O que eu posso lhe contar? Sou apenas uma pequena pessoa, desamparada. Isso é tudo o que eu digo agora Porque às vezes palavras São completamente impotentes.
Ayumi Hamasaki, No More Words.
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O que eu posso lhe contar? Sou apenas uma pequena pessoa, desamparada. Isso é tudo o que eu digo agora Porque às vezes palavras São completamente impotentes.
Ayumi Hamasaki, No More Words.
Eu não posso voltar, eu não vou voltar, não há lugar para o qual eu possa retornar. Não importa o quanto eu olhe para trás, não posso refazer as minhas pegadas. Mesmo se eu as recriasse de uma forma maravilhosa, minha mente não poderia ser enganada.
Ayumi Hamasaki, Don't Look Back.
Sempre pensava em ti. Em cada caminho que atravessei e caminhei para chegar até você. E em quantas catástrofes tive de sobreviver para estar pronta pro que der e vier por sua causa. Hoje parei para refletir sobre tantas coisas... Mas, você não estava tão presente, tão vivo assim na minha memória. Uma outra pessoa tomou o seu lugar que antes era o número um. Se vai me fazer bem? O tempo dirá. Mas, que me sinto melhor agora... Ah, como me sinto! Deus me mandou uma outra ocupação que não seja apenas você todo santo dia. Finalmente posso dizer: posso estar a um passo da minha libertação, da maldição em que me rogaram. O meu sorriso? Foi para ti um dia. Agora não são mais.
Lavender, Thainá C.
August 16, 1966, Philadelphia, Pennsylvania
Black Hole Sun
Black hole sun Won't you come? And wash away the rain Black hole sun Won't you come?
É bom parar um pouco pra pensar. Meus sentidos agora estão afetados pelo choro, mas estou sóbria. Apenas afetada, mas consigo escrever melhor - ou não - meus pequenos textos no meu muro de lamentações.
Mais uma rotina com minha mãe bebida, ciclo vicioso esse no qual ainda convivo. Não deveria ser comum, mas é para mim. Meu irmão consegue lidar melhor com isso do que eu, preciso de aulas pra conseguir isso.
Se estou em um momento emocionalmente abalado? Sim, estou. Onde pessoas preferem reparar coisas pequenas em vez de repararem realmente que estou gritando no silêncio pedindo ajuda, mas que são surdas para mim. Só que conseguem ouvir muito bem quando são eles quem precisam ser resgatados. Porque minha função é isso, só sirvo pra isso.
Útil na hora de socorrer, de ajudar, de apoiar, de se sacrificar. Quando não sou útil, apenas me descartam. Porque as pessoas não estão satisfeitas com algo que fiz ou deixei de fazer. Aliás, pessoas nunca ficarão satisfeitas nem com elas, o que dirá de outras coisas! O que quer que faça, nunca irão estar 100% satisfeitas.
Stuttering Cold and damp Steal the warm wind Tired friend Times are gone For honest men And sometimes far too long For snakes In my shoes Walking sleep And my youth I pray to keep Heaven send Hell away No one sings Like you Anymore
Ando no escuro procurando uma luz de verdade, sou um cego ferido largado com sua própria sorte ferrada pra se virar em um lugar que não conheço. É isso que virei, é isso que me transformaram hoje. A carcaça que restou são o resultado de todo o podre, o mal, as coisas pequenas, os maus cuidados comigo.
Deveria ser um crime. Deveria mesmo. Mas, a pergunta é... Quem se importa agora? Ganharam seus favores. Tiveram seus pedidos atendidos, não interessa. É descartável agora.
Acontece que toda a boa matéria bem criada e cuidada, um dia pode se voltar contra os mal feitores que a deixaram num estado deplorável. O que aconteceria se um cristal quebrasse e tentassem colar? Colariam, mas iriam logo perceber que ficaria horrível com suas cicatrizes a mostra, perderia a beleza depois de quebrada, morta.
Um cristal quebrado, remendado, feio com cicatrizes. Até que um dos pedaços se solte para ferirem profundamente vocês... Não se questionem. Saberão o motivo para todo o sempre e talvez se arrependam, ou apenas irão ter cravados o pedaço de cristal perfurando no fundo de vocês.
Assim que fizeram comigo. Até quando vão continuar com isso? Até quando vão fazer essas coisas até chegar no ponto de perfurarem-se com o pedaço de cristal?
Porque não dá mais pra mim, não dá mais.
Hang my head Drown my fear Till you all just Disappear!
Alexa - Thainá C.
