(Joseph Morgan, 42, ele/dele) Atenção, atenção, quem vem lá? Ah, é KILLIAN ARTHUR EVANS HOOK, O CAPITÃO GANCHO, da história PETER PAN! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a PIRATARIA… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja PERSISTENTE, você é ARROGANTE, e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: TAVERNEIRO.
WANTED CONNECTIONS
Informações Gerais
Apelidos: Gancho, Hook, Kill, Lian.
Signo: Sol em capricórnio, ascendente em escorpião e lua em touro.
Orientação sexual: Bissexual.
Altura: 1, 80 m
Traços positivos: Determinação, Astúcia, Carisma, Habilidade de liderança, Lealdade.
Traços negativos: Arrogância, Vingativo, Manipulativo, Rancoroso, Pouco empático.
The Crooked Hook Inn
Localizado em um canto mais afastado do centro comercial e próximo da Rua dos Malignos do reino, este bar e taberna são um refúgio para os moradores locais. Adornada com troféus das viagens de seu proprietário nos tempos de pirata, a decoração é uma ode aos dias de glória passados. Ao adentrar, você é envolvido pelo calor da lareira e pelo aroma de iguarias recém-preparadas. Os assentos confortáveis convidam os frequentadores a compartilharem suas histórias enquanto desfrutam de uma boa bebida. Durante a noite, músicos locais entretém os presentes com canções folclóricas e histórias, enquanto jogadores de cartas se reúnem em um canto para disputas amigáveis.
Sobre os Perdidos
Não houve mudanças muito significativas na história com os perdidos, mas houve algo que Gancho gostou. Na nova versão, Peter Pan havia ficado infeliz. Não há nada que ele mais goste do que isso.
Se havia uma coisa que Merida nunca teria esperado acontecer, esta seria perder Angus. O cavalo atendia a todos os seus chamados e nunca saía dos estábulos do castelo dos Dunbroch sem estar acompanhado de sua dona. Quando não o encontrou naquela manhã, imaginou que talvez os trigêmeos tivessem decidido pregar uma peça nela, porém, com o passar das horas e pelo menos quatro esporros traumatizantes em Hamish, Humbert e Harris, o desaparecimento do cavalo se tornou alarmante. Já era noite e não havia um único sinal do animal. Merida estava perdendo a cabeça. "Ele não pode ter ido longe! Quantos lugares para cavalos tem nesse maldito reino?!" Passou as mãos pelos cabelos, emaranhando-os ainda mais. "Isso nunca aconteceu. Angus nunca passou tanto tempo longe de mim... Nunca recusou um chamado meu. Algum filho da mãe roubou o meu cavalo e está o mantendo preso!"
A noite era como uma segunda casa para si. Não pendendo mais sair por aí com seu navio, assim que as portas do The Croocked Hook Inn se abriam, poderia sentir-se um pouco mais próximo de tudo oque sentia falta. Ainda sim, mesmo o capitão precisava de um tempo longe de sua tripulação e para si. Por isso estava do lado de fora aquele horário, o fumo entre os lábios enquanto a fumaça exalada pairava pela noite a dentro. Seu silêncio e paz foi interrompido ao ver a garota do outro lado da ruiva, falando sozinha como se o universo fosse trazer de volta aquele maldito cavalo. — Ou ele de cansou da vida de bichinho e fugiu. — Comentou para que ela escutasse, terminando de fumar e deixando que a chama se extinguisse sobre sua bota. — Todos gostam de um pouco de liberdade de vez em quando. Isso é… Se não sequestraram mesmo ele. Ou pior… Se ele não morreu.
where: Jogos no ACAMPAMENTO DE AVENTURAS NA FLORESTA
with @notchapeleira
This is a flashback.
