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AnasAbdin
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

shark vs the universe

祝日 / Permanent Vacation
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

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I'd rather be in outer space 🛸

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seen from Spain
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seen from Spain

seen from Malaysia
seen from Algeria

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from Malaysia
@vikecola
Ajus
old and gold
Chill
(by Colin H.)
Typographic sundial, India
I wish I lived in Maya Handley’s world. Scrolling through the photographer’s grainy, light-infused pre-baby portraits on http://turnedout.tv reaffirms my love for tomboy styling and babes on the street. Each image is utterly wall-worthy.
Hanne Gaby Odiele photographed by Maya Villiger for Stella McCartney Resort 2012
10 álbuns para dez dias
dia. 6 Secos e Molhados - Secos e Molhados
dia 7. Novos Baianos - Futebol Clube
dia 8. Novos Baianos - É Ferro na Boneca
dia 9. The Caretaker’s an empty bliss beyond this world
dia 10. Som - Persona
enoy sem medo de talvez ser feliz
10 álbuns e dez dias
dia 1. Recordando o Vale das Maçãs - As Crianças da Nova Floresta
dia 2. Casa das Máquinas - Lar de Maravilhas
dia 3. Tudo foi Feito pelo Sol <3
dia 4. O terço - criaturas da noite
dia 5. Aos Vivos - Chico César
dia desses tava eu lá cozinhando uns couves-flor à vapor. O almoço inteiro demorou pelo menos 4 horas, isso porque eu inventei de cozinhar feijão. Entre arroz e feijão, certamente arroz. Mas é tão raro isso de eu querer realmente comer feijão que não tinha outra saída senão cozinhá-lo. Ficou consistente, bem cozido, os temperos entraram em consonância, mas o sal, bem o feijão ficou meio sem ele. Pra mim tudo bem, depois de 4 horas cozinhando, quem era eu pra reclamar de alguma coisa. Além disso cozinhei umas verduras, banana da terra, couve-flor, abóbora, todas essas coisas que a natureza oferece tranquilamente. Durou tanto tempo porque o gás acabou e eu na preguiça e na falta de dinheiro (porque eu teria que ir na cidade, moro num vilarejo, sacar dinheiro, voltar pra casa, ligar pra alguém que pudesse encher o gás, etc) deixa pra lá. Vi meio abacaxi, umas bananas, um maracajá e achei que ok viver daquilo. Mas daí depois de dois dias não estava mais sendo ok e eu mesma entrei nessa missão de fazer o tal do fogo no forno à lenha. Nessas horas é de se agradecer de joelhos no milho pelas graças alcançadas por Thomas Edison, pela luz, por algum alemão pelo fogão e por algum inglês pela supressão do tempo de cozimento. Só pra a lenha pegar fogo de fato demorou uma hora, daí quando estava tudo bem, já tinha comida no fogo, o fogo apaga, dai lá vai eu acender de novo, ou seja: 4 horas. Mas eu estava escutando um monte de compositor massa, caetano dizendo que onde querer um canto, o mundo inteiro, gilberto dizendo que queria morrer do próprio veneno, e eu só ali querendo comer, deitar e sentir. Mas eu já estava sentindo, sentindo que essa experiência ela não é fácil como acender o fogão elétrico à base de um botão, o que me põe em um novo lugar no mundo, onde as minhas mãos e a minha cabeça ao menos vale de alguma coisa. Ou não vale, só existe e delas me sirvo.