Alec Ray Guiness, sétimo ano.
❖ Faceclaim: Kyle Gallner
❖ Idade: 17 anos
❖ Ship: Samantha Grint
❖ Casa: Slytherin
❖ Pais: Katherina Ray Guiness e Edward Gilbert Guiness
❖ Sangue: Sangue-puro
❖ Varinha: Pena de Hipogrifo, carvalho, 28 cm e inflexível
❖ Vassoura: Firebolt
❖ Características: Alec Guiness é filho único de um casal, pertencente a uma família muito tradicional de aristocratas. Tinham tudo para serem aqueles tipo de família soberba e orgulhosa, mas, acima de tudo, eles tinham Katherina. Ela sempre foi uma mulher, de origem humilde, muito alegre e cheia de vida, esbanjava simpatia e beleza por onde passava, muitos não entendiam como uma mulher como ela poderia ter se apaixonado pelo carrancudo e arorgante Sr Guiness. Ela o tinha transformado. Dizem que o Sr Guiness mudou completamente depois que conheceu Katherina, e mudou para melhor. Indo contra tudo e todos, eles se casaram e pouco tempo depois tiveram um e único filho do casal, Alec. Por decisão de Katherina, eles moravam no centro da Londres trouxa. No início Edward ficou um pouco receoso, mas não havia nada que Katherina pedisse que ele não atendesse. Apesar de ser uma sangue-puro, criada no mundo bruxo, Katherina tinha uma verdadeira paixão pela cultura trouxa. Viveram por muito tempo ali, Alec foi criado no meio das duas culturas, conhecendo tanto o mundo trouxa, o qual ele acabou se apaixonando, quanto o mundo bruxo. Ele sempre foi um garotinho alegre e brincalhão, estava sempre com o bom-humor da mãe, e o pai não conseguia resistir aos dois. Foram 10 anos de pura paz. Mas tudo veio a baixo quando no dia 21 de abril de 2014, enquanto Alec e mãe faziam um passeio pela Londres trouxa, na intenção de comprar um presente para o aniversário de Edward que seria no dia seguinte, e Alec tinha inssistido muito para que fossem, os dois foram abordados por ladrões exigindo todo o dinheiro e aparelhos eletrônicos que possuíssem. Katherina ficou um tanto sem reação, ela não tinha levado sua varinha, ela tinha mania de sair e esquecer a varinha em casa, enquanto Alec estava preocupado e assustado. Ele tinha uma forte ligação com a mãe, sempre teve, e pôde sentir sua tensão e seu medo. “Está tudo bem, meu amor.” Ela tentou lhe tranquilizar, deu tudo que os ladrões pediam, jóias, dinheiro e aparelhos eletrônicos, e então eles pediram a aliança de casamento dela. E Katherina recusou, era o símbolo de seu amor por Edward, o símbolo de sua família, ela se recusava a entregar algo de tamanha importância para aqueles miseráveis. E esse foi o seu erro. Ao notar que ela estava tentando resistir os ladrões perderam a paciência e um deles desferiu um tiro em seu peito. Alec viu tudo em câmera lenta: o momento em que o bandido apertou algo em cima daquele objeto estranho, depois em baixo, e em seguida uma pequena bolinha sair do cano do objeto indo em direção à sua mãe e batendo em cheio em seu peito. Segundos depois Katherina estava caída no chão. E ele não fez nada. Aquele dia mudou a vida de Alec completamente. Depois daquele dia seu pau mudou, voltou a ser aquele homem arrogante e carrancudo de antes, pois, como assim julgou, sua única razão de viver estava morta, ele não merecia mais ser feliz. Meio que “inconscientemente” acabou se afastando do filho e este, acabou se unindo aos familiares maternos. Alec passou a ser atormentado por pesadelos sobre aquele fatídico dia, não houve uma só noite, nos três meses que se seguiram à morte da mãe, que eles não acordasse chorando e implorando para que a deixassem. Coisa que ele não fez quando foi necessário. O fato de Alec acabar se unindo aos familiares paternos, além de criar um abismo entre e o pai, fez com que o garoto acabasse se mudando para casa dos avós paternos e fosse influenciado por suas “ideologias de vida”, após o acidente Alec criou um completo ódio pelo trouxas responsáveis por ele não ter mais quem tanto amava. Não importava que apenas alguns os responsáveis, para ele todos eram culpados.
O menino doce e alegre, tinha dado lugar a um garoto amargurado e infeliz, contido dentro de seu próprio mundo. Alec passou a desprezar qualquer tipo de amor “Me apegar para que, se a qualquer instante algum infeliz poderia vir e me tirar o que me é tão importante?” Foi o que ele respondeu à sua avó materna numa única vez em que foi visitá-la. Ele também acabou perdendo todo o contato com a família de sua mãe a pós a perda da mesma. A única coisa que guardava de sua mãe era a aliança de casamento dela. Não deixou que fosse enterrada com a mesma, usando todos os artifícios que um garotinho de 10 anos pode usar, acabou conseguindo ficar com ela. Ele havia pego um simples cordão e transpassado a aliança no mesmo. E há 7 anos ele não tirava do pescoço, não ia a lugar nenhum sem aquele “colar”, era seu modo de estar com a mãe. Ele se sentia mais próximo dela assim.
Quando recebeu a carta de Hogwarts não ficou muito feliz, queria poder continuar em seu “casulo” na casa de seus avós. Não precisava de nada que já não tivesse. Mas acabou sendo obrigado a ir. Foi selecionado para casa de Sonserina, pois como o próprio chapéu afirmou ele “possuía todas as características para ser um grande bruxo!” Alec nunca foi um rapaz de muitos amigos, nunca se importou muito com tal coisa, todos os “coleguinhas”, como sua mãe dizia, que ele tinha até os 10 anos, à medida em que foi se fechando, foi perdendo todos. No início foi bem difícil de se relacionar com os outros colegas de casa, mas, aos poucos, ele foi conseguindo fazer alguns colegas. Não amigos, Alec não tinha amigos. Não.. na verdade ele tinha, ele tinha uma. Samantha. Ele não queria ser amigo dela, como não queria ser de mais ninguém, mas meio que sem querer, ele acabou não conseguindo evitar. Apenas ela conseguia arrancar algumas risadas dele, apenas ela conseguia fazer ele relaxar, principalmente quando via aquele sorriso, aquele sorriso que ele sabia que não eram todos que viam, que ele era um dos poucos privilegiados. Sam era um pouco como ele… Talvez fosse por isso que se davam tão bem. Mas era apenas ela. E mesmo assim, ainda não o “conhecia” completamente. Na verdade era bem provável que ninguém o conhecesse, nem ele mesmo.