" This is a new day. A new beginning."
• Ahsoka Tano's Lockscreens
• Clone Wars quotes
• Like or reblog if you want to use/save it

Product Placement
will byers stan first human second

@theartofmadeline

shark vs the universe
Jules of Nature
ojovivo
Show & Tell

izzy's playlists!
Monterey Bay Aquarium

blake kathryn

JBB: An Artblog!

❣ Chile in a Photography ❣
Not today Justin

No title available
$LAYYYTER
Cosmic Funnies
art blog(derogatory)

#extradirty
Xuebing Du

JVL

seen from Mexico
seen from Mexico
seen from Canada
seen from United States
seen from Germany
seen from United States
seen from Malaysia
seen from Germany
seen from Spain
seen from France

seen from Malaysia
seen from United Kingdom

seen from United Kingdom

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from United Kingdom

seen from Netherlands
@akhera9
" This is a new day. A new beginning."
• Ahsoka Tano's Lockscreens
• Clone Wars quotes
• Like or reblog if you want to use/save it
She thought she'd lost everything. That her world was now empty.
And then... She learned new things, made new friends and started to see the world from a different perspective, in a more brightful and colorful way.
But...
That didn't change the fact that she's gone and will never come back. The person who was her entire world is not there anymore and never will be again.
Right?
No.
She may be gone in her physical form, though she'll always be a part of her, she'll always be there. With every person we meet, becomes a part of our story and becomes a part of who we are.
The people we truly love will never be gone for good, they'll always be a part of us.
And that was the biggest lesson she learned.
.
.
Fanart of Gris by me!
Querido diário,
Hoje é meu aniversário!! Completei meus 18 anos!
E sabe o que mais aconteceu hoje? O Cristo Redentor, aquela estátua de uns 30 metros de altura lá no corcovado, inaugurou hoje! Obviamente eu não pude conhecer pois foi um evento fechado só para autoridades, o presidente Vargas mesmo tava presente, então só vi de longe ele. Mas eu vi de longe e fiquei só imaginando como deve ser a vista do Rio daquela altura, um dia eu vou ver!
Eu também finalmente terminei de editar meu artigo sobre o livro "Orgulho e Preconceito" da Jane Austen e vou procurar jornais para ver se consigo publicá-lo, meu sonho é conhecer ao menos uma coluna literária para mim. Na verdade, eu queria mesmo é poder falar o que eu quisesse, divulgar livros, doar e incentivar livros para crianças e jovens também e, quem sabe até ter uma editora em que eu possa decidir os livros a serem publicados e conseguir dar mais espaço para mulheres na literatura! Mas esse é um sonho… um sonho distante para alguém como eu nesse país… Por enquanto vou focar em conseguir entrar na universidade, acho que consigo entrar na UFF ou na UFRJ, só não sei se entro em letras ou jornalismo. Isso é, se meus pais não encrencarem comigo e resolverem não me deixar entrar na faculdade. Para falar a verdade ainda não contei à eles sobre isso, planejo fazer isso hoje quando estivermos na Confeitaria Colombo, comemorando meu aniversário juntos como na tradição que criamos ao longo dos anos, assim eu evito que eles causem uma cena. Depois irei para casa da Jo, ela armou uma festa "surpresa" para mim (que ela acha que eu não sei nada sobre haha). Quer saber? Enquanto isso vou dar uma estudada e continuar escrevendo meu livro, aliás, meu livro é de mistério/ romance policial estilo Agatha Christie, sabe? De noite eu volto e te conto o rumo dos eventos de hoje. *** Voltei! Pois é, sobrevivi aos acontecimentos do dia, isso é um bom sinal, não é? Vou ordenar os eventos por ordem cronológica:
