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@after-naeun-blog
jiyong:
៹ . ˙미친 — o son repetiria quantas vezes fossem questionadas sobre como ele fora acabar com o olho roxo e a boca sangrando; uma queda causada por ele mesmo. a história era bem diferente, mas não era como se ele fosse espalhar por ai que havia levado alguns socos, mesmo que tenha revidado com muitos outros. na verdade, como de costume, a história contada mudaria de pessoa para pessoa e talvez ninguém, além do cara que fizera aquilo com seu rosto, fosse saber o que de fato havia acontecido. a questão era que depois de toda aquela briga ele queria algo que fizesse seu corpo relaxar. ele certamente não estava pensando direito quando fora parar na estufa, mas “pensar” e “son jiyong” na mesma frase parecia mais uma piada. ao ver a mulher se aproximar tão educada soube que estava no lugar errado, porém os lábios foram mais rápidos que a mente então não houve como segurar as palavras. ❛ —— pode! por acaso aqui tem maconha? sabe como é, marijuana, mary jane… tem ai? ❜ gesticulou com a mão como se dissesse que haviam outros apelidos, mas não queria demorar naquilo, afinal o corpo doía como o inferno.
A visão a figura machucada não apenas a assustou, mas também a preocupou. O que havia acontecido? Se quer tinha ideia, mas assim como não tinha ideia como aquele conseguia manter normalidade ao falar, deixando-a confusa com a pergunta do mesmo. ❝ Eh? ❞ Nem se quer vocábulo formou-se devido a confusão e a preocupação ao estranho. Apenas ignorando tal questionamento para que seguisse o próprio instinto. Essa o agarrou pela mão, trazendo para que sentasse ao banco próximo de onde estavam, ignorando o fato que essa ser quer realmente pediu permissão para o mesmo em acudi-lo. ❝ Me espere, sim? ❞ Essa foi a última coisa que a mais velha soltou, antes de desaparecer pela porta de vidro, indo a procura da miúda caixa branca sempre a postos para quando ela ou alguma pessoa acabava-se por se machucar. A mesma velocidade do passo de sua ida, essa voltou-se com a exata rapidez. ❝ Está doendo muito? ❞ Ela perguntou sem menos pensar, diminuindo qualquer distância entre eles para poder analisar a situação do rosto masculino.
— ❛ as in the books.
youngmin:
Já era parte de sua rotina voltar sempre para a biblioteca nos mesmos horários todas as semanas. Tinha sua própria mesa na qual a bibliotecária nem mesmo mexia nos períodos em que sabia que ele iria voltar para retomar suas leituras, e ansiava todos os dias por encontrar suas respostas naquelas páginas. Youngmin era persistente. Não era o tipo de anjo de desistiria de encontrar uma maneira de mudar sua condição.
Fez uma pausa de vinte minutos quando percebeu mais uma vez que os livros que lia não passavam de mais regras que diziam a mesma coisa. O mercado que ficava próximo dali também já era seu fiel companheiro, onde sempre comprava uma cerveja para aliviar seu estresse e acompanhar seus momentos longos e solitários entre os livros. E foi para onde seguiu.
Já estava bebericando a cerveja que deixava um gosto amargo em seus lábio quando passou pelas portas da biblioteca mais uma vez, em silêncio. Teria feito o caminho até a mesa onde havia deixado suas coisas rapidamente se não tivesse visto na mesma horas costas muito conhecidas. Costumava encontrar Naeun na biblioteca com certa frequência nos últimos vinte anos. Considerou dar as costas e sair correndo por medo de se aproximar das gentilezas constantes que a alma sempre lhe fazia, mas então a viu se inclinar sobre a mesa para colocar alguma coisa entre os livros, e a curiosidade o consumiu. Se aproximou mais um pouco, silenciosamente, até que a garota se virasse, o pegando no flagra. Tentou manter a expressão séria sem sucesso, dando um meio sorriso para acompanha-la. “Uma surpresa? Pra mim? Sabe bem que não precisa fazer essas coisas, Naeun-ah.” mesmo que soasse como uma repreensão, se aproximou devagar da mesa, encontrando o marcador com flores azuis e sorrindo. “São da minha cor favorita.” pensou, enrijecendo o maxilar no mesmo momento em que se sentiu feliz com aquilo. Não deveria. “Muito obrigado, dongsaeng.” se curvou em agradecimento, antes de se sentar e dar um gole na cerveja, necessitando da calma do álcool para conseguir evitar o contato visual com a outra.
