𝓷𝓸𝓽𝓪𝓼: olá, besties!! feliz ano novo para todo mundo!! trouxe uma história bem mixuruquinha com o jeonghan pois estou morrendo de saudades dele. e também porque eu acho que o jeonghan deve ser um namorado extremamente perturbado das ideias do tipo ter que amar muito ou odiar muito!
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Você e Jeonghan tinham terminado o namoro há seis meses, um namoro que durou quatro anos e terminou por uma simples briga onde os dois, que eram extremamente orgulhosos, não conseguiram lidar e voltar atrás.
O término ainda doía em você de forma grandiosa e, pelas coisas que você ouvia dos seus amigos, Jeonghan também não estava muito bem. Contudo, o maldito orgulho e a dor de pensar que, se ele também não havia te procurado até o momento, poderia ser porque não importava tanto assim, doia em você ainda mais. Como um monstro rasgando seus órgãos por dentro de forma lenta.
Porém, apesar do fim do namoro repentino, a família do Jeonghan ainda era muito apegada a você. Sua ex-sogra chora até hoje quando fala com você por telefone. E foi exatamente assim que ela pediu para que você viesse para a festa de aniversário dela. Você simplesmente não conseguiu dizer não, e nem queria, porque de fato a mãe do seu ex-namorado era como uma segunda mãe para você.
E foi assim que você acabou estando no jardim da casa da sua ex-sogra, avistando seu ex-namorado, que você ainda amava perdidamente, pela primeira vez dentre todos esses meses. Você estava prestes a precisar ser muito forte.
— Oi, querida. Que bom que você veio. — sua ex-sogra te recebeu com um grandioso abraço cheio de amor e saudades. — Agora sim estou completamente feliz.
— Eu jamais perderia seu aniversário.
— Que bom ouvir isso. Sei que fiz um pedido difícil, devido ao que aconteceu, mas eu estava morrendo de saudades de você. — ela acariciou seu cabelo com carinho, como uma mãe faria.
— Não precisa se preocupar, nós somos adultos e precisamos lidar com as coisas como adultos. — você deu de ombros, mesmo sabendo que estava mentindo a beça agora, porque seus nervos estavam à flor da pele.
— Ah que bom. Fica à vontade, meu bem, essa casa sempre será sua também. Eu vou ali falar com as minhas amigas e já volto. Porque você não vai até a mesa de doces? Eu encomendei aquele doce que você tanto gosta. — você assentiu para ela e permitiu que ela se afastasse para ir até o grupo de senhoras da melhor idade que eram suas amigas.
Você foi até a mesa de doces, sentindo-se um pouco como um peixinho fora d’água no meio daquelas pessoas, principalmente porque a maioria delas eram familiares do Jeonghan, que sabiam que vocês tinham terminado, pois todos ali eram grandes fofoqueiros. Seus amigos, que também eram amigos do Jeonghan, não estavam presentes nessa comemoração mais fechada, então isso limita bastante as pessoas que você poderia interagir sem ficar um clima estranho. Então você teria que segurar a onda até ser socialmente aceitável ir embora.
Enquanto estava na mesa de doces, comendo do seu doce favorito, sentiu uma presença atrás de você e se virou para olhar quem era.
— Oi, S/N. Quanto tempo não nos vemos. — era Joshua, primo do Jeonghan por parte de mãe.
Joshua costumava ser sempre legal com você. Jeonghan sempre dizia que eles se davam muito bem, apesar do Jeonghan achar que o primo era muito careta algumas vezes. Joshua era dito como aquele primo perfeitinho que as tias sempre usam como exemplo quando querem comparar com alguém.
— Oi, Joshua. Realmente, faz um tempinho que não nos vemos. Como vai a faculdade? — Joshua cursava medicina, o que já era de se esperar dele.
— Está sendo puxada, como sempre. Mas no final vai valer a pena. — ele sorriu e, de fato, tinha um sorriso bonito. — Escuta, desculpa te perguntar isso, mas ouvi dizer que você e o Jeonghan terminaram. É verdade?
Você achou estranho toda essa cena, porque sabia que essa novidade já estava velha na família deles, mas resolveu não ligar muito para isso. Fofocas vão e vem, daqui a pouco eles estão falando de outra coisa.
— Sim, é verdade, já tem quase sete meses. — você viu um brilho se acender no olhar do garoto.
— Ah, que loucura, eu achei que vocês estavam indo bem. — ele tomou um gole do champanhe caro que sua ex-sogra sempre comprava quando dava festas. — Uma pena, para ele. Você é uma garota sensacional, qualquer homem daria tudo para estar com alguém como você. Eu, pelo menos, daria.
Você, de início, tomou um susto pela ousadia inesperada dele, mas depois achou graça e ficou até um pouco lisonjeada pelo elogio.
— Desculpa se eu estiver entendendo errado, mas você está dando em cima de mim, Joshua? — você cruzou os braços de forma divertida.
— Bom, já que…
Mas antes que Joshua pudesse terminar sua frase, você sentiu uma outra presença chegar por trás de você, praticamente grudando o corpo no seu. Você reconheceria aquele cheiro em milhares de anos e quilômetros. Sabia quem era sem precisar olhar para trás.
— É, Joshua, eu também estou curioso para saber se você, meu querido primo, está dando em cima da minha namorada bem em cima do meu nariz. — Jeonghan falou de forma sarcástica, também tomando um gole do champanhe.
— Ex-namorada. — você ressaltou, caso ele tenha esquecido.
— Sim, pura formalidade. — ele te lançou um olhar debochado. — Agora, vamos deixar o Joshua terminar porque eu realmente quero saber.
— Olha, Jeonghan, não vamos fazer uma cena, tudo bem? Eu só estava conversando com ela, e dizendo umas verdades também, já que você quer tanto saber. — ele deu de ombros. — Depois, S/N, se você quiser, conversamos melhor sobre tudo isso.
Joshua foi se afastando.
— Ela não quer, mas obrigado por ser tão generoso. — Jeonghan falou alto para que o primo ouvisse. — Cuzão talarico.
Você suspirou por Jeonghan ter acabado com seu divertimento de forma tão abrupta. Obviamente, não tinha intenção nenhuma em sair com Joshua, apesar de ele ser muito bonito, mas você queria saber até onde ele iria. E também te distraiu de pensar em outras coisas, ou pessoas. Como essa ao seu lado.
— E você, hein? Iria deixar ele te cantar assim, bem na minha cara? — ele se apoiou em uma das pilastras de varanda e te encarou de forma séria.
— Olha, Jeonghan, acho que você perdeu o direito dessa respostas seis meses atrás. — foi a sua vez de encarar ele seriamente.
