— Eu vou comer teu cu com um pedaço de madeira.
- Que lindaaaaaa, vai tirar minha virgindade anal.
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— Eu vou comer teu cu com um pedaço de madeira.
- Que lindaaaaaa, vai tirar minha virgindade anal.
Mas a pergunta principal Ă©: Como ela foi parar lá?Â
- Tá pra nascer alguém que beba mais que ela.
Oi. VocĂŞ parece o Jared Leto com esse cabelo o que me lembra Jesus, acho que vou te chamar de Jesus, ou Jared Leto.
- Jared Leto Ă© novidade pra mim.
— Que porra é essa?
- Catarro.
Porque vocĂŞ nĂŁo falou isso quando o celular ainda tava ligado? A mulher ia se sentir especial sabendo que o rei das rolinhas tava torcendo por ela.
- Desculpa, me atrasei.
Não, mas já me chamaram de vaca.
- Vou te chamar de ratinho a partir de agora. Oi ratinho.
Ambas.
- Já te falaram que você parece um ratinho? Seu nariz é engraçadinho.
NĂŁo, esse nĂŁo Ă© o numero do JosĂ©, e eu tenho certeza que nĂŁo se cura macumba, mas que Deus  te cure dessa infecção urinária. Os gays tĂŁo torcendo por vocĂŞ.Â
- É... os gays estão torcendo por você.
Eu nĂŁo teria problema nenhum com isso.
- Com qual parte? Acordar em uma loja de vibradores ou conhecer mnha irmĂŁ?
Isso Ă© muito estranho, deve ser um local totalmente estranho.
- É a Hannah, eu não sei bem o que esperar dela.
Não é assim…tão sem nexo.
- Se você já acordou em um lugar assim eu juro que te apresento pra minha irmã.
-urbestsummer:
VocĂŞ acordou em uma loja assim?
- NĂŁo, mas a minha irmĂŁ acabou de me ligar falando que tinha acordado em um lugar desses.
- NĂŁo Ă© como se tivesse nexo acordar em uma loja aonde sĂł vende vibradores, eu na realidade nem sabia que isso daĂ existia.Â
— Gripe Ă© ruim, Ă© meio morte. — assentiu — Eles tem um, Ă© maior que o meu, um pouco injusto. — coçou um dos olhos, encarando o garoto, demonstrando que nĂŁo tinha entendido nada do que o mesmo tinha dito. — Eu quero dormir. — disse e arregalou os olhos quando foi pego no colo. — Eu sou pesado. — disse, mas nĂŁo durou muito pra acomodar sua cabeça no ombro de Greg, escondendo o rosto no pescoço dele. — Hmm, nĂŁo.Â
- Eu nĂŁo ligo, meio morte nĂŁo Ă© um dos meus medos. -- riu baixo. -- Minha mĂŁe tambĂ©m tem um quarto maior que o meu, ah, a minha irmĂŁ tambĂ©m, nada legal. -- suspirando. Deu de ombros quando ele o olhou, rindo com a expressĂŁo assustada do garoto. -- VocĂŞ nĂŁo Ă© pesado, nadinha. -- assentiu brevemente, mordendo o lábio inferior novamente com o rosto do outro em seu pescoço. -- Vai sim, nem que eu tenha que te dar banho. VocĂŞ vai dormir melhor.Â
— Mas eu vomitei em você e agora você tá de meia e vai molhar tudo. — disse baixinho pela dor de garganta. — Ah… tá, a gente tem uns quartos de hóspedes, você pode ficar lá, tem o dos meus pais também. — disse sem nexo, pelo sono e cansaço. — Você não enche, eu não te odeio agora… Talvez amanhã… — foi interrompido por um bocejo. — A gente tá chegando? Eu quero minha cama e os meus travesseiros. — seus olhos quase fechavam e sua respiração ficava mais calma, ele praticamente dormia em pé, seu corpo totalmente jogado contra o mais alto.
- E o máximo que vai acontecer comigo vai ser pegar uma gripe, tanto faz, não é? -- olhou para ele, dando de ombros. -- Ah, certo, seus pais tem um quarto, bem legal. -- riu baixo, suspirando pesado. -- Me odeie amanhã que eu vou falar com o primeiro advogado sobre ilusão de bêbado pra cima de mim. -- olhou para ele, sorrindo. -- Mais meia quadra, baixinho, só mais meia quadra. -- coçou a nuca com a mão livre, parando de andar e pegando o outro no colo. -- Você vai tomar um banho antes de se deitar, tá me escutando? -- falou, fixando seus olhos no rosto dele.
