será que ALICE HAWTHORNE veio para a nossa oktoberfest? ela aparenta ter 33 anos e soube que atualmente é EMPRESÁRIA E SÓCIA DO GOLD ALLEY. admito que existe uma semelhança estranha com EMILIA CLARKE. mas sabe, quando conversamos, ALI foi muito SONHADORA, porém pareceu um pouco PRESUNÇOSA também. espero que ela aproveite nossa cidade.
&&. RESUMO
Estudar negócios em Yale? Se consegui, você também consegue! Confie em você!
Brincadeiras a parte, tivemos acima um pequeno demonstrativo de como funciona a mentalidade de Alice Hawthorne, mas antes que porventura você tente a cancelar no Twitter, peço dois minutinhos para mostrar que ela não é tão insuportável assim, beleza?
Alice é a caçula de três filhos do casal. Ela foi criada sendo mimada não apenas pelos pais, como também pelos irmãos mais velhos. O modo que a família levava a vida, a incomodava um pouco, afinal eles pareciam tão acomodados e pouco sonhadores. Como assim não sonhavam com um emprego melhor ou uma casa numa área mais valorizada da cidade?
Este pensamento de crescer e se tornar alguém reconhecida a persegue até os dias atuais. Com a dedicação apresentada aos estudos, Alice conseguiu uma bolsa de estudos em Yale, o que a permitiu sair de Hansworth por alguns anos. Propostas de emprego foram constantes, afinal, sua criatividade e a coragem de concorrer as mais inusitadas vagas a permitiu conquistar vagas em grandes empresas. No entanto, o sucesso não foi grande. Sempre sua ousadia exagerada, falta de noção e estudo de riscos, fez com que perdesse os cargos, suas tentativas de abrir negócios próprios fracassasse e sua cara fosse ao chão diversas vezes.
Mas calma lá, buddy. Se você pensa que isso foi o suficiente para que Alice desistisse de vencer na vida, tá aí o seu engano, ela tem uma arma secreta: vídeos de coach, biografias de empreendedores e o livro “Pai de Rico e Pai Pobre”. Ela SEMPRE consegue te dar um conselho, mesmo que você não tenha pedido e SEMPRE estará pronta para começar um negócio novo. Afinal ideias que não faltam. Essa mulher é uma máquina de ideias.
Apesar disso, meses atrás ela precisa confessar que se sentiu levemente desmotivada. Sua turma de Yale fez um encontro de dez anos após a formatura e Alice percebeu que era a única que estava sem um tostão no bolso. Isso a deixou triste, confessava. Mas bastou um intensivo de coachin’ em Nova York para ela receber a dica “volte as raízes”. E cá está. Hansworth parecia o lugar certo, no momento certo. Planejou a abertura de uma joalheria e olha só, seu sonho parece estar se tornando realidade. Agradecia ao universo e ao seu sócio, Thomas por isso.
&&. HEADCANONS
Seu livro favorito é “O jeito Disney de encantar clientes”. Já leu ao menos quatro vezes;
Já namorou duas vezes, mas ser workaholic atrapalhou um pouco estes relacionamentos;
Extremamente positiva;
Diariamente acorda, toma seu suco, fruta, vitaminas e segue com seu tapetinho de Yoga. É quase um ritual sagrado;
Com a nova marca de jóias, Alice se tornou a própria garota propaganda, quase uma Boca Rosa divulgando em todo momento e em todo lugar sua marca.
&&. CONNECTIONS (só algumas ideias)
i. unlikely friends.
Não tem nada em comum, mas de forma impressionante se dão muito bem apesar das diferenças (f/m/nb);
ii. friends over holiday.
Não eram próximos, mas depois das férias de fim de ano, Alice e muse viajaram pro mesmo lugar e acabaram se aproximando (f/m/nb);
iii. seem like a married couple.
Sabem o prato favorito um do outro, conversam sobre tudo sem vergonha de nada, se preciso dormem na mesma cama, mas não são um casal, ao menos não para um dos dois (f/m/nb);
iv. vizinhos.