Expressar-se nunca foi algo que via o homem executar com frequência. Essa compreendida tais possíveis motivos, mas ao mesmo tempo, não era de completo sentido, preocupando-a com o bem estar do mesmo, contudo, ao raro momento que esse demonstrava mínima expressão como aquele efêmero sorriso, fazia com que alívio e felicidade tomasse seu âmago, sentindo novamente os lábios a repuxarem-se com a mesma expressão sorridente. Estava feliz que esse havia gostado, esperando que aquele pequeno presente o ajudasse de alguma forma, mesma nas tarefas triviais.
A forma rápida como aquele voltou-se a expressão rígida, a fez suspirar baixo derrotada ainda em sorriso, o observando de longe claramente evitando-a quando mais uma vez bebericava uma das suas cervejas. Naeun não gostava realmente de forçar nada, evitando as interações assim que o mesmo fazia, entretanto, o homem e a forma como cuidava de si mesmo a incomodava. Essa apoiou-se contra a mesa do mesmo, cruzando os braços ainda o olhando. ❝ Sabes que não é sempre necessário extrema rigidez, não é? ❞ Ela comentou referindo-se a forma como aquele sempre evitava demonstrar, sempre apresentando-se com comportamento rígido.
A mulher sabia qual seria a resposta do homem a seu próximo ato, mas, aquilo não a parava de tentar e batalhar por uma resposta diferente, certo? Essa inclinou o corpo mais para o lado para agora ficar ao campo de visão do homem para chamar sua atenção. ❝ O que acha de mudar um pouco a rotina e a cerveja para conhecer um restaurante? Já passa do horário do jantar, e sei que essa lata é sua primeira refeição do dia. Como tudo soa para você? ❞ Ela proclamou calma sorrindo rapidamente ao final, esperançosa, tentando capturar a reação do mesmo.
jiwoo:
Estava confuso, provavelmente já tinha passado pelo mesmo lugar duas ou três vezes. Jiwoo sabia que era uma péssima ideia mandar um novato fazer uma troca nos jardins. Entendia que ele era uma espécie de faz tudo para a gangue e que os jardins eram um bom esconderijo para esse tipo de coisa, mas ambos juntos era receita para um desastre. Naquele momento já olhava ao redor sem saber o que fazer. Maldito limbo que não tinha sequer internet para que pudesse pesquisar como sair dali. Percebeu então que não era o único no local. Avistou uma mulher que parecia trabalhar por ali, então ela seria a pessoa certa para ajudá-lo. — Sim. Eu preciso saber como dou o fora daqui. — Disse em um tom um pouco frustrado.
Ele parecia ansioso. Não entendia os possíveis motivos, muito menos pensava quais esses poderiam. A curiosidade tomou-a, essa que se viu pressa as possibilidades do real motivo para a confusão e frustração do homem, apenas acordando com suas palavras diretas. ❝ Eu posso mostrá-lo a saída se quiser. O jardim não é um dos lugares mais simples. ❞ Aquela disse já fechando a porta da estufa que estava a trabalhar, antes que começara a andar mostrando-o caminho. ❝ Desculpe-me perguntar, mas estás bem? Parece preocupado, algo aconteceu enquanto esteve por aqui? ❞ Por mais que essa tentasse controlar e evitar, sempre acabava por ser consumida por sua preocupação e curiosidade, algumas vezes até mesma sendo interpretada como grande intrometida.
