REMOTO: Do latim, remotu; ‘movido para trás’, ‘afastado’. -- adjetivo. Que sucedeu há muito tempo; antigo, longínquo. Muito afastado no espaço; distante, distanciado. Acesso remoto, processamento remoto. Não há palava melhor para descrever a ilha onde essa história se passa. MOBILE NAV
Alto lá, da vila THAGRIS! Quem vem aí é NATHANIEL KIM, natural de SHASLI! Tome cuidado com ele, pois ele é um ANJO QUERUBIM e trabalha como CAVALEIRO PESSOAL/MERCENÁRIO. Falam as más línguas que ele tem 20 ANOS, e que é bem CONSERVADOR. Em algum universo paralelo ele poderia até ser KJ APA.
❛ —- somebody make me feel alive, and shatter me.
passado:
Há 20 anos em Shasli, em um belo dia ensolarado, um casal de anjos deu à luz a um anjo impuro, Nathaniel Kim, justamente por ser filho de dois anjos (os quais eram puros, visto que eram “nascidos de uma morte”). Assim que veio à vida, seus pais o admiraram tanto, porque ele não tinha nenhuma diferença em relação a eles, o que ajudou a fortalecer ainda mais seus pensamentos de cunho conservador — afinal, a mais bela pureza só poderia vir de uma raça igualmente bela e pura.
Por vezes, seus pais pareciam mais Guerreiros do que Anjos propriamente ditos, pois passavam o dia inteiro no vilarejo de Larkmarg, tendo mais amigos por lá do que na própria Shasli. A mãe já havia acompanhado uma Guerreira quando era mais jovem, assim como seu pai, e os dois usavam isso como desculpa para visitá-los o tempo todo. Pode-se dizer que amavam mais a outra vila do que o próprio lar.
Nathaniel sempre os acompanhava. Adorava ir para Larkmarg. Na cabeça da criança, a explicação das várias idas até o local era a de que seu pai e sua mãe tinham um trabalho na vila. Isso também explicava o motivo de o deixaram com um guerreiro de nome Finn, um homem de cabelos compridos e castanhos, que combinavam com seus olhos cor de mel. Era bem alto, o que sempre fazia Nathaniel (que sempre fora baixinho) querer subir em suas costas e se sentir alto como ele — era sua brincadeira preferida. Nathaniel o admirava ainda mais do que seus pais. O guerreiro, já aposentado, vivia contando suas histórias de vida ao menino. Adorava contar sobre a Segunda Grande Guerra, na qual havia lutado; contava sobre os golpes disferidos nas costas do inimigo, os ataques surpresa, entre outros. Mas o que ele mais adorava falar era sobre quando atacava um Híbrido.
Finn era um Guerreiro Conservador e, por isso, os pais de Nathaniel acreditavam que deixá-lo com ele faria o garoto adquirir o mesmo pensamento conservador. Queriam que o querido filho se tornasse mais Conservador que eles; queriam que ele visse a beleza que eles viram em seu nascimento.
-Me lembro do dia em que eu e meus parceiros cercamos a área em que os Híbridos estavam! - Finn contava suas histórias com mais emoção que qualquer um, fixando a atenção de Nathaniel - Esperamos todos ficarem perto um do outro para em seguida atacá-los de surpresa! - essa era uma das histórias favoritas de Nathaniel; ele se encantava com as ideias do velho em armar emboscadas.
A cada história que ele escutava, mais ele queria lutar contra os híbridos; porém, não pelo fato de odiá-los, por não serem de raça pura, mas por diversão. As histórias que Finn contava faziam-no imaginar cada vez mais armadilhas para capturar Híbridos. “Quando crescer, quero ser igual a você, Tio Finn! Um caçador de Híbrido!”; isso havia se tornado o sonho de Nathaniel.
Porém, ele não sabia o que estava prestes a acontecer: algo que mudaria sua vida.
