𓂅 𓂃 ⚡︎ ⸻ 𝐆𝐎𝐓𝐓𝐀 𝐂𝐀𝐓𝐂𝐇 ‘𝐄𝐌 𝐀𝐋𝐋ⵑ ⠀ [ . . . ] ⠀ Olha lá! É mais um protetor pokémon andando nas ruas da cidade e ouvi dizer que ele NÃO APOIA às BATALHAS DE GINÁSIO. Conhecido como CHARLIE KNIGHT e possuindo 23 ANOS, ele é natural da GALAR e mora em CASTELIA CITY há 18 ANOS onde trabalha como JOGADOR PROFISSIONAL DE RUGBY. O que já era esperado, visto que possui a reputação de ser CORAJOSO E BENEVOLENTE, embora possa ser TEIMOSO E DISTRAIDO em seus piores dias.
𓏲𓏲⠀⠀.. ⠀ trivia 𓂃 cnn 𓂃 tags 𓂃 !
gosta de: rugby, privacidade, chuva, frio, comida no geral, ler, ouvir música, praticar exercícios, filmes, desenhos, animais & pokémons, dormir, locais calmos, praia no final do dia, jogos, fazer trilhas, tomar vários banhos por dia.
não gosta de: pessoas invasivas, lugares com muito barulho ou cheio de gente, calor, mentiras, ser subestimado, ignorado, dependência emocional, que mexam em suas coisas, pessoas desorganizadas e, principalmente, mestres pokémons.
𓏲𓏲⠀⠀.. ⠀ 𝗕𝗜𝗢𝗚𝗥𝗔𝗣𝗛𝗬⠀ ࣪⠀⠀!
Charlie nasceu em Galar em meio a uma família simples, porém, repleta de amor para dar e vender. Seu pai era Capitão do corpo de bombeiros enquanto sua mãe trabalhava como enfermeira no hospital da região. Sua vida ali durou pouco, basicamente não se lembrava de nada quando se mudaram para Castelia City após seu pai receber uma ótima oferta de trabalho. Não foi uma promoção, mas ele seria responsável por uma unidade nova, com bombeiros recém recrutados. Crescer e viver entre os pokémons era algo mágico para o pequeno garoto que não entendia direito sobre os ginásios e o porquê de colocarem aquelas criaturas para brigarem entre si. Sua mãe sempre o ensinou a ver os pokémons como parte da família, uma extensão de si, tanto que o Dragonite que ela tinha como fiel companheiro, por anos foi o irmão mais velho de Charlie e seu melhor amigo.
Negar que estava ansioso para encontrar seu parceiro para a vida seria mentira, tanto que todos os dias a criança saia de casa para a escola na esperança de cruzar o caminho com seu tão esperado pokémon. Sim, ele sonhava grande por conta da sua ingenuidade, sempre se imaginou ao lado de um pokémon lendário. E não, ele não via isso como sinal de poder ou com a intenção de se tornar um mestre conhecido entre os ginásios, pelo contrário, ele apenas se achava digno de ter como amigo criaturas tão fascinantes e raras. No entanto, a vida guiou Charlie até um pokémon mais inusitado. Ele não era lendário, muito menos considerado raro, mas era engraçado aos olhos do menino e completamente compatível com a sua personalidade.
Munchlax ou Bearcat como Charlie o batizou, era tão guloso quanto o seu novo protetor. Enquanto Charlie crescia e focava nos esportes, Bearcat parecia crescer em questão de apetite, não era fácil vê-lo satisfeito mesmo depois de comer toda a refeição que deveria durar por um mês. Isso nunca incomodou Charlie, pelo contrário, ele sempre buscou dar do bom e do melhor para o amigo que o acompanhava em tudo, inclusive em seus treinos. Claro, enquanto Charlie se matava no Rugby, Bearcat ficava sentado na arquibancada com algum petisco em mãos. Os anos foram passando e ambos cresceram igualmente. Charlie se tornou um adulto aos olhos da sociedade com 18 anos e diversos troféus no currículo, já Bearcat atingiu seu nível de evolução e de comilão passou a ser reconhecido como o grande dorminhoco Snorlax. Se antes já era difícil para Charlie fazer seu pokémon se exercitar, agora era praticamente impossível. Só que foi graças a isso que passaram a ser reconhecidos em Castelia depois que optou por gravar seus treinos e as inúmeras tentativas de tentar arrancar Bearcat de seu sono profundo.
Em um de seus dias de treino, quando estava retornando para casa, Charlie notou uma movimentação estranha próximo ao clube que frequentava diariamente. Nunca foi de se meter em encrencas, muito menos de xeretar o que os outros faziam, mas naquele dia em questão algo o convenceu a investigar melhor o que acontecia ali. Poderia ser apenas paranóia, mas infelizmente o que acabou vendo era real demais para o seu gosto. Sabia da existência de grupos que ainda eram adeptos as batalhas ilegais, só não imaginava que os pokémons eram tão maltratados como diziam. Foi ali que encontrou seu segundo companheiro, uma relação que cresceria aos poucos, devagar, com muito carinho, amor e dedicação por parte de Charlie. O Growlithe foi resgatado com facilidade devido ao seu estado crítico, por pouco não deixou este mundo, mas sua vontade de viver era impressionante.
A falta de confiança nos humanos o transformou em um pokémon arrisco, movido pelo medo e o constante receio de acabar espancado outra vez. No começo Charlie o manteve nos dois cômodos livres no fundo de sua casa, um ambiente totalmente reformado e aconchegante para que o pokémon pudesse se recuperar. O alimentava de acordo com as recomendações, assim como o medicava e até trocava seus curativos. Não foi algo fácil, Charlie precisou ser bem paciência e relevar qualquer ataque que recebia conforme tentava ajudar. Tirava sempre algumas horas do seu dia para se juntar ao pokémon e conversar com o mesmo e, por mais quieto que ele fosse, sua atenção era mantida nas histórias que ouvia e até nos vídeos que lhe eram mostrados. Depois de dois anos, com uma evolução significativa em sua amizade, Growlithe recebeu um nome: Bark. Mesmo possuindo alguns traumas derivados da tortura que sofreu no passado, Bark acompanha Charlie em todos os lugares e recentemente começou a aparecer em seus vídeos onde tenta acordar Bearcat sem sucesso.
















