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Making of <3
Aula 7
Well, this class was awesome!!
A sétima aula não teve muito discurso por parte do professor, o que foi super interessante. Nesta aula, a nossa professora Andréa deu a voz exclusiamente aos alunos, e, como se pode imaginar, muita criatividade e interação surgiu na sala de aula. Foi-nos dado um trabalho previamente, dividimo-nos em grupos e cada grupo deveria criar uma narrativa digital que abordasse aqueles aspectos dos multiletramentos para mostrar também um lado crítico e “pensante” em nossas narrativas.
Bom, nos foi dada a liberdade de escolher o tema que mais achássemos interessante, afinal “Os alunos passam a escrever melhor quando descobrem que têm autoria”, vimos nossa professora colocando isso em prática e comprovando o quanto pode e dee dar certo. Cada grupo expôs suas ideias (e, que ideias!), e pudemos ver narrativas realmente impressionantes!
O primeiro grupo a apresentar foi “O Bem Amado”, foi uma narrativa interessante e muito engraçada, em que as personagens tinham nomes de grãos e alimentos que fazem parte do dia a dia do brasileiro (como feijão, grão-de-bico, arroz..., uma graça!
Bom, o grupo número 2 foi o meu. Mas vou falar dele por último, quero dar um enfoque especial...
O grupo número 3 veio com uma apresentação muito boa que falava sobre o preconceito racial (”Preconceito Racial”), e evidenciava o fato de que nenhum ser humano nasce racista, nos mostrando como a inocência das crianças deveria ser inspiração para nossas atitudes.
O grupo seguinte trouxe uma animação sobre uma família que criava dois filhos, um menino e uma menina e explicitava as desigualdades de gênero desde a criação de uma criança até aquela criança gerar novas crianças, muito interessante também, amei o tema abordado.
“Duas rodas valem mais que quatro” apresentou uma animação feita por um programa, contava uma pequena história sobre como a vida do homem moderno (que ocupa seu tempo com trabalho num escritório, não que todos os homens modernos sejam assim) pode ser estressante e cansativa, e que trocar o carro por uma bicicleta pode resolver muitos problemas, batendo também na tecla da preocupação com o meio ambiente, muito boa!
O grupo seguinte, “Um Manifesto a favor da Diversidade”, esse grupo realmente chamou minha atenção, fiz uma “participação especial” e vi um pouco dos “bastidores”, pra ser sincera, me surpreendi um pouco por conta da edição desse vídeo, meus sinceros parabéns ao moço que editou (ficou um arraso! haha), o vídeo falava sobre estereótipos e contava o relato das pessoas que sofrem com esses estereótipos no dia a dia falando como essas impressões superficiais não definem o carácter, a personalidade, o passado, as atitudes, o futuro, (posso fazer mais uns 3 parágrafos fácil fácil) de ninguém!
O grupo que apresentou a narrativa de título “Realidade nos Coletivos” deu um show! Eu simplesmente adorei a atuação dos participantes, estamos descobrindo talentos nessa turma, eim... Foi um vídeo muito engraçado para tratar de assuntos seríssimos como a violência que passamos nos transportes públicos de alagoas, a superlotação desse transporte é muitas vezes a única opção do trabalhador brasileiro, o dia a dia de quem, por falta de opção, ganha a vida dentro dos ônibus, assédio... Enfim! Abordou temas do nosso cotidiano de forma leve, mas com um propósito. Fizeram um trabalho maravilhoso!
O grupo “Jeitinho Brasileiro” levou uma discussão interessantíssima para a sala de aula, além de abordar temas como o preconceito racial e a diferença de classes na sociedade.
Ao final das apresentações, houve a roda de conversa, que pudemos ouvir um pouco sobre os livros “O Mundo de Sofia”, de Jostein Gaardner e “O Código Élfico”, de Leonel Caldela.
Aaaaaand... We have the “great finale”!