Primeiro, como combinado, meu pai saiu mais cedo do trabalho e fomos eu, ele e mamãe para a Colombo completar essa tradição anual. Moramos perto do centro, então chegamos rapidinho lá e, mesmo indo todo ano naquele lugar, eu ainda me impressiono com sua beleza e me deixou levar pela história local. Ela tem todo aquele ar da belle époque, da época em que queriam transformar o Rio de Janeiro em uma Paris brasileira e, embora eu discorde da ideia, devo admitir que funcionou muito bem naquela confeitaria. E além de tudo, quantas pessoas famosas não passaram por ali, sentaram naquelas cadeiras e conversaram naquelas mesas? Eu posso estar sentada em uma cadeira que o próprio Machado de Assis sentou!
Logo fizemos nossos pedidos e eu parei de delirar quando a comida chegou, nós três comemos em silêncio e eu achei melhor esperar meus pais estarem de barriga cheia antes de contar as novidades. Assim que terminamos, eu contei tudo, de que eu queria entrar para uma universidade federal ali no Rio mesmo e como eu ansiava por fazer jornalismo ou letras e que eu realmente desejava seguir trabalhando nessa área, não importa o quão difícil seja para uma mulher, ainda mais uma mestiça, filha de uma negra e um branco, era aquilo que eu queria de verdade e eu estava disposta a lutar por isso com unhas e dentes.
No fim, não teve um grito, uma cena ou briga, eles só… se calaram. E isso por um tempo me deu agonia, porém depois de uns 15 minutos de silêncio meu pai foi o primeiro a falar e, para minha surpresa, ele comentou o quão orgulhoso estava de mim por estar entrando ou tentando entrar em uma universidade e que ele desejava muito que eu fosse bem sucedida em meu objetivo. Você não imagina o quanto eu fiquei feliz de ouvir isso dele! De todas as pessoas do mundo, ele era a que eu mais intimamente queria a aprovação, eu sempre busquei o deixar orgulhoso mas ele é bem… difícil de agradar. Sua única exigência depois foi que eu fizesse jornalismo e não letras, eu não sei bem o porquê disso, mas poderia viver com isso. Mamãe depois também disse que sempre me apoiaria e estaria ao meu lado, não importasse o que acontecesse. Eu estava radiante, radiante de feliz!
Em seguida, cheguei em casa e me arrumei bem rápido, dei um beijo nos dois e corri (não literalmente, claro) para a casa de Jo, estava doida para contar tudo para ela! E então eu cheguei lá toda saltitante, bati na porta e quem abriu foi seu mordomo, Sr Felipe Silva. (esqueci de mencionar, Jo vem de uma família com bastante dinheiro e morava em uma mansão perto do Jardim Botânico, era um lugar deslumbrante de lindo, sério). Ele percebeu de cara quem era e o quão agitada eu estava e já foi pedir para chamarem a Jo para me atender enquanto eu entrava na casa dela. O jardim de Jo era bonito, mas o interior de sua casa era a grande atração daquele lugar, com suas pinturas, móveis que deveriam custar mais que minha casa inteira, um grande candelabro no centro da sala e até os enfeites que fora colocado para a minha festa 'surpresa' contribuíam para o cenário que para mim, era o auge da luxúria. E aquela nem era a minha parte favorita da casa (aviso: era a biblioteca).
Finalmente Jo chegou e ela estava usando um vestido azul belíssimo que ressaltava muito bem seus olhos também azuis. Ela então me conduziu até o salão onde a festa estava acontecendo (e eu não fazia ideia) e quando cheguei todos presentes gritaram "surpresa" e resolvi fingir estar realmente surpresa. Tinha muita gente ali, gente que eu jurava nunca ter visto na vida e me perguntei o que eles faziam ali no meu aniversário ( e me lembrei que provavelmente foi um esquema de Jo para me apresentar à sociedade, fazendo contatos e dando uma de casamenteira). Eu contei tudo o que ocorrera nesta tarde para Jo e nós gritamos juntas e fizemos uma dancinha para comemorar. Acredito que foi nesse momento que eu atraí a atenção de alguém que eu definitivamente não esperava, ele era um jovem alto, de pele quase igual a minha e olhos cor de mel lindos. E e… ele veio me cumprimentar! Vou chamá-lo de meu Senhor Darcy. Quando ele chegou eu simplesmente perdi a fala e saiu uns balbucios muito vergonhosos (alguém me salva, por favor?), mas ele não foi embora ou sentiu vergonha de mim e conversamos um pouco e descobri que ele compartilha minha paixão por livros da Jane Austen e Virginia Woolf, pena que ele teve de ir embora cedo… ai ai.