Alice e muse moram próximos e constamente implicam um com o outro, seja por uma música alta, um jardim bagunçado, carro parado na frente da casa do outro (f/m/nb);
v. don’t trust each other, but are still “friends”
Algo ocorreu e estremeceu a amizade com muse, mas Alice e muse insistem em dizer que se perdoaram, mas não é muito o que parece (f/m/nb)
vi. volunteer together:
Não é difícil ver por aí muse e Alice distribuindo avisos sobre a diminuição do consumo de plástico, uso correto das lixeiras de reciclagem, falando sobre adoação de animais ou mesmo pedindo ajuda em projetos socioculturais (f/m/nb);
digite o emoji ou o número do starter para eu abrir
(1) ☂️ : Muse e Alice aguardam, em algum lugar da cidade, o fim de uma chuva inesperada para poderem finalmente cada um ir para sua casa;
(2) 🧘♂️ : Muse e Alice acordaram para ver o nascer do sol juntes enquanto fazem alguma meditação e yoga em um parque de Hansworth;
(3) 🍉: Muse e Alice estão no supermercado escolhendo os ingredientes para cozinharem juntes depois;
(4) ☎️: Alice anda recebendo algumas ligações estranhas, os famosos trotes, cabe a Muse ajudá-la a resolver esse enigma de quem é a pessoa responsável;
(5) ❓: Nada satisfez seu coraçãozinho? Digite 5 + um emoji que eu vou tentar abrir um starter com base no emoji! (up to 3)
Poucas eram as pessoas naquela cidade que deixavam Thomas confortável. Ou melhor, poucas eram as pessoas que recebiam a melhor versão dele, e não a do playboy mimado que queria tudo ao seu modo. Alice era uma dessas pessoas. Escutou o nome ser chamado ao longe e ignorou de inicio, julgando que poderia ser alguém que não valesse seu tempo. Mas assim que as mãos alcançaram seu corpo, fazendo-o virar, Thomas entendeu. Ela tinha liberdade para isso. “— Ficaram adoráveis em você, Alice —” comentou com um pequeno sorriso, tomando a liberdade de segurar a mais nova pelo queixo, para melhor analisar as peças, mas logo a soltou para que pudesse buscar algo na bolsa. “— Você sabe que eu sou chato para usar coisas não sabe? Confio plenamente em você para a divulgação e de dou autonomia para contratar quem quiser. Faço até algumas fotos para redes sociais, mas sou bem especifico com o que uso, Alice. —” tentou ser suave ao explicar-se. Thomas era enjoado com tudo, convencê-lo a usar qualquer coisa era um trabalho difícil e ele duvidava que Alice conseguiria.
Alice não precisava de muito para se sentir confortável com alguém. Na realidade, ela poderia ressoar como intrometida e inconveniente por tratar a maioria das pessoas como se fossem absolutamente íntimas dela. Tal atitude poderia, talvez, soar como incômodo para o sócio que recém conheceu após cartas, e-mails, mensagens e ligações telefônicas incessantes, no entanto, ela julgava que não. Ao menos, Thomas nunca a chamou atenção - o que era ótimo. Sorriu como forma de agradecimento pelo elogio. Modéstia a parte, realmente pareciam ter sido desenhadas especialmente para Alice Hawthorne. Nunca pensou que suas orelhas eram tão lindas como sentia naquele fim de tarde. “Viu só? Fiz umas fotos antes de sair de casa. Depois posso te enviar e ver o que você acha de postar no Instagram da joalheria. E no meu também, claro.” Sorriu orgulhosa do seu novo negócio. Era grata por Thomas ter aceitado entrar com boa parcela do dinheiro e acreditado que poderia ser algo com chances de dar certo. “É só um broche, Thomas, dear God.” Revirou os olhos com o comentário vindo do sócio “Acha que pode ser dono de uma joalheria e não ter uma jóia sequer em você?”
𝐰𝐡𝐨: ethan & open!
𝐰𝐡𝐞𝐫𝐞: barraquinha de lanches
𝐰𝐡𝐞𝐧: 4pm
“como assim vocês não estão vendendo cerveja?!” ethan questionou um tanto exasperado, suspirando em seguida e passando a mão pelos cabelos. “ok, sem problemas… me vê então só uma pipoca mista, por favor.” ele pediu, em seguida voltando a mexer no celular. abrindo o aplicativo de mapa, pesquisava qual seria o lugar mais próximo onde conseguiria comprar uma cerveja, já que não tinha levado a sua de casa por ter presumido que encontraria para vender. “obrigado.” ele agradeceu sem tirar muita atenção da tela do celular, pegando a pipoca com a mão livre e então se virando. deu pouco mais do que três passos, entretanto, antes de acabar trombando com muse. sua pipoca, assim como seu celular, logo encontraram o chão, o fazendo exclamar “fuck!” suspirando para manter a calma, ele resmungava consigo “ótimo, agora volto à estaca zero…” após abaixar-se para pegar o celular, verificando se tinha quebrado - felizmente, não! -, ele então ergueu o olhar para muse “desculpa, foi culpa minha… eu não estava olhando por onde andava. se machucou?”
