“ diamonds are girls best friends… ”
𝗔𝗕𝗢𝗨𝗧//𝗛𝗘𝗔𝗗𝗖𝗔𝗡𝗢𝗡𝗦 (under the cut)
ZOYA MELNIK KOSLOV pode até dizer que não pediu para estar em Eskye, mas agora é um pouco tarde para querer voltar pra casa… Com apenas VINTE E OITO, já perdi as contas de quantas vezes ela disse que é só uma LADRA PROFISSIONAL que veio direto da RÚSSIA Por aqui, já ficou conhecida como THE BARD e comenta-se até que usou a Chave Espelho para roubar o rosto de HANNAH VAN DER WESTHUYSEN.
› BREVE RESUMO.
TW: violência doméstica; uso de drogas; morte; roubo
Fruto da violência e instabilidade de Alina e Yegor, a insólita Zoya não possuía uma ínfima chance fronte ao lar instável e as desigualdades de São Petersburgo. Cresceu dentre garrafas de bebida vazia, móveis quebrados por acessos de raiva, caixas de comprimidos vazias e estoques de drogas nos vãos do piso. Habituada à ilegalidade da vida dos pais e ao relacionamento abusivo de ambos, a garotinha fora mero efeito colateral para ambos. Escancararam o pior do mundo para Zoya e relegaram ela como um mero percalço no cotidiano, instigando a raiva que cresceu com a garotinha de feições doces. Sobreviveu como pôde por quatorze anos, afiando-se fronte a convivência com os pais Zoya arquitetou sua fuga da cidadezinha, o primeiro golpe da Koslov.
Fugiu de São Petersburgo com meros quinze anos, deixando na delegacia local um dossiê com provas e comprovantes do tráfico de drogas feito por seus pais e da violência no lar. Como se não bastasse garantir que ambos passariam alguns anos presos, Zoya roubou o montante do cofre dos pais na manhã precedente à fuga, possibilitando sua ida à Moscou. Não possuía idade legal para independência, porém se recusava a cair no sistema – tampouco este importava-se com a Koslov. Bancando um apartamento minúsculo por alguns meses, Zoya dividia-se como dois lados de uma mesma moeda. Perante o dia frequentava uma escola pública de péssima qualidade, e à noite perambulava pelas ruas da capital furtando os mais privilegiados em clubes e bares.
O início de sua jornada como uma ladra profissional. À princípio não pretendia passar a vida batendo carteiras ou extorquindo homens imbecis, porém, os anos passaram e Zoya rendeu-se aos prazeres de viver pelas próprias regras. Roubaria pessoas ricas e apenas estas; Não deveria matar a não ser que fosse necessário; Planejaria com cautela e a cada seis meses mudaria sua locação; Acima de tudo, faria o que quisesse com a própria vida. Nos anos pospostos a Koslov arquitetou golpes a elite de Moscou e de outras cidades pela Europa, roubou obras de arte e extorquiu os donos de segredos dignos de uma fortuna.
Nutria um compasso moral escasso, priorizando uma vida luxuosa e boêmia às custas da inconstância. Pulando de uma cidade para outra, Zoya passava a vida evadindo a possibilidade de ser descoberta pelas autoridades, com uma caixa de passaportes falsos, dinheiro e uma arma à espera do dia que alguém fosse mais esperto que a própria. Uma vida solitária e emocionalmente privada, um preço justo pelo que fazia a inúmeros pessoas.
Fora puxada para Eskye numa viagem ocasional a Moscou, planejando um roubo à coleção de arte de um magnata francês, Zoya não adaptou-se com facilidade à mudança de ares. Desprezando o ar medieval de Eskye e a ligação ao grupo de indivíduos, o resoluto para a saída instigou a russa, que inevitavelmente forçou-se a colaborar pelo bem maior; seu retorno à vida meticulosamente construída no mundo real.
Usufruindo das habilidades perscrutadas na vida longe de Eskye, Zoya esconde a confusão e raiva por detrás das escolhas cautelosas. Não possui receio de ser considerada uma trapaceira ou quiçá assustadora, contanto que consiga sair daquele buraco o quanto antes. Possui dificuldade com o poder que desenvolveu e a para se adaptar às mudanças óbvias do mundo novo, buscando refúgio em um antigo afeto da Koslov, a música. Originalmente aprendeu a tocar violino e piano pouco depois de sua fuga, como Eskye não possui instrumentos equivalentes, a russa opta por cantarolar ou dedilhar um cravo numa das tavernas para qual escapou-se numa das primeiras noites.
› APARÊNCIA.
Dispondo de feições etéreas e um corpo atlético no mundo humano, a ida à Eskye concedeu garras afiadas no lugar das unhas impecáveis de Zoya. Junto a estas, é possível atinar algumas escamas púrpura nos antebraços da russa, facilmente ocultadas pelas vestes com longas mangas ou pedaços de armaduras simplórias. Como uma narcisa, a Koslov despreza as particularidades deferidas na infeliz aventura, porém, desvelou uma valia para ambas. Desfrutando das garras e escamas fronte a embates ou conjunções pouco propícias, é possível conjurar a figura da ladra fincando as unhas em oponentes.
› PODER.
Uma bela troça do universo proporcionou à Zoya a habilidade de Manipulação de Emoções. À princípio capaz de distinguir as emoções daqueles que lhe rodeiam, Zoya atua como uma esponja para os sentimentos alheios, incapaz de desconectar-se inteiramente. Fronte aos dias em Eskye aflorou a perícia de manipular essas emoções que atina por um curto período de tempo, podendo ser prolongado pelo contato físico, embora a habilidade extenue a histamina da russa. Não obstante a habilidade fosse útil para uma mulher habituada a manipular terceiros, a propriedade de que lhe força a discernir os sentimentos alheios incessantemente faz o poder análogo a uma maldição para Zoya. Opta por manipular emoções ocasionalmente, para conseguir algum favor, mordomia ou informação, afastando-se de companhias que possam sobrecarregar seus sentidos.
› HEADCANONS
gosta de arte rouba obras de colecionadores dentre golpes ou roubos mais formais.
é pansexual e panromâtica, embora não possua espaço para relacionamentos na sua vida.
fala russo, italiano, francês, alemão e espanhol
possui mais carimbos no passaporte do que se julga comum.
nunca visita São Petersburgo e sequer menciona os pais ou sua origem para terceiros.
é uma ótima mentirosa, e não pensa duas vezes em se explorar as fraquezas alheias.
cuida de uma gata, Alya, que aparece quando quer na janela do seu apartamento em Moscou.
não pretende parar de ser uma ladra, mas se fosse escolher uma carreira seria a de musicista.
› ARMA PREFERIDA.
Zoya possui duas adagas presas a uma bainha na cintura desta, à princípio distinguem-se pela beleza e equilíbrio perfeito fronte ao conflito, porém, num adicional as armas brancas foram encantadas para regressarem às mãos da russa sob o comando desta. Nutrindo uma espécie de conexão com a russa, as adagas podem percorrer longas distâncias e encontrar o caminho de volta à dona.