Na época em que Nathaniel fez 8 anos, seus pais andavam tão ocupados que não tinham tempo para se preocuparem com ele, nem para levá-lo até Finn. O ruivo, chateado, resolveu ir sozinho à casa de Finn. O único problema era que ainda não sabia qual era exatamente o caminho de ida. Assim, Nathaniel esperou a saída de seus pais para fazê-lo. Enquanto isso, arrumava suas coisas para o encontro com Finn. Logo que seus pais se foram, esperou mais alguns segundos, até a hora que não conseguia mais vê-los, e saiu de casa. Ele andava saltitando; estava animado, como sempre, para ver o “Tio Finn”. Entretanto, o caminho que ele seguia não era o certo, mas o que levava para a floresta, que Finn dizia encontrar vários híbridos.
Somente quando Nathaniel estava no centro da floresta, ele parou, olhou para os lados, e percebeu que aquele não era o caminho que ele e seus pais normalmente seguiam para ir à casa de Finn. Assustado e com medo que algo de ruim lhe acontecesse, abriu as asas e tentou sobrevoar as árvores para observar o caminho correto. Mas as asas do ruivo ainda eram muito pequenas e ele ainda não sabia voar muito alto; conseguia voar até a altura de alguns galhos, mas não era suficiente para conseguir enxergar alguma outra passagem.
Ele, então, desistiu de tentar e se sentou no chão, encostado em uma árvore, abraçando suas pernas. O ruivo estava tão nervoso que seu choro podia ser escutado do reino dos elfos e das fadas. Ele não sabia o que fazer, nem qual era o caminho que havia tomado para chegar onde estava - e que usaria para voltar para casa. “Eu quero voltar para casa!”, “Quero meus pais!”. Eram as únicas coisas que vinham em sua mente naquele momento, até que escutou alguns ruídos vindos detrás dele. Nathaniel se virou e tentou observar algo, mas não conseguia ver nada.
Resolveu, finalmente, levantar-se e fazer algo para se proteger. “Será que se eu subir em um dos galhos de uma árvore e ficar bem quietinho a pessoa que está vindo irá me ver?”, ele se perguntava. Escutou novamente um ruído que soava como um galho quebrando, e, então, sem pensar novamente, voou até o galho mais baixo e se sentou sobre ele.
O que ele não esperava era ver um Híbrido. Era a primeira vez que Nathaniel presenciava “aquilo”; não aparentava ser tão terrível como Finn e seus pais diziam ser. Parecia um ser normal, como ele.
O Híbrido tinha a aparência de um humano, mas possuía algumas características que lembravam um Demônio, como cabelos pretos e marcas escuras no corpo. A única coisa que vinha à cabeça de Nathaniel naquele momento era que não poderia cometer nenhum movimento em falso; ele sabia que Demônios podem ser perversos quando nervosos. Não sabia se este seria o caso para um Híbrido de Demônio, mas preferiu não arriscar.
-Ei, criança?! - era o Híbrido. - O que faz aí em cima?! - Nathaniel estava tão assustado que nem lhe respondeu. Continuou ali parado. Esperava que o estranho pensasse que estava morto para que fosse embora. - Não tenha medo! Eu não mordo! - o jovem Híbrido ria de Nathaniel.
-Duvido! - gritou ele de volta.
-Tenha certeza. Não sou igual a qualquer monstro que gosta de comer criancinhas. - dizia ele sorrindo ao menino - Agora desça aqui! - hesitante, Nathaniel se levantou, abriu as asas e voou até o chão. - Então você é um anjo? - o garoto assentiu com a cabeça. - Certo… Mas o que você faz aqui? Não deveria estar em… - Porém, antes que pudesse terminar de falar, ele escuta alguém gritando “Deixe-o em paz!”.
Eram os pais do menino.
-Não! Esperem! - Nathaniel correu até eles para tentar impedi-los de atacar o estranho. Ele sabia que seus pais não suportavam Híbridos. - Por Favor! Me escutem! - seu pai o ignorou e continuou correndo atrás do Híbrido com sua lança, enquanto sua mãe parou e se agachou para falar com ele.