Alice mantinha sua atenção na roupa da mulher em sua frente. Francamente, como ela conseguia vir em um evento daquele com uma roupa tão bonita? Não queria sentir inveja do senso de moda da mulher, mas parecia impossível. Que senso estético perfeito. Sua atenção, porém, foi desviada com a conhecida voz um pouco a sua frente. Prestou atenção na fala do primo e por um momento sentiu-se horrorizada com o pedido do mais novo. Deu um passo para frente, indo de encontro com o familiar, contudo foi o suficiente para se trombarem no momento em que ele se virou saindo da fila. “Ethan, quantos anos você tem pra pedir cerveja durante um filme? Você tem, sei lá, uns dezessete anos? Isso é ilegal no nosso país. Eu juro que não vou contar pros meu tios, mas assim, na minha visão você precisa dar uma maneirada. Eu sei, isso pode ser cool e coisa assim. Na faculdade eu fiz muito disso. Meus pais não sabem, muito menos meus irmãos, mas uau, eu realmente ficava muito mal depois que bebia. Ressaca é ruim. Bebida é ruim, Ethan. Não beba, você é muito jovem pra isso.” o repreendeu buscando manter o tom mais firme e compreensível possível “Deveria me ouvir. Sou mais velha, tenho sabedoria adquirida”
“— Então, pumpkin. Eu tenho bala de goma, chocolate, pipoca salgada, refrigerante e água —” listou tudo aquilo que trazia nos braços assim que se aproximou da irmã mais nova. Não havia marcado com @aliceandthediamonds de se encontrarem ali, o acaso decidiu fazer isso por eles, e Anthony não poderia ter ficado mais feliz por isso. Amava estar com a família, os irmãos, com Alice em especial. “— Talvez a gente só tenha que dividir isso com alguém, pois eu sinceramente não sei se damos conta, mas podemos tentar. O que você quer primeiro? —” perguntou, erguendo o olhar que fitava as comidas nos braços, e o direcionou para a mais nova.
“Ai céus, Tony... quando você vai tirar essa barba e cortar esse cabelo?” questionou o irmão, levando uma das mãos até os fios do cabelo do mais velho, bagunçando rapidamente “Bom, sei que nem adianta eu falar nada né, então talvez seja um papel pra alguém fazer” enfatizou o alguém. Não é como se soubesse ou se interessasse por quem o irmão saia ou deixava de sair, porém, não poderia deixar de implicar com ele. Era seu papel principal como irmã. Além de tudo, não era como se na cidade ninguém se interessasse por Anthony Hawthorne. Sabia disso. “O que eu faria sem meu irmão? Já te disse que cortei carboidratos e coisas assim, mas só hoje tudo bem.” ajudou o mais velho a carregar as coisas “Agora só precisamos encontrar um lugar pra sentar, acho que ainda tem bastante disponível.” comentou “Mas então, uns dois dias que não te vejo, buddy. O que aconteceu na sua vidinha? Decidiu largar tudo e se mudar pra Nova York investir na bolsa? Diz que sim, por favor.”
“Thomas, Thomas” assim que viu a figura de seu sócio, ainda que de costas, segurou na cintura do mais velho, o virando para si “Olha só” apontou para as orelhas, demonstrando em sua voz um tom de empolgação. Seu sorriso entregou ainda mais que ela estar com aqueles acessórios na orelha só poderia ser algo bom. “Chegaram hoje e eu achei perfeito vir com eles pra divulgação. E aí, gostou? Amei o prazo de entrega do fornecedor. Aliás...” abriu a bolsa de tamanho médio e iniciou a saga de procurar algo dentro daquele lugar que parecia não ter fim “Enfim, eu procuro depois. É um broche fantástico que eles enviaram e acho que seria perfeito você usar e divulgar nossa linha. Mas enfim, você tá sendo bem simpático com todo mundo? É importante, você sabe.”
sentada em uma das cadeiras que havia levado, malee olhou em volta para conferir onde a filha estava, averiguando que ela continuava a brincar com um grupinho de crianças perto da barraquinha de pipoca, próximo o suficiente para que ela conseguisse ficar tranquila. — quer experimentar uma? — com um sorriso gentil, malee estendeu o pote com algumas tortinhas de framboesa para a pessoa a seu lado. — são sem glúten e com farinha de aveia. eu fiz para a anya… estou tentando fazê-la pegar gosto por doces que sejam um pouquinho mais saudáveis, mas olha, não está sendo fácil. — admitiu, rindo baixinho consigo mesma.
