♦ Yasemin Saskia Neslihan Özberk Bourbon é a Rainha da França, que veio à Illea para acompanhar a seleção ao lado de seu marido. Aos seus 34 anos, Minnie é extremamente parecida com Melisa Pamuk.
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@yaseminxx
♦ Yasemin Saskia Neslihan Özberk Bourbon é a Rainha da França, que veio à Illea para acompanhar a seleção ao lado de seu marido. Aos seus 34 anos, Minnie é extremamente parecida com Melisa Pamuk.
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🎃 flashback | right after halloween
kingcedricviii:
A discrição e a delicadeza eram palavras que já não faziam parte de seu vocabulário. A verdade era que ele não se importava muito mais. Um dia havia se importado, sim, havia se apaixonado e se entregado aos sentimentos mais íntimos e bonitos que já havia visto. Mas isso havia passado, deixando para trás apenas a escuridão de um coração vazio. Ao se colocar na cama, não se importava se Yasemin olharia as marcas em seu corpo ou se aquilo a machucaria, já haviam passado daquele ponto de suas vidas. Os olhos analisaram o corpo da esposa quando ela tirou o edredom. Gostava de ser agraciado daquela forma com uma bela de uma visão. Analisou as roupas - ou a falta delas - no corpo da mulher e logo assentiu “Nada de especial, uh? Eu realmente não tinha notado ainda, deixe- me ver” ele se inclinou na direção dela, observando com atenção, enquanto os dedos dedilhavam a renda da peça com um sorriso ladino. Mas logo em seguida ele afastou os dedos e se deitou no colchão com as costas na cama, e os olhos para o teto. “Você não tem ideia do quanto eu queria a sua vida fácil, sabia? Ficar sorrindo para a imprensa. Sendo uma boa esposa, parece fácil para mim. Minha vida anda agitada demais, mesmo, isso tem me deixando um tanto quanto cansado, sabe?” não, é claro que não era só isso. Na verdade, Cedric nem se esforçava para usar um tom de quem dá explicações, não, eram apenas desculpas esfarrapadas. Mas o que Yasemin queria que ele fizesse, uh? Falasse que estava cansado porque estava fodendo com outra há horas? Que não tinha mais um pingo de energia no corpo? Ele respirou fundo, e se ajeitou na cama, endireitando o edredom em seu próprio corpo semi nu “Que livro está lendo? Mais um romance sem sal?” ele brincou, deixando um sorrisinho pousar no canto de sua boca.
Por um momento, a mulher pensou que a noite caminharia para a direção que ela havia planejado inicialmente. No entanto, o homem não gastou mais do que alguns segundos tocando sua lingerie até que desistiu e deitou-se na cama. Não importava o quão sexy ela estivesse naquele momento, nada na mulher seria atraente o suficiente para um homem que já havia perdido o interesse. Percebeu que, aos olhos do homem, ela havia se reduzido aquilo: uma visão bonita a qual ele se dava ao trabalho de apreciar raramente e por poucos segundos. Se quisesse, poderia insistir um pouco mais e, talvez, conseguiria arrancar alguma reação positiva do marido, mas magoada e orgulhosa, já havia desistido há anos. Yasemin suspirou, frustrada, quando ergueu o edredom para cobrir-se enquanto se sentava na cama, as costas repousadas na cabeceira. 『 — É, a minha vida é muito fácil comparada a sua, não é? 』 Respondeu com o tom carregado de ironia. Será que ele ainda se importava de fingir dar alguma explicação fajuta porque ela também fingia não saber das traições? Talvez fosse a hora de colocar a sua raiva para fora, ou talvez devesse aproveitar a chance para se aproximar um pouco mais do marido, lhe dar carinho. Vamos, idiota, tente recuperar o seu marido! 『 — Madame Bovary. 』 Anunciou o nome do livro, o qual ele havia presenteado a esposa quando se conheceram, antes mesmo do casamento, para que ela conhecesse a literatura francesa. Era uma grande ironia que ele a houvesse presenteado em um ato de paixão com um livro que criticava a idealização do amor e tratava justamente sobre adultério. Mas, bem, era um clássico da literatura de seu país, afinal. 『 — Lembra-se do dia em que me presenteou com esse livro? 』
