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Aviso: baseado em contos e fantasias porque ela jogou isso lá na frente e eles só tiveram UMA interação.
— Você precisa mesmo ir?
Ela não se orgulhava nem um pouco do quão magoada estava vendo Rocky andando pelo quarto dela, se arrumando pro dia dele, enquanto ela se limitava a ficar emburrada em cima da cama. A mesma cama que eles tinham passado o fim de semana quase todo, fazendo várias coisas, boas demais pra serem esquecidas na segunda-feira só porque ele tinha que trabalhar.
Oras, ela também tinha um emprego, mas podia fazer isso de casa, e achava um absurdo o mundo bruxo não proporcionar a mesma comodidade para seu namorado, que tinha coisas mais interessantes pra fazer, coisas essas que incluíam passar mais algumas horas com ela.
Ela se sentia traída, como se algo estivesse mesmo conspirando contra ela, enquanto o acompanhava até a porta em passos arrastados e um leve beicinho projetado nos lábios, segurando sua mão com força, como se a qualquer momento fosse o puxar e o prender no apartamento para sempre, só porque ela queria, só porque ela sabia que ia sentir sua falta e não tinha tido o suficiente de sua companhia.
Desacreditada que algo pudesse mesmo ser a seu favor a ponto de fazê-lo ficar, já estava se inclinando para selar os lábios dele com os seus em uma despedida, quando o mundo começou a cair do lado de fora. Granizo e gotas enormes de chuva batendo contra a janela de sua sala de estar, bem atrás dela, e um trovão tão alto que a fez dar um pulo, a energia indo embora no combo logo depois.
E parecia mesmo o caos, mas não pra ela.
— Ah, que pena. Você não vai poder sair e isso é péssimo.
Pra quem ia ter que tomar o lugar dele no prédio da MACUSA, com certeza, porque depois que ela o puxa de volta e tranca a porta, esquece completamente que ele poderia muito bem aparatar dali mesmo sem nenhum problema com trânsito ou metrô ou morrer afogado em uma poça de água no meio do caminho. Não era problema pra cabeça dela, e depois que ela tira as roupas dele e a própria camisola, não ia ser problema pra cabeça dele também.
Leva um minuto pra ela o puxar de volta para o quarto e o empurrar sobre a cama dela e se acomodar entre as pernas dele, distribuindo beijos pelo abdômen até chegar na ponta do pau dele, que ela envolve com os lábios devagar o levando pro conforto quente de sua boca. Fica difícil não gemer satisfeita quando sente ele endurecer enquanto ela o chupa, enrolando a língua em cada centímetro que ela alcança mais fundo no movimento lento de vai e vem que ela faz.
Os sons que ela solta são de pura satisfação, por sentir o gosto dele, o peso em sua língua e seu cabelo sendo puxado quando ele começa a controlar os movimentos dela; a primeira coisa que ela tinha feito naquela manhã foi escorregar pra debaixo das cobertas e o tomar na boca depois dele acordar, o mamando com vontade até sentir ele despejar porra quente em sua boca, e ainda assim, estava ali o sugando como se não o chupasse a meses. Como a putinha gulosa que ela era, nunca tendo o suficiente do pau dele.
Por isso ela não se importa quando ele segura sua cabeça no lugar e fode seu rosto com força, muito menos com a brutalidade com que ele mete em sua boca a fazendo engasgar e espalhar saliva e porra acumulada pelos lábios esticados pra acomodar ele todo. Ela engole tudo.
— Você ainda quer ir embora? — Ela o provoca, depois de secar as lágrimas em seu rosto e esticado a língua pra ele ver que ela não desperdiçou nem uma gota. — Eu preciso te dar outro motivo pra ficar?
A resposta pras duas perguntas vem quando ele a puxa pra ficar debaixo dele, e a próxima coisa que ela sabe é que ele está determinado a sufocar ela com um beijo enquanto usa os dedos pra abrir sua buceta encharcada e ainda sensível da foda da noite anterior, que ele fez questão de meter até ela ver estrelinhas em cima de sua cabeça e não parecia que ia ser diferente agora. Ela poderia facilmente se desfazer com os dedos dele entrando e saindo com aquela força, ameaçando adicionar um terceiro em seu buraco apertado enquanto o dedão esfrega seu clitóris, até estar choramingando ao sentir ele se afasta dela e deixá-la vazia, mas só até sentir a ponta dele em sua entrada.
— Baby, não me deixe esperando. — Ela choraminga projetando os quadris contra os dele, e só fica satisfeita quando ele a penetra em um movimento firme, que a faz soltar um gritinho de surpresa e agarrar os braços dele. — Foda-se, sim!
Não tinha nada mais delicioso que ser macetada por um pau grosso e grande daquele jeito, enquanto ele mantém suas pernas bem abertas pra chegar mais fundo a cada estocada forte que ele investe nela. Aquela altura seus gemidos já estavam competindo com o barulho da tempestade do lado de fora e ela já tinha esquecido que não morava sozinha naquele prédio, não dando a mínima pra parte que ela devia manter os momentos íntimos pra si mesma quanto mais fundo ele a fode depois de dobrar as pernas dela. O primeiro orgasmo quase a faz desmaiar, suas pernas não param de tremer e sua buceta está jorrando quando ele a vira de bruços e volta a meter dentro e fora com violência, como se ela não tivesse acabado de gozar com um grito.
— Porra, porra, porra! Assim, não para de me foder assim! — Ela implorava à beira das lágrimas mais uma vez, sentindo o corpo se arrastar pelos lençóis mesmo com ela os agarrando com sua vida. — Mete mais, soca mais, não para de me foder. Tá tão gostoso.
E ela perde as contas de quantas vezes gozou ao redor do cacete dele naquela posição, gemendo feito uma putinha desesperada, levando aquela surra de rola como ninguém e prometendo que o banho que eles iam tomar juntos depois ia ser inocente; depois que ele a leva pro banheiro e liga o chuveiro, ela não tem segundas intenções ensaboando o corpo dele, passando as unhas por sua pele, torcendo a mão ao redor de seu caralho quando ele fica distraído demais pra perceber o que ela quer. Ela jura mesmo que não tinha a intenção, mas quando ele a vira e separa suas pernas, ela também não tem a intenção de dizer não.
— Eu amo tanto o seu pau me abrindo gostoso assim… — Ela solta entre soluços, lutando pra respirar e ficar de pé enquanto ele a penetra por trás, pressionando seu corpo contra o box do banheiro que esmaga seus seios também. — Baby, foda-se, tão bom… Tão bom…
O som imundo das bolas dele se chocando contra sua bunda fica ainda mais alto com a água quente caindo em cima dos dois, ecoa pelo azulejo do banheiro e volta até os ouvidos dela em uma trilha sonora tão deliciosamente pornografica quanto ouvir ele gemer em seu pescoço e ombro, que a faz se molhar mais, se derreter mais nos braços dele até sentir o jato de porra a enchendo por dentro no mesmo instante que ela goza também.
Relaxada, quase cansada demais pra se virar nos braços dele e envolver as mãos no ombro dele, mas ela ainda faz com um sorrisinho.
— Você ainda quer ir trabalhar hoje?