O grupo que apresentou a narrativa de com o título “Amem” (Sem o acento, pra amar mais), teve um trabalho danado pra fazê-la... Digo isso com propriedade, participei de muitas etapas... Mas foi muito divertido de fazer e ficamos muito orgulhosos do resultado. :)
O grupo teve a ideia de tratar da narrativa como uma história em quadrinhos no estilo comic, em que contamos na breve história o dia de uma, bom, podemos chamar de “religiosa extremista”, que passa por diversas situações em um dia, e ao final dele, explicíta-se um sermão sobre amor, e a história, enfim,deve-se assití-lo não é mesmo? hahaha
Segue o making of, com cenas chocantes, que tiver problemas do coração ou de mente fechada ou que facilmente se ofende, não recomendo.
Você não foi a primeira pessoa que abracei; não foi com você meu primeiro beijo; você não foi minha primeira saudade; não foi de você que ouvi o primeiro “eu te amo”. Mas você foi o primeiro que ficou; o primeiro que foi além de só palavras; o primeiro que não desistiu; o primeiro que me fez sentir amada. Você foi o único que me mostrou como amar é bom.
Ilusões de Esther.
Aula 5
Eu cheguei na aula exatamente 14:15, atrasada, por um motivo plausível, eu garanto. (Embora tenha descoberto que isso significa que vou ficar com duas faltas, oficialmente. Injusto? É o sistema, não é mesmo? Talvez seja preguiça de organizar o dia de aula como 4 aulas dadas, enfim, só saberemos quando esse sistema de contagem de faltas e presenças finalmente evoluir ao de uma instituição comum, ainda tem um longo caminho pela frente... -.-’ kkk)
Meditar sobre essa questão me fez pensar em como a gestão escolar pode ser falha em alguns aspectos, e como as pessoas que constroem o sistema de ensino têm opiniões divergentes quando se trata desse assunto. De um lado, os educadores que acreditam que o tradicionalismo é a melhor escolha, mantendo essa linha de pensamento, mesmo que inconscientemente, nas instituições de ensino, de outro, os educadores que lutam pela modernização, tanto de conceitos, quanto do corpo de ensino, no geral.
Esse é um assunto muito complexo para ser abordado com mais profundidade num mero texto de uma estudante do primeiro período de um curso. Porém, ainda sendo estudantes do primeiro período, fomos convidados a participar de um fórum feito para ouvir a opinião dos estudantes em relação ao curso. Foi interessante ouvir a opinião de outras pessoas sobre a grade curricular do curso, os métodos de ensino utilizados, entre outras coisas, e saber que mesmo alunos têm opiniões críticas e racionais a respeito do curso que constroem, resta saber se serão ouvidas, afinal, um fórum não deve ser feito apenas pelas aparências, não é mesmo? Não basta anunciar que os estudantes serão ouvidos e considerados como voz ativa e relevante dentro da Faculdade de Letras, precisamos ver na prática! Bom, eu realmente espero que seja colocado em prática, já vi inúmeras gestões de ensino que presavam pelas aparências, espero não esbarrar com mais uma. Não estou julgando com insensatamente ou irrefletidamente, não! Apenas espero ver algo diferente nessa nova etapa, eu realmente espero!
O fórum utilizou o tempo destinado às 2 últimas aulas do dia, começou logo após o intervalo. Mas voltando à aula que assisti da professora...
Ao chegar, busquei com meus colegas o que havia sido discutido antes para evitar possíveis perdas no conteúdo programático. A professora estava analisando um texto (abstract) que falava sobre as olimpíadas. Cheguei ao final da discussão, disso, não posso falar com propriedade.
Analisamos novamente o texto do blog “Pipoca é pouco? Ein?”, vimos a forma como o autor do texto esbarra naquelas questões prescritas, e como o ethos do texto é evidenciado. O(s) autor(es) do texto conseguem mesclar questões sociais com o foco “principal” do texto, o cinema.