owmonsieur:
Louis talvez tivesse muitas razões para começar a flertar com a cunhada, uma delas era que ele sabia que seu irmão falhava miseravelmente com a mesma, quer dizer, ainda que seu relacionamento com Dulce não fosse o melhor e mais romântico, ele a respeitava e a fazia feliz, Cedric parecia só dar dor de cabeça e fazer a mulher chorar pelo lugar errado. Aí meu bem, por favor, tem formas melhores de revirar os olhos. E ele sabia bem quais, se ela permitisse, mas já que ela lhe negava ainda talvez pudesse atiçar sua mente. Jamais, apenas coincidência do destino, tudo parece colaborar para que a gente sempre se esbarre por aí não acha? Menos você. Fez uma nota mental sabendo que ela lhe evitava, Yasemin era certinha demais para retribuir as traições do seu irmão aparentemente, mas ele poderia mudar isso. Muito bem. E podia colocar ênfase na frase devido aos últimos acontecimentos. Fui, mas estava meio ocupado. Com Beatrice no labirinto, com Sebastian em todos os cantos possíveis que não tivesse ninguém, flertando sutilmente com qualquer um… e bem claro que também lidando com as aparências tendo longas conversas com velhos amigos, mas essa tinha sido a parte chata. Uma pena não ter me visto porque eu estava absolutamente gostoso de Fera.
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E lá estava ele, novamente com aquelas insinuações. A reação da mulher era a mesma de sempre: virava o rosto para outra direção, tentando quebrar o contato visual e agradecendo por não corar facilmente. Dessa vez, não desviou os olhos, apenas cruzou os braços e ergueu uma das sobrancelhas. 『 — Ah, é? Será que estamos pensando na mesma coisa? 』 Devolveu a provocação, por puro impulso. Não saberia o que fazer a depender da resposta dele. Suspirou, quase derrotada pela fala dele. Realmente, não importava o quanto ela tentasse evitá-lo, parecia que aquele castelo enorme não era o suficiente e eles sempre se encontravam. Geralmente a sós, o que era ainda mais arriscado. 『 — Imagino que sim. 』 Era difícil não saber das coisas que acontecia na família, e conhecendo o cunhado, poderia imaginar como ele pode ter se ocupado. Ela, por outro lado, foi embora cedo ao perceber o marido falhar consigo, como sempre. 『 — Oh, deve mesmo ter ficado excelente. Uma pena não ter me visto também, eu estava impecável como Marilyn Monroe. 』 O vestido rosa demarcando suas curvas, a peruca loira, a boca vermelha. Uma pena ter ido embora cedo.
iceprince-yifen:
Talvez fosse por serem muito conservadores, Yifen não sabia exatamente qual o motivo mas a Nova Ásia nunca demonstrou simpatizar muito com a França, não que houvesse uma hostilidade descarada, apenas não eram aliados e ao menos o príncipe nunca soube de alguma tentativa de aliança de alguma das partes. Isso tornava um pouco complicada sua amizade com @yaseminxx, já que ela era esposa do rei francês, porém, eles não precisavam falar de política ou do marido dela em suas conversas, a não ser que ela quisesse desabafar sobre algo.
Permanecer no castelo era um pouco sufocante, as preocupações o dominavam e o que mais Ice queria era um pouco de distração, conversar um pouco também seria bem vindo. O príncipe asiático não possuía muitos amigos, não era do tipo que se abria fácil, passear com uma selecionada por Angeles não lhe parecia adequado, mesmo que fosse sua melhor amiga Mareen. Podia dar um passeio com Sarawat, mas… os sentimentos conflitantes que possuía pareciam mais aflorados agora que tinha várias preocupações. A confusão o dominava e quando percebeu já tinha convidado Yasemin para o tal passeio. A esperava no pátio do palácio com capitão Song ao seu lado para acompanhá-los. Torcia para que ela aceitasse e que principalmente seu marido não se incomodasse. Um suspiro pesado lhe escapou dos lábios, estava cansado de precisar ser tão cuidadoso com tudo e todos.