Jo ficou encantada pelo fato de alguém finalmente chamar a minha atenção! Ela até falou que seria minha madrinha de casamento (exagerada? Imaginaa). Não aconteceu algo muito empolgante depois, além de eu ter conhecido o REITOR DA UFRJ (INCRÍVEL, EU SEI) e ele é nada menos que amigo do pai da Jo. Sinceramente? Isso me deu esperanças. E, por fim, enquanto eu ia para casa, reparei que acenderam as luzes do Cristo Redentor e eu fingi que eram para mim só para aproveitar um pouquinho aquele momento, enquanto eu imaginava se veria meu Darcy de novo.
Até Breve, Winter Bronte
Capítulo 1
Anne andava de um lado para outro em seu quarto, apreensiva demais com o que estava para acontecer. Sempre soube que esse dia chegaria, era esse seu dever e ela iria cumpri-lo pelo bem de todos, menos dela mesmo talvez.
Mas podia ser pior, bem pior. Pelo menos ela o conhecia brevemente das duas ou três vezes que se viram, bateram papo e até se divertiram um pouco. Phillipe era um pouco alto, tinha cabelos castanhos bem claros, olhos verdes, um belo sorriso e sempre foi gentil com ela. Sua beleza era bem comum do seu ponto de vista, mas sua boa reputação e personalidade o destacavam.
- Princesa? - Sua dama de companhia, Natalie, estava à sua porta a chamando. Ela era baixa, tinha cabelos bem escuros, pele negra e usava um lindo vestido amarelo. Natalie era melhor amiga de Anne desde a infância e sonhava em um dia fazer parte do parlamento e Anne garantia que isso acontecesse. Assim que ela fosse rainha, iria fazer de tudo para mudar a lei que não permitia mulheres no parlamento.
Sim, Nati?
Você está pronta, né? Por que estão todos te esperando…
Ai, não sei, o que acha da minha escolha de roupa?
Anne usava um longo vestido vermelho, um colar de prata com um pingente de uma lua e havia prendido seu cabelo em um belo coque. Anne tinha olhos bem escuros, cabelos castanhos liso e sua pele era um tom de marrom claro. Seu povo era descendente dos indígenas que vivem em suas terras até hoje.
Você está linda como sempre. Só parece triste. - Nati olha bem fundo nos olhos dela, como se fosse capaz de ler seus pensamentos.
Eu deveria estar feliz, né? É um grande dia para a minha família e esse casamento pode ser ótimo para o país.
Vai ser bom para o país, para sua família, mas e para você?
Bom, em alguns minutos eu vou me encontrar com o homem que possivelmente vai passar o resto da vida comigo, pode mandar no meu país se quiser e aparentemente você é a única aqui que se importa com a minha opinião. Sei lá, eu me sinto como um produto a ser negociado quase.
É, por que as pessoas apoiam a monarquia e o patriarcalismo mesmo? Essas leis e regras são bem idiotas. - Nati fala.
As duas amigas riem juntas das suas próprias situações. E elas finalmente saem do quarto e, juntas, vão para a estufa onde teoricamente Phillipe deveria estar com seus pais e os pais da princesa, esperando por elas.
Chegando lá elas encontraram os reis e rainhas tomando chá e Phillipe e seu irmão, Nicholas estavam próximos, em pé conversando. O irmão de Anne, Pedro, aparentemente se atrasara de novo para o compromisso. Ao entrarem na sala, todos pararam o que estavam fazendo e se levantaram para observar as jovens. O rei e pai de Anne, Luca, fora o primeiro a falar:
Ora, parece que minha filha finalmente decidiu nos dar a honra de sua presença! - o olhar de repreensão dele já dizia tudo, ela ouviria um belo discurso de bronca mais tarde. - Meus caros amigos, Rei Gabriel de Assis e a Rainha Giovanna de Assis, lhes apresento minha querida filha Anne Lewis, princesa de Ellwych e herdeira do trono de nosso amado reino!