— Ah, não vem com essa! Não tenta fugir do assunto, você estava mesmo deixando ele dar em cima de você? — perguntou novamente.
— E se eu estivesse, Jeonghan? Que problema tem? Eu sou uma mulher solteira e posso flertar com o homem que eu quiser, quando eu quiser. — estava começando a ficar sem paciência porque ele tinha o dom de te tirar do sério.
— O que? Não pode não. — ele terminou o champanhe e deixou a taça cara em cima da mesa de doces.
— E por que não?
— Ué, porque eu não deixo. — ele respondeu de maneira simples. — Você não pode querer sair com outros caras só porque terminamos.
Você soltou uma risada irônica, por uma parte porque estava achando cômico e por outra porque sabia que Jeonghan não suportava quando outras pessoas eram irônicas com ele. Logo ele, o rei da ironia.
— Sabe, para alguém que é advogado, esse aí é o maior papo de cadeia que eu já ouvi. — você olhou ao redor e viu que alguns familiares do Jeonghan estavam olhando na direção dos dois. — E você está começando a chamar atenção das pessoas.
— Eu não me importo, mas já que você liga tanto para opinião alheia podemos ir lá para dentro. Vem. — ele não te deu opção de negar quando segurou levemente seu braço e te encaminhou para dentro da casa.
A casa dos pais do Jeonghan era enorme. Toda a família dele nadavam no dinheiro e por longas gerações. Jeonghan ainda possuía um quarto dele na casa. Um dos inúmeros outros espalhados pelo casarão.
— Achei que conversariamos na sala. Não me sinto confortável em estar no quarto com outro homem. — você fez questão de ficar bem perto da porta, para pode escapar caso quisesse fazer alguma besteira.
— Não tem problema se o tal homem for eu. — ele se encostou na mesa de computador, quase do outro lado da sala.
— Espero mesmo que você esteja sendo engraçadinho e não falando sério sobre isso. — revirou os olhos, sentindo seus nervos enlouquecendo pela rapidez em que tudo mudou, de calmaria controlada à beira de um descontrole.
— Claro que não estou brincando. — ele ficou sério novamente, te encarando de forma tão profunda com aqueles olhos escuros que você precisou fazer uma força heróica para não desviar.
— Ah, vai a merda cara. Você não pode e nem vai tentar controlar o que eu faço da minha vida. Não fazia quando namorávamos e não vai fazer agora que terminamos.
— Mas eu não quero mandar na sua vida, só não quero que você saia com outros caras. — ele deu de ombros, me olhando como se eu fosse uma idiota por não concordar com ele.
— Você acha que tem moral para falar isso? De verdade? — você já estava mais perto dele, sentindo-se dominar pela necessidade de explodir. — Logo você? Acha que eu não vi as fotos que o Mingyu postou? De vocês em uma boate com várias garotas ao redor?
Falar aquilo fez sua voz fraquejar, pois a lembrança do dia em que você viu aquelas fotos, e a sensação devastadora que sentiu por elas, ainda estava bastante viva em sua memória. Você tinha chorado a noite toda, sentindo seu coração ser despedaçado apenas por imaginar todas as coisas que provavelmente aconteceram ali.
— Nem me lembra da porra desse dia, foi um inferno. — ele passou as mãos pelo cabelo, de forma desesperada.
— Ah, coitadinho de você. Não comeu buceta suficiente naquele dia? — agora você estava partindo para o ataque, como modo de defesa.
Jeonghan soltou uma risada baixo, balançando a cabeça na direção do chão, como se ele tivesse acabado de ouvir a coisa mais absurda do mundo. Ele retirou uma das mãos do bolso da calça social e apertou a ponte do nariz.
— Sabe o que aconteceu naquela porra de dia? — você chegou mais perto dele, de braços cruzados para aguentar o que ele diria a seguir. — Eu realmente fui para aquela boate pra tentar me distrair um pouco de toda a merda que aconteceu entre a gente. Mas acontece que, enquanto eu olhasse para qualquer uma das meninas que estavam lá, eu só conseguia comparar elas com você, sua filha da mãe. Só conseguia pensar o quanto você é mais bonita, que a curva da sua boca é mais gostosa e que seu corpo vai muito além de enlouquecer o meu, coisa que nenhuma delas iria conseguir fazer. Você deve ter jogado uma praga em mim, porra. Só isso para justificar eu ter virado um passivo que aceita tudo o que você faz comigo, apenas porque não consigo me manter longe. Você com certeza deve ser feiticeira, caralho.
Você ficou sem reação com as coisas que ele falou, mas sentiu profundamente cada palavra que saiu da boca dele. Não sabia como reagir, pois claramente não havia sido uma enxurrada de elogios. Parecia mais como uma confissão.
— E o que você quer que eu faça com tudo isso? — sua voz saiu como um sussurro.
Jeonghan deu passos rápidos até você e segurou seu rosto com uma das mãos. A outra foi em direção a sua nuca, onde ele segurou seu cabelo de forma firme. Você engoliu em seco para manter-se de pé em meio do descontrole do seu corpo naquele exato momento.
— Quero dizer que você ganhou, sua filha da puta. — ele abaixou o rosto para que pudesse esfregar os lábios na sua mandíbula. — Você sabe o quanto eu sou competitivo e estava esperando que você voltasse primeiro. Mas já vi que não consigo competir com você, porra. Eu estou enlouquecendo.
— E foi justamente por isso que terminamos, Jeonghan. Nós somos iguais demais e uma hora isso iria pesar no nosso relacionamento. — você suspirou, pensando em como aquele assunto pesava em seus ombros. — Somos explosivos demais.
— Não vem com essa! Namoramos por quatro anos e deu super certo. — ele arregalou os olhos. — Tudo bem que discutimos algumas vezes, mas que casal não faz isso? Literalmente todos os casais brigam.
— Sim, eu sei, mas acho que nossas brigas não são saudáveis para o nosso relacionamento. Elas são sempre muito intensas. — você rebateu.
— Sim, são. Mas a gente sempre conseguiu resolver as coisas depois, e é isso que importa. — ele deu um passo para a sua direção, ficando mais perto. — Porra, não fala que esse é realmente nosso fim. Você não sabe como minha mente fica com a ideia de ter te perdido pra sempre.
Antes que você pudesse responder, Jeonghan segurou seu pescoço e atacou seus lábios de maneira faminta. O beijo era como os que vocês sempre trocavam depois de uma briga: ardente e feroz. Suas línguas já travavam uma enorme batalha e as mãos dele apertavam seu corpo como se ele tivesse medo de que você fosse desaparecer de repente.
