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@amcthst
arthur-sanders,
Estava tão imerso no próprio acesso de raiva, que já não prestava atenção no que sua ouvinte dizia em meio ao burburinho do ambiente. Parou apenas ao sentir uma mão envolvendo seu ombro com uma firmeza maior do que esperava, encarando-a por um instante e esfregando a própria nuca em um gesto ansioso. “Pois é, mas parece que ninguém tava realmente se importando em ganhar. Chamar o segurança?! Não chama à toa, eu nem fiz nada ainda… espera eu bater em alguém.”
E esse é exatamente o motivo pelo qual eu estou considerando chamar alguém para te conter. --- A mão dela deixou o ombro dele tão subitamente quanto havia aparecido quando ele mostrou resistência, ela sabia quando desistir. Seria uma mentira dizer que Ames nunca tinha presenciado esses surtos depois de grandes eventos como o que havia acontecido, mas ainda assim era lastimoso de se assistir. --- Por que você não guarda toda essa energia para resolver essa rixa em particular? Ficar gritando para os quatro ventos só vai mostrar que você é um péssimo perdedor.
barbaradeville,
Ao ouvir a morena, Barbara revirou os olhos e lançou um olhar repreensivo para o cliente —Você não tem a mínima obrigação de dar satisfação pra um bosta desses. Até porque vamos combinar que ele não deve ser o tipo de ninguém, né— brincou. Barbara saiu de perto da amiga e ficou de frente para o rapaz pivot da situação —Olha moço, não sei qual é a tua, mas ninguém é obrigado a te dar bola não. Agora, se por algum motivo você quiser falar da minha amiga e de mim pro gerente, beleza, vá em frente, só vai mostrar o quanto você é fraco e não sabe levar um não. E vamos combinar que você precisa saber diferenciar alguém sendo simpático de alguém te dando bola. Enfim, vai em frente.— o repreendeu em um tom nada bravo, soando mais como uma simples conversa. Voltou para perto de Amethyst e a abraçou de lado —Tá beleza, eu acho. Na verdade eu espero, porque se você se der mal, eu também me dou mal.
Eu sei, eu sei... Droga, ele não me pegou em um bom dia. --- A morena negou com a cabeça, equilibrando o movimento com a mão que passava nervosamente pelos cabelos, a frustração cada vez maior dentro de si, ela teve que se controlar para não morder as unhas ou alcançar algum objeto na parede mais próxima para arremessar sem rumo. Aquele era um requisito básico da profissão, algo que ela estava acostumada e em dias normais era algo que não passava pela sua cabeça duas vezes, ela assistiu inquieta enquanto a amiga ia a sua defesa, embora extremamente grata, ela não conseguia parar de pensar no fato de que ela devia ser capaz de se defender de um babaca qualquer sozinha, Ames não esperou para ver a reação do homem, apenas recolheu sua jaqueta sob o balcão e seguiu até a porta dos fundos. --- Você se importa se eu tirar um tempinho agora? Preciso de ar. --- Em um último momento antes de alcançar a maçaneta da porta ela virou-se na direção de Barbara, era quase como se estivesse com vergonha de seu próprio comportamento. --- Você não precisava se arriscar assim por bobeira minha, peaches.
stay-strong-and-bad,
Ai que linda! Me abraça. -Abraça a garota sem ao mesmo a autorização dela.-Acho que achei minha alma gêmea gente!-Grita pro bar todo.-Eu estou ótima muito obrigada, mas tenho certeza que depois dessa garrafa aqui eu irei quer outra.-Sorri.
Me ganhou no linda. --- riu ao passar um braço sobre os ombros da garota, retribuindo seu abraço desajeitadamente. Ames teve um leve sobressalto com o grito repentino da outra, negando com a cabeça quando algumas pessoas no bar voltaram a atenção para elas. --- Eu vou ficar aqui a noite toda, então é só dar outro grito. Me chamo Amethyst, aliás.
arthur-sanders,
“Com certeza a Stigma é muito melhor! Os meninos tocam pra caralho, as letras são muito mais originais, e eu canto bem pra caramba!” Arthur fez uma pausa, correndo os dedos pelos cabelos de forma descuidada, em um gesto que deixava clara sua frustração. “Claro que eu tinha expectativa, eu pensei que a gente fosse ganhar! Mas também, deixa de esmola pra eles. Isso aí é tudo marmelada, tudo cotado já. São os escolhidinhos, tudo cotado.” O tom de voz denotava sua revolta, enquanto o rapaz andava de um lado para o outro desabafando sem mal reparar quem o estava ouvindo, gesticulando nervosamente ao falar.
