“Oh! Imagino que alguém viria. Eles acharam que todos já haviam saídos para suas aulas. ”
Seus filhos estão bem preocupados com você.

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@alessaconstantine
“Oh! Imagino que alguém viria. Eles acharam que todos já haviam saídos para suas aulas. ”
Seus filhos estão bem preocupados com você.
ehakamegadeth:
- Wow! Ela está que está! - Provocou, se aproximando da garota. Edvard não apresentava sinais de ressaca. Graças a sua regeneração extrema. - Devia falar de modo mais cortês com seu velho. Ele merece sua atenção.
- Eu dou atenção pro meu pai. - Revirou os olhos enquanto observava Ed. - Não tem nenhuma garota para ir pegar ao invés de ficar ouvindo conversas por aí?
alicewae:
– Acha mesmo que o Charada vai dizer alguma coisa? Se bobear… Acho que ele vai pegar os filhos dele e ir embora. Ou então só ir embora mesmo.
- Se ele não disser, acho que vão interrogar ele, ou algo do tipo.
alicewae:
– Tudo bem, todo mundo tem seus momentos. – Olhou ao redor e assentiu levemente. – O Charada causou um alvoroço muito estranho… Não sabia que alguém poderia machucá-lo o tanto que machucaram…
- É, acho que ninguém esperava nada disso... Acho que só ele vai nos dizer quem fez isso quando estiver melhor.
alicewae:
– Por um acaso eu pareço com cara de quem está sendo rude com você? Se fosse outra pessoa, como uma das gêmeas Banner, não duvido nada que as duas arrancariam a sua cabeça. Só estava tentando ajudar.
- Não. - Respondeu simplesmente. - Eu não preciso de ajuda Alice, mas eu não quis ser grossa, só estou de mal humor... Muita gente machucada?
alicewae:
– Olá! Vim perguntar se estava bem mesmo. Estou sendo assistente da enfermaria por um dia, aí estou correndo para ver se tem mesmo alguém ferido!
- Eu pareço machucada? Não, então tem sua resposta.
- Sim pai eu estou bem, não eu não me machuquei e também não vi o meu irmão. - Suspirou, revirando levemente os olhos. - Ok, eu ligo para dar notícias, eu prometo. - A loira observou a pessoa que estava olhando a cena e lançou um olhar levemente ameaçador. - O que é?
O pavoroso cobertor laranja ainda pendia de seus ombros. Adelaide conseguia sentir o olhar de uma das enfermeiras sobre si, e sabia que tirar a monstruosidade só a traria mais problemas. Não havia sentido nele, é claro. Todos os cortes que o lustre fizera ao cair, em uma posição perigosamente perto da telepata, já foram tratados, e ela claramente não estava em choque. “Se você rir de mim.” Disse lentamente para a pessoa a sua frente. “Eu juro que te dou um soco.”
-Por que diabos eu ia rir de você? - Arqueou a sobrancelha enquanto olhava a outra. - Não tenho nenhum prazer mórbido em ver gente fatiada então vai ter que precisar esperar a próxima pessoa a passar para dar um soco.
Haru, assim como todo mundo, não fazia ideia do que estava acontecendo. Na verdade, não fazia ideia nem de quem era o homem machucado e do que ele estava fazendo ali. Procurou a primeira pessoa que estava em seu campo de visão. - Ei! Quem é aquele cara?
- É o charada, um dos vilões que sumiu tem um tempo. - A loira deu de ombros e então olhou o japonês. - Em que mundo você vive pra não conhecer ele? - Perguntou com a sobrancelha arqueada, apesar das palavras levemente rudes, não estava sendo grossa.
I don’t need your help. //alessed
alessaconstantine:
Assim que ouviu as palavras, não precisou virar para saber de quem se tratava e quase revirou os olhos para o ex namorado. - O que está fazendo aqui? - Perguntou irritada enquanto olhava para os homens, um deles tirou uma arma da cintura e ela fez uma careta, suspirando, bufando de leve, queria saber o que diabos Edvard estava fazendo ali?! Não sabia o motivo do homem estar ali, tentava não o encontrar, fugir do rapaz, não queria o encontrar, porque sabia que ainda haviam sentimentos mal resolvidos e era orgulhosa demais para admitir que ainda sentia qualquer coisa por Ed, ainda que a mera presença dele ali mexesse com ela. Respirou fundo e endireitou a postura, sabia lutar, ainda que não controlasse os seus poderes.