-Você está bem?! - ela estava mais nervosa do que ele, Nathaniel percebeu, pois estava quase gritando. - Você sabe que depois que sairmos daqui teremos uma conversa, certo?!
-Mãe, estou bem! Mas, por favor, me escuta! - a mãe o empurrou para trás dizendo a ele que deveria ir se esconder. - Mas… - o garoto tentou impedi-la puxando-lhe o braço, mas a mãe balançou o membro, soltando-se do filho, e o mandou se esconder entre os arbustos que haviam por lá; e assim Nathaniel fez.
Enquanto estava escondido, seus pais lutavam conta o híbrido o qual chamavam de “monstro”, o que para Nathaniel aparentava ser totalmente errado, mas como não lhe davam ouvidos foi obrigado a sentar e esperar pelo que aconteceria. O que ele não sabia era que aquela pequena guerra seria como um adeus a seus pais.
Seus pais lutavam com toda a força, mas todo aquele esforço parecia não causar nenhum dano ao jovem. Era aterrorizante, mesmo sabendo que ele não era mal, até o momento que ele socou o pai de Nathaniel na árvore, fazendo-o bater a cabeça com tanta força, a ponto de morrer. Porém, a criança não conseguia ver de longe o que havia acontecido, apenas que seu pai estava caído no chão desacordado.
Logo em seguida, o Híbrido pegou a mãe do ruivo pelo pescoço e a sufocou com as grandes mãos que tinha. “Mãe! Para!”, gritou o menino, mas já era tarde demais, o jovem a havia matado.
Foi nesse curto período de tempo que seus pensamentos sobre aquele jovem haviam mudado. Ele tinha se enganado, ele não era gentil como alguns minutos antes… era um MONSTRO em forma de gente.
Naquele momento, Nathaniel sentiu, pela primeira vez, o ódio pulsar em seu coração inocente. Ele não conseguia entender como alguém era capaz de algo tão cruel, mas mal sabia ele que logo mais ele também seria capaz de tal.
Depois desse acontecimento, quando Nathaniel completou seus 9 anos de idade, ele se juntou a um grupo de mercenários, que tinham como emblema o corpo de um Híbrido morto com uma espada cravada em seu peito. O grupo tinha como objetivo acabar com a existência dos Híbridos em Amotus. Porém, para o garoto, esse objetivo ia além de apenas matá-los: havia um sentimento de vingança.
Desde o dia da morte de seus pais, Nathaniel jurou que acharia aquele moleque e que se vingaria. Foi por esse motivo que se dedicou ao máximo àquele grupo. Sempre que podia estava na sede treinando e aprimorando seus golpes, para que quando fosse ao encontro de uma vítima ninguém percebesse sua presença ou até mesmo a falta daquela quando morta.
Com o decorrer dos anos, Nathaniel foi ficando cada vez melhor, até que, na passagem dos 11 para os 12 anos, recebeu como “presente”, de seu chefe, uma promoção. Ele seria o braço direito do chefe (quem diria que ele ganharia esse cargo).
No entanto, não durou muito no cargo, pois, depois de algumas semanas, foi pego pelos guardas do rei de Thargris. Mesmo que fosse algo já esperado por Nathaniel (por ser, a sua, uma profissão ilegal), aquilo havia lhe tirado o fôlego.
Aquele seria seu fim? Ou será que iriam torturá-lo para que contasse sobre o grupo ou algo do gênero. E agora? Mas, então, ao chegar ao castelo, para sua surpresa, não foi levado às masmorras, mas, sim, ao salão principal, onde o irmão do rei, Dordrin, encontrava-se.