Jeonghan não perdeu tempo em te erguer e te colocar em cima da mesa do computador, derrubando qualquer coisa que estava por ali. Ele se encaixou no meio das suas pernas e puxou seu corpo para mais perto dele, para que dessa forma não houvesse qualquer espaço entre vocês. Ele desceu a boca por seu pescoço, não perdendo tempo em sugar com força aquela área, fazendo você soltar um som que era para ser de repreensão, mas se assimilou muito com um gemido de prazer. Ele sabia que você não gostava quando ele te deixava marcada, mas fazia justamente para te irritar. Jeonghan não mudaria nunca.
As mãos dele foram parar nas alças do seu vestido, puxando-as para baixo de uma só vez, expondo seus seios para que pudessem ficar à disposição dele.
— Jeonghan…— você soltou quando ele segurou seus seios de maneira firme. Sexo com ele nunca tinha sido calmo ou fofo demais, vocês dois eram sedentos demais e sempre se entregavam a energia sexual de forma completa. Você jamais conseguiria encontrar alguém tão compatível na cama como ele era.
— Você vai voltar pra mim né? — ele perguntou, descendo a boca para um dos seus seios, chupando de maneira diabólica enquanto te encarava. — Ou eu vou ter que te fuder tão forte que minha família inteira vai ouvir você dizendo que sim?!
— Se você fizer isso eu te mato! — você apertou os cabelos dele, tentando não deixar transparecer o quanto aquela ideia parecia mesmo boa para você.
— Então responda, amor. — ele disse, enfiando a mão pelo meio das suas pernas até chegar na sua buceta, acariciando lentamente aquela parte pulsante. — Responde ou eu vou parar e a gente vai descer para a festa, fingindo que você não está pingando de tesão por mim.
Você não queria ceder, mas precisava escolher quais guerras valia a pena lutar.
— Tudo bem, eu volto com você! Agora continua. — você segurou a mão dele com firmeza, fazendo com que ele voltasse a circular os dedos por lá.
— Porra, você é tão mandona, odeio isso. — ele mordeu seu ombro com força. — Mas tenho que aguentar porque te amo muito mais.
Jeonghan te ergueu da mesa e te levou até a cama, jogando seu corpo lá. Ele estava se despindo das roupas bem na sua frente, sem muita pressa, enquanto te encarava daquela forma intensa que fazia com que seus olhos ficassem grudados nele. Você não cansava de repetir em sua mente o quanto você amava esse cara e não conseguia parar de pensar no quanto foi difícil ficar longe dele por tanto tempo. Esperava que nunca mais tivesse que passar por aquilo.
— Eu também amo você.
— Então você vai ter que mostrar o quanto me ama, aqui nessa cama, enquanto minha família está lá embaixo curtindo a festa. — Jeonghan subiu seu vestido, deixando na altura do quadril, seu corpo estava praticamente todo à mostra. — Com certeza eles devem estar se perguntando o que estamos fazendo, provavelmente achando que estamos discutindo. Mal sabem eles que nossas discussões sempre acabam comigo te fodendo com força.
Ele abriu suas pernas e não te deu tempo de dizer nada em respostas quando desceu a boca em sua buceta, beijando toda a parte dela como se ali estivesse o doce favorito dele. Você segurava os lençois com força, fazendo de tudo para não gritar enquanto era levada à loucura., porém não conseguiu segurar muito quando a língua do Jeonghan começou a entrar e sair de dentro de você lentamente, como se estivesse te torturando. E, conhecendo seu namorado, sabia que provavelmente ele estava mesmo fazendo isso. E estava amando fazer isso.
— Caralho. — o grito saiu da sua boca, e suas mãos seguravam com força os cabelos castanhos deles.
— Se gritar um pouquinho mais alto, com certeza eles vão ouvir. — ele mordeu o interior da sua coxa e foi subindo os beijos, roçando a ereção dele em você assim que se ocupou com seus seios. — Sou alucinado por todo seu corpo, amor. Você é a filha da puta mais gostosa desse mundo.
— Jeonghan, estou com saudades… — você não precisava explicar, pois ele entenderia tudo o que você não estava dizendo.
Ele soltou uma risada fofa, e isso simplesmente acabava com você. As pessoas geralmente se confundiam quando o assunto era o Jeonghan, na maioria das vezes elas o liam de maneira errada. Por ter um rosto angelical, um sorriso doce e olhar meigo, achavam que ele era um anjo na terra, quando na verdade, ele era o caos em forma de pessoa. Estava sempre por trás de todas as brigas entre seus amigos, era competitivo ao extremo e estava sempre pronto para ser debochado e irônico em qualquer situação. Ele não te tratava como uma princesa meiga, com doçura. Ele mostrava que te amava de outros jeitos: com perturbações, leves puxões de cabelo, tapa na bunda e presentes caros do absolutamente nada.
Por isso que, assim que soltou a risada, ele fez questão de separar bem sua perna, pois sabia do que você estava falando.
— Eu sei disso. Meu pau tá quase explodindo de saudades também. — ele beijou seus lábios antes de retirar a cueca. — Podemos ficar brincadeirinhas depois. Agora eu só preciso me enterrar dentro de você ou acho que realmente vou perder o controle.
Dito isso, ele se enfiou dentro de você, de uma só vez e sem muita cerimônia. Do jeito que você gostava. Suas costas arquearam de uma maneira quase inumana e o grito ficou preso na sua garganta pela tensão. A cama balançava e fazia um enorme barulho pela força que vocês estavam se movendo em cima dela. Jeonghan enfiava rápido e parava quando estava bem lá no fundo, tudo isso mantendo os olhos na parte dos seus corpos em que vocês se uniam. Como se isso fosse a coisa mais bonita que ele poderia ver.
— Nossa… meu deus… — você começou a mexer seu quadril, sabendo que esse era um dos movimentos que Jeonghan mais gostava.
Dito e feito, ele foi perdendo ainda mais o controle e desceu o corpo sobre o seu, fazendo com que as peles, agora suadas, grudassem uma na outra. Ele estava gemendo baixinho ao pé do seu ouvido, falando safadezas que você sequer conseguia se concentrar para identificar. Tudo isso enquanto dava mordidas em sua pele toda vez que ele chegava bem no seu fundo.
— Hoje eu te engravido, porra. — ele te beijou com força, segurando seu cabelo ao ponto de fazer seu pescoço arquear. — Vou te colocar um filho, caralho.
— Por favor, faz isso! — você sequer sabia com o que estava concordando, mas não importava nem um pouco porque as sensações eram boas demais para você se prender a qualquer outra coisa. — Me engravida!
