’BLUE FLAME’ JACKET MAKING FILM ·✴· Eunwoo | 1, 2
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@acciokang
’BLUE FLAME’ JACKET MAKING FILM ·✴· Eunwoo | 1, 2
this is a modern fairytale. no happy endings. no wind in our sails || minyeon || fb
@dxncxmisuncho
Era por volta das seis e meia da tarde, não era mais possível vislumbrar o Sol na linha do horizonte e apesar do céu ainda estar em tons alaranjados mesclando uma cor rosada, já tinha algumas estrelas dando um encanto especial para aquela noite que se aproximava. Desbloqueando a tela de seu celular, Junmyeon digitou uma mensagem de texto respondendo a Misun, informando-a de que estaria na praça em que se conheceram. Ele havia achado uma ótima ideia de se encontrarem sempre naquele lugar, afinal, existia uma memória importante e muito linda a qual compartilhavam um com o outro.
Não sabia exatamente o que ela queria, apenas tinha recebido uma clara instrução de que deveria esperar pela baixinha na praça. Uma ligeira sensação tomou conta de si, como um frio percorrendo sua espinha ou borboletas no estômago e o oriental ficou em dúvida se era porquê sempre se sentia daquele jeito na presença da morena, mesmo que estivessem namorando a alguns anos, ou se era pela noite de outono que se tornava mais gélida conforme escurecia. E optando pela resposta que mais lhe pareceu plausível, Junmyeon acabou aceitando que estava assim pelo ventinho frígido da noite.
Um sorriso largo e completamente dócil adornou a face do do Kang ao chegar no local do encontro e seu olhar encontrar a figura de Misun. Aproximando-se dela em passos curtos e lentos, para não atrair a atenção, o moreno a envolveu em seus braços dando-lhe um beijo no topo de sua cabeça. “Oi, princesa.” Murmurou, sorrindo abobado enquanto levava a mão até as madeixas escuras para fazer uma carícia antes de tombar a cabeça para o lado, podendo ter uma visão melhor da face feminina. “Está tudo bem? Você parecia... Estranha na mensagem. Aconteceu algo?”
ᴛᴀsᴋ 002: 𝘐 𝘬𝘯𝘰𝘸 𝙬𝙝𝙤 𝘐’𝘮 𝘣𝘶𝘵 𝘐’𝘮 𝙨𝙚𝙖𝙧𝙘𝙝𝙞𝙣𝙜 𝘧𝘰𝘳 𝘴𝘰𝘮𝘦𝘵𝘩𝘪𝘯𝘨, 𝘰𝘳 𝙨𝙤𝙢𝙚𝙤𝙣𝙚.
valentine’s day || hogsmead
Era estranho para ele estar ali, aquelas pessoas que não pareciam normais para alguém como Junmyeon que mesmo após anos de convivência com os irmãos e até mesmo alguns poucos amigos bruxos, ainda não tinha se acostumado com o fato de existirem mágicos.
Kang observava os demais com um olhar atento, como se houvesse perigo iminente e precisasse de se cuidar. Talvez estivesse julgando demais, pensou consigo e balançou a cabeça, piscando algumas vezes antes de respirar fundo e decidir que seria mais mente aberta.
Apenas não fazia muito sentido para si saber que vivia em um mundo em que existia magia, e só de imaginar que metade dos trouxas - a palavra também não era algo que o agradava de um todo - sequer faziam ideia daquilo? Realmente, era muito confuso.
“Então está me dizendo que... Essa vassoura, um objeto usado para varrer... V-v... Vo-oa?” Inquiriu, completamente surpreso e boquiaberto. “Impossível.” Comentou baixinho, em descrença.
wannabe || jungyeon || blind date
cxptxnjungsong·:
@acciokang·
Era mais que óbvio que Junghwa iria se inscrever naquele encontro às cegas, afinal o menino amava tudo que envolvesse a palavra romance, não de um modo romântico, era claro, mas sim de um modo prazeroso. O loirinho amava tudo onde pudesse usufruir de umas boas horas de prazer, e por mais sujo que pudesse parecer, seu jeitinho era mesmo assim. Seu jeitinho pegador sempre acabava por vir ao de cima. E óbvio que seu par poderia ser alguém pelo qual o garoto não tivesse qualquer hipótese, contudo ao menos ele poderia se divertir com a situação. Ou pelo menos era isso que o Song esperava daquele encontro, algo que realmente lhe dê-se um pequeno gostinho.