Que bela jovem! Consigo ver um futuro para os nossos reinos e por que não para os nossos netos? - Disse o Rei Gabriel e Anne ficou levemente envergonhada mas preferiu não abrir a boca. - Lhe apresento, Príncipe Phillipe de Assis, meu querido filho, nobre, justo e leal, mas acho que a senhorita já sabe disso, afinal já se conheceram, não é mesmo? - Ela sorriu e acenou que sim com a cabeça.
Bom, acho que podemos deixar nossa filha mostrar os jardins do terreno para o príncipe, não? Com tantos guardas por aqui não acho que algum mal poderia lhes acontecer. - A rainha mãe, como Anne a chamava às vezes, sugeriu à todos, provavelmente percebendo o estado da filha, totalmente envergonhada já.
Hmmm… Por que não? Phillipe, vá com a jovem! - O Rei Gabriel concordou.
Sim, papai. - E então a princesa percebeu que o príncipe parecia tão envergonhado quanto ela e que talvez isso seria um alívio para ambos.
Ele se aproximou dela e fez uma pequena reverência (o porquê disso não se sabe, afinal ambos tinham o mesmo ranque social) e assim eles saíram juntos, deixando a pobre Natalie com os pais deles e começaram sua caminhada pelo jardim principal da propriedade.
Querido diário,
Resolvi começar a escrever esse diário para contar minhas aventuras, dramas e fazer meus desabafos. E, assim, terei sempre guardadas comigo (e quem sabe com meus filhos e netos um dia) as minhas lembranças tristes e alegres.
Vou começar hoje com a história que meus pais me contaram sobre o fatídico dia o qual eu vim ao mundo:
Bom, meus pais e eu somos cariocas, se bem que, tecnicamente eu não sou?
Era pleno verão no Rio de Janeiro e minha mãe estava grávida de 7 meses e meio. Tudo estava planejado para o meu nascimento: eu nasceria em casa, no quarto dos meus pais, pelas mãos do médico da família. Só que nada acontecera conforme o planejado.
Meu pai, Sr. Afonso Bronte, diplomata do Brasil, recebeu uma carta inesperada naquela tarde de verão. Nela, o embaixador e colega de trabalho, Luís, o informava de uma viagem de última hora para Inglaterra, alguma coisa sobre um encontro com diplomatas ele dizia. E assim foram os dois Bronte se preparar para tal viagem nas 2 semanas seguintes.
Chegando na Inglaterra, era inverno e para dois cariocas aquilo é inferno gelado (expressão usada pela senhora mamãe) e eles se hospedaram em um hotel não-faço-ideia-de-qual-seja-o-nome (com lareiras nos quartos!!) em Londres. Dias se passaram e meu pai ia à muitas reuniões e encontros a trabalho enquanto minha mãe, “muito grávida”, ficava a maior parte do tempo no hotel.
Isso é, até o fatídico dia em que ela resolveu sair “para andar e tomar um chá” segundo ela mesma. Então ela andou um bocado até achar uma confeitaria bonitinha e resolver entrar nela para tomar seu lanche. Até estava indo tudo indo bem demais, né? Mas, como uma boa história brasileira alguma coisa precisa dar muito errado para que tudo se resolva (ou não) de última hora, certo? Eis o que aconteceu em seguida:
Na hora em que a garçonete vinha com a comida de mamãe, ela entrou em trabalho de parto. Isso mesmo, longe de seu país, de seu hotel e até de seu marido e bem na hora da comida chegar, eu resolvo nascer. Parece que eu sempre soube chegar na hora certa. Pontualidade britânica, alguns diriam.
Enfim, sem ter como se comunicar com papai e morrendo de dor, ela dá um gritinho e a garçonete logo percebe que algo estava errado e a oferece ajuda. Nisso, mamãe avisa que sua bolsa estourou e a mulher rapidamente chama a dona do estabelecimento que por fim chama seu marido médico.
Ambas levam mamãe para casa da dona (que era do lado da confeitaria) e lá eu nasço, na banheira de uma desconhecida em pleno inverno inglês.
Logo depois, a tal garçonete usa o telefone da casa da senhora e avisa meu pai sobre a situação de mamãe e lhe passa o endereço delas. As duas moças sempre ficavam com a mamãe quando podiam no período que os dois moraram lá. No fim até que deu tudo certo, eu nasci bem e mamãe fez duas amigas.
Ah, quase esqueci de mencionar, o nome da garçonete era Winter. Acho que essa também é a história de como ganhei meu nome!
