Borboletas são tão tolas que se sentem atraídas por algo que podem lhe matar…
- Não é sobre borboletas,auto crítica
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Borboletas são tão tolas que se sentem atraídas por algo que podem lhe matar…
- Não é sobre borboletas,auto crítica
Viciada na ideia de ter um relacionamento tranquilo, mas tão tranquilo... Ao ponto de não ter que me preocupar com o que ele faria pelas minhas costas...
Tudo o que eu queria...
Era ter o poder de parar o tempo, de me concertar.
Apagar alguns arranhões, uns machucados, alguns cortes.
Queria te olhar nos olhos com amor, não como uma sobrevivente de tantos desastres mentais...
sempre há pessoas
DRAGULA (1998) by rob zombie
Quando tô com ele, esqueço de mim. Meus pés nem tocam o chão, minha cabeça some entre nuvens e labaredas. Ele me dá fogo—não só calor, mas um desejo que devora, que pede mais. Me deixa com sede, sede de pele, de boca, de tudo que se perde e se refaz entre nós.
Os olhos dele me prendem, a boca me queima, o suor dele já foi meu e eu só penso em sentir tudo de novo. O cheiro, o toque, o jeito que ele se move—é viciante. Seu sorriso tem algo de perigoso, algo que me faz querer chegar mais perto, mesmo sabendo que posso me perder. Com ele, me sinto num beijo de vampiro, num jogo onde eu quero ser a presa.
Ele é egocêntrico, e eu adoro isso. Preciso disso. Passei tempo demais presa em mim mesma, e talvez essa confiança dele seja exatamente o que me puxa de volta pra vida. Me distraio, me perco, esqueço do tempo. Mas se eu pudesse escolher, viveria nele, com ele. Nem que fosse só por um tempo. Nem que fosse só pra ver até onde esse fogo pode queimar.
Sou filha da noite, amante do vento, na pele um feitiço, no rastro um tormento. Nascida do fogo, forjada em prazer, ninguém me domina, só eu sei viver.
Bruxa e mulher, misturo venenos, minha boca é desejo, meus olhos são medos. Dançando entre sombras, vestida de lua, sou livre, sou chama, sou toda nua.
Minha pele exala segredos antigos, meu toque desperta pecados dormidos. Não peço licença, não dobro os joelhos, sou dona de mim, sou estrela sem medo.
Se temes meu riso, se foges do encanto, não és digno de ouvir o meu canto. Pois a noite me guarda, a terra me embala, e eu sigo dançando, sem grilhões, sem amarras.
Queimem as amarras, soprem as cinzas, danço descalça, sou filha da brisa. Lua no ventre, fogo nas veias, minha feitiçaria é a arte da estrela.
Corpo serpente, curvas de mar, olhos que enfeitiçam sem precisar falar. Beijo de mel, rastro de vinho, sou feitiço e destino, sou caos e caminho.
Não há jaulas, nem preces que mudem, minha liberdade é minha verdade. Bruxa, mulher, essência selvagem, invoco o prazer, conjuro coragem.
Círculo aberto, vento girando, sou Vênus em chamas, sou terra chamando. