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@acrosticos-florais
Oi, passarinho. Sou eu. Lamento por não saber o que fazer. Lamento se piorei tudo. Meu rosto é meu, minhas mãos são minhas, minha boca é minha, mas eu não. Eu sou seu.
Capitão Fantástico. (via acrosticos-florais)
Lembrete:
você não precisa se sentir suficiente pros outros; se sinta suficiente pra si mesmo.
“A demora do tchau é equivalente ao quanto a pessoa quer ficar.”
— Soulstripper.
Foi amor, Desde o começo da implicância, Até o tchau que eu não queria ter dito.
Bianca Menezes. (via importunarei)
Reencontros são necessários, o mundo é vasto e grande não tem necessidade de ficarmos presos a pessoas que não preenchem o vazio existente em nós.
Marcelo Guinzelli (via consistia)
Se for pra ter alguém comigo algum dia de novo que seja para sair por aí sem rumo e sem avisar ninguém, pra viajar, pra badalar. Se for pra ficar em casa, fico eu, sozinha.. Quero carinho sem precisar chamar a atenção, amor sem pressão. Liberdade; Amizades sem confusão. Preciso de alguém que me entenda. Que me decifre, que ame meus defeitos e admire minhas qualidades. Quero alguém com metas, objetivos na vida, quero fazer planos e estar nos planos dele. Quero amar sem medo, sem receio. Quero fazer sexo por amor, não só por fazer. Alguém para chamar de meu, alguém pra me chamar de minha. Que enquanto eu leia um livro, esteja me observando ou se distraindo. Quero ser colocada como prioridade. Quero amor, compreensão, carinho, surpresas. Mas sem pressa, vou deixar acontecer e o tempo decidir.
(l.)
Metade de mim perguntava: por que o desejo de um homem toma o meu direito à dignidade? O que faz com que certos homens pensem que suas perversões são mais importantes do que o direito que uma mulher tem de existir como ser humano livre na sociedade? Por fim, entendi que precisava ser como os cavalos que andam com antolhos vendando parcialmente seus olhos. Caso contrário, estaria desperdiçando energia, reconhecendo a presença do agressor. Uma pena tantas mulheres e garotas terem a visão periférica ainda tirada por causa da atenção indesejada. Discordo quando dizem que ''homens são assim mesmo''. Não. Crie seus filhos para que eles vejam as garotas como seres humanos, não objetos.
Brave.
Você tem que ser sempre o seu primeiro amor.
September, 1995.
Ore pelo mundo.
Lêh Costa. (via florejus)
O amor de uma aventureira. Não se iluda, tudo é momentâneo.
Amigos, quando você não puder oferecer aquilo que de início te atraiu para um grupo social, logo te afastará dele. Você é o que você tem.
Eu só queria que parasse de tentar me transformar em outra pessoa, porque isso está tirando o melhor de mim.
Contais
Quando eu estava aprendendo a andar de bicicleta mamãe sempre me dava uns empurrões sinistros, quase sempre eu caia e me machucava...mal sabia eu que ela estava apenas me preparando pra vida. A vida era a bicicleta, meus sonhos era a vontade que eu tinha de aprender a “domar” a dita cuja. Os joelhos e mãos ralados eram as minhas frustrações, minha mãe era as pessoas esperando mais de mim, as cicatrizes são pra me lembrar que apesar das feridas eu consegui e as lágrimas como sempre fazem o seu próprio papel. Sabe o que é engraçado? Eu sempre amei aquela bicicleta, mesmo que ela não fosse “cor de rosa”. Eu sempre quis aprender andar nela, porque não queria ser mais aquela pessoa que ia sempre na garupa. Eu sempre gostei de descer a ladeira sem apertar o freio só pra sentir o vento tocar o meu rosto, bagunçar o meu cabelo por meros segundos. Eu odiava ir por onde existiam pedras, o que resultava sempre em joelhos, mãos e o que mais tivesse expostos machucados, mas se só existia aquele caminho eu fechava os olhos e seguia. Eu me odiava por não conseguir segurar o choro quando me deixava caía, porque era isso que todos esperavam de mim. Eu adorava quando os machucados sumia, mas amava ainda mais quando ficava a cicatriz porque eu sempre ia ter uma história pra contar. E assim eu mostrava para aquelas pessoas que apesar do choro, das feridas e das cicatrizes, e principalmente para mim mesma que eu havia conseguido. Não foi tão rápido como aprender a andar de bicicleta, mas foi assim que eu aprendi a encarar o desafio que é seguir os meus sonhos.
September, 1995.
se o mundo sobrevive às guerras, a gente pode travar paz no peito um do outro.