Até breve,
Winter Bronte.
Prólogo
Antes da vida existir e, até mesmo antes dos mundos existirem, a luz já existia e junto à ela, as trevas. É o princípio de tudo. Um não existe sem o outro. E ao mesmo que são antagônicos, é possível achar um no outro.
Esses elementares no começo viviam separados, um não suportava o outro. Nem mesmo eles, os grandes criadores, conseguiam entender as suas próprias importância. Até um dia, o qual ninguém além deles sabe quando foi, ambos se cansaram de viver isolados e passaram a tentar entender um ao outro. Com o tempo, eles perceberam que precisavam um do outro caso eles quisessem algo a mais do que simplesmente viverem sozinhos no universo vazio.
Eles então perceberam que para se criar outras coisas, outras formas de vida, precisariam de outros elementos. Assim, foram-se criados os elementares: da terra, da água, do fogo, do ar e do arcano. Todos originários de luz e trevas, porém alguns podem ter mais luz e mais trevas dentro de si ou podem ter vindo de locais distintos dos criadores.
Com o tempo, foram tendo variações desses elementares primordiais e, assim, finalmente foi possível criar-se planetas com vida.
Um dos mais antigos planetas do Sistema Lunar (chamado assim pelos elfos), chama-se Nebulosa, ele é um planeta pequeno se comparado a outros, mas é lá que os reinos dos elementares ficam. Hoje em dia, esses elementares escolhem guardiões para representa-los ali, responsável por manter, ou menos tentar, a ordem no universo.
Além dos reinos elementares, o planeta têm reinos de humanos e de fadas. Os elfos se isolaram nas Terras Além, decepcionados com o destino do planeta. As fadas dividem-se em: fadas do outono, do verão, do inverno, da primavera, do sol e da lua. Elas não tem reis e rainhas em seus reinos e adoram viver ao ar livre. Já os humanos, costumam viver em cidades grandes e sempre tem alguém liderando seus reinos.
Há muitos anos, haviam muitos humanos magos e feiticeiros, humanos que não só possuíam grande conhecimento sobre magia, mas também a respeitavam. Atualmente, depois de muitos problemas com a magia (mais por mal uso dela), a magia sumiu da maior parte dos reinos humanos, sobrando, na maioria das vezes, apenas alguns sacerdotes curandeiros.
Viver não é fácil, não é mesmo? A realidade é bem... Cruel. E às vezes ela é muito entediante, muito sufocante e limitante demais.
Cansa demais ver tantas notícias ruins no jornal, cansa demais viver sobre as expectativas dos outros ou suas próprias expectativas o tempo todo.
E é por isso que é tão bom ter uma forma de fugir dessa realidade. Seja com um livro, uma história que você criou na sua cabeça ou alguma outra forma de arte.
Sim, a arte é talvez uma das melhores e mais divertidas formas de sair da realidade. Mas você pode escolher a escapatória que quiser, sem julgamentos aqui.
Eu diria que a minha realidade alternativa, o meu lugar onde posso ser quem eu quiser sem medo de ser julgada é através de histórias, seja de livros ou uma que eu criei na minha própria cabeça.
E tem um, em particular, As aventuras de Alice no país das maravilhas e através do espelho que é o meu preferido para isso (a animação da Disney também é perfeita pra isso). Independente da situação em que me encontro, eu sei que posso sempre contar com Alice e o país das maravilhas. Com suas críticas sociais, imaginatidade, curiosidade e até uma falta de fazer sentido, tudo lá é tão diferente, incrível, excitante e doido bem na medida certa.
Nada lá faz sentido e, quer saber, não precisa fazer sentido. Esse lugar sem sentido é exatamente o que preciso algumas vezes, sabe? Não ter que resolver todo problema, não ter que pensar demais na lógica, não ter que se preocupar com praticidades. Só deixar sua imaginação e criatividade fluir livremente e ser feliz.
É gostoso ir ao mundo em que nem tudo precisa lógico e preciso, ninguém liga para quem você é, da onde você veio ou quão rico ou não você é.