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A saudade que sentia das filhas a estava deixando ainda mais melancólica e ansiosa, torcendo para que tudo aquilo acabasse e voltasse para o seu lar. Era desgastante ter de enfrentar as traições de Cedric, ainda mais em um lugar que não estava acostumada e o homem fazia ainda menos questão de ser discreto. O convite de Yifen para passear pareceu vir num ótimo momento. Era a desculpa perfeita para ficar longe do palácio e das outras pessoas por um tempo. O seu guarda pessoal a acompanhando, como sempre, quando chegou ao pátio para encontrar o jovem asiático. Não precisou avisar a ninguém, afinal a única pessoa que deveria se importar com ela, o seu marido, sequer se preocupava por onde ela estava. 『 — Olá, meu querido Yifen. Como vai? 』 Perguntou ao se aproximar e tocou o seu braço como um cumprimento, o sorriso sincero nos lábios que raramente usava. 『 — Faz tempo que não nos vemos. Obrigada pelo convite. Onde vamos? 』
Melisa Aslı Pamuk as Asu on Kara Sevda 1.31
Retirou o seu usual vestido e colocou a roupa apropriada para uma cavalgada. Fazia tempo que não o fazia, então caminhava até o estábulo a fim de conhecer os cavalos e poder escolher um para lhe acompanhar em um passeio. No caminho, acabou encontrando uma das milhares de pessoas que não queria ver: o cunhado. Há alguns anos, não seria um problema esbarrar com Louis por aí, mas isso mudou quando ele decidiu que seria muito engraçado irritá-la e deixá-la constrangida com piadinhas de duplo sentido, flertes e comentários obscenos. Yasemin nunca sabia como reagir, vez ou outra lhe dando alguns tapas no braço, mas nada muito além disso. Revirou os olhos quando o viu caminhar em sua direção. 『 — Desse jeito vou achar que está me perseguindo, Frédéricus. 』 Sorriu com a brincadeira quase irônica, chamando-o por um de seus nomes que não o primeiro. Cruzou os braços, encarando-o enquanto tentava se manter afastada, para seu próprio bem. 『 — Como tem passado? Não te vi no Halloween, você foi? 』 Perguntou, por curiosidade e educação. Não se viram no último evento, e ela ainda não sabia dizer se isso era bom ou ruim. @owmonsieur .
A mulher responsável por proteger Cedric era, também, de muita confiança de Yasemin, que nunca viu problema algum na relação dos dois. Apesar de qualquer comentário maldoso, ela nunca viu Bellatrix como uma das mulheres que deitaram-se com o seu marido. As duas conversavam, tinham uma relação amigável, e a rainha poderia até dizer que gostava verdadeira e genuinamente da jovem. Entretanto, o tempo lhe deixou mais neurótica e suscetível a enxergar malícia onde não tinha. Já fazia uns bons meses desde que a Bourbon começou a mudar o tratamento com a Dalibor, desconfiando de tudo e todos. Quando a viu pelos corredores da ala reservada à realeza, sequer disfarçou o seu suspiro e o olhar de cima a baixo. Procurava vestígios de que estava com Cedric, de uma maneira mais... íntima. 『 — Dalibor. 』 Cumprimentou, friamente chamando-a pelo sobrenome; formalidade que já havia deixado há uns bons anos. 『 — Saberia me informar onde está o meu marido? 』 Não era bem essa pergunta que gostaria de fazer, mas a curiosidade lhe abateu. @owbeebell .