O ethos, nem sempre, tem a ver com as características da nossa faixa etária, pode ter, mas podemos ir muito além disso.
O segundo blog apresentado foi o “Oxente, onde fica isso?”, o blog trabalha com turismo. Ele foi criado com o intuito de trabalhar contra a desvalorização da nossa cultura local. Pessoalmente, achei a proposta do blog magnífica! Além de abordarem um tema que deveria ter todos os holofotes apontados para si, eles o fazem de uma maneira criativa, inovadora! A professora aproveitou para nos explicar que os aluno
“Os alunos passam a escrever melhor quando descobrem que têm autoria.” Deixo que essa frase de efeito tome conta do meu parágrafo de conclusão. Essa foi a frase dita pela professora para nos explicar o porquê dessa preocupação em dar espaço para a criatividade do aluno... ♥
•Ah, aliás, ela vai cobrar conceito e análise do ethos na prova... (wish me luck)
Aula 4
No início da aula a professora nos falou sobre o estilo do autor do texto, o quanto é importante transmitir nosso estilo para o texto que produzimos, é isso que trará originalidade para o texto. O tom que emerge do nosso texto é o ethos, e temos um ethos diferente em cada situação. A maneira que compomos o texto nos evidenciará o ethos do texto.
Corrigimos a atividade do texto “Pais e Filhos”, e vimos vários aspectos interessantes que compunham o texto, como, o público alvo e outros fatores que evidenciavam o ethos daquele texto.
Passamos boa parte da aula discutindo sobre como seria feito no nosso trabalho da narrativa digital. Nos separamos em grupos para discutí-lo. Em relação ao meu grupo, já colocamos as ideias no papel, selecionamos as que mais nos agradavam, e temos o planejamento do nosso trabalho pronto.
Sobre a roda de conversa, um dos livros apresentados me chamou muita atenção, o livro “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector, pois, como uma apaixonada por cinema clássico, já havia assistido o filme que foi inspirado nele, um filme que me encantou muio, e relembrar a história é sempre bom.
Aula 3
Bom, iniciamos a aula fazendo uma retomada da aula passada. A professora avisou que não ficaria até o final da aula, mas nos deixaria com uma atividade e a monitora Thathi ficaria nos auxiliando. A professora nos mostrou um slide e explicou o assunto, confesso que, pra mim, a aula não foi tão proveitosa quanto a anterior, mas podemos tentar ver o que foi aproveitado.
Nos foi apresentada a relação entre texto e sujeito, onde entendemos que a autoria do texto está relacionada muito mais à voz que sustenta esse texto, do que à pessoa que o escreveu propriamente. Vimos a exemplificação disso com o texto “1º Vôo sem escala Paris - Hong Kong.”, se trata de uma companhia aérea fazendo propaganda de seu mais novo voo sem escala, deixando bem claro seu público alvo (homens de negócios), nesse texto, cada elemento de textualidade foi voltado para que o resultado final tivesse uma associação ao “estilo de vida” dos homens de negócios.
Podemos chamar de ethos a personalidade do enunciador que se revela por meio da enunciação. Também vimos outros aspectos de um texto, ethos foi o mais marcante deles. Quando a professora saiu para ir a uma reunião, ficamos com a tarefa de identificar esses aspectos, como “carácter” e “corporalidade”, entre outros.
A roda de conversa, dessa vez não foi exatamente ao final da aula, amei as apresentações dos meus colegas, especialmente da Eduarda, que se emocionou ao falar do livro que escolheu, pois realmente significava muito para ela.
Aula 2
Ainda sobre a questão dos multiletramentos, discutimos em sala de aula sobre como, infelizmente, há uma deformidade nos ensinamentos culturais nas escolas. A escola precisa pensar outras culturas além da ocidental, se bem que nem mesmo a cultura ocidental é devidamente explorada. Devemos enxergar a linguagem como prática social, e precisamos entender e analisar o contexto socio-cultural de cada lugar para ver na prática como é importante a pedagogia dos multiletramentos.
