Jules of Nature
Keni
Misplaced Lens Cap

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"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Sweet Seals For You, Always
Sade Olutola
he wasn't even looking at me and he found me
RMH
Three Goblin Art
Show & Tell

Andulka
Lint Roller? I Barely Know Her
TVSTRANGERTHINGS
todays bird
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

❣ Chile in a Photography ❣
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
will byers stan first human second
Alisa U Zemlji Chuda
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@aleatoriando
o amor no topo do mundo <3
Depois brinca comigo Ri do meu umbigo E me crava os dentes, ai...
duas dores diferentes
e o consolo
“You met me at a very strange time in my life.”
Tinha um pouco de cerveja na geladeira e ficamos lá sentados, conversando. E só então percebi que estava diante de uma criatura cheia de delicadeza e carinho. Que se traía sem se dar conta. Ao mesmo tempo se encolhia numa mistura de insensatez e incoerência. Uma verdadeira preciosidade. Uma joia, linda e espiritual. Talvez algum homem, uma coisa qualquer, um dia a destruísse para sempre. Fiquei torcendo para que não fosse eu.
Charles Bukowski. (via enoitecer)
Picture an Arab Man is a portrait series photographed by Tamara Abdul. She says:
The conceptual aim of this portrait series is two-fold: Trying to uncover and break the stereotypes placed upon the arab male, and providing an alternative visual representation of that identity. Secondly, it is a celebration of their sensual beauty, an unexplored aspect of the identity of the contemporary Arab man, on the cusp of change in a society that reveres an out-dated form of hyper-masculinity.
Quando vi que ser feliz era não querer te ter pra sempre Eu senti ter naquele instante que já era eterno o suficiente
A Onda - Validuaté
Ele era um andarilho. Ele tinha um olhar cheio de sol de águas de árvores de aves. Ao passar pela Aldeia Ele sempre me pareceu a liberdade em trapos. O silêncio honrava a sua vida.
Manoel de Barros, ‘O Olhar’ (via trechosdaliteratura)
Já tive que ir à missa obrigado, já tentei ser um homem casado. Já aprendi a fingir meu sorriso, já fui sincero e já tive juízo. Já troquei de lugar minha cama, já fiz comédia, eu já fiz drama. Já ouvi cada voz que me chama, eu já fui bom e já tive má fama. Já fui ético, antipático, fui poético, fui fanático, fui apático, fui metódico, sem vergonha, fui caótico. Eu já li Paulo Coelho, eu já escutei tudo que era conselho. Eu já preguei o evangelho, cheguei a achar que eu era velho. Já fiz tanta coisa que nem me lembro do que eu era contra ou fui à favor O que me dava prazer hoje só me dá dor, nunca aprendi o que é o amor. E ouvi uma voz que diz: “não há razão, você sempre mudando já não muda mais.” E já que estou cada vez mais igual não sei o que fazer comigo. Já chorei de tanta mágoa, já fiz tempestade em copo d’água. Já tentei a sorte na gringa, já aprendi que não tenho ginga. Eu já votei em tucano, já fui ovo lacto, vegetariano. Insano Já fui santo e profano, fiz na tua frente e por baixo dos panos. Já estudei teologia e não creio mais naquilo em que cria. Já sofri de claustrofobia, de teimosia e cleptomania. Já provei, já fumei, já tomei, já deixei, assinei, viajei, já peguei, já sofri, já iludi, já fugi, já sumi, fui e voltei, afirmei e menti. E com toda essa falsidade, minhas mentiras já são verdades. Já tive de tudo o que queria e já me contentei com mixaria. (…) Já fui em cana, já tive grana, passei rasteira em muito bacana. Opinei e me equivoquei, nunca assumi pra ninguém que errei. Sem diploma, nem salário, já fui sócio majoritário. Já escrevi tanto nome no braço, eu já preenchi tudo que era espaço. Fui psicólogo, fui astrólogo, já fui leigo, fui enólogo, fui alcoolatra, fui atleta, fui obeso e já fiz dieta. Já cuspi e mandei pro caralho o lugar onde hoje eu trabalho. E agora eu só me distraio fazendo versão de rock uruguaio. (…) Não sei o que fazer comigo.
Vespas Mandarinas - “Não sei o que fazer comigo” (via indubio)
dia 146 - http://www.youtube.com/watch?v=T8VPn_h7ApI