Aquela, com toda a certeza era uma das atrações mais divertidas para o Hook. Afinal, tinha um pouco de tudo o que gostava e não era desrespeitoso consigo como o Lula e aquela atração pirata horrível que haviam feito. Ainda que ficar muito tempo naquele lugar lhe trouxesse certas memórias que gostaria de afastar em vez de reviver. Antes que o clima ficasse muito melancólico para si, se aproximou do local que estava tendo os jogos, se divertindo ao ver uma pessoa em particular tentar acertar diversas vezes um alvo sem conseguir. Riu baixo, se aproximando e apoiando a barraca ao lado da mulher. — Why won't you give up?
Toda a ideia de ainda estar naquele reality show já era insuportavelmente irritante para Damla. O castelo abandonado conseguia deixar tudo ainda pior. Pelo menos nas outras festas havia alguma coisa para se distrair. No luau e na discoteca, as bebidas eram um ponto positivo, enquanto no acampamento ela podia descarregar suas frustrações socando idiotas nas competições de luta corporal, o que também era ótimo para ela. Agora ali?! O clima fúnebre era entediante e ainda toda hora era perturbada por alguma aparição estranha que, embora ela soubesse serem apenas jogos de luzes e hologramas, ainda a incomodavam. Já havia superado a fase de adorar parques de terror. Já havia passado a fase de adorar parques de terror. Tentando acertar a porta que a levaria de volta para as outras festas, Damla saiu do baile e abriu uma porta que a levou para outro corredor do castelo. Ainda não era a saída, mas pelo menos não tinha aqueles fantasmas. Começou a andar por ali, se surpreendendo ao encontrar alguém pelo caminho. "O quê?" Seus olhos deslizaram involuntariamente pela figura alheia, arregalando-os ao perceber que havia muitas peças faltando e outras estavam molhadas. O que será que ele havia feito para acabar assim? Era melhor não saber. Preferiu voltar a face alheia, rolando os olhos com a fala seguinte. This is awkward? Era só isso que ele tinha a dizer? "Pelo menos podia usar um quarto, não é, cara? Acho que o mínimo de decoro não faria mal nessas horas. Pessoas passam por esses corredores."
A cabeça ainda doía e o estômago revirava como se estivesse à beira de vomitar. Bem, talvez fosse daquela forma que o fantasma havia saído de si. Pelo menos, era a maneira mais normal que poderia ter pensado. Pensar não era algo que podia fazer por muito tempo, já que tinha uma pessoa o vendo daquela forma e não saber onde estava ou onde começar a procurar suas roupas e isso claramente era um problema. — Acredite, eu preferia mesmo estar num quarto tirando minhas roupas para alguém. — Revirou os olhos, balançando o resto da roupa que sobrava e o cabelo para afastar a umidade. — Eu tenho mesmo cara de quem está curtindo fazer isso aqui ou ser visto por você? Aquela merda entrou em mim e fez sabe-se lá oque no meu corpo, porra.
Já não andava em bons termos com Hook desde que ele lhe entregou o colar, não que um dia já estiveram em bons termos antes, mas as coisas haviam piorado consideravelmente na visão dela. E tornava tudo ainda pior que ele estivesse a importunando desde o maldito luau, que já não estava sendo agradável para ela. ❝Oh, I'm sure a loving heart is a forgiving one… But that's the problem in this situation; it would require my heart to have any love in it… And, well, it clearly doesn't.❞ Não se importava de ser cruel, não com ele, por que Killian não se importava verdadeiramente e tão pouco ela se importava com ele o suficiente para tal. O olhar era mortal quando ele a segurou pelo braço, esse que só se intensificou com a ameaça do karaokê. ❝Killian Hook, eu juro que se você ousar seguir em frente com essa ideia irá se arrepender amargamente dessa escolha. Não ouse.❞
Franziu as sobrancelhas e fez uma cara chateada, como se tivesse levado um acerto bem no seu coração só que da maneira contrária que as pessoas falavam ou gostariam. — Mas não tem ódio o suficiente também. A não ser que esse seja seu tipo de coisa. — Provocou tão casualmente como sempre. Já estava acostumado a explorar os limites de Vivienne e adorava cada parte daquele limiar sempre que estavam prestes a cruzar. Um sorriso largo se formou em seu rosto com as palavras dela, a ameaça claramente tendo um efeito contrário. — Bom, só temos três caminhos então. — A puxou para mais perto conforme falava pausadamente. — Você pode conversar comigo, oque você claramente não quer… Eu posso começar a cantar uma bela canção que aprendi quando era um marujo. — Aproximou o microfone dos lábios como que em uma ameaça, mas logo sorriu. — Ou você pode dançar comigo. Sem conversa requerida, mas ainda vai ficar aqui comigo. — Pendeu a cabeça para o lado enquanto a voz ecoava no som do karaokê. — Oque você prefere?