Conseguia ver que o homem estava prestes a atirar, o que fez que Alessa olhasse para Ed e depois para eles. - Não precisa atirar, ele não vai fazer nada. - Disse olhando para o rapaz como quem manda que ele ficasse quieto, completamente irritada. - Você precisa ficar calminho aí Edvard. - Estava um pouco irritada, ela deixou as palavras escaparem com um certo tom de raiva, o olhando enquanto pensava se o homem ia, ou não atirar, dois deles fugiram praticamente em pânico, mas dois ainda permaneciam ali e permaneciam com cara de quem queria brigar. Alessa amaldiçoou a si mesma, por não conseguir usar os seus poderes, seriam realmente úteis e ela conseguiria acabar com a situação em não mais que alguns segundos.
Edvard franziu o cenho com o pedido dela. Até naquilo a moça conseguia ser ingrata. “Ela não merece nada de mim. E ainda assim estou aqui. Que cretino eu sou”, pensou. As garras permaneciam expostas. Dois homens foram espertos e fugiram, mas ainda haviam dois deles loucos o suficiente para enfrentar o mutante. - Te salvando de uma enrascada, sua tonta. - E então, mal pôde terminar suas palavras quando os tiros vieram. As balas atingiram Edvard em cheio no peito. Mas eram balas de aço. Incapazes de causar danos graves em quem se regenerava tão rápido. Logo as mesmas estavam no chão. Fumegando.
- Não vou fazer nada? Fica vendo. - Partiu para cima da dupla e os atacou com vontade. Não causou nenhum ferimento mortal, porém. Só cortes superficiais. E os apavorou o suficiente para que fugissem assustados. - Malditos… - Berrou, recolhendo as garras sujas de sangue. Os lugares de onde elas saíam, nos punhos, avermelhados e irritados como sempre. Mas já havia aprendido a ignorar aquele tipo de dor. - Sai para uma festa e se envolve em uma confusão com quatro marmanjos. Por que não estou surpreso?
A verdade é que não queria brigar com o ex namorado, mas ele havia a magoado e aquela era a maneira de Alessa tentar se proteger. Tratava-o mal para que ele se mantivesse longe, para que ela não o quisesse perto de novo. Quando ele a chamou de tonta seu sangue ferveu nas veias, mas ela fechou as mãos, deixando que as unhas fincassem na pele, se contendo para que os poderes não saíssem de controle e ela acabasse machucando alguém. A respiração dela ficou presa no peito por um momento quando viu ele ser atingido, ela sempre tinha medo que um dia ele se machucasse de verdade, mas ali estavam os machucados fechando, fazendo com que a Constantine respirasse aliviada, os olhos ainda no ex namorado. Ainda se preocupava com ele e aquilo a irritava, ela sabia que ainda amava Edvard, bufou de leve e o olhou. - Olha aqui, isso não foi culpa minha asshole! - Disse ajeitando a jaqueta que usava. - Eles que se doeram por perderem pra uma garota na sinuca. - Cruzou os braços abaixo do peito, apoiando o peso em uma perna, fitando os olhos claros do rapaz. - Estava tudo sob controle, posso não ser invulneravel, ou ter garras, mas eu sei lutar, podia chutar o traseiro daqueles idiotas. - Revirou os olhos e colocou as mãos nos bolsos da jaqueta e deu de ombros. - Mesmo assim valeu, eu podia acabar matando aqueles idiotas sem querer. - E era um fato, quando seus poderes saíam de controle era sempre problematico.
I don’t need your help. //alessed
ehakamegadeth:
Edvard havia curtido boa parte da noite toda ao som do Stratovarius e bebendo muita cerveja. O relógio já marcava as nove horas da noite, quando percebeu que realmente precisava ir em um banheiro. Os banheiros químicos estavam imundos e Edvard aproveitou para sair um pouco da área do show e procurar um bar descente onde podia, além de aliviar a bexiga, arrumar uma nova cartela de cigarros. Se tinha uma coisa que gostava em seu poder de regeneração era poder abusar daquele tipo de coisa sem se preocupar. Suas células se renovavam na velocidade da luz e jamais apresentava nenhuma complicação de saúde.