Junghwa já se encontrava na madame puddifoot algum tempo, contudo parecia não haver qualquer sinal de seu par. Teria a pessoa em questão desistido? Céus, o ex-corvino só esperava que não, afinal ele se encontrava demasiado agitado por se divertir naquela tarde. O loiro pegou no menu que se encontrava sobre a mesa e começou lendo as bebidas e comidas que existiam. Talvez se ele comesse algo o tempo acabasse por passar mais rapidamente. Enquanto escolhia o que comer, o asiático sentiu alguém sentar na sua mesa. Ele voltou seu olhar para a frente se deparando com um de seus melhores amigos. Completamente confuso o coreano soltou uma risada. — “ Jun?! Não me fala que é tu meu par pra essa tarde. “
Quando descobriu que havia sido inscrito em um encontro às cegas, Jun não sabia se ficava irritado, chateado com quem teria feito aquilo ou se começava a rir de sua própria situação - afinal, rir é o melhor remédio, certo? -. Contudo, o moreno ao fim nem mesmo soube como reagir, não fazia ideia das atrações que estariam ocorrendo naquele dia e foi pego de surpresa em saber que estariam comemorando o dia dos namorados com algo tão “trouxa”. Na verdade, achou curioso até mesmo que estivesse comemorando a data, imaginava que aquilo nem passava perto do mundo bruxo. Ele estava aprendendo muito naquele festival, e era só sua primeira vez tendo contato tão de perto com tudo aquilo.
Junmyeon adentrou ao local com as bochechas mais vermelhas que pimentões, ou morangos, ou qualquer fruta que tivesse a coloração avermelhada. Ele teve de pedir a tantas pessoas que o indicassem o caminho certo porque não sabia, que o constrangimento atingiu o nível máximo e o fez começar a suar, tremer e gaguejar. Perguntava-se mentalmente se os mágicos teriam um feitiço para se arrumar caso se encontrassem naquela situação ridícula a qual estava no momento, e isso o deixou ainda mais desesperado; não sabia quem era seu par, e se a pessoa desconhecida o entendesse mal devido o estado em que o veria? Ou, pior, e se tivesse passado todo aquele sufoco e a pessoa nem aparecesse?
Completamente aterrorizado, Jun ergueu tremendo o papel e leu com atenção o que deveria fazer. Então, o moreno caminhou até a direção da mesa e assim que seus olhos pousaram na figura de Junghwa, uma expressão de descrença e incredulidade aparaceu na face masculina. “Seu.....” Por muito pouco, o oriental não o xingou. Ele se sentou, passou a mão pelas madeixas escuras e respirou fundo, dando um soco no ombro do amigo. “Você é um... Caramba, Jun.. O que... Como pode? Fazer isso comigo.... O que eu fiz para você, ein? Por que me odeia tanto? Sei que tem uma obsessão por mim, mas ai me fazer entrar nesse negócio só para ter um encontro comigo.. É demais!”
Love Letter | Junmyeon & Ming
myungmyungg·:
Embora não houvesse se passado muito tempo desde que Ming finalmente tomara sua decisão de se juntar ao festival, nem que fosse como havia se convencido anteriormente de apenas verificar como as coisas estavam andando por la, ele ja havia passado por uma porções de altos e baixos durante a festa. A começar pelos constantes questionamentos que repetia para si mesmo sempre que via ou observava alguma coisa que não o agradava, como uma decoração ou frase particularmente melosa e amorosa; apenas enfatizando o quão deslocadas pessoas como ele deveriam se sentir em festivais como aquele. Segundo que, depois de se inscrever em um encontro as cegas de maneira praticamente impulsiva finalmente dando-se conta do que havia feito durante diversas vezes havia considerado escapar silenciosamente antes que seu par chegasse, e assim tivesse que enfrentar o que quer que viesse depois disso. No entanto, diferentemente do esperado a interação entre os dois tinha sido agradavel e surpreendente o bastante para que se sentisse verdadeiramente satisfeito de ter o feito. Podia dizer tranquilamente que, uma vez tendo passado por essa parte mais tensa da festa Ming estava aproveitando um pouco mais os eventos e atrações do lugar.