Amethyst não era hipócrita o suficiente para dizer que entendia a revolta do rapaz, mas ela entendia uma coisa ou duas sobre frustração e raiva, então ela não o culpava pelo pequeno acesso em sua frente. Não era seu papel acanhar aqueles tipos de situações, mas ela se pôs à frente, depositando uma mão firme no ombro dele. --- Calm the fuck down! --- embora suas palavras fossem duras, seu tom era brando. --- Você não acha que todos tinham expectativas, dude? Desce do seu troninho por um instante e vai lá fora esquentar a cabeça ou eu vou ser obrigada a chamar o segurança.
you called me a tornado, a natural disaster that spun out at the end of your fingertips and i saw in my head how many times i've been a calm ocean, a morning where there is nothing moving but a few birds, a warm sunday with no responsibilities i am a blizzard. i arrive and leave nothing but cold behind me. but i am also the spring thaw, the grass below. "girls like that" you write about me in your books and poems, "are hurricane systems, they are sudden destruction, they come and they go" but if you stuck around and got to know girls like me you'd figure out we are more than our wild hearts and quick tongues and fire breathing, we are leftover cake, we are the rainbow on your birthday, we are good socks and bad movies, we are loving, loving, loving; a tidal wave of passion that comes without warning but floods only with laughter, with light, with devotion girls like me will never be more than a quick storm to boys like you. girls like me are good for a few months before you start seeing our paint chip off and we stop being so mysterious and hard to keep track of girls like me are only fun until you see how we're fueled by a swirling darkness, girls like me are only worth it until it's four in the morning and we're awake and sobbing, girls like me are tornadoes, on the inside, we are witches. we are strong. we are a fury, but we are gold.
i am the calm and the storm // r.i.d (via inkskinned)
wreycs,
“Ames. Little brunette Ames.” Despejou veemência nas duas afirmações desconexas, pronunciadas através do couro da jaqueta na qual o rosto encontrava-se afundado. Wes levantou a cabeça, estreitando os olhos na direção alheia. “Você vai precisar de um pouco mais do que um temperamento forte pra me afastar desse bar, de mais ainda pra me convencer a procurar o gerente. We’re stuck with each other so be a darling and get me another of these, yeah?” Sacudiu o copo vazio em frente ao rosto dela, indicando a quê se referia mesmo frente à probabilidade alta de que ela entenderia de qualquer modo; sua intoxicação insistia em certificar-se.
As sobrancelhas de Ames ergueram-se uma vez que ela identificou as palavras que saíam dos lábios do menino, de súbito ela sentiu-se embaraçada por não ter conseguido dar um nome àquela voz. --- Fuck, Wes! Eu juro que não tinha me tocado que era você e quase quebrei uma garrafa na sua cabeça porque eu imaginei que estivessem me fazendo de besta aqui. --- Ela delatou exasperada, enquanto fazia movimentos exagerados com as mãos na tentativa de oferecer mais uma explicação viável. Ela recolheu o copo da frente de seu rosto com um movimento brusco, mais insolente do que ela havia planejado. Ames aproximou o copo de seu nariz, franzindo o cenho com cheiro forte que a pegou de surpresa - ou nem tanto, levando em consideração o estado do loiro. --- Olha, não ‘tô aqui para ser sua babá nem nada, mas isso é vodka pura e barata, você tem certeza de que está bem?
asoiledbogdanov,
*’ Пожалуйста, não comece a me atormentar por causa de uma votação sem sentido. Nem tudo é caso de vida ou morte, nem tudo vence por ser bom. Estão atrás das coisas que vendem e não das que são realmente boas, pelo menos uma lição veio de berço: o que o público venera nem sempre possuí boa qualidade. Woah! Nem pense em colocar palavras na minha boca, também não disse que a Anthem é ruim.
Essa é uma discussão que eu já ouvi aos montes desde o dia do evento, acredite em mim, trabalhar no bar me dá todo tipo de perspectiva. Como uma pessoa leiga nesse campo, não sei se concordo, porém entendi o que você quis dizer, mas tipo, tem gente que pode acabar destorcendo suas palavras e te confundir com uma pessoa amargurada?
stay-strong-and-bad,
Estava sentada em um dos bancos distraída, apenas comendo o que havia pedido ao garçom junto com uma tequila, até notar a sombra de alguém.- Tudo bem, tudo bem. Eu admito que não conseguir ficar longe do bar por muito tempo.
C’mon! Quem é que aguenta ficar longe do bar em lugares como este? Só quem tem o poder de te julgar aqui deve ser Deus, então pode ficar tranquila que eu só vim ver se você precisa de mais alguma coisa.
barbaradeville,
Barbara tinha acabado de iniciar seu turno no bar e não estava entendendo ao certo do que a morena falava com x moçx. Assim que conseguiu arrumar a manga do uniforme, foi atrás de Amethyst para entender do que se tratava o que ela estava falando anteriormente —O que aconteceu?— perguntou quase num sussurro.
