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Por mais que tentasse pensar o contrário disso ao máximo, para John ainda era novidade - ou a palavra certa seria outra? - ter Kayla ali consigo. Ou melhor, tê-la, apenas tê-la. Era sorte, era errado, era perfeito. E ele amava. Amava poder observar seu corpo como estava observando naquele momento, amava ter autorização para tocá-la tão carinhosa e eroticamente quanto o fazia ali.
Conforme os segundos passavam, os movimentos dos quadris do rapaz iam se intensificando e acelerando. O suor já tomava conta do corpo trêmulo, que insistia por mais. John começou a distribuir beijos pelo pescoço de Baudelaire, onde também depositou um ou dois chupões que certamente deixariam uma marca que a faria se lembrar dele no outro dia.
As mãos caminharam lentamente dos seios para a cintura, e depois para os quadris de Kayla, que ele fez se fecharem o máximo que pôde, só para soltar um outro gemido abafado contra o pescoço que ainda beijava, com tanta sede por mais. Levou os lábios até os de Kayla no momento que chegou ao ápice, impedindo a si mesmo de emitir qualquer barulho alto demais, mas continuou os movimentos, parando apenas para, num movimento rápido e ao mesmo tempo delicado, inverter as posições, permitindo-se descansar por um momento e deixar que Kayla continuasse por ele. John fechou os olhos, mas abriu-os em seguida, porque vê-la era melhor do que qualquer coisa que pudesse imaginar.













