Nunca conheci quem tivesse se alimentado de comidas vencidas.
Todos os meus alimentos estão com prazos mais que estourados em tudo.
Meses atrás, namorado trouxe seis caixinhas de um molho de queijo feito no Rio Grande do Sul, que vende no Rio de Janeiro, mas não aqui em Salvador (preconceito isso aí, hein. Se separem mesmo da gente), pra que eu parasse de comprar aquele molho 4 queijos importado-caríssimo. Usei três, tem um aberto e dois vencidos na geladeira.
Eu compro aqueles alimentos da Vapza, que você só aquece e come, tipo um instantâneo de feijão. Custa 7 reais e as duas porções duram quatro refeições para mim. É igual ao feijão da mamãe? Claro que não. Mas também não é artificial e recomendo para quem mora só e não tem interesse em aprender a cozinhar apenas para si em uma panela de pressão. Inclusive, detesto comida que demora.
Pois é, o feijão tá vencido desde o fim de dezembro, mas pelo menos já abri e deixei na geladeira, tô consumindo aos poucos. E, desde o início de dezembro, venceu a saladinha de legumes da marca, que eu ainda nem abri.
“O que não me mata, me fortalece”. E hoje, sábado, pediremos pizza.