Aliás, parece que todo habitante desse lugar vive na sua própria realidade e não se incomoda muito com os outros. Isso é um ótimo alívio para um mundo de redes sociais que literalmente qualquer um pode ver suas coisas na internet e achar que sabe tudo sobre você.
Viver por um tempo nessa realidade alternativa sem preocupações com o mundo lá fora é maravilhoso e acho que todos devem tentar fazer isso de vez em quando (não precisa ser lendo esse livro, pode escolher ficar na realidade que quiser).
Deixe-se levar pelas cores, pelas alegria, pela loucura, pela sua imaginação e seja o que você quiser ser.
Um pouco sobre humanos & amizade
Era uma noite estrelada de lua minguante como outra qualquer. Sendo uma grande capital, era um pouco difícil enxergar todas as estrelas por causa da poluição o que também, infelizmente, era comum.
Oscar olhava de seu galho para a rua abaixo, vendo as casas com suas luzes acesas e as pessoas todas dentro delas, tentando viver suas vidas em tempos como esses. Oscar não era um profundo conhecedor dos seres humanos e seus hábitos, mas depois de muitos anos vivendo perto deles e os observando, ele sabia que isso era incomum. A essa hora, em um dia normal, os humanos deveriam estar chegando em suas casas, estacionando seus veículos, trazendo seus filhos de volta para casa, alguns até passeavam com seus cachorros.
Porém, não havia ninguém na rua, nem mesmo naquele bar usualmente lotado no fim da rua. Até seus cachorros, que normalmente saíam para brincar, estavam presos em sua casa. Esse silêncio, essa rua vazia e mais limpa (ou, pelo menos, menos suja) não era algo que perturbava Oscar, afinal ele era um pássaro, um João-de-Barro como ouviu alguns homens o chamarem.
Na verdade, agora que os humanos estavam “presos”, os animais estavam mais livres. Todos pareciam mais felizes um pouco. Oscar mesmo tinha gostado bastante de passear livremente pela rua sem se preocupar com pessoas e seus veículos, de conseguir pegar todas as sementes que tinham caído no chão e, principalmente de quase não ver sujeira humana.
Mas tinha algo que ele sentia falta. Uma jovem humana que quase todo dia o via e o alimentava de tarde, perto de sua casa. Ela era muito gentil e sempre vinha com um sorriso no rosto e elogios para ele. Não importava o dia, o clima, a crise ou o quão ruim ou bom tinha sido seu dia, ela sempre estava lá esperando por ele e vice-versa. Fazia alguns dias já que ele não a via e isso o preocupava, Oscar se perguntava se ela estaria bem, se é que algum humano poderia estar bem na sua situação que se passava. Então, Oscar resolveu fazer-lhe uma visita, pessoas como ela valiam a pena o risco (veja, ele não sabia que para sua espécie não havia risco algum).
Chegando na casa da jovem, Oscar posou na sacada do segundo andar e percebeu uma luz acesa em um dos cômodos, o qual ele desejou muito que ela estivesse presente. Logo em seguida ele ouve um bocejo e uma voz feminina:
-Ai, que soninho. -Diz a garota saindo daquele cômodo e indo em direção ao quarto com a sacada. Oscar reconheceu a voz e garota, era sua amiga mesmo.
Talvez ela tivesse o visto na sacada ou só teve vontade mesmo de ir até lá, mas o fato é: ela foi até a sacada e encontrou seu amigo pássaro. A jovem sorriu para ele e disse:
-Ei, é você mesmo, pássaro lindo? Quer uma maçã? - Ela deu o resto da maçã que estava em suas mãos para ele. -Sabe, queria muito saber seu nome.
-É Oscar. -Ele disse e ela claramente não entendeu.
-Você é minha única companhia, sabia? Tem sido bem difícil esses dias, coisas ruins demais tem acontecido e... -Lágrimas começam a descer do seu rosto. -Eu só queria um ano normal...
Oscar para de comer e pousa no seu ombro esfregando sua cabeça nela, como se fosse um carinho. Foi sua forma de reconfortá-la ou ao menos tentar.
-Awwwnt, não sei se te disseram, mas você é um fofo. -Ela agora começou a fazer carinho na cabeça dele.
