ㅤ 𓂅 ㅤ . RUBY CRUZ? não! é apenas WILLHELMINA HAZEL PARRISH, ela é filha de HADES do chalé 13 e tem VINTE E CINCO. a tv hefesto informa no guia de programação que elu está no NÍVEL III por estar no acampamento há TREZE ANOS, sabia? e se lá estiver certo, WILL/MINA é bastante Perspicaz mas também dizem que ela é Desafiadora. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
Willhelmina Hazel Parrish, conhecida como Mina, nasceu em uma manhã nublada em uma pequena cidade na costa leste. Sua mãe, uma mulher misteriosa com olhos profundos e cabelos escuros como a noite, morreu tragicamente quando Mina era apenas uma criança pequena. A perda prematura deixou Mina órfã, lançando-a em um mundo de tristeza e incerteza.
alinhamento; chaotic good.
signo; escorpião.
traços positivos; determinação resiliente, habilidade estratégica, inteligência mística e empatia com os mortos.
traços negativos; sarcasmo afiado, reticência e reserva, teimosia oculta como determinação, perfeccionismo implacável, experiências traumáticas, propensão a isolamento
Foi durante seu tempo em um desses orfanatos que Mina teve seu primeiro encontro com o mundo mágico. Um sátiro, disfarçado como um cuidador, percebeu as sombras peculiares que pareciam dançar em torno de Mina. Atraído pela aura especial que ela emanava, o sátiro revelou a verdadeira natureza de Mina como uma semideusa, filha de Hades. A notícia de sua herança divina foi inicialmente difícil de aceitar para Mina, mas a promessa de um lugar onde ela poderia pertencer e desenvolver seus poderes foi irresistível. Juntamente com o sátiro, ela partiu em direção ao Acampamento Meio-Sangue.
No acampamento, Mina encontrou um lar e uma nova família entre os semideuses. Seus poderes sobre as sombras se desenvolveram, tornando-se uma extensão natural de sua personalidade melancólica. A engenhosidade que ela adquiriu durante seus anos difíceis a destacou como uma líder entre seus companheiros, enquanto sua mordacidade desafiadora era sua defesa contra as memórias tristes que a assombravam. Ao enfrentar o desafio da Caixa de Pandora e a profecia que a envolvia, Mina encontrou-se mais uma vez diante de um destino imprevisível. Sua jornada, marcada por tristeza, solidão e encontros improváveis, moldou-a em uma semideusa resiliente e única, pronta para enfrentar o que o futuro reservava.
𝒉𝒆𝒂𝒅𝒄𝒂𝒏𝒐𝒏𝒔 .
Líder da equipe azul de arco e flecha.
Will ocasionalmente experimenta visões e sonhos que parecem se desdobrar nas sombras do Submundo. Essas visões muitas vezes carregam mensagens ou prenúncios, conectando-a sutilmente ao reino de seu pai, Hades.
Tem uma coleção de cristais de obsidiana, que ela acredita conterem uma energia vinculada ao Submundo. Ela utiliza esses cristais em rituais e meditações para fortalecer sua conexão com o reino de seu pai.
Usa um anel especial dado por Hades, que tem a capacidade de criar uma névoa sombria ao seu redor. Essa névoa não apenas a protege de olhares curiosos, mas também serve como um sinal de sua herança divina.
Will tem a capacidade de atenuar o medo da morte em outros semideuses. Sua presença tranquilizadora e compreensão única da vida após a morte oferecem conforto àqueles que enfrentam a inevitabilidade da guerra e dos perigos no acampamento.
Como filha de Hades, Will desenvolveu a habilidade única de se comunicar brevemente com almas sombrias que residem no Submundo. Ela usa essa habilidade para obter informações valiosas ou orientação espiritual quando necessário.
PODERES: Necromancia.
HABILIDADES: previsão & vigor sobre-humano.
