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@yasmin-pimenta
IPHONE DO DAVI NA MINHA MESA
Tá comigo não, moz, tá com ele.
como foi transar no carro com davi quero detalhes
Melhor do que eu imaginava. E o menino é grande minha gente, não tinha certeza se ia caber.
fica ai o duplo sentido.
já fosse corna?
Quem nunca amigas?
me nota, crush
to te notando bb, me liga.
ja erraram teu nome no sexo?
Sim, esqueceram também, mas fazer o que minha gente? queria fazer o mesmo, mas minha memória é muito boa.
oi letícia
Hã? Yasmin na verdade, prazer
boa noite apenas para minha crush! no caso vc
Assim já melhora todo o resto da minha semana... amo tu
oi princesa sabia que vc é uma princesa?
Ai brigada mozi, tu que é!
Qual ator global cê já deu uns beijo, conta pra a gnt
Sinceramente , alguns. Mas acho que o Guilherme Leican, que é um brother meu agora, posso contar de boa. E dizer que tem boa pegada gente, pode investir.
EU NUNCA: transei no camarim do estúdio... bebe ou passa?
quem nunca bb?
Toparia um menage com os gêmeos?
Seria bem esquisito ver os dois se pegando junto comigo, né non. Para mim já basta um mesmo, mas se outro menino quiser se adicionar, aceito fácil.
yasmin-pimenta:
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yasmin-pimenta:
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santanadavi:
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santanadavi:
Certas pessoas, de acordo com suas vivências, tendem a despertar a consciência do teor alcóolico em uma situação específica. Para alguns, podia ser a presença súbita de algum parente, e para outros podia ser um acontecimento drástico que drena qualquer tipo de torpor causado pela bebida. No caso de Davi, sempre se tratava de uma possível relação íntima – somente beijo não importava. Somente quando ele realmente queria, e se interessava de fato em alguma garota, era como se a embriaguez evaporasse, e isso se devia unicamente pela vaidade imposta a si mesmo sobre ser e dar sempre o seu melhor consciente. Talvez por outros motivos biológicos também, até então desconhecidos, pois não era ele o médico da família. De qualquer forma, debaixo da álgida chuva, Davi se concentrava no que poderia ser desconfortável para ela, e como ela pudesse se sentir ofendida pelo avanço inesperado de forma pré-julgamental. Ele não a julgaria por isso, em controvérsia. Portanto, ao passo que relutava, os dedos dela provocavam arrepios em sua nuca, o que tornava tudo mais difícil. Suspirando sobre o pescoço de Yasmin, ele engoliu em seco e piscou algumas vezes ao ter o foco sobre o rosto dela novamente, e pensou que gostava de observá-la. De se surpreender em como ela era incrivelmente linda. Os olhos, o nariz, a boca. Uma boca que parecia chamar pela sua; concentrado no desenho de seus lábios, mal a ouviu. Apenas leu o movimento de cada palavra, lentamente, e encarou-a nos olhos para se certificar de que não era um equívoco. Quase ao mesmo tempo, puxou-a para o beijo que tanto desejava, para o entrelaçar sutil de línguas que lhe parecia familiar. Com uma mão ainda entrelaçada nos fios molhados de Yasmin, o polegar sobre sua bochecha, e a outra em sua cintura, aproveitava das sensações intensificadas, contente pela oportunidade após ter agido mal em sua frente. Ele parou de sentir a chuva, a atmosfera, qualquer outra coisa que não fosse ela; mas, de súbito, com os batimentos acelerados, percebeu que estavam no meio da rua – pior, no meio da rua em São Paulo. Haviam muitas opções ruins que poderiam acontecer por conta disso, e não hesitou em abrir a porta de trás, puxando Yasmin para mais perto de si. “Entra no carro, por favor,” murmurou, roçando seus lábios nos dela. Incitando-a a entrar, fazendo o mesmo logo em seguida, ele fechou a porta, trancou o carro e a trouxe para seu colo com cuidado, onde voltou a beijá-la ainda com mais vontade uma vez mais seguros. Com mais força no beijo, porém mais delicado no toque, Davi explorou a sua pele fria, meio hesitante. Após certo tempo, notou que seu corpo já tinha esquentado, e agora buscava por algo além de beijos e toques superficiais. Portanto, colocou-a deitada sobre o banco traseiro e, acima dela, distribuiu selinhos pelo rosto e pescoço de Yasmin até mordiscar de leve o seu lábio. “Posso te compensar pela inconveniência de mais cedo? Não vou fazer nada que ‘cê não queira,” disse, beijando-a de novo. Sua mão foi relutante para a saia dela, como se indicasse o que queria dizer, e ele e a encarou em seguida, esperando por uma resposta.