“Já te falei como eu amo framboesa? Talvez seja a minha fruta favorita” comentou antes de esticar a mão e pegar uma torta. Alice não era a pessoa mais apaixonada por doces, sua mãe dizia até que a menina tinha energia suficiente para poder não precisar de açúcar, no entanto, seu fraco por tortas era imenso. Já cogitou em abrir uma torteria em Chicago, época em que passou cinco meses trabalhando em uma multinacional na cidade, porém, costumava dizer que a vida a levou para outros rumos.”Já pensou em dar pra ela aqueles pratos com frutas em formato de... não sei, elefante? Vi um dia desses no Pinterest umas imagens assim. Eu me convenceria de comer.”
estava para começar o primeiro filme da tarde, mas saliha não conseguia se concentrar, pois o mosquito não parava de zunir em seu ouvido, fazendo com que a moça se desencostasse da cadeira várias vezes e começasse a abanar o ar com a mão. “lütfen aşkım¹, me deixe em paz! eu gosto tanto de todos os seres vivos. não quero precisar te atingir com essa minha mão.” implorou para o inseto, ignorando o fato de que poderia estar incomodando alguém com toda aquela movimentação. “ai, me desculpa. eu já vou me encostar, ok? é que tem um mosquito me amando por aqui e eu to tendo dificuldades em deixar claro que não to interessada.”
Tirou por um instante sua atenção da tela em sua frente e focou sua atenção na mais nova. Francamente, o que estava acontecendo ali? “Saliha.... a gente precisa amar e agradecer toda criatura. Olha só pra mim, você acha que que eu gosto de lidar com insetos no meu rosto?” apontou para si mesma, como se fosse um exemplo vivo “Eu não gosto, mas agradeço. Só temos tanto insetos assim, porque mostra que estamos em contato com a natureza. Isso é ótimo. Sente esse ar puro.” respirou de forma exageradamente profunda, com muita sorte não aspirando nenhum inseto. “Por que não usa isso como inspiração pra um novo prato? Seria incrível! Não acha?”
Starter w/ open
As estrelas timidamente começavam a brilhar no céu quando Leon chegou ao pátio aberto. O primeiro filme não era de seu interesse, o que até foi bom, vide que ele competia horário com um bico que se comprometeu a fazer. Agora, Pânico, sim, era um evento — fez questão de passar em casa o mais rápido possível para pegar uma cadeira e ir caminhando até o local de exibição dos filmes.
Como um grande especialista em filmes de terror, era meio frustrante estar indo sozinho ao cinema para ver um filme do gênero. Normalmente, Anya era a sua principal companheira e ouvinte. Claro, muitas coisas eram omitidas da criança, mas os comentários apurados e precisos que uma criança de 5 anos eram o ponto alto da situação toda.
Colocou ao chão a cadeira de praia e observou a movimentação ocasionada pelo intervalo entre os filmes, procurando até mesmo algum sinal da filha brincando por ali, mas nada que chamasse sua atenção ocorreu. Puxou, então o celular para verificar algumas coisas até que, de fato, começasse o longa.
Precisava estar naquele lugar, aliás, sua imagem precisava. Cumprimentar a todos é algo que fazia desde que nasceu. Costumava dizer que nasceu conversando com as pessoas e sendo uma miss simpatia. As vezes até demais. Não era como se fosse se candidatar a um cargo político, mas sua loja precisava de visibilidade. Thomas, seu sócio, não era ainda amplamente conhecido em Hansworth, cabia a ela a divulgação entre os moradores. Contudo, naquela noite, a divulgação seria em um ambiente onde seria mal vista se falasse demais e, além do mais, ela odiava filmes de terror. Assim que Ferris disse tchau pela tela instalada, a movimentação para o próximo filme foi iniciada. O pânico havia sido gerado nela, isso sim. Odiava ser assustada e se assustar. Estava sentada sorrindo para quem acenava, apesar da aparência facial, o resto de seu corpo entregava o nervosismo. Perna em constante movimento e dedos das mãos sendo estalados de forma constante. Ela precisava vencer seu medo do terror. Era SÓ um filme. Antes das luzes se apagarem, poderia conversar com alguém, isso certamente a distrairia. “Ei” num tom mais baixo, buscou chamar a atenção da figura mais próxima de si. “Ei, amigo” ótimo, sua voz não estava alta o suficiente para o barulho em que se encontravam “Ei, você” repetiu num tom mais alto, seguido de uma bolinha do guardanapo usado sendo jogada na direção do homem “Oi, e aí? Curte terror?”