Após ser jogado a frente de Dordrin, este lhe fez um convite. Um convite que o tiraria da rua e o salvaria da morte por seus crimes. Ele estava lhe oferecendo o trabalho de protetor de sua única filha, Delly Bredegor, pois sabia que o ruivo era um dos melhores mercenários de Amotus e que não haveria pessoa melhor do que ele para protegê-la. Sem hesitar, Nathaniel aceitou o serviço e se retirou da sala, a pedidos de Dordrin, a procura de seu quarto. Mas antes que pudesse fazê-lo, ele escutou um barulho vindo de trás dos pilares do corredor, olhou com o canto dos olhos e viu Delly, que tentava se esconder dele.
Nathaniel sabia que a jovem, provavelmente, estava tentando ouvir a conversa que ele havia acabado de ter com o pai dela, então, resolveu lhe dar uma “punição” por ser enxerida. Nathaniel começou a caminhar pelos corredores e ver se ela o seguiria. Assim, feito, lá estava ela, atrás de outro pilar em outro corredor. Nathaniel olhou para trás, deixou que ela notasse que ele sabia de sua presença e virou à direita em outro corredor. Assim que virou, abriu as assas e subiu até o teto, para que ela não o visse. Queria assustá-la.
Ao virar, ela tomou o primeiro susto. “Onde ele foi parar?”, ela deveria estar se perguntando, pensava ele. Seguindo seu plano, Nathaniel desceu calmamente, para que ela não o percebesse, e parou atrás da garota. Ao se virar, ela tomou o segundo susto. Nathaniel tentava conter as risadas por causa dos gritos dela.
-Por que está vindo atrás de mim? Para bisbilhotar? – disse ele mudando drasticamente o tom de voz para um sério. Ela respondeu, delicadamente, que estava curiosa para saber o que um anjo como ele estava fazendo pelo castelo, e por que ele havia ido atrás do rei. O ruivo explicou à menina que, na verdade, era o pai dela quem estava à procura dele. E antes que ela pudesse lhe perguntar o motivo, ele explicou sem muitos detalhas, para que ela não soubesse que ele era um mercenário (a pedidos de Dordrin). Depois de vários questionamentos, eles se apresentaram, e ela pôde lhe informar um pouco melhor sobre as regras do castelo.
Após aquele dia eles se tornaram amigos, talvez mais que isso. Ele a protegia e ela lhe dava conforto. Sua vida não passava disso, Nathaniel não tinha todo a riqueza de que a menina dispunha, mas ela tentava ajuda-lo a ter tal.
personalidade
Normalmente é visto por aí aprontando ou irritando alguém (pode ser considerado até o hobbie dele). Extremamente ciumento com as coisas que possui (incluindo até mesmo os amigos próximos), possui uma língua afiada e, ironicamente, odeia provocações. Usufrui de um bom humor até que considerado doentio e, para algumas pessoas, contagiante — e para outras, irritante e ridículo —, acabando por também carregar o traço de tagarela. Quase nunca diz “não” à alguém, pois gosta de se sentir útil. Gosta de praticar muitas atividades físicas (tendo como favorito a “caça de híbridos”), ou seja, ficar parado e trancado em um quarto fechado, sem realizar qualquer moviemnto, é tortura para o ruivo. Possui, lá no fundo, um complexo de inferioridade que jamais mostrou à alguém antes. Apesar de sempre procurar ajudar quem realmente precisa — não de maneira exagerada, claro… Ele também não sai por aí distribuindo amor, paz, carinho e ajuda para quem passa —, falsidade e traição são duas das únicas coisas as quais não consegue perdoar de maneira alguma. Aliás, por mais que seja sempre visto de bom humor, seus pensamentos conservadores acabam deixando-no de cabeça fechada para outras ideias de cunho liberal; e nem é necessário dizer que detesta mistura de raças.
OOI eu to interessada em entrar no rp, mas queria saber se pode ter sereias ou se só pode as raças disponiveis no navigation
Olá! Saiba que vai ser muito bem-vinda quando mandar sua ficha! Infelizmente, só se pode jogar com as raças disponibilizadas, mesmo. Espero ver sua ficha em breve!