Era até um pouco engraçado como uma coisa levava a outra, na verdade, como as coincidência que acontecem na vida poderiam aparecer como uma surpresa boa. Quando beijou Davi no pub a algum tempo atrás não imaginava vê-lo novamente, mas depois tinha descoberto que eles, sim, tinham amigos em comum - o que pode até ser mais difícil na cidade mais populosa do Brasil. Não tinham marcado de se encontrar, Davi nem ao menos lembrava do seu nome a alguns minutos atrás. Porém a vida - ou os acontecimentos aleatórios dela - os trouxeram para aquele exato momento, onde mergulhava mais uma vez no beijo dele embaixo de uma chuva incontrolável. Yasmin sabia que Davi estava bêbado que não deveria ter continuado, mas o leve pensamento consciente só apareceu por alguns segundos, antes de ser destruído pela vontade de sua boca de ter a dele, de seus dedos toca-lo, de fazer todos os desejos que passavam em sua cabeça naquele momento. Ela estava molhada os beijos se intensificavam enquanto seus corpos se mantinham colados e esquentavam um ao outro. Naquele momento Yasmin não parecia ligar que estava no meio da rua. Ela sabia que devia, mas era como se só estivessem os dois ali e não se importasse com o mundo externo. Não tinha ouvido a porta se abrir, mas ouvir a voz dele quebrar o silêncio da chuva batendo no asfalto fez ela fazer exatamente o que ele disse. A proteção que o carro agora fazia esquentava ainda mais o lugar, quando ouviu a porta trancar novamente, Yasmin sorriu de lado para ele mordendo o lábio inferior. Sentiu as mãos dele a puxar para seu colo, onde voltaram a fazer o que parecia que os dois tanto queriam. Seus braços estavam enroscados no pescoço dele enquanto continuava o puxando para si, revezando beijos em seus lábios, pescoço e mordiscos na orelha, podendo até deixar alguma marca ali. Seu corpo agora ia caindo lentamente até suas costas encostarem totalmente no banco de trás daquele carro. Yasmin sabia o que estava para acontecer. E ela queria que acontecesse. Chegou em um ponto que não conseguiria esperar mais, ela queria ele. Os beijos, o cheiro, o toque, a voz em seu ouvido. Ele se tornava viciante para ela agora. E ela não queria nem um pouco passar pela reabilitação. Abriu os olhos sentindo os lábios dele traçando rastros em sua pele, fazendo Yasmin suspirar inconscientemente. Ouviu a voz dele quebrar o silêncio novamente, a fazendo olhar diretamente nos olhos verdes, enquanto sentia a mão dele direcionar para o lugar que ela urgentemente queria ser tocada. - Como eu disse... - falou em meios a suspiros deixando uma de suas mãos deslizar por todo o peitoral do homem tocando levemente com os dedos no final do abdomên dele e a outra mão indo para seu rosto sentindo a barba ralar sua pele - ... eu não quero que você pare, Davi. - falou com um tom arrastada e então retribuindo o beijo.
