Curtindo bem nossa noite. (julho-2026)
By; Marcelo & Luiza
Te Contos, gostaria de contar o que aconteceu nesse mês de julho.
Sou casado me chamo Marcelo, tenho 36 anos, minha esposa se chama Luiza, ela tem 34 anos.
Minha esposa e eu gostamos de aprontar, sempre com o outro sabendo e autorizando.
Estávamos em férias numa cidadezinha litorânea e fomos à um restaurante com uns casais de amigos que fizemos na praia. Minha mulher usava um vestidinho amarelo curto de alcinhas, sem sutiã e uma calcinha de renda amarelinha, bem pequena e transparente, de salto alto, para arrebitar sua bundinha, como ela mesma gosta de dizer.
Com esse visual provocador e a pele bronzeada de praia chamou a atenção de todos quando entramos, pois ela é alta, estilo magra sarada, com pernas longas e bem torneadas, bundinha saliente e durinha e os peitinhos pequenos com mamilos salientes.
Enquanto esperávamos o garçom juntar mesas ela ficou de pé e de costas para o balcão do lugar e percebi que o rapaz do caixa a olhava de cima a baixo e não conseguia disfarçar, observando-a com desejo, pois o vestido curto e justo desenhava o contorno de seu corpo e deixava à mostra suas costas bronzeadas e sua bundinha destacava no tecido colado que delineava o contorno de sua bunda, dando a perceber que ela usava uma minúscula calcinha enfiadinha, e depois que ela percebeu o observador, ele foi correspondido com um olhar safado dela.
Propositalmente, ficamos sentados de frente pra ele e notei que enquanto conversava com as amigas ela cruzava e descruzava as pernas, bem torneadas e loirinhas na parte da coxa, então imaginei que ele conseguia ver sua pequenina calcinha de renda que deixava à mostra os poucos pelinhos de sua bucetinha quando ela, entre uma cruzada e outra deixava as pernas abertas e olhava de relance, com um risinho safado pra ele e depois pra mim, pois ele não tirava os olhos por baixo da nossa mesa.
Dei-lhe um beijo e ela me disse no ouvido que o estava provocando. Disse que estava vendo tudo e gostando. Perguntou em tom safado se eu deixava ela dar pra ele e eu deixei, claro, desde que participasse.
A safadeza continuou, nos pegávamos, nos alisávamos e olhávamos pra ele. Ela alisava a perna, despistava e levantava seu vestido e mostrava as coxas. Ele me olhava como se não acreditasse no que via.
Depois que pagamos a conta nos despedimos de todos e ela me pediu para ficarmos e beber mais uma cerveja. Concordei e ela fez sinal pedindo. Para nossa surpresa o rapaz saiu do caixa e veio pessoalmente servi-la. Ela então elogiou o serviço, a refeição e ele, claro, que descobrimos ser o dono. Era um homem alto e forte, cabeça raspada e pele morena, na casa dos quarenta e poucos como nós. Ele avisou descaradamente que logo estava fechando, mas que poderíamos ficar mesmo fechado, que ele organizaria algumas coisas e enquanto isso ficaria ali por nossa conta e que não nos acanhássemos em pedir nada. E frisou: Nada mesmo!
Percebi que ela estava excitada, pois começamos a nos beijar ali mesmo, eu alisando suas coxas e subindo um pouco o vestido para mostrar e provocar e ver o que aconteceria.
Fomos ficando e até os empregados foram embora, ache que dispensados pelo patrão antes da hora... Depois de fechado, ela pediu a ele para ir ao banheiro e ele então disse: use o de dentro porque esse não foi lavado ainda e uma mulher como você merece tratamento VIP. Com uma carinha de safada ela me perguntou:
- posso amor? Ir lá no fundo com ele?
- Pode, claro, aliás, deve, respondi, não pode passar vontade…
Ela então aceitou e ele me serviu mais uma cerveja "por conta da casa" antes de entrar conduzindo-a para o interior do estabelecimento. Bebi a cerveja calmamente e claro, sabendo que a ida ao banheiro estava demorando mais do que o normal, fui atrás dela discretamente e já em um pequeno corredor atrás da cozinha comecei a ouvir os gemidos de minha mulherzinha, e de repente, em uma sala à minha direita vejo ela já nua, apenas de salto alto, exibindo seu corpinho sarado com marquinhas de biquíni minúsculas. Ela estava de costas para a porta, sentando em um pau imenso e grosso, vi a sua bucetinha ser preenchida com vigor enquanto ela gemia e fodia como uma cadelinha no cio.