ARMA: A arma de Willhelmina Hazel Parrish é uma foice sombria; A foice de Willhelmina Hazel Parrish é uma arma singular, impregnada de uma aura sombria e imponente. Seu cabo é feito de um material escuro e resistente, proporcionando uma empunhadura firme e confortável para a semideusa. A lâmina da foice é forjada a partir de um metal desconhecido, emitindo um brilho fosco que parece absorver a luz ao seu redor. O design da lâmina é intrincado, com detalhes que evocam a estética do submundo. Marcas rúnicas, quase imperceptíveis, adornam a superfície, sugerindo uma conexão mística com os domínios de Hades. A borda da foice é afiada como a lâmina de uma guilhotina, capaz de cortar com precisão e eficácia. A foice de Willhelmina não é apenas uma arma física; ela carrega consigo uma essência sombria que parece reagir às emoções e intenções da semideusa. Em momentos de intensidade emocional, a lâmina pode pulsar com uma energia enigmática, refletindo o estado de sua portadora e aumentando sua potência durante o combate. Além disso, a foice é hábil em canalizar e manipular sombras, proporcionando a Willhelmina habilidades únicas durante as batalhas. Seu uso habilidoso da arma não apenas a torna uma oponente formidável, mas também adiciona um toque enigmático e imprevisível ao seu estilo de combate.
BENÇÃO: Aura Curativa: ( Uma bênção divina dotou Willhelmina com uma aura curativa. Sua presença irradia uma energia que acalma ferimentos físicos e emocionais, proporcionando alívio aos que estão próximos. Essa capacidade a torna uma fonte de conforto e cura, fortalecendo os laços entre ela e seus companheiros ).
━ ˊ * ⧼ Ao avistar MUSE à distância, Will não hesitou em aumentar o ritmo de seus passos, determinada a alcançá-lo o mais rápido possível. Ela sabia que a ajuda do filho de MÃE/PAI DIVINO era crucial para o plano que havia elaborado em sua mente. Com cada passo mais rápido, sua mente fervilhava de pensamentos, imaginando os detalhes da estratégia que planejara. O coração batia forte em seu peito, impulsionando-a em direção ao seu objetivo com uma mistura de ansiedade e determinação. A filha de Hades estava determinada a fazer o que fosse preciso para garantir o sucesso de seu plano, e MUSE era uma peça fundamental nesse quebra-cabeça. "Eu vou atrás dele. Você vem comigo ou não?" Will perguntou, sua voz carregada de determinação enquanto fixava o cão infernal que vagava pelo terreno do acampamento em sua mente. A urgência da situação refletia-se em seus olhos, mas também havia uma pitada de desafio, como se estivesse pronta para enfrentar qualquer obstáculo que encontrasse no caminho. Sua postura era firme, pronta para agir, e ela esperava que sue amigue compartilhasse sua disposição para enfrentar a ameaça iminente.
──── ❝ . . . this is a 𝒄𝒍𝒐𝒔𝒆𝒅 𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒘𝒊𝒕𝒉 @nbraddck . ⸍
Ela se sentia desconfortável. Não, desconfortável era uma palavra insuficiente para descrever os sentimentos que permeavam Willhelmina naquele momento. Sempre havia mantido com sua meia-irmã uma relação de respeito mútuo e admiração, mas agora, ao entrar no Chalé de Perséfone, uma sensação estranha e inquietante a invadia. Era como se estivesse pisando em terreno desconhecido, mesmo estando em um lugar tão familiar. Cada passo era pesado, como se estivesse caminhando em direção a algo desconhecido e iminente. A presença da madrasta, uma figura tão importante em sua vida, parecia mais imponente do que nunca, e Willhelmina se viu incapaz de ignorar a tensão que pairava no ar. Seu relacionamento com a meia-irmã sempre se manteve pacífico e fraternal, e Will tinha certeza de que agora, ela também iria apoiá-la diante de todo o caos que havia se instaurado no acampamento devido ao desaparecimento da mãe e dos outros deuses. "Hey sissy." Foi tudo o que conseguiu dizer ao encontrar-se com a mais nova. "Acho que temos algumas coisas pra conversar, não é mesmo?
