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Cacti Casa Remake (No cc)
Toddler/Family friendly rebuild of Oasis Spring’s Cacti Casa. Suitable for family with many childrenhell. Uses outdoor lightning because I have broken down walls to imitate sliding door (sims can get through the gap!)
Recommended mod: No autonomous toy put away
Gallery ID: yakfarm
Lot Size: 40x30
Price: § 99,226
Bedroom/Bathroom: 4/3
Packs used:
Enable bb.moveobjects cheat before placing the lot
More pics here (my blog)
Editing & Reuploading of my lots are allowed AS LONG AS they are notably different from the original and I’m credited.
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Eu sou tão grata pelo que tenho, tenho amigos, tenho alguém que eu amo muito, tenho uma família, mas ao mesmo tempo eu sinto um peso tão grande no meu peito.. E não consigo tirar. A gente nunca pede pra ser neuroatípica. A gente nunca pede pra ter ansiedade, pra ter depressão. Eu nunca pedi pra passar pelas coisas terríveis que aconteceram comigo no passado e nunca quis lidar com as sequelas que eu lido agora. Entretanto, lidamos com as insinuações e as palavras diretas como se viver com isso fosse nossa escolha. Não é. Neuroatípica... Acho que ninguém sabe o quão pesada essa palavra é. Só nós. Eu me sinto sozinha basicamente todos os dias de semana. Mas é que quem vive ao nosso redor, lida no máximo com o físico, o não-sair-da-cama, o não-ter-motivação. A gente que carrega, lida com algo que o físico não mostra, com o que voz não diz. Eu não gosto de pedir ajuda. Eu nunca gostei. Não gosto de me sentir um fardo e não gosto de falar sobre meus sentimentos, meus problemas. Não gosto que me carreguem, posso ficar no chão, mas me recuso a ser carregada. Me agarro no orgulho como se ele fosse a única coisa boa que me restasse além da esperança. Mas eu acho que nunca precisei de tanta força na vida quanto eu preciso agora. Não me deixem desistir.
As vantagens de NÃO ser invisível Filmes americanos. Jovens indo pra faculdade. Todos tem suas rodinhas, suas rotinas, seus sonhos. Estuda. Trabalha. Se forma. Repete. Os amigos que se separam, os amigos novos que aparecem. Os romances que acabam dramaticamente, os bailes de formatura e os primeiros beijos. O cliché. A romantização da adolescência. Uma fórmula que se repete em todo filme e livro, que talvez seja real - mas o que não te disseram é que ela não se aplica a todos. Me deixa explicar. O que você fez na sua adolescência, e se está nela agora, o que faz? Você tem amigos, não tem? Não teve? Uma vida normal. O que é normal pra você? Você se sente deslocado? Qual foi a situação mais devastadora em sua vida até agora? Reflita, reflita, mas vamos lá, não quero que pense que seus problemas são de menor significância do que problemas de outrém. Mas me deixe explicar porque acho que nos vendem uma idéia romantizada da adolescência - e se você vive esse romantismo, se considere privilegiado. Ahh, a adolescência. Puberdade, primeiro beijo, boybands e girlbands, modinhas, matérias que odiamos e matérias que amamos, panelinhas, a descoberta de nossas sexualidades. Tudo o que faz parte da sua adolescência, o pacote básico. Mas para alguns, não é simples assim. Alguns adolescentes enfrentam barras pesadas e obstáculos completamente diferentes dos demais. Bullying, drogas, abuso sexual, não se encaixar nos padrões, transtornos psicológicos, pais abusivos, relacionamentos abusivos, expulsos de casa, órfãos. E eles possuem a mesma idade que você e nem metade do que conquistou até agora. A