Bem, já que foi pedido pelos nossos jogadores, VAMOS TER UM ASK GAME! Estou pensando em deixar ele de hoje, durante o feriado, até sexta-feira (03/05), já que no fim de semana liberarei o primeiro evento. Lembre-se que mesmo durante o Ask Game podem ter interações, não fiquem acanhados!
O blog de jogos é o AMOTUS GAMES. Assim, não precisam ficar reblogando toda hora, só ir conferir lá. Se tiverem sugestões de Ask Memes para serem reblogados, só mandar aqui na central ou no próprio AmotusGames.
Alto lá, da vila UGRIDES! Quem vem aí é CALANTHE RHIANON EILHART! Tome cuidado com ela, pois ele é um BRUXA e trabalha como CONSELHEIRA GERAL. Falam as más línguas que ela tem 25 ANOS, e que é NEUTRA. Em algum universo paralelo ela poderia até ser BRUNA MARQUEZINE.
❛ —- i’m gonna run this nothing town, watch me make ‘em bow one by one.
passado:
Eilhart é um nome de peso na sociedade bruxa, família antiga, nobre e rica com postos políticos sempre próximos dos chefes da vila, poder, prestígio e dinheiro. Muito do seu poderio advém da fortuna que possuem e parece nunca se esvair, pois é com uma palavra ao contrário que podem fazer surgir denarios de maneira ilimitada. A maioria costuma temer os indivíduos que ostentam o sobrenome Eilhart por conta de seu poder que não é bem compreendido nem mesmo pelos próprios. Referem à habilidade que possuem como feitiços que podem ser lançados como maldições ou bênçãos, à bel prazer de cada um. É por isso que a família Eilhart é extremamente conservadora, considera a raça bruxa como superior as demais, com capacidade inimagináveis caso se unissem por um ideal purista e hegemônico, comandando todos os outros que são considerados inferiores por não possuírem habilidades extraordinárias que poderiam até mesmo, ser chamadas de mágica.
Calanthe nasceu nessa família, a segunda filha do casal que passava agora a comandar os negócios da família. Por ser garota era tratada com certo despeito, sendo deixada de lado em prol de seu irmão mais velho que era considerado o herdeiro de tudo que Eilhart poderia mostrar ao mundo, contudo, a reviravolta da rebeldia do irmão mais velho transformou a família em um caos e o filho favorito se tornou o filho pródigo, passando a responsabilidade de herdar com as consequências da família e o que seu nome trazia para Calanthe. Era um menina que demonstrava desde cedo desejo de poder e ambição para alcançar os primeiros lugares na academia de Ugrides, portanto, quando seus pais voltaram as atenções para si não é como se estivesse despreparada: agarrou a oportunidade para si, afinal havia nascido para governar, como ela mesma dizia à si mesma, ainda que não fosse descendente direta da chefe da tribo.
Seus poderes se desenvolveram a medida que estudava as artes bruxas, poções e suas próprias habilidades, usando-as como uma arma para realizar suas artminhas e alcançar postos de prestígio até onde gostaria de chegar. Pretendia alcançar o posto que pertencia ao seu pai, Conselheiro Geral, apenas como uma fachada para suas verdadeiras ambições. Calanthe, na verdade, intenciona tomar o lugar de Chefe de Ugrides para si e está articulando uma rede de situações para tornar tal situação possível. Obviamente, não pode usar seus poderes de maneira escrachada, mas pode usá-los para manipular situações e empobrecer a imagem da atual chefe, envenenando os próprios bruxos contra a mais velha. De certo sabe como manipular tanto os mais liberais como os conservadores e por isso prefere permanecer ela mesma em um patamar de neutralidade como mediadora para atingir o objetivo almejado.