Ainda acreditava que as decorações estivessem um pouco exageradas demais, assim como os casais que constantemente se encontrava circulando pelas ruas de mãos dadas ou se agarrando em algum canto; mas não se podia ter tudo, certo ? Havia parado para comer alguma coisa, e aproveitar para escutar algumas atrações musicais que se apresentavam na hora. Seu pedido parecia estar demorando um pouco mais do que o costume para ser entregue, mas como estava curtindo as musicas não deu muita atenção a isso a principio. Foi somente ao perceber uma movimentação estranha próxima a barraca dos petiscos que Ming percebeu se tratar na verdade de uma confusão por conta de uma entrega errada de pedidos, mas logo desviou sua atenção mais uma vez; um homem estranho agora se sentava a sua frente na mesa. Pela sua expressão estava nitido que tinha alguma coisa a lhe dizer, ou melhor lhe oferecer. No caso um pedaço de papel. — Meu amigo é tímido, mas esta bem afim de você. Me pediu para trazer isso aqui, caso queira bater um papo. — estava lhe explicando enquanto estendia o papel em sua direção. No entanto seu olhar ja havia sido atraído para um outro detalhe; uma pessoa que parecia suspeitamente atenta e a par da situação. Ja não estava mais escutando as coisas que o outro lhe dizia, embora estivesse vagamente ciente do falatório alheio. Seria isso uma espécie de brincadeira ? — Seu pedido. — anunciou o atendente com uma expressão de mais puro tédio, provavelmente depois de ser ignorado por sabe-se la quantas vezes. Piscando Ming pode perceber que o homem ja não estava por perto, mas havia deixado o bilhete sobre a mesa. Sem nem ao menos se dar o trabalho de ler Ming indicou que o outro se aproximasse de sua mesa; iria tirar aquilo a limpo.
@acciokang
Ele não se denominaria como um ‘introvertido’ ou alguém que não conseguisse se socializar, no geral, era bem simpático e tinha facilidade em conversas mesmo se essas fossem com desconhecidos. Conquanto, tinha de admitir que estava se sentindo deslocado na tão comentada e movimentada Hogsmead. Por isso o moreno preferiu apenas ficar em seu canto e observar as pessoas que passavam por ali, mesmo não fazendo parte daquele mundo, achava interessante como tudo parecia ser resolvido num passe de mágicas, literalmente, além disto, era intrigante para Junmyeon que usassem suas varinhas para levitar as coisas quando ele passou sua infância vendo desenhos e filmes em que os seres sobrenaturais conseguiam com a própria cabeça.
Não era como se passasse vinte e quatro horas de seus dias, indiferente se fosse do passado ou não, a procura de entender as maravilhas e inusitadas- ainda assim, estranhas - situações as quais os bruxos passavam ou a praticidade com a qual tinham suas vidas, pois tudo poderia ser resolvido com um bibbidi-bobbidi-boo. Não, mesmo achando fascinante - embora nunca fosse verbalizar isso, pelo menos não para Jongdae e Ming -, Jun ainda tinha sua vida e mesmo que não fosse tão interessante como a dos irmãos, ele tinha seus estudos naquela época e precisava se dedicar no que iria ser bom para seu futuro. E nos dias atuais poucas coisas tinham mudado, mas ainda não fora mudanças suficientes para que o fizessem ficar babando nos pés de bruxos.
Perdido em um mundo de imaginações, Kang só se deu conta das horas quando uma jovem apareceu em seu lado e apontou para o relógio no pulso do trouxa, inquirindo-lhe sobre horário. Após agradecer, a loira o deixou sozinho de novo e foi então que Jun observou uma movimentação em algumas meses um pouco distantes da qual se encontrava. No entanto, estranhou ainda mais quando um bilhete foi entregado para seu irmão. O que estava acontecendo? Não parecia ser o pedido do mais novo e duvidava que o método de pagamento dos bruxos era o mesmo que o dos trouxas. Mas também não conseguia ver aquele a qual viu crescer e sabia como era, marcando um encontro ou dando seu número de telefone, ou o que fosse.
“Ming, não sabia que estava tão perto. Teria me sentado com você se soubesse. Não se importa de me juntar a você, certo?” Perguntou quando se aproximou da mesa alheia, porém, de uma retórica visto que já tinha puxado a cadeira e se sentado em frente ao irmão.