Por lá eles ficaram sabe-se lá quanto tempo, nem Oscar nem sua amiga perceberam o tempo passando até eles começarem a ficar cansados, principalmente Oscar, já que pássaros dormem e acordam cedo. Percebendo que já passara de sua hora de se recolher, ele deu um aceno de cabeça para sua humana e saiu voando.
-Adeus, amiguinho. -Ela disse.
Chegando em seu lar, ele logou dormiu. Sonhou com frutas e sementes, dias ensolarados e com sua amiga humana trancada em casa, como os pássaros que alguns humanos prendem em gaiolas.
“Have you any idea how much tyrants fear the people they oppress? All of them realize that, one day, amongst their many victims, there is sure to be one that rises against them and strikes back!”
- Harry Potter and the half-blood prince
"You - you alone will have the stars as no one else has them...In one of the stars I shall be living. In one of them I shall be laughing. And so it will be as if all the stars were laughing, when you look at the sky at night...You - only you - will have stars that can laugh."
-Antoine de Saint-Exupéry, The Little Prince
Não incomode agora, estamos seguindo o coelho para entrar em sua toca.
A entrada para o mundo dos livros, onde nada é impossível, onde eu posso voar livre e ser quem eu quiser e, onde meus sonhos podem ser reais, nem que por apenas alguns momentos.
She couldn't handle it anymore, this year's been full...
She thought she was strong and brave, but maybe she was wrong.
And why all of this was happening to her all of a sudden?
"I...I'm tired..."
"What's wrong with me? I'm just... Such a lonely weird girl..."
The girl felt like everyone else is having the best time of their lives while she was feeling depressed, sad, lonely, anxious.
But we don't know what's going on at any given time, do we?
I would guess that right now, everyone is feeling the same way...
What happened to us? Why we're letting people compare us, why do we compare ourselves with others?
You're not a failure just because you've got some bad grades, didn't get into the school you wanted or lost your job. You're just a human being.
"It's okay to feel sad. It's okay to feel the way I'm feeling. I'll let myself feel everything and then... I don't know, I guess I'll enjoy my problems, right? 'Cause I can't solve them all at once." She told to herself.
Prologue
It's truly amazing how so much can change in so little time. How everything you know about the world, all those certainties you had in your life, might not be so certain.
Don't relay to much on what society sells you as right or wrong, don't simply accept the truths they tell you. Open your eyes and your mind as you were still just a child again with a thirst for knowledge and with the same innocent vision of things.
You may find answers to what you're looking for in the most impossible ways. Just try to look things with different points of view and you'll find the magic there's in this world, which lives in all of us, if you know how to look for it...
-Diana
Light & Darkness
"Is the realm of the great lords of darkness filled with only loneliness and darkness?"
"Of course not, my deary, nothing and nobody is just one thing. In the light there's darkness and in the darkness there's light. And the fact that this happens it's not something bad. That's the balance, which is an essential thing for everyone." The master Kenan stops for one second to breath, maybe?
"... Always try to be someone complete, to be yourself and to be light and darkness at the same time... And you, no even for one single moment think you're better than someone just because you're the guardian of the light."
"But what about the guardians of the darkness, master?" Said the girl. "If I'm not essentially good or better than the rest of the people, so they aren't essentially evil?"
"Yes, these guardians are exactly like us, they can be good or evil or even both. They simply do a job that nobody finds worthy."