Atualmente alcançou o posto que almejava, tão próxima da Chefe de Ugrides agora pode influenciá-la diretamente com seus conselhos manipulados, sempre de forma a deixar a culpa de um problema ou outro recair nas costas da chefe, sem que percebam aquilo que ela está fazendo. Calanthe tem uma posição privilegiada e não hesita em utilizar-se da mesma se for necessário, mas costumeiramente prefere passar a imagem de uma boa bruxa, dócil, amigável ainda que em dúvida de suas próprias decisões políticas para que não desconfiem das suas ambições. Mal sabe ela, no entanto, que seus progenitores, ainda vivos, planejaram muito mais do que meramente liderar Ugrides, para o futuro de Calanthe.
personalidade
✓ Ambiciosa, racional, carismática;
✗ Rancorosa, maquiavélica, esnobe;
conexões prévias
Ruby Walhala -- Conselheira Geral da atual Chefe de Ugrides
habilidade escolhida:
Controle Verbal das energias criativas e destrutivas do universo: As palavras precisam ser pronunciadas de trás para frente, a depende do comando exige força física e mental: pode chegar ao ponto de exaustão e dormir por dias à fio. Dependendo da intensidade do que é lançado como benção, maldição ou feitiço pode ter consequência que rebatam aquilo que fez (lei do karma). Se as palavras pronunciada de trás para frente não forem pronunciadas com uma fala limpa e correta pode acabar errando o alvo ou o feitiço pode tornar-se contra si mesma.
A mensageira ARYA vem com uma nova notícia: Aparentemente, a BRUXA CALANTHE RHIANON EILHART, muitíssimo parecida com BRUNA MARQUEZINE, é vista em UGRIDES!
Parabéns pela aprovação. Tem até 48h para mandar o tumblr do personagem para a central!
Olha, eu sou meio (muito) suspeito pra falar, mas eu pessoalmente amo ask games! Mas como não tivemos interações ainda, e estamos no começo da semana, estou com medo de não ser bem recebido – a não ser que fizemos focados em headcannons pessoais, pro pessoal ficar bem inteirado do próprio personagem antes de eu lançar o evento. Então, frente a essa dúvida, jogo aqui pra vocês, meus queridos:
Finalmente... FINALMENTE podemos anunciar, oficialmente, a tão esperada ABERTURA DO AMOTUS. Recebemos oito fichas de oito pessoas diferentes e Gostaria de falar que estou confiante com as interações que podem surgir desses personagens. Postaremos sobre um evento em breve, mas todos os personagens poderão começar a interagir entre si com a tag AM:STARTER e combinar plots a partir de agora!
Alto lá, da vila UGRIDES! Quem vem aí é MIKE STINGRAY! Tome cuidado com ele, pois ele é um BRUXO e trabalha como PROFESSOR. Falam as más línguas que ele tem 29 ANOS, e que é bem LIBERAL. Em algum universo paralelo ele poderia até ser TYLER HOECHLIN.
❛ —- i light the match to taste the heat
passado:
Foi numa noite chuvosa de inverno que nasceu um menino de olhos verdes e pele clara. O seu nascimento completou mais ainda o amor de seus pais.
Ambos eram bruxos conservadores. O seu pai era professor na Escola de Ugride onde ensinava os seus alunos a controlarem as suas habilidades e a superar os seus limites. A sua mãe era fabricante de poções. Era uma das melhores em toda a Escola de Ugride. Isso fez dela a primeira da sua geração a tornar-se fabricante de poções.
Quando Mike era um garoto e começou a estudar conheceu uma doce menina. Rapidamente se tornaram melhores amigos. Brincavam nos intervalos da escola, lanchavam e faziam os deveres de casa juntos. Essa foi a rotina deles durante alguns anos enquanto cresciam.