Valentines day
myungmyungg·:
Ainda estava tentando entender o que diabos estava fazendo no meio de um festival como aquele, enquanto caminhava pela multidão com um bastão de algodão doce na mão. Nem ao menos queria o doce, apenas havia aceitado depois de muita insistencia por parte de uma bruxa que o aborrecera um pouco. Bem, pelo menos tinha um gosto bom, refletiu consigo mesmo enquanto seguia para o madame pudifoot. Pode perceber que não era o único seguindo para o lugar, observou revirando os olhos. Porque estava fazendo aquilo mesmo? Se perguntou sentindo um misto de constrangimento e irritação por estar sentindo-se constrangido ao chegar na porta. Não percebeu, mas não era o único tentando entrar no lugar. E obviamente irritado como estava não somente insistiu em entrar primeiro, como empurrou a pessoa em questão quase a jogando contra o batente da porta. — Ainda não percebeu que estou tentando entrar ? — questionou encarando a pessoa por alguns instantes, demonstrando claramente que não estava disposto a desistir tão fácil.
Junmyeon soltou um suspiro aliviado assim que ouviu aquela voz que já estava muito bem familiarizado. Deus havia ouvido suas preces, só podia, e ele não perdeu tempo na cadeira em que estava sentado como uma pedra dura, ou um bambu, ou qualquer coisa que pudesse lembrar uma linha dura e tensa como o coreano se encontrava.
Não era seu ambiente, não era as pessoas que conhecia e, certamente, não se tratava de um clima que pudesse dizer que se sentia confortável. Estava naquele lugar já a alguns bons minutos e nem mesmo sabia o nome do estabelecimento, isso para não mencionar que muitos daqueles mágicos eram estúpidos e o assustavam o suficiente para fazer Jun ficar quieto em seu canto, assustado demais para olhá-los.
O moreno se apressou para ir de encontro a Ming e chegou no exato momento em que o mais novo pareceu estar em uma discussão, ou o que fosse. Sabia que o temperamento do outro não era um dos melhores, mas tinha que admitir que surpreendeu-se em ver o irmão agindo e falando daquela forma. “Ming-ah... Por que está sendo tão rude?”
Valentines day
hexshow·:
Apesar de ja ter se apresentado diversas vezes em pequenos bares ou restaurantes, ou até mesmo em alguns espaços publicos aquela estava sendo sua primeira oportunidade grande. Conseguia sentir a pressão de se apresentar para um publico maior, e estava tão ansioso que quase não havia conseguido dormir direito na noite anterior. Tudo o que ele conseguia pensar naquele instante era em como teria que se recompor e dar tudo de si daqui a algumas horas. Por enquanto, no entanto ele havia se inscrito em um encontro as cegas. Estava mais calmo com isso do que acreditava que estaria, provavelmente por conta do show que se seguiria. Estava tão imerso nos próprios pensamentos que não percebeu a presença alheia acabando por esbarrar em uma pessoa a frente, que provavelmente tinha parado para observar alguma coisa no caminho. Não entendia direito o que aconteceu. — Desculpe.. — sussurrou voltando a si o bastante para perceber que estavam perto do madame puddifoot.
Ele realmente deveria ter procurado ficar perto de Ming ou Jongdae - embora este último fosse uma das últimas pessoas a qual o coreano cogitasse querer se aproximar, a mera ideia de estar na presença deste já o irritava -, talvez se tivesse tido mais cautela não estaria perdido naquele instante, tal como estava. Muito embora Junmyeon também pensasse que poderia ter sido culpa do pobre conhecimento que possuía a cerca do tal Hogsmead, como Ming havia lhe apresentado. Caso contrário, se tivesse apenas uma pouca noção dos lugares ele poderia se achar por ali.
Ligeiramente frustrado por isso, o moreno parou abruptamente, percebendo que estava indo em uma direção a qual já teria andado. Ou estava enganado? “Droga....” Murmurou para si. Jun virou-se para olhar as lojas atrás de si e foi nesse instante em que girou os calcanhares que seu corpo colidiu com algo, ou alguém. Descuidado como estava naquele dia, seu olhar deveria ter acompanhado o movimento que seu corpo fazia, então poderia ter evitado também o esbarrão.
“Mas que coisa!” Exclamou passando a mão na testa, visivelmente irritado e chateado. Não com o outro, mas consigo. “Ah, não, não, eu quem peço desculpas. Você está bem? Espero não ter te machucado.”
iammyonlymai·:
- Hogwarts fica aqui por perto não ? - perguntou para a primeira pessoa que viu, nunca tinha visto de perto a tão famosa escola e estava curiosa para saber como deveria ser.
Ele se recordava vagamente de ouvir aquele nome anteriormente, só não saberia dizer quando e porquê, afinal por não fazer parte daquele mundo dos irmãos, sempre preferiu não se envolver muito e saber como era a vida deles relativamente ao lado bruxo.