Jeonghan apertou suas coxas com ainda mais firmeza e sua cabeça começou a bater na cabeceira na cama com a força que o homem estava fodendo você. Para alguém magro como ele, Jeonghan se transformava quando vocês transavam.
— Caralho, não vou aguentar muito tempo se você continuar falando essas coisas. — ele apertou seus seios com força. — Você sabe o quanto fantasio com você cheinha de um filho meu.
— Então me enche de porra e realiza essa fantasia. — você implorou.
E aquilo foi o suficiente para fazer com que Jeonghan perdesse o restante do controle que ainda tinha, te fodendo da maneira mais louca, do jeito que vocês dois gostavam. E aquele momento se estendeu por mais alguns outros. Com vocês mudando o cenário por qualquer outro que pudesse ser feito de apoio dentro daquele quarto…
(...)
— Jeonghan? Filho? Você viu a S/N? — você ouviu a mãe do Jeonghan chamar do outro lado da porta. — Faz um bom tempo que eu não vi ela e o Joshua disse que a última vez que a viu foi com você. Espero que você não tenha feito ela chorar de novo! Eu acabo com você.
Você estava deitada na cama, enrolada nos lençois e com a cabeça encostada no peito do Jeonghan, que traçava linhas invisíveis por sua pele em um carinho gostoso do qual você apreciava bastante.
— Com certeza te fiz chorar, né amor? — ele sussurrou em seu ouvido.
— Shh! Responde ela logo, deve estar realmente preocupada. — tentou falar sério sem permitir que soltasse a risada.
— Mãe, ela está bem. Muito mais que bem, então não precisa se preocupar. — ele gritou para a mãe.
Sua, agora sogra novamente, ficou em silêncio por um instante antes de voltar com as perguntas.
— Ela está aí dentro? Vocês estão brigando? — ela perguntou.
— Sim e não, mãe! Está tudo bem, estamos bem. Pode ir lá voltar para a sua festa que daqui a pouco eu levo a gostosa da sua nora lá embaixo para vocês fofocarem. — ele piscou em sua direção.
— Nora?! Então quer dizer que vocês voltaram? — ela parecia radiante de alegria agora. — Isso quer dizer que eu ainda posso ter netinhos bonitos? Ah, graças a Deus!
Você soltou uma risada alta, sem conseguir controlar, sendo seguida pela risada do homem deitado ao seu lado.
— Sim, mãe! E pode deixar, já estou providenciando os netos que você tanto pede! — ele puxou você para cima dele novamente. — Inclusive, estou trabalhando muito nisso.
— Jeonghan! — você e a mãe dele falaram em uníssono, com você podendo acertar um tapa bem forte no braço dele.
to de férias e ate agora nao escrevi uma unidade de palavra pra postar, mas pretendo escrever uma historia com o jeonghan pois estou morrendo de saudades dele
𝓷𝓸𝓽𝓪𝓼: olá!!! escrevi essa história baseada na musica da diva marina sena, pois estou viciada nesse álbum. queria que ficasse mais putifero, mas é o que temos para hojekkk
𝓹𝓪𝓵𝓪𝓿𝓻𝓪𝓼: 4.5k
𝓰𝓮̂𝓷𝓮𝓻𝓸: meio rivais to lovers, mas nenhum dos dois estão no lovers aindakkk, jeonghan advogado.
Você e Jeonghan trabalham no mesmo escritório de advocacia há cinco anos, os dois sempre disputando para pegar os melhores casos, os que eram mais comentados e os que valiam mais dinheiro.
Essa rivalidade entre os dois era um caso antigo, desde a época da faculdade, onde vocês protagonizaram discussões calorosas para toda a turma. Discussões essas que deixava você maluca, com sede de sempre derrotar ele em todos os espaços possíveis. Porém, por algumas razões que você não entendia, o placar de vitórias entre vocês dois estava sempre empatado. Inclusive os dois se formaram com honra, sendo os melhores alunos da turma de vocês naquela época. A vitória tinha sido boa, mas não tinha o mesmo gosto porque você teve que dividir o gosto com ele.
Jeonghan era um ser desprezível para você, juntando todas as características que você menos gostava: ele era arrogante, inteligente de uma forma surreal, porém muito cheio de si, as coisas pareciam apenas funcionar para ele sem esforços. E a praga ainda era bonita, para sua ainda maior infelicidade. Porque muitas coisas ele conseguia também pelo rosto bonito que ele tinha, e pela influência que a família dele tinha.
Jeonghan, diferente de você, tinha nascido em uma família com dinheiro e oportunidades, você tinha certeza que ele nunca precisou se preocupar se teria dinheiro para sobreviver no final do mês. Você, por outro lado, conseguiu ocupar o espaço que ocupava agora por muito esforço e muito sacrifício.
Por isso que você estava se controlando para não revirar os olhos a cada três segundos durante aquele jantar da empresa, onde o assunto principal era justamente aquele playboyzinho com cara de marrento que você tanto detestava.
Suas amigas vivem dizendo que, na verdade, essa raiva toda entre vocês era tesão acumulado durante todos esses anos. Coisa que você preferia não pensar muito sobre, pois, sendo uma mulher solteira que era quase casada com o trabalho, realmente estava ficando difícil arrumar alguém para sair.
— Cara, que merda. Sei que já disse isso. mas sinto muito por você. — você conseguia ouvir Joshua, o cara que mais aguentava o Jeonghan na empresa, falar para o homem em sua frente. — Eu pensei que o casamento sairia logo. Uma pena mesmo.
Você ficou muito mais interessada, porque até então não sabia qual era o motivo do jantar repentino. O grupo desse setor no escritório era bastante restrito, vocês eram dez e se consideravam amigos diante de todas as coisas que enfrentavam juntos no escritório. Apesar de você ter preferências entre eles, gostando mais de uns do que de outros. E mesmo sem saber muito bem sobre do que se tratava, resolveu sair para jantar com eles. A única coisa que você sabia era o que Joshua tinha falado para todos; que alguém precisava sair para encher a cara porque estava passando por algo difícil.
— Ah, cara, sinto muito. Ela parecia uma garota bem legal. — Karina, uma das suas amigas mais próximas e a sua melhor amiga na empresa, lançou um sorriso acolhedor para o homem em sua frente.
— Porra, valeu gente. Faz uns dois meses já. Eu resolvi contar agora porque vocês sabem, as fofocas nessa merda aqui correm bem rápido. — ele deu um gole na cerveja. — Logo todo mundo vai saber que meu noivado acabou.
