guys I was just (yesterday) removed from a community for systems because my alter made an 'off topic' post 😭
thats so anti plurality, removing the whole account for something one alter did?. literally everyone in this system uses this account

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I feel like a dog begging for attention I need some1 to put me down
Vent
will you just stop? stop already.
stop insulting my alters
they are me
so what if they insulted me? I dont care. youre not helping. cant I have fun?
Im not hurting anyone
were not hurting anyone
cant I have fun?
help me
please someone help me i just want someone to listen to me
or let me listen to them i’m not picky anymore
why am i like this
You ever need to talk to someone but you won’t. You feel like you’re just using them and aren’t even a good friend and so maybe you’re actually abusive or something. Because same.
Fuckig vent ary
Tem tanta coisa que eu gostaria de ter te dito e não disse. Tanta coisa que eu precisava que você soubesse e não pude te contar. Mas não sei se hoje, qualquer uma dessas coisas é sequer relevante. Na verdade, não sei se alguma coisa de nós dois seja, de alguma forma, relevante pra você. Talvez você nem tenha aberto esse link que te mandei, talvez você nunca tenha lido nenhum dos quase duzentos textos que te escrevi. E tudo bem, eu acho. Eu fui sincera e fiel a quem eu sou, acima de tudo. Eu te amei do nosso segundo encontro até agora e não sei por quanto tempo continuarei te amando e te escrevendo, mas certamente, pelo tempo que eu achar que devo. Muito do que sempre quis te dizer estão nesses textos, algumas coisas eu já te disse (principalmente quando eu bebo demais e meu sentimento por você me motiva a mandar áudios e textos surtados), mas uma parte eu queria muito dizer olhando nos olhos. Queria te xingar por ter fodido meu psicológico por tanto tempo, por ser tão irresponsável emocionalmente ao criar expectativas em mim que você sabia que não atenderia. Sua indiferença me machucou tanto ao longo desses anos, você não faz nem ideia. E toda vez que eu me sentia curada, você voltava e abria a ferida novamente. Eu não me lembro de uma vez sequer que tenha voltado pra casa me sentindo bem contigo. Você sempre tava feliz e bem quando estávamos juntos, depois sumia, me ignorando e me evitando até que eu fosse embora. Também cansei de ir para sua cidade pra tentar te ver e você me dar cinquenta centavos de atenção, quando eu achava que merecia mais. E é isso, eu mereço mais. Pelo menos, é o que eu estou tentando me convencer. E eu queria mesmo te dizer tudo isso olhando nos seus olhos, mas acho que não é mais necessário.
Até porque os poucos momentos bons que tivemos foram definitivamente melhores que todos os ruins. Talvez eu só não guarde rancor, talvez eu só esqueça fácil da angústia de você ter me esquecido tão fácil quando lembro de como nós funcionávamos juntos. Eu nunca quis aceitar que você não sentia absolutamente nada por mim porque não fazia sentido que alguém mantivesse outra pessoa por perto apenas por... por o que? Vaidade? Eu não posso conceber que o cara que eu amei por quatro anos seja essa pessoa.
Apesar de tudo, eu só posso agradecer por todas as vezes que você me respondeu direito e conversou comigo de verdade. Pelas vezes que foi me buscar e que fomos pra algum lugar ficar juntos, beber, conversar. Em todas elas, eu pensava que nunca mais iria te ver, em todas elas, eu me sentia abandonada por você no final, e mesmo assim eu sempre voltava, porque o sacrifício parecia justo pela paz que você me dava, mesmo que por pouco tempo. Pela segurança, pela confiança. Obrigada por ter sido meu porto seguro nesses anos, eu nunca precisei medir palavras para te contar nada nem pra te pedir conselho nenhum porque você sempre pareceu me entender tão bem e me cuidar tanto quanto meu irmão cuidaria. Obrigada por ter compartilhado suas dores comigo também, sei que a vida não tem sido fácil pra você, eu vejo o quanto você se sente sozinho, ainda mais agora. Eu vejo você, para além das máscaras. Eu valorizo você, Victor. Eu acredito tanto na sua capacidade, na sua coragem, na sua força. Eu posso não mais conhecer seus detalhes, mas eu tenho plena certeza do grande homem que eu entreguei meu coração e para quem dediquei amar por tantos anos.
Mas acho que agora chegou o momento de deixar isso tudo pra trás. Cheguei a conclusão que você não me faz bem. Amar você era pra ser leve, mas dói. Você não deveria me machucar, me causar angústia, ansiedade. E esse é um sentimento constante, mesmo em novembro de 2015. Nas cartas que te escrevi na época, narram como eu ficava horas agonizando te esperando chegar. Hoje, eu preciso de estabilidade, de paz emocional, preciso de certezas. Eu não sou sou aquela menina de quatro anos atrás que suportou tanto por nada. Eu já não posso esperar acordada até você chegar quatro horas atrasado porque passou na casa das suas outras três namoradas antes de mim. Já não posso esgotar minha energia vital alimentando um sentimento que você nunca deu reciprocidade em troca de um "um dia a gente se encontra". Um dia não existe, o amanhã é uma mentira, o futuro pode nunca chegar. Eu não posso apostar minhas fichas em tamanha incerteza.