Presumiu que fosse uma escola de bruxaria, e por isso, arqueou uma sobrancelha, não em uma expressão debochada ou algo do gênero, apenas surpreso pela súbita pergunta. Ela não era bruxa? “Eu gostaria de responder, de verdade, mas... Não sei, não conheço nada por aqui.”
benjamingaunt·:
Achando um canto vazio nos três vassouras, por pura sorte, não pensou duas vezes antes de ir para este desejando tomar um pouco de cerevja amanteigada em paz, algo que até lhe trazia certa nostalgia de não muito tempo atrás.
Perdido por aquelas ruas estranhas de pedras que não pareciam ter sido designadas corretamente para serem encaixadas nos lugares, com suas lojas de artefatos muito estranhos e aqueles bruxos nada normais mas que, de alguma forma, não pareciam ‘anormais’, Jun adentrou um local qualquer, já estava sem rumo mesmo, o que poderia acontecer de pior?
O moreno respirou, estava cheio! Deus, por que tinha aceitado ir com os Myung mesmo? Ele caminhou por aqueles desconhecidos e qualquer um poderia reconhecê-lo como sendo um “estrangeiro”, alguém que não deveria estar ali só pela forma como Junmyeon encarava-os e olhava o que lhe parecia ser um barzinho. Só que bruxo.
“Hm, com licença? Você sabe se vendem água por aqui?” Indagou ao jovem que se sentava sozinho, afastado de todos. E lhe pareceu a opção mais viável naquele momento.
“ ɪ ʟᴇᴛ ᴍʏsᴇʟғ sᴛᴀʏ ʜᴇʀᴇ ɪғ ʏᴏᴜ ᴡᴀɴᴛ, ɪ ʟᴇᴛ ᴍʏsᴇʟғ ʙᴇ ᴄᴀʀʀɪᴇᴅ ᴀᴡᴀʏ ʙʏ ᴡʜᴀᴛ ʏᴏᴜ sᴀʏ, sᴛᴀʏ ᴀʟᴏɴᴇ, ᴊᴜsᴛ ᴀ ʟɪᴛᴛʟᴇ ᴍᴏʀᴇ, sᴏ ᴛʜᴀᴛ ᴛʜᴇʀᴇ ɪs ɴᴏᴛʜɪɴɢ ʟᴇғᴛ ᴛᴏ sᴀʏ, ʙᴇᴛᴡᴇᴇɴ ᴜs, ʙᴏᴛʜ ᴏғ ᴜs, ʟᴇᴛ ʏᴏᴜʀsᴇʟғ ɢᴏ, ᴛʜᴀᴛ ɪ ᴡɪʟʟ ᴛᴏᴏ, ɪᴛ ᴅᴏᴇsɴ'ᴛ ᴍᴀᴛᴛᴇʀ ᴡʜᴇʀᴇ ʏᴏᴜ'ʀᴇ ɢᴏɪɴɢ, ᴡᴇ ɢᴏ, ᴊᴜsᴛ ᴛʜᴇ ᴛᴡᴏ ᴏғ ᴜs, ᴡᴇ ᴀʀᴇ ɴᴏ ʟᴏɴɢᴇʀ ᴛʜᴇ sᴀᴍᴇ, ᴀɴᴅ ʏᴏᴜ ᴋɴᴏᴡ ᴡᴇʟʟ, ᴡᴇ sᴛᴀʏᴇᴅ ɪɴ ᴛʜɪs ɢᴀᴍᴇ, ᴀɴᴅ ɴᴏʙᴏᴅʏ ᴡɪɴs “
[ 🇲 🇮 🇸 🇺 🇳 🇦 🇳 🇩 🇯 🇺 🇳 🇲 🇾 🇪 🇴 🇳 - 🇯 🇺 🇸 🇺 🇳 🇲 🇴 🇴 🇩 🇧 🇴 🇦 🇷 🇩 01 ]
@acciokang
❝𝑃𝑙𝑎𝑠𝑡𝑖𝑐 𝑠𝑚𝑖𝑙𝑒𝑠 𝑎𝑛𝑑 𝑑𝑒𝑛𝑖𝑎𝑙 𝑐𝑎𝑛 𝑜𝑛𝑙𝑦 𝑡𝑎𝑘𝑒 𝑦𝑜𝑢 𝑠𝑜 𝑓𝑎𝑟.❞
Be warm. Be kind. Be calming. Nothing can make a person feel healthier than having a healthy mind.
juansen dizon (via juansendizon)
Myung Brothers aesthetic ( 1 / ? )
How in the world I am going to see?