Aquilo chamou ainda mais a sua atenção. Não que fosse lá a melhor notícia do mundo para você, mas sempre teve a impressão de que a, agora ex-noiva, não parecia combinar em nada com o Jeonghan. Ela era muito quietinha, fofinha e bonitinha. O contraste entre eles dois era muito alto.
— Seu noivado acabou? Uau, até que durou muito tempo. — você falou, sentindo a cerveja descer geladinha na sua garganta.
E era verdade. Por suas contas, Jeonghan e a ex estavam juntos há três anos. Ele costumava levar ela em algumas festas da empresa e vocês até chegaram a trocar algumas palavras, nada mais do que isso. Você tinha uma leve impressão de que Jeonghan sempre tentava manter a garota bem longe de você durante os eventos que ela participava também.
— Pega leve. — Karina chutou sua perna.
— Ué, não falei nada demais, certo? Mas agora fiquei curiosa pelo motivo, você não pode contar as coisas pela metade. — você girou o copo que segurava. — Fala aí, por que terminaram? Ela descobriu que você não presta? Ou pior, você traiu ela? Porque isso parece muito o que você faria.
Jeonghan te lançou um olhar afiado, como se quisesse muito derramar aquela cerveja toda em cima de você.
— Ao contrário do que você pensa, não sou tão filho da puta assim. — você duvidava muito, mas apenas deu de ombros. — A gente só teve uma conversa bem séria sobre o futuro e percebemos que acabamos ficando noivos porque era cômodo. Porque a gente gostava da companhia um do outro. E eu não quero casar com alguém apanas por isso. Ela também não.
Seus amigos balançaram a cabeça, de alguma forma entendendo o que ele tinha dito. Você, na realidade, não ligava muito pelo motivo, mas de uma forma bem perversa, ficou feliz por vocês terem voltado para o mesmo nível de escala de uma vida bem sucedida. Era escroto pensar assim, mas você sentia que estava sempre em uma competição com o Jeonghan, então se ele casasse primeiro, de alguma forma ele estaria acima de você. E assim você estaria perdendo.
— Poxa, que pena. — soltou um suspiro meio falso. — Mas que bom para ela, não sei nem como ou o que ela viu em você.
— Ah, nem começa. A última coisa que eu preciso é ouvir seu veneno. — ele se encostou na cadeira, passando a mão no cabelo.
— O que? Estou falando a verdade. — você tomou mais alguns goles. — Ela tinha muita cara de santinha. Você iria destruir essa garota com o tempo.
Jeonghan te olhou de forma profunda, como se suas palavras tivessem alcançado um local que feria ele. Bom, você não era conhecida por ser uma flor, mas esse cara geralmente te fazia mostrar o seu pior lado. Eram tantos anos nessa competição fudida com ele, que sentia que havia duas versões de você. Uma, que era sua versão normal com a maioria das pessoas, e a outra que era moldada por essa convivência totalmente destrutiva com o Jeonghan.
— Você tem essa percepção dela porque nem todo mundo é uma vadia sem noção como você. — ele esbravejou.
Você poderia se ofender, mas já tinha ouvido coisas muito piores vindo dele que isso até parecia mais um elogio que uma ofensa.
— Nada que você fale para mim irá diminuir a verdade da minha fala. — você deu de ombros, voltando a se perder em pensamentos enquanto seus amigos continuavam a tentar consolar o cara.
Parando para analisar, de longe, Jeonghan não parecia estar muito triste por ter terminado um relacionamento de três anos e um noivado. Ele parecia mais chateado de ter que lidar com esses momentos de pós término do que, de fato, lidar com a tristeza que o fim de um relacionamento causa nas pessoas. Contudo, se você o conhecia relativamente bem, sabia que ele não era igual as outras pessoas com quem você convivia. Tudo nele parecia fora da curva.
No final da noite, quando você se despediu do pessoal para ir embora, acabou ficando para trás por precisar ir ao banheiro. Contudo, quando saiu do restaurante para pedir um carro, viu no beco do lado uma figura alta e magra de um homem, fumando um cigarro e soltando lentamente a fumaça para o ar da noite. Era Jeonghan.
— Se você aceitar fumar comigo, te dou uma carona para casa. — a voz dele saiu rouca, carregada de uma energia que aquela noite estava proporcionando a ele.
Você olhou o valor do carro no aplicativo e viu que, infelizmente, você era mão de vaca demais para pagar tão caro numa corrida, sabendo que tinha a opção de ir de graça. Porém, iria ter que testar para ver o quanto iria ter que pagar por essa gratuidade.
— Me passa um, então. — você caminhou até ele, com o pano de seda do seu vestido balançando com o vento refrescante da madrugada.
Jeonghan te passou o cigarro e você começou a tragar em silêncio, se encostando na parede ao lado dele. Não era muito fã de cigarros, mas não conseguia negar que algumas pessoas passavam uma vibe bastante sexy quando fumavam. E, para o seu desgosto, Jeonghan ficava bastante gostoso quando fumava. E esse pensamento sempre fazia com que você chegasse à conclusão de que, sim, a relação de vocês era realmente bastante esquisita.
— Sabe, estou pensando agora sobre o que você falou. — ele começou. — Sobre o fato de que, se ela casasse comigo, eu iria destruir a vida dela com o tempo. Realmente acha isso?
Você sabia que, se ele estava perguntando justamente para você, era porque queria saber a verdade. Jeonghan também conhecia a dinâmica da relação de vocês, essa coisa de colegas-rivais que convivem juntos o suficiente para que alguém possa falar que vocês são amigos. E ele sabia que vocês sempre falam a verdade um para o outro, justamente porque não tinham a preocupação se aquilo iria machucar ou não.
— Eu acho. — você soltou a fumaça, sentindo o peso do olhar dele em você. — Com todo o respeito, não estou falando mal dela, mas ela parecia boazinha demais para estar com alguém como você. Jeonghan, eu já vi você passar por cima de muitas pessoas e de muitas moralidades para conseguir o que quer. Duvido que ela conseguiria lidar por muito tempo com um filho da puta como você. E, no fundo, eu acho que você também sabe disso.
Ele ficou em silêncio por alguns instantes, deixando apenas o barulho dos carros passando ocupar o vazio da conversa.
— É, acho que no fundo eu sabia disso também. Deve ser por isso que eu estou desse jeito. — ele terminou o cigarro e jogou no chão. — Não estou sentindo merda nenhuma por termos terminado. Isso deve servir para comprovar que fizemos a escolha certa mesmo.