Gastou cerca de dez minutos no bar e estava quase indo embora quando viu uma garota familiar. - Ah não… - Reconheceu sua ex namorada. A loira estava bonita como sempre. Ela era tão sexy. Mas Edvard não queria saber dela nem pintada de ouro. Percebeu a garota saindo do bar e sendo seguida por um grupo de homens. Aquilo o fez franzir o cenho. - Mas que diabos…
Edvard seguiu todos eles. Até perceber que suas suspeitas estavam certas. Eles realmente estavam ali para fazer mal a ela. As garras de adamantium deixaram os punhos mais rápido do que ele foi capaz de pensar. - Se afastem dela se não quiserem atrair uma morte extremamente dolorosa sobre vocês! - Ele gritou, fazendo sua presença se impor sobre todas as pessoas ali. Seus olhos eram furiosos. As garras já estavam prontas para uma dança há muito tempo conhecida.
Assim que ouviu as palavras, não precisou virar para saber de quem se tratava e quase revirou os olhos para o ex namorado. - O que está fazendo aqui? - Perguntou irritada enquanto olhava para os homens, um deles tirou uma arma da cintura e ela fez uma careta, suspirando, bufando de leve, queria saber o que diabos Edvard estava fazendo ali?! Não sabia o motivo do homem estar ali, tentava não o encontrar, fugir do rapaz, não queria o encontrar, porque sabia que ainda haviam sentimentos mal resolvidos e era orgulhosa demais para admitir que ainda sentia qualquer coisa por Ed, ainda que a mera presença dele ali mexesse com ela. Respirou fundo e endireitou a postura, sabia lutar, ainda que não controlasse os seus poderes.
Conseguia ver que o homem estava prestes a atirar, o que fez que Alessa olhasse para Ed e depois para eles. - Não precisa atirar, ele não vai fazer nada. - Disse olhando para o rapaz como quem manda que ele ficasse quieto, completamente irritada. - Você precisa ficar calminho aí Edvard. - Estava um pouco irritada, ela deixou as palavras escaparem com um certo tom de raiva, o olhando enquanto pensava se o homem ia, ou não atirar, dois deles fugiram praticamente em pânico, mas dois ainda permaneciam ali e permaneciam com cara de quem queria brigar. Alessa amaldiçoou a si mesma, por não conseguir usar os seus poderes, seriam realmente úteis e ela conseguiria acabar com a situação em não mais que alguns segundos.
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@ehakamegadeth
Sabia que devia estar em Arcadia, mas também sabia que ninguém notaria sua falta, já que havia deixado uma ilusão sua dormindo no quarto. A garota era filha de Constantine e havia com certeza herdado muito dele, especialmente o gosto por fazer o que dava na telha quando dava na telha. A noite estava um pouco fria e o bar que a loira frequentava estava um pouco lotado, apoiou-se na parede da frente do mesmo e levou um cigarro a boca, tragando-o de maneira a sentir toda a fumaça esquentar um pouco o corpo, dando um leve sorriso com aquela sensação. Lembrava do pai adverti-la sobre acabar tendo um câncer, como havia acontecido com ele, mas assim como o mais velho, aquela não era sua maior preocupação, talvez fosse mal daqueles que conheciam muito sobre o inferno.
Assim que seu cigarro acabou, a garota entrou no bar e jogou algumas partidas de sinuca, o problema começou após humilhar um grupo de homens, eles não pareciam muito satisfeitos em perder para uma mulher. Se fossem apenas os idiotas no lugar, Alessa não se preocuparia com o controle dos seus poderes, mas não se tratava apenas do grupo de imbecis, haviam inocentes ali. Revirou os olhos e saiu do bar a passos rápidos, notando que eles a seguiram pouco depois, desferindo xingamentos chulos. Virou-se para os homens em um ponto mais a frente, vendo um deles partir para cima de si, desviou dele e pensou que aquela era uma ótima hora para ter total controle sobre seus poderes.