━ oi. ━ styx chamou lançando um sorriso para willhelmina, estava animado depois de alguns muitos copos. comia alguns doces e salgados para equilibrar. ━ sabe brinca de pega com a boca? aquela coisa de jogar comida pra outra pessoa sabe, vamos fazer? ━ entretanto styx tinha um jeito diferente de executar aquela brincadeira, o tirar do kimono e a blusa foi um dos fatores. ━ joga no meu peito e mantem a boca aberta. ━ o tom era meio mandam porque era natural pra ele.
━ ˊ * ⧼ "Ah, que jogo interessante! Gostei da sua criatividade, mas eu estava pensando em algo um pouco mais divertido." Sentando-se gentilmente ao lado do rapaz, ela pegou algumas frutinhas e as espalhou de maneira brincalhona pelo abdômen dele. Com um sorriso travesso, ela o levou até uma das cadeiras disponíveis com o máximo de delicadeza que pôde e começou a saborear as frutas, aproveitando o doce sabor que logo preencheu seu paladar. Sem perder tempo, Will começou a aproveitar as doces frutas contra o abdômen do filho de Ares, criando um body shot improvisado Suas mãos massageavam cada canto do corpo alheio, que alcançavam buscando dar a B1 um pouco do prazer que estava sentindo naquele momento. "Quer tornar isso ainda melhor?" Ela disse, com um olhar desafiador para o mais velho dos gêmeos. Espero que o resto de suas roupas não tenham sido muito caras. Will disse-lhe ao que abria uma fenda no meio das sombras para tirar sua última garrafa de vodka, "Essa é especial pra mim, então deita aí." Esperando o aval do garoto para despejar o líquido alcoólico em seu abdômen.
O conceito de fazer muito caiu estranho na mente de Elle por não se sentir fisicamente cansada ainda mas entendeu o que dizia por sua expressão, deixando que os ombros tensos caíssem e relaxasse um pouco desde que começou as produções. "Se precisar é só falar comigo, só não se esqueça de descansar um pouco também" a diz um tanto tímida por ser óbvio que estava sendo hipócrita no momento "essas poções começam a fazer mais mal do que bem depois de um tempo, acredita em mim." a observa pensativa antes de voltar o olhar para onde a outra encarava, passando os olhos pelos destroços que pareciam ficar cada vez mais piores com a luz do dia. "Quer a resposta rápida ou a sincera para essa pergunta?"
Elle notou a tensão nos ombros de Elle, compreendendo que, mesmo sem sentir cansaço físico, o peso do momento estava se acumulando sobre ela. As palavras de Elle foram reconfortantes, e Will apreciou a oferta de apoio, mesmo que fosse tingida de timidez. Ela sabia que Elle estava ali para ajudar, mesmo que estivesse lidando com seus próprios desafios. "Obrigada, Elle." Will respondeu sinceramente, sentindo-se grata pela preocupação da amiga. Ela assentiu ao comentário sobre as poções, consciente dos efeitos colaterais que poderiam surgir com o uso prolongado. Will entendia a necessidade de encontrar um equilíbrio entre ajudar e cuidar de si mesma, uma lição que estava aprendendo aos poucos. Quanto à pergunta de Elle, Will ponderou por um momento, refletindo sobre se queria a resposta rápida ou a sincera. Ela decidiu pela sinceridade, sabendo que Elle valorizava a honestidade. "Acho que vou de sincera dessa vez." Will respondeu com um sorriso leve, apreciando a oportunidade de compartilhar seus pensamentos com a amiga de confiança.
Mark estava apenas de longe, observando Will na discussão. Não queria se meter, já que tinha certeza que a garota se sairia muito bem, já que sabia se cuidar. Mas seus sentidos ficaram atentos quando viu a inquietação de escuridão em volta dela, o que fez caminhar em passos largos em direção a ela, encarando o cara com quem ela discutia, o mandando sair dali. Tocando o ombro da amiga, Mark apertou de leve, numa tentativa de confortá-la. — Will, está tudo bem, ok? Eu preciso que você se acalme um pouco...