santanadavi:
Era uma questão de tempo até que sua visão começasse a ficar embaçada, pelo álcool e pela chuva, ambos. Ele tentava, da sua própria maneira, uma forma de proteger seus olhos e continuar observando a pequena garota, e a única resposta plausível que encontrou foi estreitá-los; ao menos lhe parecia. A voz dela era engolida pela chuva, e por mais que se fizesse certo esforço puesse conseguir ouvi-la, ele não tentou. Sua expressão era sutil, levemente atordoada, e não moveu um músculo enquanto tentava processar o argumento dela, sobre o carro ou algo do tipo. Devagar, Davi alternou o olhar entre o rosto alheio e a entrada do bar, alguns metros atrás. Mais uma parte da memória fugia e ele não lembrava de como tinha parado ali, mas se estava acompanhado, devia haver uma boa justificativa para deixar a bebida de lado. Afinal, não era sempre que tinha tempo disponível para aproveitar a idade que possuía, e eram poucas coisas pelas quais abriria mão durante esse tempo. No entanto, ali estava ele. De alguma forma, gostou de ver que era ela que estava ali em sua frente – ela… O nome… Davi fez uma careta frouxa, ainda incapaz de assimilar o rosto ao nome, que estava tão na ponta de sua língua que ela estava prestes a derreter. Ele abriu a boca para perguntar, mas parou, confuso, com a réplica em forma de outra pergunta. Com o cenho franzido, abaixou os olhos para o próprio corpo – para o peito, tronco, pernas – e tentou medi-los, mas, sem sucesso, ele suspirou. “Acho que sim,” respondeu, pensativo. “A média brasileira não é essa… a minha, no caso. Mas tudo bem, porque eu sou acima da média em muitos quesitos,” finalizou, dando um sorriso preguiçoso. Apesar da conotação maliciosa, não foi isso o que Davi quis dizer; era o seu simples ego automático que o fazia falar de tal forma, antes mesmo de filtrar as palavras antes de pronunciá-las. E no momento que havia uma brecha, ele não hesitava. Quando ela tirou a bolsa de cima da cabeça, ele inclinou a própria, como se tivesse acabado de notar que não era essa a silhueta habitual dela somente quando a bolsa ficou fora de caminho. Desta forma, quando seu rosto foi puxado ao encontro do dela, Davi arregalou minimamente os olhos por surpresa, mas logo se viu estático diante da proximidade súbita mais uma vez. As pupilas se dilatavam devagar conforme ela seguia falando, e Davi se via totalmente confortável daquela maneira. Tão perto, tão concentrado nela, mal percebeu a aceleração de seus batimentos cardíacos, e nem como a chuva respingava de seu cabelo molhado, do nariz e ensopava cada pedaço de sua roupa. Havia algo sobre ela. Algo que fazia suas veias latejarem e sua pulsação aumentar, e por isso não sentia nenhum frio. Por isso, também, que perdeu grandes partes do discurso dela, concentrado em sua boca e seus olhos, e só voltou à autonomia própria quando ela se afastou, já sendo puxado pela mão. Sua mente divagava sobre a reação corporal ao escutar seu nome, e, como um clarão, tudo se iluminou em sua mente – ou talvez fora um relâmpago. De uma forma ou de outra, Davi sorriu lentamente, satisfeito, retirando o excesso de água do cabelo e completamente ciente dos passos que seguiam os dela – Yasmin. Combinava com ela. Como não tinha pensado em Yasmin antes? Ele deixou-se ser puxado até o carro, e quando o reconheceu, segurou a cintura dela com as duas mãos, empurrando-a sem força contra a porta e com o rosto abaixado, focado nela. Agilmente subiu uma das mãos e, enroscando-a na nuca dela, Davi tocou o seu queixo com o polegar, incitando-a a olhar em seus olhos. Um arrepio passou pela sua coluna; talvez fosse o frio que não notava, mas ainda estava ali. “Eu tenho certeza absoluta que não foi o álcool que me deu essa vontade absurda,” murmurou, tocando a ponta de seu nariz no dela. “Mas,” continuou, arrastando sutilmente os lábios pelo canto da boca, “para evitar qualquer transtorno,” pela bochecha, “eu preciso que você,” pela mandíbula, “me peça para parar.” Depositando beijos leves sobre a pele gélida e molhada por todo o caminho, parou no ponto abaixo da orelha, deixando um mais longo e firme ali. “Só diga pare, Yasmin,” disse devagar, a respiração quente em seu pescoço, inalando a fragrância doce que emanava do local. O semblante de Davi estava franzido em dúvida, demostrando uma luta interna sobre se contentar com aquilo ao invés de, por fim, beijá-la.