Ao produzirmos um texto, ou indicar ao aluno a melhor forma de fazê-lo, devemos manter em mente três aspectos necessários para que o texto produzido tenha dimensão, para que o texto mostre por si só que existe uma cabeça pensante por trás dele, além do assunto abordado.
Para se escrever um texto dentro dos “projetos do futuro” não se pode ignorar o cenário econômico mundial, ou seja, esse texto, independente do tema abordado, não pode ignorar as questões políticas e simplesmente seguir como se vivêssemos num sistema perfeito. O texto deve também articular uma visão cidadã, deve-se pensar o lado social e nunca ignorar esse lado. e por último, mas não menos importante, o texto deve mostrar o que chamamos de “identidade multifacetada”, ou seja, deve encarar e entender pontos de vista diferentes do habitual, deve saber lidar com o plural, deve “esbarrar” nessas questões.
Bom, por fim, fomos à prática, e vimos alguns exemplos - em formato de vídeos- de como isso funciona. O primeiro vídeo tem como título “Consumerism” (Consumismo) e cada detalhe dele nos prende a atenção, nos fazendo pensar sobre como o consumo exagerado está presente nas nossas vidas. O segundo falava sobre moradores de rua (Could you call this home?), também muito interessante. Além desses, que me chamaram mais atenção, também foram exibidos alguns outros, feitos por estudantes, inclusive. Nossa professora explicou que “você se aproxima do seu aluno quando você dá voz a ele”, sinceramente, acho que vou levar isso para o resto da minha vida profissional.
Quando faltavam poucos minutos para o final da aula, foi a hora de os cinco alunos que se ofereceram voluntariamente apresentarem “um livro que li”, eu estava entre eles, e apresentei livro “O Diário de Anne Frank”, cuja história me fascina.
-Rebecca Azevedo
Aula 1
Nos foi designada a tarefa de escrever um “diário de classe” e publicá-lo toda semana, para a matéria de Leitura e Produção de Texto em Língua Portuguesa. Bom, este é o meu. :) Enjoy!
Por que devemos estudar a pedagogia dos multiletramentos? Que influência esse estudo causaria na sociedade contemporânea? Que aspectos positivos poderíamos observar?
A aula - referente ao dia 11 de julho de 2016- nos apresentou ângulos de vista extremamente interessantes. Pontos que, eu, particularmente, nunca havia considerado. A questão dos multiletramentos trás ao professor uma nova forma de lidar com as diferentes formas, que as pessoas têm, de escrever.
Como devemos reagir diante de alunos que não têm o costume de ler “bem e, consequentemente, escrever “bem”? A linguagem digital veio à tona, e foi para ela que nossas atenções se voltaram em boa parte da aula. Bom, não podemos negar que essa linguagem é muito presente na vida dos jovens da atualidade, e isso não precisa ser, necessariamente, uma coisa ruim. Nós podemos, e devemos, contornar essa situação, utilizando o meio virtual a nosso favor.
A professora também nos indicou o livro “Eu sou Malala”. Um livro muito interessante, que, segundo nossa professora, conta um pouco sobre a história dele Malala, uma menina, ativista paquistanesa. Esse livro voltou o olhar do mundo para as muitas mulheres estão inseridas na mesma situação socio-cultural dela, e que são privadas do direito de estudar.
-Rebecca Azevedo
eu entro no google maps e ando nas ruas de new york
uma vez entrando na balada ngm da turma tinha nome na lista e me mandaram mentir mas eu n entendi. dei meu nome de vdd q n é nd comum mas tinha na lista. entrei sem mentir.
Tão a minha cara
recomendei uma série para meu amigo e ele disse que veria. fiquei todo empolgado pois poderia conversar com alguém sobre a série. ele até hoje não assistiu.