Um dia, quando Mike tinha 11 anos, sua amiga chegou triste na escola. Ela teria que abandonar a vila e consequentemente a escola. Mike ficou preocupado com a sua amiga. Ele sabia bem qual o motivo da sua partida. Ela tinha partilhado o seu maior segredo. Um segredo que valia a sua vida. Ela era o fruto de um amor proibido entre um guerreiro respeitado e uma bruxa habilidosa. Ambos aproveitaram o seu último dia juntos e no fim das aulas repetiram a sua rotina pela última vez. Porém, a caminho de casa, foram parados por dois homens altos e fortes. Eles não inspiravam confiança. Mike e sua amiga tentaram continuar seu caminho mas um dos homens não permitiu. Questionaram a sua amiga. Quando ela confirmou quem era sua mãe, o homem que estava atrás de Mike pega sua amiga pelos cabelos e arrasta ela para um beco.
Mike não conseguiu fazer nada. Só podia assistir enquanto a sua amiga chorava e gritava de dor enquanto ambos agrediam-na violentamente. Ele estava com medo mas também furioso. Era injusto o que estavam fazendo com a sua amiga. Ele sentiu a sua fúria queimando dentro do seu corpo. Num movimento involuntário correu até um dos homens. Tentou impedir o homem de agredir a sua amiga se colocando à frente mas acabou por levar um tapa que o fez cair contra uma lata do lixo. Ele não podia desistir de proteger a sua amiga. Se levantou com mais fúria ainda. As suas mãos estavam fervendo. Quando o mesmo homem foi para dar um tapa na menina, Mike foi quem acabou por levar o tapa. Mas desta vez não caiu. Ele estava a olhar para baixo para conseguir aguentar a dor. Quando levantou a cabeça e encarou o homem nos olhos, o mesmo fez cara de surpreso. Mike tinha os punhos fechados e neles tinha uma chama de cor negra. Nos olhos de Mike podia se sentir a sua fúria. O homem voltou a dar um tapa no Mike porém Mike consegue se esquivar por ser pequeno e ágil. Foi então que Mike encostou a mão no seu abdómen e libertou uma chama maior que a inicial queimando parte da roupa e de sua pele. O homem caiu no chão com as dores e o outro homem correu ao seu auxílio. Acabaram por abandonar os dois garotos no beco. Mike correu até a sua amiga. Ela estava deitada no chão fraca e tossindo sangue. Ele quis levar ela a um curandeiro mas ela não conseguia se mover. Mike chorava enquanto a sua melhor amiga se entregava à morte nos seus braços.
Depois de assistir a sua amiga morrer, Mike prometeu fazer justiça. Sentia falta de sua amiga e da sua rotina. Foi se tornando frio e fechado com os outros colegas. Ele viu que sua habilidade poderia não só ter protegido a sua amiga como muita gente que era injustiçada e com isso focou-se em dominar o seu poder e expandir os seus limites.
Com os anos passando Mike se tornou professor. Não um professor qualquer. Se tornou um professor liberal onde aceitava todo o tipo de alunos. Ajudava a dominarem as suas habilidades para se protegerem e protegerem outros que poderiam vir a precisar de ajuda. Assim não só ensinava os alunos como lhes mostrava que era errado julgar outros colegas/pessoas por serem diferentes.
Nos dias de hoje ele é admirado por muitos alunos que querem seguir os seus passos e fazer justiça pelas pessoas injustiçadas.
“Pesar arrematou a nação no dia de hoje: Palo Verde Academy acaba de fechar as portas. […]
Palo Verde Academy formava o “Triângulo de Ouro”, juntamente com Trinity International High School e Meadows School, as três melhores instituições de ensino fundamental e e médio do estado de Nevada. […]”
— Trecho da reportagem do Las Vegas Sun de 2019
INTRO — Olá, caro leitor. Para o seu próprio bem, espero que você esteja prestando atenção, pois essa história é sobre uma luta de egos que até hoje causa um grande efeito colateral. Se você não prestar atenção, pode acabar afundando também. [...]
Opa, tag, tudo tranquilo? Vim aqui, na humildade, falar que só precisamos de MAIS UMA FICHA para podermos abrir o Amotus de vez! Então vocês poderiam ser extremamente gentis conferindo nossos links que disponibilizarei aqui embaixo, e, se quiserem, mandando a ficha que vai fazer tudo dar certo, finalmente!