Respirou fundo quando Mark se aproximou e tocou seu ombro, reconhecendo a familiar sensação reconfortante de sua presença. Ela se virou para encará-lo, deixando transparecer um misto de gratidão e tensão em seu olhar. "Mark, eu... obrigada." Ela murmurou, apreciando o gesto de apoio do amigo. Por um momento, o calor reconfortante de sua amizade pareceu dissipar um pouco da tensão que a consumia. Ela assentiu lentamente, tentando seguir o conselho dele. "Você está certo... Eu só... é difícil, sabe? Ver meu pai envolvido em tudo isso, especialmente agora." Will admitiu, desviando o olhar por um instante antes de voltar a encará-lo. "Mas eu vou tentar me acalmar. Eu prometo."
Yasemin nem reparou que Will estava ao seu lado até ouvir o palavrão sendo proferido e a tensão se criando ao redor do espaço onde estava alguns semideuses. Num outro momento, incentivaria a briga e provavelmente se meteria no meio para brigar pela amiga, mas naquela situação não parecia uma hora legal e propicia a brigas. Nem mesmo para a ruiva que adorava um belo caos e confusão. Já havia apreciado demais todo o pânico gerado no tal rapaz recém reclamado. ❝ ― Ah, Will... ❞ ― Interviu quando notou a filha de Hades gritando, se colocando no meio dela e de um outro filho de Afrodite falando coisas para irrita-la, o olhando com uma carranca bem feia, voltando a atenção para a amiga. ❝ ― Vamos ver como está do outro lado ali com os outros campistas, que tal? ❞
Will sentiu um misto de gratidão e alívio ao ver Yasemin interromper a discussão e se colocar ao seu lado. A presença da amiga era reconfortante, especialmente naquele momento de tensão. Ela sabia que Yasemin sempre estava pronta para intervir e proteger aqueles que lhe eram próximos, e isso a fez se sentir mais segura. "Ah, Yasemin..." Will murmurou, agradecida pela intervenção da amiga. Ela sabia que Yasemin estava ali para apoiá-la, e isso significava muito para ela. Sentindo-se mais calma com a presença da amiga, Will assentiu à proposta de Yasemin de se afastar da confusão e verificar como estavam os outros campistas." Sim, vamos dar uma olhada do outro lado." Will concordou, deixando escapar um pequeno sorriso para Yasemin. Ela apreciava a preocupação da amiga e estava ansiosa para mudar de ambiente, mesmo que fosse por um breve momento. Juntas, elas começaram a se afastar do tumulto, em busca de um espaço mais tranquilo entre os outros campistas.
"esse é o espírito! vem logo, wille!" comentou, puxando a amiga para dançar esquisitamente, igual a haelena, que não se importava nenhum pouco em se passar naquela festa. mas ela tinha de admitir, que tudo já começava a ficar estranho sob sua visão, então parou e se sentou. observar willie se movimentar mais fluidamente fez gen bater palmas freneticamente. "will, eu acho que estou apaixonada!" brincou, levando a mão ao coração dramaticamente. "mas eu juro que se eu me levantar daqui, ou eu desmaio ou eu vomito."
Sorriu enquanto dançava de maneira animada ao lado de Haelena, apreciando a descontração da festa. Porém, ao ouvir as palavras de Gen, seu sorriso se alargou, divertida com a brincadeira. "Gen, você sempre surpreendendo!", exclamou, balançando a cabeça em meio às risadas. Ela olhou para Gen com um brilho divertido nos olhos, considerando sua declaração dramática. "Bem, quem sabe você não encontra o amor da sua vida aqui mesmo, em meio a essa festa louca?", sugeriu, brincando junto com o tom exagerado de Gen. No entanto, quando Gen mencionou que poderia desmaiar ou vomitar se levantasse, Will franziu a testa com preocupação. "Tome cuidado, Gen. Você sabe que pode contar comigo, e não precisa se apressar em nada. Vamos garantir que você se sinta bem e confortável primeiro", disse, oferecendo-lhe um sorriso tranquilizador. "E quando estiver se sentindo melhor, talvez possamos falar mais sobre esse assunto... Ou sobre qualquer outra coisa que você queira. E, quem sabe, até podemos considerar um beijo", acrescentou, piscando de forma brincalhona. "Mas, por enquanto, vamos nos divertir aqui juntas, ok?"