faculdade parece um sonho distante, trabalhar é muito mais do que um simples desafio. Enquanto pra você a maior dificuldade será a roupa que você vai no rolê com os amigos, há algum adolescente na sua turma, agora mesmo, que não tem amigos. Eu quero ouvir sobre ele. Quero ouvir mais. Enquanto sua maior dificuldade será passar naquela matéria chata, há algum adolescente na sua turma pensando se vai passar dessa noite. Há o adolescente que pensa em dizer olá pra alguém que achou legal, mas não consegue por medo. Há o adolescente que tem medo de ser espancado pelos pais. Ou medo de ver a mãe sendo espancada outra vez. Aquele que tem medo de sair do armário. Aquele que diminui o tom de voz quando entra numa conversa e acaba em silêncio completo por notar que ninguém prestou atenção. Quero ouvir mais sobre esse adolescente. Aqueles jovens invisíveis dos quais você cresce e não se lembra. Pois é, aquela garota que perdeu 37kg e descobriu ter anorexia estava na sua turma. Aquela garota que tem 25 anos e ainda não beijou ninguém porque não foi a primeira e nem segunda e muito menos a última escolha de alguém no ensino médio, também estava na sua turma. Aquele garoto com os braços feridos com medo do mundo e de si mesmo, também estava na sua turma. E diferente dos teus medos - medo de não poder sair no final de semana com seus amigos da faculdade, medo de perder a hora pro início de um dia ordinário de trabalho - o medo de algumas pessoas que estão ao seu redor e você não as vê, é de continuarem sendo invisíveis. Alguns tem medo do que o amanhã aguarda por não se encaixarem em lugar nenhum. Alguns ainda não chegaram onde você está - lugar esse que você sequer deve considerar tão longe - e temo por eles, pois alguns nunca chegam. Não estou jogando nada nas suas costas, caro adolescente normal. Só lhe pedindo um favor: os veja. Se lembre. Memorize. Você tem um privilégio que talvez não pareça tão grande pra você, mas pra eles sim. Você é visível. Não é uma tarefa tão difícil: por favor, só os olhe com mais atenção. Eu quero que enxerguem o coração que pulsa dentro do corpo que usam de exemplo pra palavra "fracassado". O que não aparece em nenhuma foto na balada, no rolê, na foto de formatura, pois ninguém lembrou de convidá-lo. O que não tem histórias e grandes aventuras aos 20 e tantos anos. O que cuja maior aventura é sobreviver e observar em silêncio. Quero vê-los. Quero que você os veja. Eles precisam ser vistos. Nós precisamos. Nós existimos.
Não seja o tipo de pessoa que planta insegurança no coração dos outros. Não seja o tipo de pessoa que faz alguém se sentir mal por ser tão intensa. Não seja o tipo de pessoa que impede alguém de transbordar. Não compreendo e nunca vou compreender gente que cobra silêncio, que oculta, que pede pro outro esconder quando está feliz. Quando fico feliz eu choro. Quando acho engraçado eu dou a gargalhada mais alta que eu posso. Felicidade pra mim é isso. Ela aparece e contagia. Amo não me conter, amo quando podem ver na minha cara que eu tô feliz. Mas me dói pensar que só valoriza esse sorriso quem já me viu triste. Valorizem sorrisos. Valorizem declarações de amor, valorizem aquela música, a foto, as folhas que pisaram no dia, o calor no rosto, os abraços, os últimos minutinhos, valorizem, admirem, desejem o dobro. Felicidade gera felicidade. Valorizem a felicidade, deixem os outros mostrarem. A vida seria tão mais bonita se vocês parassem de cortar as asas de quem é ou está feliz. Porque cortar? Porque pedir pra esconder? Porque não transbordar?
