Um abraço para suavizar a solidão
Sempre que o vejo, assim, na rua sozinho, tão frágil, parecendo-me que carrega uma tristeza sem fim, sobre as suas pernas frágeis, apetece-me perguntar-lhe se lhe posso dar um abraço. Ainda não tive coragem. Tenho tido receio de que ele se sinta humilhado e isso eu não quero. Um dia destes, ainda ultrapasso este meu medo de lhe estar a roubar a dignidade. Tenho de me decidir. Há dois dias vi-o,…
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