a cura
dança
na curva
arrepio
a nuca
sem frio
a mão
posta
na cintura
sussurra
e guia
o fôlego
e a batida
seen from Türkiye
seen from China
seen from United States
seen from United States

seen from Australia
seen from Russia

seen from France
seen from Russia
seen from China

seen from United Kingdom
seen from Brunei
seen from Italy
seen from Thailand

seen from United States
seen from Germany

seen from United Kingdom
seen from India
seen from Netherlands
seen from Indonesia

seen from United States
a cura
dança
na curva
arrepio
a nuca
sem frio
a mão
posta
na cintura
sussurra
e guia
o fôlego
e a batida
Oiê, bom te ver por aqui!
Mariza, 32 anos e casada 🌈.
Gosto de ler tanto quanto de escrever. Então se você escreve dá um like aqui pra eu te visitar também 😘
Neste post tem todas hashtags onde ficam meus textos, sinta-se à vontade 💜
Li livros
Vi peças
Ouvi músicas
Assisti filmes
Marotenei séries
Declamei poesias
Mergulhei nas danças
Mas
Nada disso
me preparou
para viver
sozinha
esse turbilhão
Meu coração flutua num mar de agulhas no paieiro. Procurando fagulhas sem se aprofundar, feito navio costeiro. O medo paralisa e é um rasgo no casco. Sem saber ancorar, navego o raso.
Escalada concluída
Não vejo nada
Além do horizonte
Descida impedida
Não há volta
Além da ponte
Parti pra vida
Não sinto falta
Além do ontem
Como sustentar o pé
no passado perdido
e ainda manter a fé
no futuro prometido?
Eu, Bem-te-vi
Você, Bem-me-quer
Eu, Beija-flor
Você, Amor-perfeito
Eu e você, pássaros
Nós, ninho
Quando não João-de-barro
Que sejamos Andorinha
Você me olha
sinto tanto
que perco o ritmo
mas o coração não
uma veia dança no pescoço
e eu te procuro com as mãos
quero te alcançar
calar seu riso
com o meu
até te sentir,
assim como eu,
sem ar
No verão passado nos encontramos
Dançamos com o que acreditávamos
No outono nos despimos das roupas velhas
Desapegando do que construímos
No inverno nos cobrimos de um nós novo
Firmados cada um em um eu concreto
Na primavera colhemos as flores
Frutos de um futuro que sonhamos
No verão celebramos
No outono mudamos
No inverno aquecemos
Na primavera colhemos