Parei e admirei a cena de sexo gostoso à minha frente, vendo-a ajoelhada no sofá, as pernas abertas sobre o colo dele, as mãos apoiadas no encosto com os seios na cara dele, enquanto levantava a bunda e descia os quadris fazendo com que o pau dele fosse fundo, desaparecendo dentro dela e surgindo interminável quando ela se erguia.
Ele parado sentia-a fodendo seu cacetão com vontade e sugava os seus peitos fazendo-a virar a cabeça para trás com muito prazer. Quando ela me viu, disse entre gemidos de imenso tesão:
- amooor.. como você demorou... a me encontrar ... pra me ajudar a me livrar desse safado.. que tá me comendo, amor…
Eu então perguntei se ela não estava gostando, ao que me respondeu com a cara mais safada do mundo que estava adorando. Então agarrou minha calça e tentou abrir, mas seu comedor começou a bombar forte em sua bucetinha que de tão molhada fazia barulho a cada metida dele.
Ajudei-a tirando meu pau já duro como ferro e colocando em sua boquinha. Ela chupava com gostoso entre uma parada e outra por causa das metidas dele. De repente ela se desvencilhou dele e ficou de quatro no sofá com a bunda bem arrebitada. Pude ver que sua buceta já estava um tanto aberta pela grossura e tamanho daquela vara e o mel escorria a melar suas coxas.
Ele então se posicionou em pé atrás dela e meteu seu cacetão em sua xoxotinha molhada mais uma vez e segurando-a pela cintura começou e foder com força, enterrando toda aquela imensa pica nela que gemia e rebolava de tesão. Ela pedia para ele não parar de meter porque ela iria gozar - de novo - e aquilo me encheu de mais tesão.
Quando ela se contorceu gozando ele não se conteve e arrancando a camisinha gozou muito em sua bundinha, deixando seu cuzinho todo melado de porra e anunciou que colocaria outra camisinha para comer seu cuzinho, ao que ela imediatamente negou dizendo que ali só eu penetrava e me chamou dizendo:
- vem meu amor, esse safado já me comeu, já lubrificou o meu cuzinho, me salva e mete no meu rabinho senão ele vai meter e estourar minhas preguinhas com esse pau grande e delicioso!
Eu mais que depressa meti em seu cuzinho lubrificado com a porra do comedor meu cacete inteiro em sua bunda enquanto ela agarrou o pau dele e começou a chupar.
A imagem dela de quatro dando o cuzinho pra mim com a marquinha de biquíni minúscula e bundinha melada e um pau imenso na boca me deixou com mais tesão ainda. Passei a mão em sua buceta e vi que estava alargada e muito molhada, então coloquei dois dedos dentro dela e ela então me fez mudar de posição sem tirar o pau de seu rabinho gostoso, onde eu metia bem devagar para não gozar logo e acabar com a festa.
Ficamos de ladinho e ela continuou a chupá-lo, quando ele começou a enfiar os dedos em sua buceta alargada. Ela me agarrou com um braço em volta do pescoço e me beijou sugando minha língua com vontade, pude sentir todo seu tesão por ser o recheio de um sanduíche de sacanagem.
Entre os lábios grudados pelo beijo ela me pediu leitinho, para encher seu rabinho, logo senão ia pedir pra ele meter em sua buceta e viraria uma putinha de dupla penetração.
Com o pau na boca dela, ele socava os dedos em sua buceta, alisando seu clitóris o que a fazia ir às nuvens de tanto tesão. Não consegui mais segurar e gozei muito, na verdade gozamos juntos.
Nesse momento o comedor vendo nosso tesão tirou a pica de sua boca e gozou litros de porra em seus peitinhos, tocando uma siririca tão gostosa que a ajudara a gozar com meu pau no cuzinho. Ela, ainda em êxtase não me soltava e eu podia sentir seus espasmos pelo intenso orgasmo que acabara de ter. Paramos por aí.
Ela foi ao banheiro lavar-se e eu saí com ele que me ofereceu uma cerveja, dizendo:
- quando vocês entraram vi sua esposa e a achei linda e gostosa, tive vontade de fodê-la mas não imaginei que você concordaria e que pudesse ser tão bom. Quando vierem aqui de novo, todo serviço será por conta da casa.
Então disse que gostávamos sim de uma terceira pessoa em nossas transas de vez em quando. mas não disse que só ficávamos uma única vez com essa pessoa, por precaução e respeito à nossa regra.
Quando ela apareceu, dei-lhe um beijo de língua bem demorado, nos despedimos dele e voltamos para a pousada em que estavamos hospedados.
Enviado ao Te Contos por Marcelo & Luiza



