não dava para negar a curiosidade crescente com a possibilidade de ver um navio pirata ao vivo e a cores foram toda a razão pela qual escolhera aquele maldito biscoito, as roupas, no entanto não eram exatamente apropriada para uma noite em alto mar. ela havia primeiramente caído no fantástico mundo do terror e baile de máscaras, o vestido vitoriano todo preto, assim como a máscara que cobria parte de seu rosto e deixava apenas o olho descorado a mostra. ela parecia mesmo uma visão de um filme de terror, principalmente depois de ter passado poucas e boas, quase ter virado jantar para um tubarão, o que levou parte da camisa branca que ia por baixo do vestido e eu cabelo desgrenhado com areia fina fazia com que ela parecesse uma caricatura. quando por fim, chegou ali, no navio que deveria evocar memórias e sentimentos tudo o que ela sentiu foi um gosto azedo nos lábios. não gostava de como as pessoas se comportavam ali, não gostava dos cheiros, era como ver uma pintura pela primeira vez e perceber tudo o que não estava nela. decidiu então se afastar, mas o salto, a anágua e o vestido bufante não ajudaram na tarefa e ela acabou amarrada entre as cordas para terminar sua humilhação, reconheceu a voz mesmo antes de encarar o rosto, mesmo que nunca tivessem de fato interagido. --- uma pena que as memórias novas não incluiam memórias musculares também. eu tinha a sensação que eu deveria ser boa nisso... ou pelo menos menos ridicula. --- por fim parou de lutar, e encaixou uma das pernas nas cordas, como um balanço de cordas. --- não posso prometer nada. --- provocou em um tom jocoso antes de roubar a bebida alheia e sorver um gole generoso. --- o famoso capitão gancho em um navio pirata. sinto que já fizemos isso antes.... --- ela apontou para a bebida, as cordas e um gesto vago entre ele. --- ... mas ao mesmo tempo nada disso parece certo. pelo menos a bebida é decente. --- suspirou bebendo novamente. --- Então, vai me tirar daqui ou isso não é pirata o suficiente para você? --- Ela teria feito aspas no ar, como se eles estivessem interpretando um papel ao invés de viverem um mundo onde as coisas eram mesmo daquele jeito.
— Bom, todos nós começamos por algum lugar. Talvez você só tenha que fazer logo, ou teremos um longo trabalho pela frente. — Falou em meio ao tom divertido, observando enquanto a mulher se posicionava melhor entre as cordas antes de a soltar de fato. Posicionou melhor o corpo, usando o braço de apoio enquanto observava melhor a figura que trazia um misto entre familiaridade e completa estranheza. Distraído o suficiente, foi fácil para que ela surrupiasse a bebida de si, arrancando um riso e um balançar de cabeça vindo do capitão. — Já fizemos? Ou vamos fazer ainda? — Levantou a questão que martelava em sua cabeça, um olhar nublando as íris claras por alguns segundos antes de afastasse aquilo de si. — Isso é péssimo. — Concordou em um suspiro enquanto descia as cordas. — Tão terrivelmente caricato que é uma ofensa sequer existir. Eu mesmo atearia fogo e faria um motim aqui. — A olhou, pendendo a cabeça para o lado antes de se aproximar novamente, segurando pela cintura antes de a tirar dali. — Mas parece que alguém me alugou de cavaleiro hoje. Acredita nisso?