Killing Me Softly with His Song
Strumming my pain with his fingers Singing my life with his words Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me softly, with his song
Eu ouvi dizer que ele cantava muito bem, eu ouvi dizer que ele tinha um estilo e então eu vim vê-lo, e ouvi-lo por um momento. E lá estava ele, este jovem menino, um estranho aos meus olhos.
Eu me senti toda vermelha de febre, com vergonha do público. Eu senti que ele encontrou minhas cartas, e leu cada uma em voz alta. Eu rezei para que ele acabasse, mas ele apenas continuou.
Ele cantava como se me conhecesse, e meu profundo desespero e então ele olhou através de mim como se eu não estivesse lá. E ele continuou cantando, cantando alto e claro.
Beatles’ Rooftop Concert.
"Every time I see something to do with George it brings back more memories than you would believe. He was my little mate on the school bus; he’s sorely missed by us all."
No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se. Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso.”
Caio Fernando Abreu. (via cchapterfour)
As verdades são únicas. Uma vez que você as diz, não há mentira alguma ou algo que faça voltar atrás e ocultar isso. As verdades quando são expressas em gestos, ou te libertam ou te machucam. Talvez aquela pessoa nunca mais volte, ou aquele seu amor platônico lhe destrua com tudo que você tem e te faça sofrer como condenado, até mesmo a pessoa com quem mais contava vai embora e lhe deixa sozinha. Isso tudo são verdades da realidade que nem todo mundo gosta de viver. Nem de aceitar. Porque no final... Só vão doer uma vez, com uma dor aguda maior do que cada mentira contada e dores acumuladas no seu ser. Porque não te aceitam como você é, apenas querem te moldar e destruir a sua essência no mundo. O que é pior: ser alguém moldada e ser descartado ou ser quem você é, não tendo vergonha disso e ainda ser descartado? Uma dúvida que não me explicaram, pessoas que não aceitam o que sou, respostas faltando até hoje. Quem sabe um dia, saiba de tudo antes de respirar uma última vez...
Thainá C.
"please, don't be long. please don't you be very long..."
Quem diria que depois de meses viria aqui. Se vim, com certeza há um propósito nisso. Mas, antes de armar uma resposta eu não quero que responda esse texto. Só quero que leia, o resto é com você. Se vim aqui para começar um texto é porque tem algo que me incomoda: você. Não é o que está pensando, deixe-me ser mais clara. Desde daquele dia quando falhei com você já sentia que nada seria a mesma coisa de antes, quando nos falamos a última vez eu já previa que não iria mais te ver. Por idiotice, estava cega de raiva. Mas, não tem justificativas para descarregar em ti. E essa culpa/erro me atormentou ao ponto de vir aqui lhe dizer isso. Talvez agora quer mais é que me foda e tem toda razão, sabe? Tem seu total direito absoluto. Mas, quero que saiba que estou sendo a mais sincera possível em te dizer que sinto sua falta. Não é mentira. Sinto saudades das suas palavras acolhedoras e até mesmo das besteiras ditas e isso me assusta pelo modo onde me afeta. Em todo o caso... Não precisa me responder. Não. Só queria que soubesse nesse momento de devaneio, perturbação, tristeza e vazio o quão sinto sua falta e o quanto sinto muito pelas coisas que te fiz por besteira minha, por minha cegueira sem sentido, minha raiva mal direcionada. Espero que esteja muito bem com seus amigos queridos, quem sabe até não encontre alguém por aí legal, hm? Te desejo o melhor sempre. Do fundo da minha alma perdida, seja feliz. E obrigada por ter me ouvido algumas vezes. Sou agradecida por ter feito isso por mim e isso nenhum dinheiro paga. Irei só esquecer disso quando morrer. Obrigada.
Thainá C.
A gente não pode viver a vida olhando para o que passou. Ninguém tem a obrigação de fazer você feliz. Não posso querer que alguém satisfaça meus desejos. E não devo, de maneira alguma, colocar na mão do outro a minha felicidade.
Clarissa Corrêa. (via cchapterfour)
Não posso te mudar, não posso fazer você se adequar aos meus desejos. Você é o que você é. E eu, bem, eu sou apaixonada pelo que você é. Não por aquele que eu muitas vezes quis que você fosse.
Clarissa Corrêa. (via cchapterfour)
O amor vai até onde tem que ir. Até onde os dois quiserem. Até onde se propuserem a lutar. O amor dura para os fortes, para os que não têm medo de passar por obstáculos, por rotina, por empecilhos, por dificuldades e, também, por infinitas alegrias. Mas para mim ele não durou.
Clarissa Corrêa. (via cchapterfour)
The very BEST of George Harrison in ‘A Hard Day’s Night’, 1964.