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Ele podia ser uma peça rara quando o assunto era escola e a parte acadêmica dela. Tinha plena consciência que, nas aulas que não podia se escorar em Edgar para lhe ensinar tudo o que precisava saber da forma mais didática e desenhada possível, era seu sorriso de covinhas e carisma que convencia seus professores a lhe darem créditos e mais tempo pra se virar. Mas quando o assunto era artes e esporte, Yves podia bater no peito com orgulho e soltar um enorme e alto “Sei muito, maluco”.
Era o melhor naquele coral da St.Judes mesmo antes de Day se formar e muito além disso, vinha desempenhando um bom papel como quarterback no time de futebol também e não a toa, St. Judes estava vivendo a temporada de sua vida naquele ano com todos os esforços dele e do resto do time que ele escolheu a dedo depois que os caras mais velhos foram embora. Yves podia dizer com toda certeza que terminar uma noite de partida com pontos e prestígio, tinha tanta adrenalina quanto sair de um palco, mas não tinha a mesma força que ser içado entre os outros alunos e com uma festa de comemoração marcada depois que ele deixasse o vestiário barulhento.
A única coisa que ele sabia que era igual, era a forma que Victoria deixava a plateia ou arquibancada assim que descobria que ele tinha ganhado, com a maior expressão de desdém do mundo. Mas isso meio que não o incomodava mais e já tinha bastante tempo.
O perfume que ele sente quando alguém aparece do outro lado da porta de seu armário, definitivamente não é de sua namorada, e é só por isso que ele se apressa pra fechar e se deparar com uma Aisha nua e sorridente, com uma trilha de roupas atrás dela, no chão do vestiário masculino. Ele até pensa que deveria perguntar como ela conseguiu entrar com os corredores da escola tão cheios de gente no pós jogo, mas prefere envolver a cintura dela com os braços e a engolir com um beijo.
— Se tivesse chegado cinco minutos atrás, no box, íamos estar quites. — Yves diz com a boca grudada na dela, fazendo menção a toalha pendurada na própria cintura, antes de descer as mãos e encher as duas na bunda da garota. — Mas você não liga, não é? Dar pra mim aqui ou lá, não te faz menos vagabunda querendo ser pega talaricando o namorado de outra.
Não que ele ligasse, só faz ficar com mais tesão, deixando ele tão duro que começa a latejar com o atrito da toalha no próprio pau cutucando o tecido. Victoria poderia estar a uma sala de distância, na fila de armários do lado, e ainda estaria estapeando a bunda daquela garota e esfregando o cacete coberto nela como um animal desesperado. Porque era ela quem ele queria, e já tinha tanto tempo que ele nem sabia mais.
— Senti tanto a sua falta, não aguentava mais foder minha mão pensando na sua bucetinha gostosa, sabia? — Se senta de qualquer jeito no banco comprido no meio do corredor, separando as pernas para Aisha sentar confortável sobre seu colo, antes de beijá-la de novo e de novo. — Mesmo se ela não tivesse ido embora quando acabou, porra, eu te pegaria de quatro na frente de todo mundo.
Talvez não literalmente, mas só porque não queria que mais ninguém visse o quanto ela ficava gostosa gemendo em cima dele enquanto usava os dedos pra abrir a buceta dela.
— Ficou molhada assim me vendo jogar? — Sussurra perto do ouvido dela, sentindo os dedos ficando melados só de cutucar seu buraco e esfregar seu clitóris sensível. — Ou ficou assim depois que eu disse que ia te comer como se fosse meu troféu hoje? Você é bonita demais pra não me responder, amor. E você sabe o que acontece quando você não responde.
Usa a mão livre pra puxar o cabelo dela com força, ao tirar a outra do espaço entre suas pernas como punição, segurando seu rosto bonito com força e a obrigando a olhar pra ele.
— Eu não quero saber dessa sua carinha de puta implorando pica e gemendo, sua vagabunda. Eu quero ouvir você falar, eu quero ouvir você dizendo o quanto tá desesperada pra levar minha rola na sua xota. — Olhando eles assim, com ele tão possessivo e a um passo de desferir um tapa no rosto dela, nem dá pra imaginar que umas semanas atrás o próprio Yves estava chorando no ombro de Aisha por causa de seu relacionamento de dar pena. Quando ele mal tinha qualquer tipo de amizade com aquela garota, mas teve coragem pra contar do dia que Victoria quebrou seu teclado todo e ainda gritou com ele enquanto ela dirigia o carro em alta velocidade a um passo de matar os dois em um acidente. Quem olhava eles assim, podia até achar que ele era a pior pessoa do mundo por trair a namorada com uma colega de classe da própria, mas só porque não sabia dos dois. — Eu quero te comer como se você fosse minha, mas só se você deixar.
E aí que ela olha pra ele incrédula com aquela pergunta? Ele ainda abre um sorrisinho nos lábios, porque antes de ser uma puta, ele mesmo tinha consciência e só tirou pau duro de dentro da toalha depois que ela disse palavra por palavra, o assegurando de todas as formas que era isso que ela queria. Consentimento era uma delícia, e nada mais gostoso que arrombar a buceta de uma garota que fazia ele se sentir seguro também.
Porque é nisso que ele pensa de verdade quando bota Aisha pra descer em seu colo e ela começa a quicar rápido em cima dele, o quanto ele se sente bem beijando ela, sentindo seu cheiro, mordendo sua pele e chupando seus peitos até ela apertar sua cabeça ali e quase o sufocar entre eles. Ele ama ouvir ela gemer e dizer o quanto ele a preenche bem, como ele tem o maior pau que ela já pegou, o tomando como se fosse seu próprio brinquedo e se fodendo nele sem apego algum. Porque ele até podia ter ganhado o jogo, mas os agrados eram só dela.
— Você é tão bonita, tão apertada. — Se levanta do banco sem desencaixar dela sem esforço algum, antes de dar alguns passos e apoiar a garota no armário fechado, usando como apoio pra socar forte e fundo dentro dela. — Você é tudo o que eu quero, você é tudo o que eu preciso.
E ele não mente, quando a beija de forma intensa e decidido a sugar a alma dela pela boca, ele quer que ela saiba que ele diz a verdade, soltando os lábios dela só pra gemer tão alto quanto, sentindo ela o estrangular e mastigar por dentro com a força que ele investe pra cima e cada vez mais fundo. Ele deixa ela marcar suas costas, gritar a cada choque de suas bolas contra sua bunda e deixar seus lábios inchados de tanto beijá-lo e acha que a coisa mais deliciosa de se presenciar na face da terra. Podia passar uma vida naquele lugar e nunca ia se cansar dela.
— Tomara que não tenha feito planos pra festa pós jogo, amor. — Corazón finalmente diz depois de alguns longos segundos em silêncio, depois dela gozar e ele mesmo esporrar no fundo da buceta dela, esperando ela se recuperar enquanto enche seu rosto bonito de beijos da forma mais carinhosa e em total contraste com seu pau ainda pulsando de duro dentro dela. — Porque eu ainda quero macetar esse rabo gostoso e te tratar muito bem num banho, aqui, antes de passear de mãos dadas com você pela escola… E na festa também.
Então ele tem uma pergunta doce e gentil pra fazer pra ela, de novo, enquanto segura seu pescoço com um aperto delicado.
— Você quer ser minha namorada?
Mesmo que eu nem tenha terminado com minha atual? Porque ele acha que vai ser de bom tom avisá-la com um story hoje.