Não podia se controlar. Mesmo com a chuva, ter que sair mais cedo do bar, seus sapatos encharcado, sua roupa ficando cada vez mais transparente devido a água que a molhava, sentir sua maquiagem escorrer com cada gota que caia sobre seu rosto, Yasmin ainda soltou uma risada ao ver Davi olhar para seu próprio corpo com uma expressão de confusão com sua pergunta que tinha sido feita nitidamente como uma brincadeira. O ego dele era alto, talvez fosse a bebida mas ele não tentava esconder o que atraia mais Yá - Eu posso acreditar nisso. - falou com o mesmo tom que tinha antes enquanto olhava para ele. Davi já estava ensopado assim como ela, mas parecia que estava apenas incomodado com as gotas que o acertava e não a água que já escorria pela sua roupa e pele. Tinha que chamar atenção dele e aquela tinha sido a única maneira que havia pensado. Agora a água batia equilibradamente nos dois, enquanto Yasmin tinha o rosto dele entre suas mãos e na frente do seu. A chuva deveria trazer um frio para seus corpos, mas na verdade ela se sentia confortável devido a presença dele próxima de si. Fazendo seu sangue latejar lembrando do momento que tinham compartilhado na inauguração do pub da conversa. Do beijo - dos beijos - das mãos, dos cheiros, dos gostos. Parecia que tudo voltava quando ficava a essa distância dele. Quando ficava com ele. Parou o olhando com os olhos vidrados no verde que iam direto para si. Yasmin gostava de ser olhada por ele, de ter sua atenção. Era um sensação diferente. Boa. Tivera que juntar forças ao se distanciar e caminhar em direção ao carro que esperava ser o dele. Quando chegou perto do mesmo já buscava a chave com a sua mão livre na bolsa quando sentiu o toque em sua cintura e seu corpo sendo direcionado para encostar no carro, tendo ele na sua frente. Tinha o olhar dele sobre si. Sentindo o calor voltando e se concentrando em todos os principais locais que pediam pela atenção , pelo olhar, pelo toque de Davi. A mão dele subiu em sua nuca enquanto o toque do polegar no seu rosto passava tudo o que Yasmin imaginava que Davi queria - E o que ela queria também. Ouvia as palavras dele, mas ainda sim sentia o anjinho no seu ombro dizer que aquilo não era certo, que ele estava muito bêbado, que ela não deveria. Mas o diabinho se perdia já no toque dele, na aproximação, na vontade de mais. Sentia os lábios dele misturado com a chuva que ainda batia na sua pele, mas que o frio nem se comparava aos arrepios que cada toque do professor a fazia sentir. Cada palavra que vinha ao seus ouvidos, ela compreendia o que ele falava e queria o responder. Ouviu então o seu nome ser pronunciado por ele então todo seu corpo de estremeceu. Começou a subir suas mãos arrastando sua palma e unhas por todo o peitoral dele e se apoiando sobre sem ombros enquanto o fizera voltar a olhar diretamente para ela. Yasmin parou um segundo com seus dedos mergulhando no cabelo molhado perto da nuca dele, o tendo milímetros de si, com sua respiração já pesada encostou a ponta de seu nariz na dele - Mas eu não quero que você pare, Davi. - falou pausadamente olhando diretamente para o verde dos olhos dele e iniciando finalmente o beijo que se corpo desejava desde que o vira no bar.
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