"Wilhelmina." Patrick se interpôs entre os dois, segurando em ambos os ombros da amiga, pedindo, quase implorando para que o semideus se afastasse, firmando-a e chamando a atenção para si. "Acalme-se. Você não- vamos tomar um ar lá fora e você me conta o que está acontecendo, pode ser?" Engoliu em seco ao olhar para as sombras ao redor, massageando os ombros da semideusa.
Sentiu um misto de alívio e gratidão ao ver Pat intervir na situação, protegendo-a e afastando o semideus que estava causando conflito. Seu coração acelerado começou a se acalmar lentamente conforme ele massageava seus ombros, transmitindo-lhe uma sensação de segurança e conforto. Ela se permitiu respirar fundo, tentando recuperar o controle sobre suas emoções tumultuadas. "Obrigada, Patrick." Will murmurou, seu olhar encontrando o dele com gratidão. Ela sabia que podia confiar nele para estar ao seu lado nos momentos difíceis. A sugestão de sair para tomar um ar fresco parecia exatamente o que ela precisava para se acalmar e clarear sua mente confusa. Ela assentiu, concordando com a ideia, pronta para deixar para trás a tensão e o caos que pareciam envolvê-la. Enquanto caminhavam para fora, Will sentiu-se protegida pela presença reconfortante de Patrick ao seu lado. Ela sabia que, com ele ao seu lado, poderia enfrentar qualquer desafio que viesse em seu caminho. "Você está com raiva de mim?"
violet tinha se limpado há pouco tempo, com a ajuda de alguns de seus irmãos, mas as manchas vermelhas causados pelo sangue de aidan ainda permaneciam em suas roupas. aquilo ali certamente levaria bastante tempo para limpar, visto que suas vestes eram claras. enquanto se recuperava, seus ouvidos captaram uma confusão acontecendo ali perto, em meio às falas exaltadas, conseguiu identificar a voz de willhelmina. em circunstâncias normais, a garota tentaria desescalar a situação e mediar o conflito, no entanto, os filhos de apolo se preparavam para se despedir e enterrar um dos seus. ela definitivamente não estava em seu juízo normal e, honestamente, ao ver will defender hades tão ferrenhamente, a loira não conseguiu evitar sentir uma raiva subindo em seu âmago. — acho que a ficha ainda não caiu 'pra você, will, já que seu papaizinho é muito querido. — havia bastante ironia nas palavras da filha de apolo que não se deu ao trabalho de se aproximar da semideusa, mas falava alto o suficiente para ser ouvida. — não estou dizendo que hades é um vilão, ou culpando petrus, mas você não pode só fechar seus olhos e fingir que isso não tem nada a ver com seu pai. meu irmão morreu, ele foi assassinado, e você está aí preocupada com a relação invisível que você tem com hades. vê se cresce!
Fitou Violet com uma mistura de surpresa e indignação estampada em seu rosto. Ela não podia acreditar que a filha de Apolo estava lançando acusações tão pesadas e injustas sobre ela e seu pai. Segurando a raiva que borbulhava dentro de si, Will respondeu com voz firme: "Você não tem ideia do que está falando, Violet. Meu pai não tem nada a ver com a morte de Aidan, e eu não estou ignorando a perda que todos nós sofremos. Mas não vou deixar você transformar isso em um ataque pessoal contra mim e contra Hades." Seus punhos se fecharam com força ao seu lado, a raiva pulsando em suas veias. Ela queria retrucar com palavras afiadas, mas se conteve, lembrando-se de que estavam no meio de uma tragédia e que não era hora para brigas internas entre os semideuses. "Se quer discutir sobre isso mais tarde, podemos conversar. Mas agora, precisamos nos unir para lidar com essa situação da melhor forma possível", concluiu Will, desviando o olhar de Violet e voltando sua atenção para os acontecimentos ao redor, tentando ignorar a ferida que suas palavras tinham deixado em seu coração.