Ames estava a ponto de estourar novamente quando a pessoa resolveu que não queria cooperar em aceitar sua espécie de pedido de desculpas, ela não tinha energia para lidar com aquilo; no momento em que ouviu a voz clara da amiga ela virou-se na direção dela. --- Peaches! --- Sua expressão suavizou e um suspiro aliviado partiu de seus lábios quando ela deu um passo na direção da garota, deixando as reclamações do cliente para trás. --- Eu não consigo lidar com isso, ele estava crente de que eu estava flertando e quando eu disse que só estava sendo amigável ele ficou bravo e eu surtei. Ah, e ele decidiu que quer conversar com o gerente porque aparentemente eu não sou uma funcionária decente. Fuck!
Hm, hey. Oi. Primeiro de tudo, o que eu disse antes sobre meu trabalho não ser servir gente bêbada e chata foi algo impensado porque eu acabei tendo uma conversinha aqui atrás e ficou bem claro que essa é literalmente a definição de bartender. Estava esperando que você não contasse para o gerente que eu arranjei confusão, porque ele já está bem bravo comigo. Ainda posso te atender, ou também posso indicar outra pessoa, se você preferir.
candiek,
“Que tal um shot da sua melhor bebida? Acho que vai me fazer bem pra aguentar o resto da noite.”
Você está aqui à trabalho também? Hm, tricky question... Você tem cara de quem gosta de gin. Que tal um gin tônica?
nxthnc,
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nxthnc,
Foi questionavelmente rápido como o ambiente se calou para Nathan. A audição um sentido que ficava em segundo plano quando o tato lhe dava a clara noção de como era a mão da menor contra a sua pele, as unhas em textura contrastante o bastante com a macies da palma para que todo o pescoço e regiões próximas se arrepiassem - quando deu por si, o vocalista tinha a respiração brevemente suspensa e tudo por conta dos movimentos alheios. Amethyst era como um conjunto de má noticias para alguém como o Collins, sedutora demais, confiante demais - e ele e toda a sua falha de autoestima era atraído por ela como mosca por uma lâmpada. Os olhos se focaram naquele instante glorioso onde sentiu a macies do interior dos lábios femininos na ponta do dedo, deixando o pigarro e o incomodo do estranho ao lado deles em um segundo plano de existência - longe dali. Depois daquilo? Depois de sentir o ar quente do bar parecer gelado pela umidade residual no próprio digito, depois de imaginar exatamente como seria aquele calor da boca feminina em quaisquer outras partes do corpo? Ele a seguiria para onde fosse. Foi rápido o seu olhar ao redor, inutilmente buscando qualquer companheiro da banda para avisar como pudesse que iria sumir por um tempo, mas não achou qualquer um deles na multidão e a atenção estava fixa demais na mulher que seguia. Nathan não fazia ideia de onde iriam, mas juntou-se às costas da morena de modo que as mãos unidas ficassem à frente da pequena e ele pudesse abraçá-la apertado, a mão livre apoiada no quadril bem formado. O rosto naturalmente buscou pela curva do pescoço feminino, abrindo mão da visão e confiando plenamente na guia da bartender. — You’re obscene. — Murmurou junto da pele que tocava com um roçar dos lábios, mais elogio do que qualquer coisa.
barbaradeville,
Barbara aproveitou a esvaziada no bar para sair um pouco do ambiente. Fechou a porta dos fundos do bar e sentou-se no chão, desbloqueando o celular para ler as mensagens —Não briga comigo!— exclamou ao notar alguém se aproximando, imaginando por um momento que fosse seu chefe a procurando —Ai, só não me mata do coração. E eu já vou voltar pro trabalho eu só vim fumar um cigarro, sabe como é o vício né— riu nervosa —Ok, me pegou, eu não fumo. Só tava alimentando meu vício da internet mesmo. Enfim, Barbara está voltando para o seu trabalho, um dia ainda quero ser a funcionária do mês.
Ames reconheceria as madeixas pink em qualquer lugar, mesmo com a luz baixa vinda dos postes na calçada, ela aguardou nas sombras até que Barbara parasse de tentar se explicar, tentando sem sucesso segurar o riso leve que escapou de seus lábios. Com todo o caos lá dentro e todos os funcionários ao serviço, era pouco provável que alguém as repreendessem por estarem tirando um tempinho da loucura que era o bar àquele ponto. --- Funcionária do mês, é? Sabia que tinha alguém aqui tentando me sabotar para poder roubar meu lugar. --- Se pronunciou com falsa desdém, aproximando-se da amiga e abaixando-se ao seu lado, tentando ver o que ela fazia no celular. --- O que você está vendo? Me conta alguma coisa boa, porque um cara lá dentro acabou de me usar como psicóloga e despejou uma puta bagagem emocional no meu colo, eu fiquei triste por ele, me ajuda!
noelxknows,
“If the next band plays like that eu vou precisar de bem mais bebida do que isso. Não que isso seja muito ruim, né?”
Eu definitivamente posso te ajudar com a parte das bebidas, agora essa atitude... Buzzkiller. Os nervos devem estar atrapalhando a performance deles, já os vi tocar antes aqui e eles são bons pra caralho.