You as my brother
Not my enemy?
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Conheça Kang Junmyeon, tem 23 anos e trabalha com estágio, não pertenceu à nenhuma casa de Hogwarts; o seu status sanguíneo é trouxa e pertence a cidadão. Muitas pessoas dizem que é extremamente parecido com um trouxa chamado Cha Eunwoo, mas pode ser apenas poção polissuco. Felizmente, encontra-se indisponível.
❝When today’s over, it looks like tomorrow will be different. Will my life be okay without you? Until the day we meet again: goodbye.❞
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dxncxmisuncho·:
Naquela tarde, a Cho decidira que deveria aproveitar um pouco mais o seu tempo livre, por isso após sair de seu estágio, a menina fora em direção ao parque que muitas vezes frequentava quando queria estar sossegada. Porém, quando decidira ir até ali a garota nunca pensara que iria encontrar alguém conhecido. Por isso, assim que escutou aquela voz bastante sua conhecida fora praticamente impossível ela não arregalar os seus olhos. Ela voltou suas íris achocolatadas na direção do outro, e para seu enorme espanto era ele mesmo. Era Kang Junmyeon. Misun piscou seus olhos por alguns momentos, enquanto respirava fundo. Céus, seria assim tão difícil estar na presença daquele que um dia ela considerou como sendo seu? A ex-corvina mordiscou brevemente seu próprio lábio inferior. — “ Jun?! “ — acabou por questionar, e após se recompor voltou seu olhar para o relógio que se encontrava em seu pulso. — “ Me perdoa…ahm, são 14h. “
Ele, sem sombra de dúvidas, não esperava reencontrá-la naquele estado; calças de moletom cinza, uma camisa branca velha e tênis esportivo, as madeixas já suadas assim como grande parte de seu corpo devido a corrida vespertina que fazia todos os dias da semana, hábito que o ajudava a pensar e que teria adotado desde que mudou-se para Londres. Gostaria de poder dizer que queria causar uma boa impressão na ex namorada, não com a intenção de mostrar-se superior ou que o término não lhe havia afetado, mas apenas queria estar apresentável. Era errado ou estranho de sua parte desejar parecer ‘bonito’ ou ‘atraente’ para alguém que um dia chegou a acreditar que passaria o resto de sua vida junto? De qualquer forma, indiferente da resposta, Jun tinha noção de que falhou miseravelmente em ambos os aspectos. Na tentativa de deixar sua presença desajeitada de lado, o moreno assentiu de leve e um sorriso um tanto quanto tímido adornou a face masculina. “Obrigado, Mimi.” Agradeceu no automático, percebendo que tinha chamado-a pelo apelido de quando namoravam e ao se dar conta disso, sentindo aquele clima nada confortável entre eles novamente, Junmyeon se praguejou. “Hmm... Quanto tempo... Não achei que iria encontrar você de novo tão cedo... Especialmente a esse horário, e por aqui. Como está?”
cxptxnjungsong·:
Semdúvida que o Song se tornava uma verdadeira criança quando seencontrava na presença de seus amigos, e por isso estar na presençade Junmyeon não era excepção. A verdade era que o loiro se sentiabem na presença do outro, especialmente porque o asiático conseguiaperceber que consigo o Kang se tornava numa pessoa mais alegre ebrincalhona. — “ Tu é que declarou guerra, meu caro. “— replicou enquanto soltava uma pequena gargalhada. Assim quesentiu os jatinhos de água em si o ex-corvino arqueou suassobrancelhas olhando de soslaio para o amigo. — “ Ah, agora éque tu vai sofrer! “ — assim que terminou de falar, Junghwase aproximou mais do outro erguendo suas mãos para lhe fazer umataque de cócegas.
“Eu? Nada disso. Sua mãe quem declarou guerra quando você nasceu, não avisaram à ela que não podia criar um transformer tão feio que mais parece batida de fusca com um fiat uno rebaixado. Olha a desgraça que apareceu.” Rebateu com um tom completamente provocador, muito embora estivesse se tratando de uma brincadeira, e não economizou nos jatinhos de água que lançava na direção do amigo, soltando uma gargalhada alta quando o mesmo o ameaçou por tê-lo molhado. “Já estou acostumado a sofrer desde que me tornei seu amigo.” Jun mostrou a língua e jogou a arminha para o lado, abaixando-se um pouco para nivelar a altura com a do amigo. “Quer mesmo entrar nessa, Song?”