hyunwoo:
havia algo na atmosfera, hyunwoo havia sentido mesmo há metros de distância da primeira flor no chão. não era como se já não tivesse ouvido sobre os jardins, mas a sensação de estar lá era difícil de estruturar em palavras; se precisasse tentar, descreveria como algo tão imensamente bonito e vasto que acabava se tornando triste. com o foco ainda fixo no teto, que parecia não ter um fim visível, hyunwoo balançou a cabeça em negação. “não precisa perder seu tempo comigo… não sei como vim parar aqui,” baixou os olhos e os estreitou, franzindo as sobrancelhas quando um pensamento lhe correu a mente. “eu não gosto de flores… é comum isso acontecer? pessoas vindo parar aqui sem saber como?”
A faceta notoriamente transparecia dispersão, provocando curiosidade sobre o que ou quais motivações influenciaram a tal figura encontrar-se aquele lugar. As pupilas escuras o observaram com cuidado, tentando decifrar o possível significado por trás da ultima sentença pronunciada. Esse não parecia desgostar das flores, o que a fez rir brevemente quando aquele expressou tal contradição. ❝ Tens realmente certeza que não gosta de flores? ❞ Perguntou ainda mantendo os olhos ao mesmo, antes que então observasse pequenas flores ao chão. Essa agachou-se em direção dessas, juntando-as e trançando. ❝ Sinto que, é comum pessoas que se sente perdidas ou procuram apenas explorar parar em lugares desconhecidos, não acha? ❞ Em mais uma pergunta, as pequenas mãos então terminaram agora o que se parecia uma pequena pulseira com tais flores, levantando-se para que então entregasse ao mesmo em um pequeno sorriso. ❝ O que tanto pensas? ❞
dakho:
Era ela. Era a pessoa que sempre buscava pelas ruas. Era a pessoa que sempre vinha o visitar nos seus sonhos mais doces e nos pesadelos. Era a pessoa que tinha feito seu coração enferrujado bater pela primeira vez, há 20 anos atrás. Ela estava ali, na sua frente, tão bela quanto quando a viu pela primeira vez, que mesmo em frente aquela situação complicada, se manteve firme até o final. Dakho a procurou, procurou como um mafioso procura seu pior inimigo. Procurou por alguém que não sabia o nome, não sabia completamente a história, mas que deixou um forte impacto. O rosto era uma das coisas mais presentes sobre ela em sua mente, o delicado rosto, os cabelos escuros que deviam ser tão macios quanto as flores. Estava apaixonado. E sabia muito bem que os 20 anos não foram o suficiente para ele esquecer todas aquelas coisas.
Não tinha ido até o jardim por acaso. Com as poucas pistas que tinha sobre o paradeiro da amada, conseguiu montar todo o quebra cabeça, que continha datas, nomes, dias, números, e desenhos do que ele lembrava da mulher, os quais deixava em seu bolso fazendo questão de perguntar em todo estabelecimento aonde ia se alguém já tinha visto aquela mulher. Foram anos nessa procura, até que ao passar pelo jardim, perguntou uma das senhoras presentes se conheciam aquela mulher do desenho, desenho no qual já tinha sido redesenhado várias vezes com o passar do tempo. A verdade era que toda vez que perguntava isso a alguém, já sabia da resposta, sentia até mesmo como se estivesse perdendo cada dia mais a vontade de continuar procurando. Mas não desistiu, não se atreveu a fazer algo assim, não desistiria dela tão fácil. Entretanto, naquele dia a resposta tinha sido diferente das que estava acostumado em ouvir. “Se parece com alguém que eu conheço, ela sempre está por aqui, se andar por aí vai a achar”. Seu corpo tremeu e até mesmo sentiu como se pudesse desmaiar a qualquer momento. A tinha achado, em meio de desencontros, tinha a achado.