where: Karaokê na DISCOTECA NAS ESTRELAS
with: @wickedmadcm
Não poderia dizer que não havia ficado surpreso com a reação de Viv quando havia lhe entravado aquele maldito colar. Genuinamente achou que ela ficaria feliz com seu presente ousado, mas a ruiva parecia ter tudo a ideia totalmente errada de tudo aquilo. Também não podia negar que isso havia o chateado um pouco. Estava a acompanhando desde o luau, a convencendo de que não era tão ruim assim e que ela devia, pelo menos um pouco, valorizar seu presente que havia conseguido com tanto esforço. — A loving heart is a forgiving heart, don't you agree? — Falou em sua nova argumentação, segurando seu braço próximo ao karaokê e sorrindo de canto. — Bom… — A soltou, pegando o microfone e sorrindo maldosamente. — Ou eu posso usar um bom acervo das boas e velhas músicas de piratas para te convencer também. Oque você acha?
where: Conversa com animais marinhos no LUAU ENCANTADO
with: @capitapassharinha
Quando se tratava de mar, costumava a ficar mais sobre ele do que ir para suas profundezas. Deixava aquele tipo de coisa para as sereias e qualquer um que fosse louco o suficiente para ir encontrar elas. Ainda sim, aquele era um evento e não esperava grandes perigos vindos dali. Pelo menos, nada do Luau parecia ser tão perigoso assim. Ou foi oque pensou até comer aquela ostra e entrar a tempo o suficiente para presenciar uma luta com um animal marinho mais do que fervorosa. Claro, lhe arrancou uma boa risada. Uma que vacilou quando viu quem era a pobre vítima da vez, a cabeça tendo flashes de memórias que sabia que não eram suas… Ainda. Quando tudo pareceu ficar mais calmo, se aproximou de uma maneira lenta e cautelosa, as mãos se unindo atrás das costas enquanto observava a mulher de cima abaixo. Uma perdida. Uma interessante para variar. — Got to say you handled yourself pretty well back there. I can't stay mad after a show like that.
where: Navio Pirata no LUAU ENCANTADO
with: @lockcdone
Pensou que aquele lugar seria o lugar que se sentiria mais em casa, mas teve um enorme desgosto ao ver a percepção caricata da vida do mar que aquela atração tinha assim que havia pisado ali. A carranca era notória enquanto andava pelo barco bebendo uma garrafa de rum que havia roubando de qualquer outro desavisado que estava ali também. Apenas desfez aquela cara ao ver que uma pessoa estava pendurada entre as cordas que subia para o mastro, quase se engasgando com a bebida de rir enquanto se aproximava. Parou, no entanto, ao ver quem era, aquelas malditas novas memórias fazendo sua cabeça doer conforme se lembrava, ou melhor, reconhecia quem era a mulher. Suspirou pesado, tomando o resto do líquido que bebia e o jogando em um canto, antes de começar a subir pelas cordas. — Você realmente ficou enroscada aqui para alguém que vai ser pirata. — Falou assim que chegou ao centro do problema, começando a desfazer o nó que prendia a perna da outra e a segurando antes que ela caísse daquela altura. — Do try and live a little longer for me, hm?
where: Caça ao urso no ACAMPAMENTO DE AVENTURAS NA FLORESTA
with: @vidiadupla
Havia passado anos caçando um menino que havia adquirido certas habilidades em fazer aquilo. A busca por animais não se mostrava diferente, afinal, era uma presa que você tinha que desterrar e tomar cuidado para não assustar conforme se aproximava para apenas dar o bote no final. Também não podia negar que o fazia com um sorriso no rosto. Um que cresceu ao ouvir um movimento entre as folhas, erguendo a arma na direção pronto para atirar até que a outra saísse dali. — Puta merda, mulher! Eu quase atirei em você. — Exclamou irritado, sem saber se era por não ser uma presa ou por ter parado assim que as íris claras perceberam o tipo de criatura que ela realmente ela. — Ah não. — Falou enquanto negavam com a cabeça e ajeitava a arma quase disparada. — I'm not interested in company, especially from you. — Falou, o gancho se estendendo na duração dela como um sinal para que não começasse a andar, voar ou seja lá oque elas quisessem fazer nesse reino. — You stay the hell away from me while I'm off duty.
