire Tale
Traduzindo do filme para a literatura - Nosferatu
Já era noite quando alcançou a entrada do castelo. Nenhuma tocha acesa. Nenhuma fonte de luz que confortasse os olhos. Aquela ruína era mesmo o lar de um conde?, Jonathan pensou. Contudo, teve certeza disso quando no topo das escadas viu a porta dupla ser aberta para uma figura imponente, vestida com as roupas de um verdadeiro nobre da Romênia. Mas que estranho! Não havia mãos sobre as maçanetas, nenhuma humana pelo menos. No entanto as portas recuavam para comunicar a presença da majestosa figura encoberta pelas sombras abundantes. - Conde Drácula? - Jonathan perguntou, subindo hesitante pelas escadas. O conde deu um passo a frente, admitindo que sua horrenda aparência fosse revelada pelo tímido luar. - Sou Conde Drácula. Bem-vindo ao meu castelo. - Anuncia o tenebroso anfitrião, a voz um tanto desafinada, rouca. - Eu o aguardava. Deve ser Jonathan Harker. - Ele diz, suas mãos pálidas e dotadas de unhas pontudas como garras cruzadas sobre o peito. - Sim. - Jonathan confirmou. - Entre, por favor. A noite está fria, e deve estar cansado e faminto. - Diz o conde sem nenhuma simpatia. Eles adentram o castelo. O conde recolhe do muro um castiçal com cinco velas acesas para abrandar um pouco a obscuridade de seu lar. Sobre a mesa no interior, o jantar já havia sido servido, mas por quem se o lugar parecia tão vazio e abandonado? Um lobo uiva nas montanhas, prendendo a atenção de Jonathan. O conde permanece sentado, tranquilo. Ter lobos tão próximos de sua residência não parecia assusta-lo nem um pouco. O lobo uiva novamente, não um uivo natural, mas algo desesperado. Jonathan novamente se sobressalta. - Aqui estão os documentos. - Diz Jonathan ao conde, referindo-se aos negócios. - Estas são as plantas das casas. Deve estar interessado em ver. - Ele insiste, ansioso para fechar o acordo com o homem tão importante que era o conde. Um uivo novamente é ouvido, mas Jonathan parece mais habituado. O conde sequer ergue o cenho. - Fique à vontade. - Pede o anfitrião a respeito do farto banquete sobre a mesa. - Sirva-se. Infelizmente terá de jantar sozinho. É quase meia-noite, e eu não me alimento a esta hora. - Ele explica. Jonathan serve-se de um pedaço grande de peru, a fome após tanto tempo de viagem fazendo com que seus modos sobre a mesa fossem deixados de lado. Porém, um detalhe o incomoda. O conde bem ao seu lado não para de olhá-lo, não desvia a atenção um momento sequer. Há algo estranho naqueles olhos, Jonathan sabe. São tão pétreo, quase hediondos. - Infelizmente, os criados foram dispensados. - Disse o homem, ou seria melhor dizer a criatura? - Permita que eu mesmo o sirva. - Decretou o conde, destampando com seus dedos dotados de garras uma garrafa de vinho com a rolha muito bem presa. Jonathan estava convencido de que o conde não era um homem deste mundo. Nem mesmo quando ele tentava ser servil demonstrava qualquer sentimento. O assustado visitante se deu conta de que já teve reuniões mais calorosa com frias estátuas de mármore ao relento. Além disso, ambiente parecia tornar tudo mais horripilante com aquele velho relógio tiquetaqueando eternamente, e com o assovio do vento que batia sobre as vidraças quebradas. Aqueles olhos. Aqueles estranhos olhos que não param de observar! A criatura - Pois de jeito algum o estranho conde poderia ser comparado a um homem - buscava se aproximar de Jonathan ao mínimo descuido do faminto viajante. Sua respiração não passava de um ofegar asmático e ao mesmo tempo febril. Um noivo uivo rasga a escuridão, longo e horripilante. Conde Drácula o aprecia com estranha satisfação. - Ouça. - Ele diz. - Ouça. - Ele insiste, voltando-se para a futura vítima ao seu lado. - As crianças da noite fazem sua música. - Anuncia o conde. Outro uivo é ouvido... (Por Daniel Ramone)