Você analisou ele mais uma vez, pensando que talvez ele estivesse mal, mas não estava conseguindo demonstrar isso. Principalmente ali, na sua frente. Contudo, Jeonghan não era o tipo de homem com masculinidade frágil e, apesar de ser um cuzão na maioria das vezes, ele nunca teve medo de demonstrar o que ele sentia, estando vulnerável ou não.
— Você está bem, certo? — foi sua vez de terminar o cigarro e se aproximar dele, apertando a gravata dele de forma descontraída. — Porque não sei se vale mesmo a pena escutar seus papos triste por uma só carona. Não sou uma boa terapeuta.
Ele apertou sua mão, afastando ela da gravata, como se tivesse medo de que você pudesse enforcar ele bem ali, naquele beco deserto e escuro.
— Muito comovente a forma como você se preocupa comigo, baby. — ele apertou seu queixo com os dedos. — Mas estou bem, sim. Principalmente depois que eu analisei uma coisa.
— Que coisa?
— Que, assim, se eu que sou um partido bom pra’ caralho, vou ter dificuldade de arrumar alguém para casar, imagina você então, que é uma megera do caralho. — ele soltou uma gargalhada alta, quando viu sua cara de chocada. — Vai ser praticamente impossível e isso, de uma forma bem doentia, me deixa feliz pra’ caralho.
— Ah, vai se foder, Jeonghan! Me leva logo para casa. — você foi até o carro dele, batendo os pés firme no chão, ouvindo o barulho dos seus saltos finos e dos passos dele correndo até você.
— Calma aí, gatinha. Não precisa ficar chateada. — ele segurou seu pulso, ainda rindo. — Se a pessoa ignorar todas as suas outras características e focar apenas no fato de que você é gostosa, pode ser que seja mais fácil para você.
Você arqueou a sobrancelha para aquele papinho torto daquele idiota. Mas não pôde deixar de prestar atenção no que ele tinha falado.
— Então você acha que sou gostosa? — você se escorou no carro dele, cruzando as pernas.
Jeonghan, como não tinha vergonha nenhuma, passou os olhos lentamente por seu corpo até parar em seu rosto, te deixando ver o sorrisinho de lado que ele possuía nos lábios naquele momento.
— Claro que te acho gostosa, porra. Desde a época da faculdade. — ele se aproximou de você, colocando um braço no carro, fazendo com que você pudesse sentir o cheiro dele por causa da proximidade. — Mas você é tão pé no saco que às vezes eu esqueço do fato de você ter esse corpo. Inclusive, algumas vezes já pensei em tentar a sorte com você e desisti justamente por você ter esse mal humor do caralho.
Você estava sentindo sua garganta secar e outras partes suas ficando molhada por aquele homem que com certeza mexia com você de várias maneiras possíveis.
— Quem disse que eu te daria uma chance? — você realmente estava maluca, era a única coisa que justificava você estar, naquele momento, flertando com o Jeonghan.
— Qual é, nossos amigos não estão mais aqui. Você não precisa fingir que não sente essa tensão que gravita entre nós dois há anos. — ele chegou bem perto para sussurrar em seu ouvido. — Já ouvi nossos amigos falando que isso, na verdade, deve ser tesão acumulado e eu preciso realmente saber se isso é verdade ou não.
Você precisou se segurar com toda a sua força para não derreter naquele chão frio pela fusão que fazia porque seu corpo agora estava quente como um vulcão.
— Não sei se vale a pena. Você provavelmente iria usar isso contra mim pelo resto das nossas vidas. — você foi honesta com ele, encarando aqueles olhos castanhos escuros profundamente, para que ele soubesse que não iria conseguir te intimidar.
Jeonghan encarou seus lábios e passou a língua nos próprios lábios dele. Você não conseguiu não pensar em como seria provar daqueles lábios que, por muitas vezes, já foram os protagonistas da sua perturbação.
— Vamos fazer o seguinte então, você vai entrar no carro e eu vou te levar para sua casa. Quando chegarmos lá, você decide se vai me chamar para entrar ou não. — ele enrolou uma mecha do seu cabelo no dedo dele. — Mas pensa com carinho, com calma. Tudo bem?
Você apenas concordou com a cabeça e deu espaço para que ele pudesse abrir a porta do carro para você entrar.
Ao sentar no banco de couro, respirou profundamente antes que o homem entrasse no carro, para poder se recuperar daquilo tudo e clarear o pensamento para que pudesse pensar com mais precisão no que Jeonghan estava propondo. Era verdade que você achava ele um puta gostoso, mesmo não gostando das outras coisas sobre ele, até porque uma coisa não tinha nada a ver com a outra. Ele era mimado, arrogante, escroto algumas muitas vezes? Sim, mas isso não apagava o fato de que ele era lindo, de uma forma quase angelicalmente pecaminosa. E você não podia deixar de se perguntar como ele seria na cama, porque já tinha escutado algumas coisas no meio das fofocas que Karina contava para você, das histórias que ela ouvia de outras mulheres. Segundo elas, ele realmente sabia o que estava fazendo, e fazia muito bem.
Jeonghan entrou no carro em silêncio, dando partida para o caminho que poderia te prometer muitas coisas naquela madrugada. A mão dele roçava algumas vezes, de forma proposital, na sua coxa. E todas as vezes que você olhava para ele, Jeonghan te lançava um sorriso calmo e ao mesmo tempo bastante travesso. Ele sabia que você estava fraquejando.
Mas e daí se estivesse? Uma mulher tem o direito de se render aos desejos da mesma forma que muitos homens faziam. Isso não iria mudar nada entre vocês dois e muito menos iria mudar quem você era. Foda-se.
— Escuta, Jeonghan. Se vamos fazer isso, quero que você saiba que será apenas dessa vez, em nome da ciência, para que a gente possa resolver finalmente essa coisa estranha entre nós dois. — você falou, de forma bastante burocrática. — E se eu souber que você explanou no escritório coisas sobre mim, vou fazer você se arrepender. Juro que vou acabar com sua vida, nunca irei te dar um pingo de paz.
— Gata, você não me dá paz há anos. — ele teve a audácia de fazer essa piada. — Mas tudo bem, não precisa se preocupar com isso. Fico feliz que entramos em um acordo.
Para firmar esse compromisso, Jeonghan deslizou a mão até o alto da sua coxa e deixou um aperto firme. Fazendo com que você engolisse em seco para não soltar um gemido no meio do carro daquele puto.
Você estava ficando levemente preocupada de que as coisas pudessem ficar fora de controle. Porém, foda-se também.
(...)