Yasemin não era exatamente impulsiva, mas o desejo de ocupar a mente com alguma coisa para esquecer as dores de cabeça de ser rainha, do casamento fracassado e das filhas estarem distantes, decidiu que ocuparia a cabeça sendo útil para alguém na seleção. Observou as selecionadas durante um tempo, no evento, nos jantares, até mesmo deu uma espiadinha em uma das aulas que elas frequentavam, até encontrar alguma que lhe chamasse a atenção. Ainda sem saber o motivo, havia algo em Amelia que lhe fez aproximar sem hesitações. 『 — Senhorita Delacroix. Posso tomar um pouquinho do seu tempo? 』 Havia feito o dever de casa, como um bom membro da realeza faria. Seria de bom tom chegar já sabendo o nome da outra, afinal. Precisava conhecê-la um pouco mais, e ter certeza de que seu instinto não estava lhe enganando. @amespgif .
dvlcegabbana:
“sabe, quando eu era criança eu queria ser produtora e fabricante de vinho” falava com ninguém em especial, apenas pensava alto, mas sabia que tinham pessoas à sua volta que poderiam lhe responder alguma coisa com aqueles pensamentos. era estranho pensar que de enóloga, ela passou a ser princesa, mas aquilo não queria dizer que não estava feliz com o rumo que sua vida tomara. “depois, teve uma fase que eu quis ser jogadora de futebol, claramente influência dos meus irmãos mais velhos” soltou uma risada anasalada e negou com a cabeça, crescera com seis irmãos mais velhos e aquilo influenciou muito em sua personalidade. “mas eu sinceramente acho que não seria boa em nenhuma dessas coisas. a vida de princesa é ruim porque vivo cercada de guardas, mas eu recomendo para conseguir absolutamente tudo o que você quer. a mimadinha dentro de mim agradece” sorriu e piscou para muse ao seu lado. não era de todo brincadeira, ela gostava de não fazer nada e ter tudo em suas mãos, talvez ela tivesse nascido para ser herdeira ou princesa, como acabou sendo realmente.
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『 — A gente tem cada sonho quando é criança... 』 Comentou, quase nostálgica quando o sorriso fugaz lhe estampou os lábios por breves segundos. Forçou a mente um pouco, tentando se recordar se já tivera algum sonho duradouro e importante em sua infância ou adolescência, além do grande desejo da coroa e o casamento. Por fim, o sorriso voltou ao rosto, iluminando a face por mais algum tempo por se identificar com a fala da concunhada. 『 — Acho que, se já tive o desejo de ser outra coisa, nenhum superou o de ser rainha. 』 Fosse pelo título, o prestígio, o mimo... Ela amava sua posição, era uma pena que, para isso, estivesse enfrentando um casamento completamente infeliz e falido - mas que já fora mágico por alguns anos. 『 — Não sei se acredito em destino, sorte ou consequência, mas fico feliz com o rumo que minha vida levou. 』 Esboçou o típico sorriso falso, que já soava verdadeiro, tão acostumada ela estava a dizer aquilo por aparências.
🎃 flashback || right after halloween
kingcedricviii:
Com partes da fantasia faltando: não tinha certeza como havia perdido partes da armadura, mas podia garantir que a pessoa que o tirou não se preocupara onde deixara. A maquiagem dourada bastante borrada apenas refletia o suor que escorrera por seu rosto - assim como os beijos que foram deixados por toda extensão de sua pele. Cedric voltava aos seus aposentos com a aparência de quem teve uma noite e tanto. E de fato tivera. Pudera aproveitar não só da boa comida, da boa bebida, dos belos sustos - mas também das belas companhias. Principalmente a última. Estava exausto quando finalmente abriu as portas do cômodo e deu de cara com @yaseminxx. Claro que dividiam os aposentos, mas depois de anos tendo seus próprios quartos privados no próprio palácio, ainda estava se reacostumando a dividir o local com a esposa. “Boa noite, ma chérie. Aproveitou bem a noite?” Nem perdeu muito tempo olhando-a, apenas fechou as portas e partiu para o banheiro da suíte, onde começou a tirar as próprias vestes e em seguida lavar seu rosto. Ela deve ter respondido, pensou, a mas a água da torneira aberta impossibilitava-o se ouvir. Com o rosto lavado, os dentes escovados, ele voltou apenas com as roupas debaixo, deixando o tronco nu exposto - assim como as marcas de unha que corriam por seu abdômen e suas costas, e uma marca roxa escura bem no meio de seu pescoço. Naquele ponto da vida, Cedric não tentava mais esconder nada, não quando o casamento já virara uma rotina tediosa. Ao que finalmente chegou na cama, analisou a mulher ao seu lado e só então percebeu que ela o esperava com vestes bem interessantes. “Isso era para mim, mon coeur?”