where: Castelo abandonado no BIZARRO, FANTÁSTICO E ATORMENTADOR BAILE DE MÁSCARAS
with: @investigctor
Ainda que aquele lugar fosse curioso, não poderia dizer que era um dos seus lugares favoritos. Não tinha medo de fantasmas, longe disso! Já havia enfrentado inúmeras criaturas durante seus anos na terra do nunca e não seriam essas que lhe fariam acovardar. Bom, deveria ter pensado nisso antes de uma das criaturas se apossar de seu corpo, tirando toda a noção de si sabe-se lá quanto tempo até acordar naquele corredor sujo e escuro. As mãos foram primeiro até a própria cabeça, que estava doendo absurdamente de um beiro que não sabia dizer se era por bebida ou se havia genuinamente batido ela em algum lugar. Depois as íris claras encontraram a roupa preta que havia adquirido ao chegar na festa, faltando algumas peças e as restantes estando completamente fora encharcadas. — Bloody hell. — Murmurou irritado, se segurando na parede para começar a andar e percebendo que havia alguém ali. — Well, this is... awkward.
"Vamos começar eu não sou um garoto. Tenho quase 30 anos?" Ele tinha o que 26? Não conseguia pensar direito. O alcool que havia ingerido durante toda a noite se fazendo mais do que presente em sua cabeça. "E eu repito, covarde, não quer falar comigo por que não quer competir. Aposto que consigo me manter no alcool mais que você." Jogou o desafio novamente no ar. Na realidade, ele provavelmente não aguentaria nem dois copos, mas como não queria pensar nas consequências e só queria apagar de uma vez, por que não desafiar um pirata? Imagina se ele conseguisse ganhar? Bebi mais que o famoso Hook. Era isso que Pinóquio pensava ao levantar o copo mais uma vez.
"E não vou voltar para casa, se Geppetto me ver assim bem capaz de querer me expulsar, de novo." O velho sempre acabava brigando com ele, e depois se arrependendo. Era como os dois viviam entre brigas e afetos. No momento estavavm brigados, e por isso que ele estava ali bebendo para esquecer toda a confusão que havia tido durante o dia.
Acabou rindo com a correção dele, revirando os olhos enquanto os lábios se ocupavam em tomar mais um gole longo de sua bebida. — A verdade é que, se eu competir com você, moleque... — Reforçou a ideia de que ele era mais novo, se voltando na direção dele para o observar. — E você ficar caindo por aí, vão me olhar feio se eu não cuidar de você ou te levar para casa e eu realmente deixei meu gancho que eu uso quando estou sendo babá em casa hoje. — Estendeu o gancho na direção dele, batendo o aço contra o vidro e fazendo um leve som ecoar entre a cacofonia da música tocando no recinto. — E você acha que aguenta mais assim? Vai dormir onde hoje? — Não que estivesse realmente preocupado, mas aquele garoto bêbado era quase um show particular de tão maluco e patético que estava parecendo. — Se você tomar mais um copo e conseguir dar uma giradinha, eu faço uma competição com você.