— Eu sei disso. — riu, fechando os olhos, se estivesse sozinho provavelmente deitaria no chĂŁo e dormiria ali mesmo, no meio da rua. — Qual o problema? É tĂŁo bom, fica tudo tĂŁo lentinho. — Vomitou tudo que conseguia, sentindo aquele gosto horrĂvel na boca e aquela sensação de estar mais fraco do que nunca, seu corpo tremendo, assim como seu lábio inferior. Observou o garoto tirar os sapatos, murmurando vários “desculpa”, se embolando na hora de pronunciá-los. — Tá chovendo… — olhou pro cĂ©u , com apenas um olho aberto. — VocĂŞ sabe onde minha casa fica? VocĂŞ vai ficar lá?Â
- Ainda assim, Ă© ruim. -- suspirou. -- Tudo bem, relaxa, Ă© sĂł um sapato. -- riu baixo. Olhou para cima, como se nĂŁo tivesse sentido as gotas caindo sobre si, assentindo. -- É, tá chovendo. É uma cidade minĂşscula, eu sei aonde Ă© a casa de todo mundo, e nĂŁo... sei, vou ver, se a chuva estiver muito forte, provavelmente ficarei um tempinho. Mas nĂŁo esquenta a cabeça, eu nĂŁo vou encher teu saco nem nada. -- fez um breve carinho na cintura do mais baixo, olhando em volta, enquanto a chuva ia engrossando.Â
— Pra minha casa? Tipo, uh, a gente vai transar? — sussurrou, um pouco apreensivo, mesmo nĂŁo demonstrando isso. Deu uma risada com aquilo, encarando o nada enquanto acompanhava o garoto. — Seu pau Ă© grande. — riu mais um pouquinho, tropeçando algumas vezes no prĂłprio pĂ© antes de voltar ao ritmo “normal”, franziu o cenho, voltando o olhar pra ele. — Eu nĂŁo queria conversar, eu queria fumar meu baseado, vocĂŞ queria conversar. — bocejou, apertando a mĂŁo em punho em volta da camiseta do cacheado, voltando a rir baixinho. — Eu nĂŁo tĂ´ sentindo meus pĂ©s, tá formigando, faz cĂłcegas. — apoiou a cabeça no braço do garoto, ele andava no automático e seus olhos quase fechavam ao ouvir o que o outro disse, despertando em seguida mas nĂŁo dizendo nada, praticamente se trancando em seu consciente, lembrando do motivo, lembrando de cada detalhe do motivo, fazendo sua cabeça girar mais e mais e tambĂ©m com que ele sentisse aquela queimação no estĂ´mago subir pra garganta, vomitando tudo bem em cima dos sapatos do maior.Â
- É, pra sua casa. -- soltou uma risadinha triste. -- NĂŁo, a gente nĂŁo vai transar, Nick.-- Disse, lambendo os lábios e soltando em seguida uma risada mais animada com o comentário dele. -- Como sabe disso, huh? -- segurou o garoto com mais força, olhando cada passo dele. -- Eu acho que vocĂŞ deveria parar com o baseado, sabia? Seria bem melhor. -- assentiu, fazendo um estalo com a boca. Olhou preocupado para o garoto e fez uma careta de nojo assim que o mais baixo vomitou em seus sapatos, olhando para os cĂ©us e respirando fundo, rezando para que chovesse logo. Tirou os sapatos assim que o outro parou de vomitar, morrendo de vontade de deixá-los no lixo, mas simplesmente os segurou, sem nem saber o motivo. Ele andava de meias, nas ruas de uma cidade pequena - que agora chuviscava -, com o garoto que ele gostava. Ele tentava colocar na cabeça que isso era algo bom, mas nĂŁo entrava. Ele andava de meias porque o garoto que ele gostava estava bĂŞbado por algum motivo, e assim que ele estivesse sĂłbrio, voltaria a odiar Greg. E a chuva? Bem, Greg nĂŁo poderia culpar a chuva de nada.Â