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Oportunidade de repetir o erro de alguns anos não faltaram, o desejo também não. A vontade de se libertar dessa amarra que ela mesma criou era grande, mas ainda tinha medo, e o pior, o sentimento pelo marido. Parte de si queria fazê-lo provar do próprio veneno ao se sentir traído, mesmo que soubesse que aquilo não o afetaria tanto quanto ela quando percebia as notáveis traições - que ele já não se importava mais em esconder há alguns anos. Outra parte de si queria recuperar o casamento, e essa foi a sua motivação para vestir a nova e impecável lingerie. Não era tola a ponto de acreditar que o homem não se envolveria com outra naquela noite, mas sabia que ele não a traria até o quarto, já que, por aparências, os dois voltaram a dividir o mesmo cômodo. De qualquer forma, ela não esperava que ele fosse demorar tanto. Esperava que ele tivesse uma noite mediana, e então ela lhe daria o melhor quando chegasse ao quarto. Para sua quebra de expectativa, o homem chegou quase pela manhã, após Yasemin esperar por horas. Horas, essas, gastas entre choro, alguns gritos contra o travesseiro e a enorme vontade de correr até o quarto do melhor amigo e pedir aconchego. Mas permaneceu ali, firme e sentada na cama com sua melhor pose de indiferença, o corpo coberto pelo edredom enquanto lia um livro ao ouvi-lo chegar. Revirou os olhos para a pergunta dele, respondendo com um simples. 『 — Sim. 』 Por que se importar de dar detalhes sobre a sua noite, se ele não se importaria? Esperou-o sair do banheiro, os olhos atentos notaram todos os detalhes que denunciavam sua indiscrição - as marcas de unha, o roxo no pescoço - , todas aquelas que entregavam para qualquer um que ele tinha diversos casos com mulheres diferentes, humilhando a própria esposa perante aos funcionários e membros da família. Era preciso ter muito sangue frio para engolir aquelas coisas, mas se havia algo que a mulher havia aprendido era a ser apática quando necessário. Tirou aqueles minutos para pensar no que fazer. Poderia virar e dormir, sair do quarto e deitar em outra cama, fazer um barraco enorme para compensar todos os anos que engoliu tudo em silêncio, ou seguir adiante com seu plano e tentar uma aproximação carnal com o esposo - por mais doloroso que fosse ter de abraçá-lo e beijá-lo sabendo que o corpo estava cheio de marcas de outras mulheres. Por fim, decidiu esperar e saber qual era a dele. Havia Cedric, enfim, notado a esposa pela primeira vez desde que chegaram a Illea? 『 — Isso o que? Não tem nada de especial aqui. 』 Apoiou o livro na mesinha de cabeceira, e retirou o edredom de cima de si, levantando-se para mostrar a roupa. Era nova, e sim era especialmente para ele, mas por puro orgulho não iria admitir. 『 — Já usei outras noites, é só a minha roupa de dormir. Acho que estava muito ocupado e acabou não notando. A vida de um monarca é sempre muito agitada, não é, mon coeur? 』 Ironizou, repetindo o apelido usado por ele, e sentindo aquela sensação horrorosa de sempre quando parecia que ia lhe confrontar, mas nunca tinha coragem de ir adiante.
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