por mais que pudesse se sentir mais perto da sua amada terra do nunca na floresta das fadas, naquele dia optou para ir a praia das sereias; por mais que muitas não gostassem dela era melhor a chance de encontrar uma delas do que encontrar com tinkerbell considerando que não estava em um de seus melhores dias porém a escolha se provou ainda pior do que a floresta! a voz de hook sussurrando em seu ouvido acabou fazendo-a se arrepiar com o susto, além do medo até irracional pois não era como se o vilão pudesse fazer algo contra ela porém a sensação do gancho deslizando pelos seus cabelos em nada a ajudava. ❛ todos temos que crescer um dia, não é mesmo, hook? ❜ apesar de ter conseguido manter sua voz firme e a postura levemente relaxada, o nervosismo a impedia de olhar para o homem seguindo com o olhar fixado no mar a sua frente. ❛ depende, eu diria que sempre me comportei só não para os seus padrões .. e você? tem se mantido na linha ou temos que lhe jogar para o jacaré? aposto que ele sente a sua falta! ❜
— Nisso, eu e você concordamos. Pena que não são todos assim, não acha? — Pendeu a cabeça par a o lado com a reação, esperando que ele se afastasse. Algo que não aconteceu. O gancho ainda percorria os fios escuros com delicadeza, as íris claras acompanhando seu trajeto. Garota corajosa... Sempre era mais um problema para ela do que para ele. Um arrepio de desgosto percorreu seu corpo ao ouvir falar daquele animal maldito, seu gancho doendo com a mera lembrança daquele incidente infeliz que havia o feiro ganhar ele. — Eu diria que sempre me comportei. E sempre me preocupei... De verdade. Mesmo que nenhum de vocês consiga ver isso nunca, não é? Diga-me, ainda admira cegamente o Pan ou ele só te seduziu mesmo? Eu achei que você tinha passado dessa fase já... Estou decepcionado.
Peter já tinha internalizado que Gancho era a personificação do mal. Tinha de ser. Só assim para que a história do garoto que não queria crescer fizesse sentido. E o vilão encarnava de bom grado esse papel havia anos, ou ao menos até que se visse obrigado a se transferir para Malvatopia, e então a crueldade dos Garotos Perdidos e seus prejuízos à ilha começassem a aparecer – não que isso tivesse relevância agora. O próprio Peter Pan tinha sido tirado de casa, sendo obrigado a viver naquele reino. Sua preocupação mais urgente não podia ser fazer com que o capitão voltasse para a Terra do Nunca e, sim, por primeiro, que recuperassem a Terra do Nunca. Ele tinha mandado uma carta anônima para o homem – tempos desesperados pediam medidas desesperadas – e agora era tarde para retroceder em sua oferta. ‘ Aye, Killian Hook ’ cumprimentou com um largo sorriso, assim que pulou de uma das árvores. ‘ Sentiu minha falta? ’ provocou, o circundando tal qual uma fera, sempre mantendo distância daquele gancho que ele tinha no lugar de uma das mãos. Ele, certamente, tinha sentido falta do pirata, ou, mais precisamente, do que ele representava. Um tempo em que Peter era plenamente feliz. ‘ Depois de tanto tempo, era de se esperar que eu tivesse um recepção mais calorosa, mas, como sempre, você está com pressa ’
— Me chamando pelo nome? — Uma sobrancelha se arqueou em uma surpresa que logo se desfez junto a um riso divertido e um negar de cabeça. — A que devo a honra? Ou é só porque estamos sozinhos? — Os olhos claros acompanharam a figura do homem conforme ele o rondava, ainda que nenhuma fibra do seu corpo expressasse que estava com medo do outro. Não era mais uma criança e, com certeza, não tinha medo dele. — Nem um pouco. — Emitiu simples, um sorriso se formando nos lábios conforme ele se voltava para o outro, uma expressão doce em sua face. — Sempre penso em você. — Ditou como se fosse óbvio, se aproximando em passos lentos e calmos. — Em como meu gancho ficaria lindo dilacerando sua garganta... — O sorriso então se torceu em algo mais cruel, oque era normal quando estava falando com o Pan. Não conseguiu negar que tinha falta dele. Talvez um resquício dos tempos bons não o deixasse o odiar com completo. ou talvez havia se acostumado com aquela brincadeira de gato e rato o suficiente para ficar entediado. Era assim que tinha se sentido. Era um tédio quase torturante longe da Terra do Nunca e a culpa era do garoto. Sempre era. — É que você perde um pouco a noção de tempo quando se perde a mão e o relógio para um crocodilo. Você entende bem isso, não entende, Pan?