É claro que de todos os deuses que poderiam entrar em contato com os semideuses, o escolhido foi Hades. O cara era o poço de inveja do olimpo, fingia estar satisfeito no submundo, mas a verdade que todo mundo sabia era que ele queria o lugar do irmão. Agora, para causar um pouco de caos, ele tinha reclamado mais um filho, um sujeito que era mais estranho que Asher e metade do acampamento, surgido do nada e criando confusão, uma simples desculpa para que os demais semideuses falassem mal de Hades por aí. " bom, seu pai pode e fez, mas não podia esperar outra reação dele, não é mesmo? o cara é um poço de inveja. " comentou como se não fosse nada demais, esquecendo-se por um segundo com quem estava falando. " mas pelo menos ele deu as caras, né? ao contrário dos demais, deveria ficar feliz com isso. "
Ouviu as palavras de Asher com uma mistura de desconforto e compreensão. Ela sabia que as opiniões sobre Hades eram complexas e carregadas de emoções, especialmente para alguém como Asher, que tinha uma história pessoal com o submundo. Apesar de discordar em alguns pontos, ela optou por não entrar em confronto naquele momento. "Asher, eu entendo sua frustração, mas estou tentando manter a calama." Ela falou suavemente, colocando uma mão sobre o braço dele como um gesto de apoio. "Eu sei que a situação é complicada, mas não podemos deixar que isso nos afete mais do que já afetou." Ela se aproximou dele, buscando o conforto de sua presença familiar em meio ao turbilhão de emoções. "Eu estou aqui com você, ok? Nós vamos enfrentar isso juntos, como sempre fizemos." Will tentou transmitir segurança e tranquilidade em suas palavras, esperando acalmar um pouco a tensão entre eles diante da situação desafiadora que estavam enfrentando.
Quando o semideus misterioso — Petrus, como agora sabiam que ele se chamava — apareceu nos limites do Acampamento Meio-Sangue, Duncan criou duas teorias sobre ele: a primeira, que era filho de um dos Três Grandes, pois só um semideus poderoso seria perseguido por dois monstros tão fortes. A segunda, que ele estava, de alguma forma, envolvido com a profecia entoada por Rachel Elizabeth Dare no pavilhão, semanas atrás.
A primeira havia sido confirmada na noite anterior, quando o símbolo de Hades apareceu sobre a cabeça do menino. A segunda ainda estava em aberto, mas, bem, não era como se filhos dos Três Grandes fossem estranhos a profecias apocalípticas. E havia, além disso, uma terceira, nascida naquela manhã, enquanto repassava em sua cabeça tudo que havia ocorrido. Dessa, ainda não tinha falado a ninguém.
Conspirações à parte, porém, uma das maiores preocupações de Duncan era outra pessoa: Willhelmina. A filha de Hades certamente estaria abalada após os acontecimentos, especialmente por sua conexão próxima com o pai divino, o único deus que, até então, havia dado notícias nos últimos tempos.
Duncan esperou próxima ao chalé 13, zanzando pelos arredores enquanto Will não saía, até, finalmente, deixar de enrolação e bater na porta da cabana. “Uh… Oi! É… Will tá aí?” Exclamou do lado de fora.
estava recostada na parede do chalé 13, perdida em seus pensamentos enquanto observava a porta fechada à sua frente. A noite anterior havia sido tumultuada e os eventos recentes ainda ecoavam em sua mente. A revelação sobre Petrus e sua conexão com Hades a deixaram profundamente perturbada, especialmente considerando a morte de Aidan e as consequências sombrias que se desdobravam no acampamento. Ao ouvir a batida na porta, Will ergueu o olhar com uma mistura de surpresa e expectativa. Ela reconheceu a voz de Duncan e um nó se formou em seu estômago. Apesar de sua preocupação com o que ele poderia querer, uma parte dela sentiu um alívio por saber que ele estava ali. Duncan sempre tinha sido um amigo leal e confiável, alguém em quem ela podia confiar nos momentos difíceis. "Entre", ela chamou, sua voz um pouco rouca pela tensão que sentia. Quando Duncan adentrou o chalé, Will levantou-se da cama, seus olhos azuis encontrando os dele com uma expressão mista de cansaço e ansiedade. Ela não precisava perguntar o motivo de sua visita; era óbvio que ele estava preocupado com ela. "Oi, Duncan", ela cumprimentou, tentando manter uma fachada de normalidade. "Sim, sou eu. O que você precisa?" Sua voz soou um pouco mais firme do que ela se sentia por dentro, mas ela esperava que ele não percebesse a turbulência em seu interior.