E nesse momento, especificamente, eu preciso agir com maturidade e responsabilidade emocional, não só contigo, mas também comigo mesma. Eu não posso continuar me submetendo a toda essa situação, à dor física que sinto ao ver que você ignorou completamente minhas mensagens ou que simplesmente esqueceu da minha existência. Eu preciso saber me afastar do que me tira a paz.
Não me entenda mal: eu não tenho rancor, não te odeio, não estou chateada, não te culpo, não tenho nenhum tipo de sentimento ruim por você. Você ainda foi a melhor parte da minha vida. Eu só não me sinto bem, eu só acho que é minha vez de ir embora, eu não preciso mais estar aqui.
Vai demorar pra cicatrizar disso. Em todas as vezes que nós terminamos, foi sempre você quem me deixou. Mas dessa vez não é mais uma ferida, mas uma transição. Como um animal trocando de pele, por mais doloroso que seja, eu preciso deixar esse sentimento morrer pra que algo melhor e mais saudável cresça. Às vezes, é necessário colocar uma vírgula, ao invés do simples e limitado ponto final. Assim posso escrever outras histórias, e quem sabe em algumas delas nossos caminhos se cruzem novamente. Por isso, não vou ser exagerada e dizer que esse é um fim pra sempre, que acabou de vez pra nunca mais, porque eu bem sei como a vida é (e eu já disse 'nunca mais' mil vezes), mas se um dia você voltar a fazer sentido no meu contexto, eu vou ficar feliz que será você quem veio após a vírgula, porque eu fiz questão de te escolher, e dentre tantas paixões, foi sempre pros seus braços que eu voltava, voluntariamente.
Por outro lado, se isso nunca acontecer, de você vou fazer questão de lembrar com muito afeto, por todas as vezes que você transbordou meu coração, por todos os sonhos e planos que eu fiz e esperei para nós, porque pra você eu sempre desejei o mais puro e simples amor. Você merece o mundo, meu camaleão, mesmo que não o descubra ao meu lado.
Morena Raiz
Eu te amo.
Mas chegou a hora de retribuir seus vazios. Vazios que me deixaram oca nas últimas semanas. Vazios que não só tiraram minha paz, mas toda a minha energia. Seus vazios mataram o que eu lutava por anos pra manter pulsando por você dentro de mim, moreno. A ausência de resposta, a espera pela mensagem que antes vinha com velocidade, os dias que passam e o o visualizado e não respondido no seu chat. Você simplesmente passou a ignorar minha existência e minha insistência. Inclusive, talvez apenas a minha presença na cidade seja motivo de incômodo e você só não queira dizer por respeito ao sentimento que eu ainda tenho por você. Sempre que penso nisso, sempre que penso na sua indiferença, no seu desprezo por mim, eu me lembro dos nossos bons tempos. De quando éramos reciprocos, tanto no interesse quanto na saudade. De quando o tempo era nosso amigo e nossas horas juntos renderiam infinitos filmes clichês românticos. Eu ainda não sei em que ponto você me deixou pra trás de vez. Quando foi que você esqueceu de mim de forma tão precisa e absoluta que me lembrou a Clementine de "o brilho eterno de uma mente sem lembranças". Em que ponto você virou a chavinha no seu peito e trocou seu afeto por mim pela preferência em ignorar minhas mensagens, sabendo que isso me tortura do lado de cá. Quando eu deixei de ser especial para você, quando eu deixei de merecer o mínimo de atenção.
Eu te amei por quase quatro anos.
Mas percebo que sofro por você também há quase quatro anos. Você me machuca, não sei se intencionalmente. Você segue me decepcionando e me destruindo aos poucos. Eu só queria entender quando e por quê você me arrancou do teu peito e preferiu me jogar no vazio, como qualquer uma das mulheres que já cruzaram seu caminho, mesmo que fizesse sempre parecer que nós éramos diferentes.
Eu vou amar você pra sempre.
Mas já chega de sempre voltar quebrada no ônibus. Chega de voltar pra casa com o gosto de abandono na boca e o coração em migalhas. O amor é paciente, mas não deveria machucar. Não deveria me dar essa sensação de que estou morrendo toda vez que você some. Você me jogou no vazio, desconsiderando todos os nossos anos de aventuras. A verdade é que eu nunca fui uma escolha, mas sempre fui um passatempo, um brinquedo, que quando você termina de brincar, quando você sente que não mais te diverte, você descarta.. e você cansou de mim.