Após andar por alguns minutos em procura de sua amada, o olhar de Dakho foi de encontro a uma silhueta, uma que sentiu como se já conhecesse. Era ela. A velocidade do andar parecia aumentar a cada passo, mesmo que seu cérebro gritasse para se manter calmo. “Provavelmente ela nem se lembra mais de você”, pensou sentindo um aperto no peito somente com a possibilidade em sua mente. E se ela estivesse com outra pessoa? Um soulmate? O que Dakho iria fazer com a vontade de a envolver em um abraço apertado e não a soltar nunca mais? Não sabia, e nem saberia a resposta agora pois a mulher já estava mostrando que sua atenção estava nele com as palavras. O homem parou os passos, ficando estático enquanto mandava, silenciosamente, o coração parar de bater tão rápido. É ela.
“Eu gosto das suas orelhas”, disse enquanto abria um grande sorriso em seu rosto. Ainda se lembrava do quão envergonhado tinha ficado quando fez esse comentário para a mulher pela primeira vez. Se lembrava de como sua mente trabalhava para tentar formar algo bom para sair dos seus lábios, mas que acabou falhando. Mas isso não importava mais, o que importava era se a mulher o reconheceria, se entenderia, se viesse pros seus braços.
Aquela face. Todos os traços e detalhes, eram de grande conhecimento da memória da alma feminina. Ela conhecia aquela face. Visão que acelerava todos os batimentos, enfraquecia as pernas, provocava desacreditamento em seus próprios olhos. Como uma onda, memórias e sentimentos a tomaram em questões de segundos, sentindo-os em risco de transbordar. O indivíduo foi-se sempre um dos últimos resquícios de esperança que aquela então nutrificou diante sua passada ao inferno. Nunca pode admitir, muito menos o dizer em todos inteiros vocábulos como esse tornou-se a luz em meio aquele momento tão obscuro, escrevendo em cartas sem destinatário os mais profundos sentimentos e a grande gratidão.
Lembrava-se o início, o quão peculiar essa achou com o tratamento recebido por alguém que ela julgava nutrir apenas más e impuras intenções assim como o restante de todos aqueles homens sempre a lançar os piores dos olhares em sua direção. Esse sempre foi diferente, talvez estranho. Não conseguia compreender os possíveis motivos ou acostumar-se com seus atos implícitos de cuidados, já que nunca obteve costume em ser cuidada. Ela gostava. Arrependendo-se do momento onde não encontrou apropriada coragem para despedir-se antes de sua fuga.
A voz e a frase citada foi o suficiente para que o emocional feminino encontrasse o ápice. Com uma risada ensalada, o marejar aos olhos transbordaram em absoluto. Lágrimas incontroláveis rolavam as bochechas agora em coloração avermelhada. As pequenas mãos juntaram-se ao peito em secreta tentativa em acalmar-se em controlar os sentimentos que insistiam em querer escapar. A mistura de alegria e tristeza, sentindo todo o peso da presença do homem naquele lugar, significando sua morte. Independente dos desejos contidos ao fundo do âmago de encontrá-lo novamente, ela não queria poderia acreditar que esse assim como ela, havia perdido a própria vida. ❝ Eu também gosto de suas orelhas. ❞ Em trêmula voz a alma feminina respondeu assim como havia respondido ao primeiro momento que aquele havia dito-lhe tal frase.
Ainda em tentativa em controlar-se ao máximo, como um imã, as suas pernas caminhavam em direção ao homem, pouco a pouco diminuindo ainda mais a distância entre ambos, até que pudesse encostar a própria cabeça com suavidade ao ombro daquele, buscando timidamente a certeza que não estava a sonhar. Eis a simplicidade do toque transformou-se em algo intenso, percorrendo por seu sangue, pulsando em suas veias, quase como um grande choque. Aquilo não era normal, nem um pouco. Sabia o que poderia significar, contudo, não queria arriscar em ser apenas serem pegadinhas do próprio corpo e mente.