Assim que entraram no seu apartamento, Jeonghan analisou o espaço, pois ele nunca tinha ido até ali. E ver aquele homem no seu espaço seguro te fazia sentir um incômodo, como se ele fosse algo que não combinava muito com o espaço. Provavelmente porque o filho da mãe morava em uma cobertura em um dos prédios mais caros da cidade.
— Tem como você parar de ficar julgando meu apartamento? — você falou para ele, jogando a sua bolsa em cima do sofá.
— Relaxa, não estou julgando. Só estou analisando. Para alguém tão filha da mãe, você até que tem bom gosto. — ele deu de ombros. — Mas já que você falou, preciso dizer que você poderia estar morando em um local mais seguro, né? Esse bairro é esquisito pra caralho. Com o dinheiro que você está recebendo, poderia investir em uma segurança melhor né.
— Obrigada pelo toque, mas eu estou muito bem. — você estava seguindo para o quarto, lançando um olhar para que ele te seguisse. — Vem pra cá.
Jeonghan te seguiu em silêncio para o outro cômodo do apartamento. Você ficou feliz em lembrar que seu quarto estava arrumado o suficiente para não causar nenhuma vergonha para você.
Quando virou para trás, para falar com o homem, viu que Jeonghan tinha agora um olhar obscuro nos olhos e estava te encarando novamente de uma forma intensa. Você ficou parada, com a mente agora nublada pelo desejo que estava te consumindo. Porém, sabendo que não poderia dar muito poder para aquele homem, você resolveu dar iniciativa àquilo.
Com as mãos indo até as costas, você conseguiu descer o vestido de seda e ele deslizou rapidamente para seus pés. Poderia ter ficado com vergonha de ter sido tão cara de pau assim, mas algo em você te dizia que Jeonghan iria gostar de uma atitude assim.
— Você veste esse tipo de lingerie para trabalhar? — ele estava tirando a gravata e se aproximando de você. — Os caras ficariam malucos se soubessem que você está assim o tempo todo. Acho que eu ficaria louco.
— Gosto de peças bonitas, estou sempre com algo assim. É comum para mim. — você deu de ombros, mas gostando do fato de que tinha conseguido mexer com ele. — Porque você não tira logo sua roupa também?
Jeonghan chegou bem perto de você e passou os dedos por seus lábios, olhando até o fundo da sua alma.
— Não estou com tanta pressa assim, quero olhar bem pro teu corpo. Porque assim, todas as vezes que você me irritar muito, eu vou poder fechar meus olhos e lembrar desse corpinho, pra eu me acalmar. — ele beijou seus lábios rapidamente. — Outra coisa, sei que você gosta de bater de frente comigo a todo momento, mas aqui eu vou falar e você vai fazer o que eu pedir. E sem reclamar. Tudo bem?
Você revirou os olhos, mas por dentro gostou de ver que ele tinha culhões.
— Tudo bem, só por hoje não vai me fazer tão mal assim.
— Muito bem. — Jeonghan tirou a parte do terno, ficando com a blusa social. — Você pode tirar pra mim?
Você se aproximou dele e começou a desabotoar os botões da camisa, levando um susto quando sentiu as mãos dele segurando sua bunda e dando um aperto firme. Precisou de muita concentração para continuar sua tarefa.
— Prontinho. — você jogou a camisa no chão. — Mais alguma ordem?
Jeonghan riu da forma debochada que você falou, mas o sorriso dele logo sumiu, dando lugar a uma expressão que dizia que ele poderia te devorar nesse exato momento. E, caralho, como você queria que ele fizesse.
— Só mais uma; cala a boquinha e aproveita. — antes que você pudesse raciocinar, ele colou a boca na sua, em um beijo de tirar o fôlego.
Suas bocas travaram uma batalha violenta, como se estivessem competindo para saber quem sentia mais fome. A mão do Jeonghan estava em seu cabelo, puxando com firmeza enquanto ele te direcionava até a cama.
Você tropeçou nos saltos que ainda usava e caiu na cama, mas em momento algum Jeonghan desgrudou a boca de vocês dois. A língua dele fazia movimentos que estavam te deixando louca. Queria arrancar o restante das roupas e se entregar de vez para ele.
— Jeonghan… — sussurrou o nome dele, mesmo sem saber o que iria falar.
— Caralho, que boca gostosa. — ele desceu os lábios por seu pescoço, chutando os próprios sapatos para o chão. — Se eu soubesse que sua boca era assim, já teria tentado calar ela dessa forma muitas vezes antes.
— Como se eu fosse permitir. — você estava já louca de prazer, mas ainda conseguia arrumar forças para debater com ele.
— Shh, lembra do que eu falei. — ele se levantou apenas para tirar a calça sozinho e tirar seus saltos, o corpo dele era uma delícia. — Agora abre as pernas para mim.
Você fez o que ele pediu, sem nem tentar dar uma de teimosa. Estava sedenta para ver tudo o que aquele homem poderia fazer. Jeonghan subiu na cama de novo, com apenas a luz do luar clareando vocês. E, de alguma forma, isso deixava tudo ainda melhor.
Ele começou com beijos no seu pescoço e foi descendo lentamente por todo o seu corpo, deixando cada parte tensa de tesão por ele. E, ao chegar no seu quadril, Jeonghan mordiscou a sua pele e começou a tirar sua calcinha.
— Isso aqui vai ter que ir embora comigo. — a voz dele estava rouca como você jamais tinha ouvido. — Vai ser bom lembrar que todo dia você estará vestindo algo assim.
— Nem fodendo que eu vou deixar você… — antes que você pudesse terminar a frase, Jeonghan desceu a boca para sua boceta e deixou um beijo molhado lá, fazendo você gemer alto.
— Tem certeza? — você ergueu a cabeça para ver o sorriso malandro que ele tinha nos lábios, antes de descer novamente e colocar a língua dentro da sua fenda, fazendo seus olhos revirarem.
— Caralho, você é um filho da puta mesmo. — mas você estava amando tudo aquilo.
Jeonghan continuou lá embaixo, fazendo da tarefa de te chupar a coisa mais importante na vida dele naquele momento. Enquanto você enlouquecia tentando conter os gemidos altos que queriam saltar da sua garganta e preencher o quarto. Ninguém tinha te chupado tão bem na vida, e o Jeonghan ser tão bom naquilo estava te deixando puta.
— Não precisa se conter, quero ouvir você gritar mesmo, pra saber que tá gostoso. — ele dedilhou os dedos nos lábios grossos, indo lentamente para o botão inchado que pulsava violentamente. — Fala pra mim se está gostoso. Porque pra mim tá uma delícia, porra.
Como se seu corpo estivesse obedecendo, não conseguiu se conter e gemeu alto quando Jeonghan desceu novamente a boca e começou a chupar enquanto massageava o seu ponto sensível.
