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@a-folhasbrancas
Se torna tudo rápido; vai fundo porém estreito, até se fechar. As coisas não podem ser o que se pensa, mas podem ser o que é preciso. Da mesma forma que se ri na saudade, se chora na presença. Comédia delirante, sufoco; êxtase. Pedir para esquecer não será a cura, a não ser que esquecer signifique perda. A não ser que tudo seja arrancado. A não ser que doa vorazmente. Mentir não é alternativa, é necessidade; contemple fixamente os olhos de alguém enquanto a sua face rotineira se destrói pondo outra no lugar. Falta a verdade onde falta clareza; não julgue uma escolha se estiver chovendo, não é visto mais nada além da redenção. E é na chuva que se espalha rancores. Em gargalhadas infinitas moram fendas que não gostam de luzes esclarecedoras.
Agora ficou difícil. Talvez nem seja, mas quero que se torne difícil. Talvez eu queira ser o difícil. Lá na frente eu sairia da minha órbita, do meu círculo afável; penso às vezes que nem existiria..."lá na frente". Eu não quero definições, quero achar um modo de deixar de usar as palavras, deixar de corresponder à expectativas. Sim, até as minhas próprias especulações seriam refutadas, no mínimo revertidas e ter o prazer de ver e de tocar o que há de mais fundo enquanto respiro. É mal. É bom. É hibrido, prófugo e desconhecido. Quero ver o gelo; já até sinto o sutil zero absoluto, mas quero enxergar o bloco maciço e gélido perdendo limite em meu corpo. Quero estar em paz para os outros e em guerra para mim. Quero andar como alguém, tropeçar e me ver outro; quero cair no meio de uma alameda, e com o joelho sangrando, me transformar em filme. Aquele que foi assistido e que causa dúvida em relação à sua história. Aquele que te faz chorar por dentro, sem escorrer por fora; aquele que num momento crucial, te agride sem que percebas. Quero ser o que mais poderia te sacanear, mas que te faças pensar. Mas eu vou reverter isso. E reverter.
"Me deixa ser quem passa a calça que você precisa usar no seu jantar à luz de velas com alguém; me deixa ser quem deixa vocês dois de carro em um restaurante caro, só não deixa eu ser ninguém na sua vida."
Sobrevivo ao ataque cortante; eu respiro, porém o ar me atinge aflito. Eu poderia me virar e traçar outro norte, mas vejo que minha consciência foi destinada a aparar desníveis. Ergo minhas mãos para receber lágrimas mal choradas, próximo de um fim desejando a glória.
Relaxo, travo. Ardo com vigor, permaneço calado. Ao parvo provável, finjo que não distraio. Descalço, quebro meus percalços nos cacos. E assim insisto com os lábios cerrados no palco, constantemente... árduo.
Por ti bebi, vivi, sofri; já era fácil retornar ao acervo de lâmpadas da alameda escurecida. Assim, por ti, bebia, vivia, sofria; é simples renegar a virtude contida no teu ar. Logo, por ti, beberia, viveria, sofreria; não me é mais permitido contemplar os teus delírios.
A linha é tênue, a do amor. Montanhas russas também são. Luto em degradê, na tentativa de indicar um nível de misericórdia, um de justiça e outro de razão. Te ouço sussurrar ao mesmo tempo que te assisto sangrar ao se chocar com a parede.
Como se desprezar fosse normal; vejo na qualidade do seu brilho a casca previsível. Uma leve vertigem é o suficiente para desencantar e fragmentar o seu palco. Uma memória te destruiria.
Eu sou o herói da história, não preciso ser salvo.