Tal surpresa interrompeu o choro, agora tal faceta expressava confusão é dúvida, afastando-se com cuidado para que encará-lo. Ela precisava testar a própria teoria. Ainda tímida, trouxe a destra em direção ao centro do peitoral masculino, tocando com cuidado e mais uma vez, sentindo tal mesma eletricidade assim como os acelerados batimentos que esse também havia. Assustou-se, ainda não acreditando no que poderia significar, sendo rápida para agarrar a própria mão do homem e posicionar ao seu próprio peito, esperando qualquer tipo de reação deste. ❝ Consegues sentir? ❞ A pergunta desesperada e necessitada foi feita, agora essa não conseguindo controlar a respiração pesada em ansiedade misturada com a emoção ainda percorrer por seu sangue.
— ❛ as in the books.
with: — @after-youngmin
A quietude do espaço preenchido de livros transparecendo conforto e bonança para todos aqueles que buscavam por algum conhecimento. A alma feminina apreciava momentos como aquele, assim como sempre deleitou-se com uma boa leitura, contudo, também era de seu gosto observar todas as pessoas tão concentradas. Talvez fosse uma mania considerada estranha, mas ela não conseguia evitar. Gostava de poder ter tais manias estranhas sem muitas preocupações.
Em canteio do olhar, pode visualizar a pequena mesa, preenchida por variados livros entre-abertos e até mesmo anotações espalhadas. Conhecia tal bagunça e sabia de quem pertencia. Esse alguém, a coreana não poderia negar o carinho e gratitude que sentia por aquele, sabendo que nunca poderia expressar em exatas palavras o quão grata sentia-se por tudo que aquele fez e fazia por ela. Aina lembrava-se o quão doce e paciente aquele havia sido, lidando com a versão mais conturbada e obscura da mulher. Ele era realmente um anjo.
Em um silencioso levantar, essa dirigiu-se com cuidado em direção a tal mesa sem a presença de quem a pertencia. Morosamente abriu um dos livros, deslizando um pequeno pacote exibindo transparência guardando o delicado marca-página. Feito utilizando o que Naeun mais tinha apreço: plantas. Em um conjunto de uma folha pálida seca, contrastando com o vibrante azulado com a soma das miúdas miosótis , juntando-os ambos com a linha da mesma cor contendo o detalhe e um pequeno nó em formato de flor. Essa gostava de fazer pequenos artesanatos de vez em quando, e desde que havia começado essa fez algo para o homem que nunca então havia sido entregue. Em final de sua entrega, ela estava pronta para que voltasse ao conforto de sua mesa, contudo, assim que virou todo o corpo para que andasse em tal direção, surpreendeu-se com a presença do autor da pequena bagunça. ❝ Pareces que descobriu minha surpresa. ❞ Aquela sussurrou em um sorriso sem graça e uma efêmera risada nasalada.
A umidade gélida pairava ao ar, marcando presença em pequenas gotículas repousadas em completo acme ao policromo das plantas. Apreciava a simplicidade da natureza, transparecia calma e paz. Lembrava-se como sempre as invejou, arriscando em certos momentos excentricamente viver entre essas, ponderando se então aquilo traria armistício a turbulenta vida. Infelizmente precisou para que seu próprio ciclo fosse interrompido para que ela ganhasse tal oportunidade para que finalmente vivesse. A fora dos foscos vidrais da estufa essa avistou uma desconhecida figura. Não foi de demora para que ela deixasse os instrumentos de jardinagem em pousar dá pequena mesa de madeira, limpando as pequenas mãos sujas da terra molhada para que então cumprimentasse o indivíduo. ❝ Olá, bom dia! Estás precisando de alguma ajuda? Alguma informação? ❞ O timbre suave e sorridente fizera par com o levantar dos canteios da boca avermelhada em singelo sorriso, tentativa de acolher quem quer que estive a precisar.
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