Alto lá, da vila UGRIDES! Quem vem aí é LYNDER GWENDELL, natural de THAGRIS! Tome cuidado com ele, pois ele é um WOOD ELF e trabalha como ARTISTA. Falam as más línguas que ele tem 80 ANOS, e que é bem NEUTRO. Em algum universo paralelo ele poderia até ser TOM HOLLAND.
❛ —- can’t you see the rythm going?
passado:
Lynder Gwendell pode ser considerado um Wood Elf puro Liberal característico, filho de um casal de Elfos igualmente puros, cujo pai era Conselheiro Espiritual do Chefe de Thagris, e o irmão do meio de três belos Elfos. Quando ganhou seu primeiro instrumento musical (uma flauta azul arrendondada) de presente dos avós, aprendeu a tocá-lo (sozinho!) em pouco mais de um semestre. “Um gênio da música!” os vizinhos comentavam ao ouvi-lo ensaiando, para infortúnio de seus pais. Cresceu na base da inocência, tocando sua flauta em frente à sua casa todas as tardes. Com isso, ganhava alguns poucos denariuns, os quais juntou para comprar seu segundo instrumento musical (uma harpa pequena e dourada), que também custou para aprender sozinho. Cada vez mais os vizinhos insistiam em sua genialidade, e isso cada vez mais entristecia os pais. Porém, jamais impediram o garoto de continuar treinando sua própria música, visto que aquilo o deixava feliz. Lynder respirava música, qualquer um podia ver aquilo.
Sua mãe era uma das chefes de grupos de Mineradores, para desgosto de alguns vizinhos mais Conservadores, que acreditavam piamente que um Conselheiro do Chefe não poderia ser envolvido com uma pessoa tão radical. Os progenitores defendiam o progresso com fervor, principalmente em sua própria moradia; diariamente, tentavam ensinar ao filho como ele deveria crescer e se juntar a um deles, como ele deveria se tornar um líder político Liberal. Eles sabiam que, se conseguissem convencê-lo a largar os instrumentos e dedicar-se ao Liberalismo, poderia ser um revolucionário.
Lynder jamais deu-os ouvidos. Estava decidido que seria um músico, e ninguém mais poderia tirar isso de suas mãos. Já tinha até seus planos futuros mapeados em sua cabeça: iria começar a fazer algumas apresentações maiores ali na própria Thagris, para assim ganhar trocados o suficiente para comprar uma casa em Ugrides. De lá, iria continuar fazendo apresentações musicais e adquiriria cada vez mais fama, e, com isso, mais dinheiro, o que significaria estabilidade financeira - e ainda trabalhando com o que quisesse! O defeito em seu plano era que dependia exclusivamente do dinheiro e da boa vida que seus pais lhe proporcionavam.
Estava na casa dos trinta anos no dia que sua mãe foi presa e condenada à morte, mas pouco se lembra do evento, pois seu pai não o havia permitido o envolvimento de nenhuma de suas crianças na situação que estava longe de ser ganha. Seu pai continuou sendo Conselheiro por mais alguns anos antes de ele próprio abdicar do caso, pois não aguentou mais a pressão dos boatos de seus vizinhos, os quais claramente tinham algo envolvido com a prisão de sua mãe, mas nunca comprovado. Seu pai desenvolveu um forte alcoolismo nos últimos anos de sua vida, e por fim faleceu, deixando três crianças novas e confusas para trás.
Faz vinte anos desde a morte de seu pai, e desde então cumpriu com o próprio sonho de pegar sua parte da herança (a qual não era nem de longe tamanha como antes de sua mãe falecer) e ir para Ugrides, separando-se de seus irmãos e se tornando um músico como sempre quis, tocando em vários restaurantes, festas, e afins. Todos os dias tenta esquecer dos eventos que o levaram à ruína de sua família, e, apesar de estar fazendo o que gosta e ser uma simpatia de pessoa, carrega muita amargura em si e um humor auto-destrutivo.