Você estava no céu.
— Jeonghan. — soltou em forma de gemido e sabia que ele tinha adorado ouvir isso, como uma vitória.
Você puxou o cabelo dele para poder olhar no fundo daqueles olhos. Precisava que ele te desse muito mais, porque já estava entrando em erupção.
— Você é deliciosa. — ele lambeu os próprios lábios, sentindo o seu gosto. — Esquece o que eu disse antes. O cara que tiver isso aqui, vai aturar qualquer coisa vindo de você.
— Pode deixar para brincar comigo depois, mas agora eu preciso que você entre logo em mim ou eu juro que vou enlouquecer. — você estava quase suplicando, mas não tinha vergonha nenhuma por isso.
— Contanto que você me deixe te usar de todas as outras formas depois, eu topo. — ele estava com uma cara de puto safado que você quis muito dar um belo de um tapa na cara dele.
— Você pode me virar do avesso se quiser.
Jeonghan soltou uma risada rouca, mas atendeu ao seu pedido quando tirou a cueca e aceitou a camisinha que você passou para ele. Logo depois, vocês dois estavam entrelaçados em fusão maluca de gemidos, mordidas e muitos movimentos de sincronia que faziam seus corpos se encaixarem de forma perfeita.
Você sequer precisava dizer ao Jeonghan o que ele deveria fazer ou o que você gostava, porque ele ia em todos os lugares certos. A mão dele segurava firmemente o seu pescoço, com ele te olhando por cima, totalmente ofegante, mas não desgrudando o olhar do céu. Como se quisesse guardar aquele momento na parte mais restrita da mente dele.
Seu corpo começou a tremer como nunca antes quando você avisou para ele que iria gozar. Ele, como pouco prestava, abriu mais suas pernas e começou a estocar com mais força, agora apoiando as duas mãos no colchão para ter mais apoio enquanto te fazia enxergar as estrelas bem ali, no meio do seu quarto.
Pouco depois de chegar no seu êxtase, você sentiu Jeonghan alcançar o auge do prazer dele e deitar o corpo em cima do seu. Dando beijos e mordidas em seu pescoço, tentando controlar a respiração.
Uau, você estava completamente sem fala para o que tinha acabado de acontecer ali. O pior de tudo é que você ainda queria mais. Queria muito mais, mesmo sabendo que aquilo não poderia ser o certo de jeito nenhum.
— Porra, foi gostoso pra caralho. — ele beijou sua boca antes de deitar de lado ao seu lado, encarando seu rosto. — Mas sabe o que dissemos no carro? Sobre ser só dessa vez, apenas pra gente acabar com essa tensão? Acho que vou precisar de mais um pouco pra ter certeza de que era só isso mesmo.
Você soltou uma risada, se sentindo relaxada e ao mesmo tempo ainda sedenta por mais.
— Posso pensar a respeito se você não for um escroto comigo lá no trabalho.
— Ué, mas você também não é nenhuma santinha comigo não. — ele teve a audácia de apertar seu seio exposto. — Vive tentando roubar meus casos, porra.
— Sim, porque tudo o que você faz eu tenho certeza que eu faço melhor. — piscou para ele.
— Você é um mistério pra mim, sabia? Tenho mesmo que te desmitificar ou vou acabar enlouquecendo. — ele subiu em cima de você novamente, esfregando lentamente o corpo no seu. — Quer entrar em mais uma competição comigo?
Você sorriu, porque via que ele realmente te conhecia, porque você jamais diria não para uma boa competição com o Jeonghan.
— Manda.
— Vamos fazer uma competição valendo aquele caso da empresa de cosméticos que você está louca pra pegar. — ele mordeu seus lábios. — Quem cansar de fuder primeiro, perde.
Você gargalhou, mas estava pronta para entrar em mais uma batalha com o Jeonghan. Porque, durante todos esses anos, era o que você mais sabia fazer.
𓂃˚‧ 𓆸 seventeen sendo pegos no flagra! 𓂃֒ 𑁍܀. pt1.
“você é o chaveirinho do seu namorado. ele te carrega para o nana tour, e acabam sendo pegos no flagra!”
aviso. existe limite de fotos por post, e por isso o vernon ficou de fora do que era pra ser a hiphopline. por isso vou dividir de uma maneira diferente, pra que todos tenham fotinhas. ou seja, ainda teremos ele por aqui 🩵
scoups: cheol estava sentado na beira da cama, a cabeça jogada para trás enquanto acariciava seu cabelo. você, estava ajoelhada na frente dele, com todo seu comprimento em sua boca. passava a língua pela cabecinha, acariciava o que não conseguia engolir. enquanto ele sorria descarado, aproveitando a sensação de te ter ali.
“— hyung, mingyu hyung disse que você podia coloCARRRRR DESCULPA!” — era dino que vinha entrando pelo quarto, distraído com uma máquina de barbear nas mãos. nunca viu scoups tão desesperado, te jogando para o lado da cama, e tentando tampar seu colo.
ainda passou um papo de maluco pro dino nunca mais falar sobre isso, e nunca contar pra ninguém.
wonwoo: por cima de ti, wonu metia devagar, enquanto não deixava de te beijar. o óculos estava embolado em algum lugar da coberta, mas ele ao menos fazia questão. estava de olho fechado, preguiçosinho, os gemidos baixos, roucos e tímidos contrastando com os seus. você puxava de leve os cabelos macios e pretinhos dele, enquanto ele não queria mais sair de dentro de você.
“te amo.” — ele murmura baixinho, o cenho franzido o delata; sabe que ele está perto. e gosta de terminar dentro de você, gosta da sensação de intimidade que isso traz.
“— te amo, wonu,”
“— wonu-ah, você pegou a minha mala verde?” — era a voz de woozi, que havia entrado no quarto sem bater. desesperado, wonwoo busca por seu óculos, e assim woozi entende o que estava acontecendo, e totalmente sem graça sai correndo do quarto.
mingyu: ter o seu namorado dengosinho, por cima de ti, era sua melhor parte do dia, semana, mês… após mais uma rodada de um sexo manhoso — assim como ele, ele estava com a cabeça encostada em seu seio desnudo, sorrindo bobo, com a carinha amassada de sono enquanto contava sobre coisas aleatórias, coisas que ele almejava…
até que minghao entre no quarto distraído, com o celular nas mãos, sem ao menos saber de sua presença. quando mingyu o nota, entra em pânico tentando esconder seus seios com a coberta.
“— tá maluco? mete o pé.”
“— eu não sabia que ela tava aqui, meu deus, meu deus”