quando: durante a madrugada (logo após a festa/drop)
onde: enfermaria
trabalho, trabalho, trabalho. a noite não havia acabado nem um pouco parecida como que havia planejado. kaiser sequer havia voltado para seu chalé. porra, sequer tinha um chalé inteiro agora! os olhos claros estavam arregalados conforme trabalhava incansavelmente há longos minutos. kai tinha humores bastante específicos, o normal deles sendo o cara divertido, amigável, tagarela e bobão. e o segundo normal sendo o modo que estava ligado agora, os olhos focados, os dedos longos se movendo com pressa, mas também com imensa precisão. curava, costurava, remendava, estacava... tudo o que fosse necessário para ajudar cada um dos semideuses que haviam se ferido. trabalho, trabalho, trabalho. não podia nem reclamar, era muito mais fácil se afundar no trabalho do que ter a voz de quíron ecoando em sua mente dizendo estar decepcionado. e era definitivamente mais fácil do quer ter que lidar com...
o coração parecia estar sendo agarrado e esmagado. seu irmão havia morrido. não, seu irmão fora assassinado, estraçalhado de uma maneira cruel e brutal. aquilo lhe embrulhava o estômago não por nojo, mas por culpa, por dor, por desespero pela forma que tudo ocorreu. trabalho, trabalho, trabalho. o pânico se assolava pelo acampamento mais uma vez e, se não focasse o suficiente, seus poderes mais uma vez iriam se conectar com o caos alheio e isso só pioraria tudo. foco, droga! "o que é?" questionou com uma voz irritadiça assim que alguém o cutucou, o arrancando bruscamente do oceano de memórias que o afogava. "desculpe, eu só..." sentia os ossos doerem e tremerem. "desculpe." repetiu para o assistente que o havia tocado, o semideus apontando para a porta. kaiser liberou quem havia recém tratado e limpou as mãos no avental, procurando a próxima pessoa que esperava ser atendida. "pode vir até aqui." acenou, indicando a maca. "em que posso ajudar? você se feriu, passou mal...?" questionou calmamente e com simpatia, querendo averiguar se era um caso mais psicológico ou físico para que ajudasse.
Fitou Kaiser trabalhar incansavelmente, seu coração se apertando ao ver o sofrimento evidente em seus olhos. Ela sabia que ele estava lidando com a perda de seu irmão de uma maneira devastadora, e isso a deixava angustiada. A voz de Quíron ecoando em sua mente era uma lembrança constante do peso das expectativas e responsabilidades que os semideuses carregavam. Ela se aproximou cautelosamente, consciente do estado emocional de Kaiser, mas sentindo a necessidade de oferecer algum conforto. "Kai", chamou suavemente, sua voz soando frágil no meio da agitação ao seu redor. "Eu sei que está passando por um momento difícil. Se precisar de alguém para conversar, estou aqui para você. Você não está sozinho nisso", acrescentou, tentando transmitir compaixão e apoio. No entanto, uma pontada de medo a invadiu quando ela considerou a possibilidade de Kaiser rejeitá-la por achar que seu pai teve algo a ver com a morte de seu irmão. Ela se perguntou se seria capaz de suportar a rejeição de alguém que ela se importava tanto. Mas, apesar do medo, ela permaneceu ao lado de Kaiser, determinada a oferecer apoio incondicional, mesmo que isso significasse enfrentar suas próprias inseguranças. "Eu? Não posso dizer que estou bem com essa situação toda, mas e você? Como você está? Ainda ele..." Mal conseguia proferir o nome do filho de Apolo morto, morto por um cão infernal. "Sinto muito por ele."