Eu não tenho ninguém por mim. Só eu mesma. Sempre que eu via uma nova oportunidade de relação com alguém, de amizade mesmo, eu me derramava inteiramente a ela. Eu acreditava que ali finalmente se iniciaria uma amizade verdadeira e que finalmente eu seria igual aos outros amigos da minha sala. Mas não foi assim. E infelizmente por motivos que eu desconheço, elas se afastavam. Na verdade eu sei pq. Pq elas querem de nós. E eu não tenho nada a oferecer, pelo contrário, eu quero dos outros. Tempo, empatia, palavras de conforto. Foi só depois de cair em mim, que eu entendi que eu era a única pessoa que valia a pena lutar. Que eu sou o meu foco. Eu sou a principal pessoa da minha vida. E trabalhando nessa auto aceitação, eu tenho visto inúmeras coisas que eu deixei de fazer por que eu estava gastando tempo investindo em relações vazias. Sim, não é fácil lutar sozinha, mas cheguei a conclusão de que falar e ser julgada, ou ter meus sentimentos banalizados seria muito pior. Então eu vou me guardar. Ou falar aqui. Mas só aqui. Pq só aqui eu sinto a segurança de falar e ser compreendida. E sim, apesar de saber perfeitamente o que fazer para lutar contra isso, tenho medo de não conseguir executar bem essa tarefa que é lutar por mim. Entretanto, estou otimista quanto ao meu progresso. Estou confiante de que haverá sim dias ruins, mas que sempre haverá um amanhã e eu sempre vou poder tentar de novo. Então, eu desejo a vcs uma nova persperctiva (eu nunca sei escrever essa palavra), sobre a vida. Sobre você. Sobre como a sua vida é preciosa pra você, e como a sua presença modifica as coisas ao seu redor, mesmo que você acredite que não há sentido existencial no seu ser. Se dê uma nova chance e uma nova tentativa de viver. Tente pensar positivamente, nem que seja uma vez ao dia, nas coisas boas que te aconteceram, e em como essa sensação é maravilhosa. Não seria ótimo reviver esse sentimento várias vezes? Esse sentimento que deixa seu coração aquecido e que faz aparecer um sorrisão involuntário na sua boca sempre que algo dá certo para nós? Então. É por isso e para isso que se vale a pena viver. Te desejo novos dias. Dias cheios de possibilidades e de novas aventuras, e de várias outras coisas maravilhosas que a vida nos tem pra dar. Paz.
Poderia ser diferente. Na realidade deveria ser diferente. Viver é fácil, ser feliz também. Mas o ser humano tem a capacidade absurda de destruir tudo: amores, amizades, relacionamentos. Depois se queixa da infelicidade ou dos obstáculos que ele mesmo cria. Enquanto não dermos valor ao que temos, sempre iremos lamentar pelo que foi perdido.
Revigorante-ser. (via revigorante-ser)
Passar por situações difíceis na vida é um saco. Crescer é um saco. Ser forte é um saco. Eu aprendi da noite pro dia, coisas que eu queria ter levado tempos pra aprender - e por mais que não pareça, não estou me gabando - e céus, como eu queria que fosse diferente. Sinto falta da minha ingenuidade de criança, da minha imaturidade. Invejo quem tem a minha idade e ainda é tão inocente. Ser criança é uma coisa maravilhosa, cara. Nós aprontamos, às vezes magoamos as pessoas, e não sentimos culpa e nem remorso. Não no primeiro instante, porque ainda não sabemos que aquilo é errado. E quando as pessoas são más conosco, demoramos pra entender. Sinto falta disso. Da inocência, de não enxergar a maldade nos atos alheios. De sentir tanta alegria em excesso e ser quase imune à maldade. Mas a gente cresce e a casca do abacaxi vai ficando cada vez mais grossa. Evitamos, fugimos, sempre que sentimos que nosso coração vai se quebrar. Mas cara, eu não quero que a casca fique grossa. É foda, eu quero continuar assim, intensa. Com coração de criança, porém isso é quase impossível. Por isso digo que ser forte é um saco. É uma merda. Dois segundinhos no chão abraçando as pernas e chorando, cai o peso de crescer na tua cabeça. Você tem que levantar daí, sai desse chão. E à medida que a gente cresce e coleciona tombos, a cobrança fica cada vez maior. Porque tu não é mais criança, engole o choro, aguenta de novo. Abacaxis com casca grossa e espinhos criando mais abacaxis com casca grossa. É uma das coisas que mais me assombram na humanidade, sinceramente. O modo como matam a inocência e a pureza alheia.. O mundo te torna pedra e você nem percebe. Mas eu? Eu me recuso. Que eu abrace as consequências de minhas escolhas, que eu sinta tudo intensamente. Eu me recuso. Já diria minha avó, abacaxi bom é aquele que é doce por dentro.