nem ela sabia o porque de ter ido parar ali na taverna do gaston, era muita masculinidade para pouco lugar e talvez ela só quisesse uma desculpa para em algum momento bater em alguém. era um ótimo entretenimento para algo no meio das bebidas e se ela não tivesse uma reputação de brigona e de - bom - caçadora, até quase poderia fingir que era inocente em meio à tudo aquilo.
mas quando a proposta de killian veio, ela não pode deixar de ficar até surpresa. "bebidas melhores pegam no meu profundo." brincou ao que a sobrancelha se arqueava e pensava brevemente sobre a proposta. "claro, por que não? se diz que o drink é de verdade, então acho que deveria sair por sua conta."
— Uma pessoa com bom gosto, é uma pessoa com virtude. E isso merece um brinde. — Deixou um riso soprado escapar, batendo o vidro contra o dela antes de tomar mais um longo gole. Não era exatamente uma bebida ruim, de fato, mas também não era boa. Faltava um refino que só alguém que tem mesmo costume de beber por apreciar saberia identificar e reproduzir de um jeito que fosse palatável. — Vamos fazer assim. — Umedeceu os lábios, se virando na direção dela e sorrindo cúmplice. — O primeiro sai de graça. Se você conseguir me entreter o bastante quando chegarmos lá, eu penso em te dar mais algumas rodadas de agradecimento. Oque me diz?
Victória olhou para os lados, mas Úrsula não parecia estar em lugar algum. Não que conhecesse a vilã, mas achava que saberia quando a visse. Os vilões pareceriam todos ter uma maneira semelhante, peculiar, algum ar de maldade ao redor. Pelo menos nos desenhos era quase sempre fácil identificá-los. "Quais seriam os momentos e situações para decidir saquear um tesouro?" Estava curiosidade de verdade, porque era uma forma de saber como as pessoas daquele mundo, os vilões pelo menos, lidavam com a riqueza e o poder. "Aliás, você nunca pagou pelos seus crimes?" Ah, outra curiosidade. Como funcionavam as leis naquele mundo? Parecia não fazer sentido algum também, porque todos aqueles vilões andavam livremente como se não houvessem perturbado a vida dos mocinhos. "Eles não são relaxados!" Nunca tinha pensando em defender piratas, mas estava acontecendo. "Meu mundo também não é sem graça. Só é diferente. Que riquezas vocês tem aqui? Pedras e minerais preciosos? Reconheço o valor, mas no meu mundo muitas coisas além disso são importantes. Informações e petróleo, até mesmo embarcações que eles sequestram para pedir algum resgate." Tentou explicar, sem saber como soaria para o outro. Esperava que não desse a ele novas ideias do que fazer quando tudo retornasse ao normal.
— Bom, seria uma grande burrice, para começo de história, saquear alguém quando se está em menor número ou em situações desfavoráveis. — Riu baixo, como se aquilo fosse óbvio e se virou na direção dela para a observar enquanto continuava a falar. — Você tem que se avaliar os ganhos e as perdas. Se valer mais do que o que você pode perder, mesmo que a perda possa ser grande, já é um grande começo, não concorda? — Pendeu a cabeça para o lado, pensativo. — É um misto entre ser ousado o suficiente, mas não ser burro. — Ergueu as mãos em uma rendição quando ela falou aquelas palavras, um riso alto ecoando dos seus lábios. — Calma aí, xerife. De que eu estou sendo acusado para você querer me condenar? De onde eu venho pelo menos falam o porque você está sendo preso primeiro. — A ouviu falar sobre o seu mundo, em um misto de curiosidade tédio. — Roubamos embarcações aqui também e informações são importantes, sempre... mas piche preto? Para que vocês vão querer essa coisa? Está além da riquesa. Também se está na conquista e da vitória de se ter. Os lucros são apenas uma parte disso.