O Código Rubem Valentim
proposta de instalação 3D
KIROKAZE
Stranger Things
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

blake kathryn

Andulka

❣ Chile in a Photography ❣
sheepfilms

#extradirty
Sweet Seals For You, Always
tumblr dot com
Acquired Stardust

Discoholic 🪩

ellievsbear
Cosimo Galluzzi
noise dept.
One Nice Bug Per Day
Xuebing Du

Kiana Khansmith
NASA
cherry valley forever

seen from United States
seen from Malaysia

seen from United States

seen from United States
seen from Germany

seen from Türkiye

seen from Germany
seen from United States
seen from Switzerland
seen from Türkiye
seen from Indonesia

seen from United States
seen from United States

seen from Indonesia

seen from Spain
seen from Malaysia
seen from Philippines
seen from United Kingdom

seen from Brazil

seen from Singapore
@uhmanobr
O Código Rubem Valentim
proposta de instalação 3D
singela apresentação
Batismo do Boi (morro do querosene, sampã, jun/2019)
Crônica do amor que não foi
Era o show de rock, e não sei quando exatamente você chegou e ficou perto de mim. Em algum momento lembro de ter falado qualquer coisa sobre a banda e você respondeu, e então começamos um bate-papo, meio truncado pelo volume das músicas.
Continuou até o fim da apresentação, e depois pela saída, e até a entrada do metrô, onde nos separaríamos. Mas outra possibilidade ocorreu: um beijo, seguido de outro, e mais tantos.
Você estava realmente interessada em mim: antes já tinha aparecido uma afinidade política - assunto que não se estendeu, perguntou que bairro eu morava, se eu era casado, o que fazia, time de futebol... Duas vezes se acreditava em Deus. Me convidou até para conhecer um dia a igreja que frequenta - mas achei melhor deixar o criador disso.
A coisa foi ficando mais quente, e o refresco foi uma cerveja (para mim) um suco (para você) em uma loja de conveniência próxima.
Daí não sei que chave virou em mim, que não quis mais nada além do que já tinha rolado. Ficou no ar um convite e aceite de esticar a noite possivelmente fazendo coisas interessantes, ou ir para outro lugar, ou pelo menos ficar mais tempo juntos. O que tinha de fogo do meu lado já estava brando.
Ter contato humano é muito bom, beijar na boca ótimo, passar a noite juntos é excelente - mais amor por favor ! Mas o ponto é que senti que até ali já estava de bom tamanho, ou melhor, não senti. Nada. Não sentia nada que justificasse continuar naquela noite. Mudei de ideia. Ou amores líquidos, sei lá (preciso ler este livro).
Já estava com seus contatos, então seguimos cada um para o seu lado.
Dia seguinte, não te liguei, nem no outro, ou no outro.
Não retornei porque simplesmente não tinha nada a dizer.
Da janela do trem, viu as luzes da cidade pela última vez. Em breve só ouviria o cantar dos grilos. (conto nano de Edson Rossatto)
Digital Richard Paul Lohse, 1952
Rubem Valentim
As obras de Valentim sintetizam em formas geométricas as simbologias místicas de matriz africana e se destacam na arte moderna construtivista e concretista brasileira. (...)
As primeiras experiências deste que é um dos mestres do construtivismo foram abstratas, contudo, em meados da década de 1950, movido por questões ideológicas, buscou sua ancestralidade africana e encontrou na cultura popular afro-brasileira as características que nortearam seu trabalho até o final da vida, em suas pinturas, esculturas e objetos, em uma trajetória artística avessa às modas. “O trabalho de Valentim tem a autonomia de sua fantasia e assim será lido em tempos futuros. Sua pintura ultrapassa essa objetividade mais visível. Ele desenvolveu sua arte a partir de signos da cultura afro ao som de atabaques que reclamavam uma erudição”, destaca o curador Marcus Lontra. (...)
Reelaborando o pensamento construtivista, Rubem Valentim passou a empregar signos inspirando-se nas ferramentas e nos instrumentos simbólicos do candomblé, sintetizando-os nas formas geométricas. Para o crítico italiano Giulio Carlo Argan, a arte do brasileiro correspondia a uma “recordação inconsciente de uma grande e luminosa civilização negra anterior às conquistas ocidentais.”
---- Sobre o artista Nascido em Salvador, Rubem Valentim (1922-1991) formou-se em odontologia antes de se dedicar definitivamente às artes plásticas, por volta de 1948. Cursou jornalismo ao mesmo tempo em que se envolvia com a pintura, e em 1954 realizou sua primeira individual. Em 1957, mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a participar intensamente da vida artística da cidade carioca e de São Paulo. Expõe em mostras importantes, inclusive em diversas Bienais, nacionais e internacionais. Em 1963, mudou-se para Roma, onde residiu por três anos. Em sua volta para o Brasil, morou em Brasília, onde dirigiu o Ateliê Livre do Instituto Central de Artes da UnB.
(fonte: http://www.infoartsp.com.br/agenda/rubem-valentim-construcao-e-fe/)
Variação digital de Rubem Valentim, 1-1987 arteMês: mar/2019
tatuagem arte do mês: fev/2019 (feita com python)
intervenções Chico Science e Bezerra da Silva arte do mês: jan/19
(feitas com #python)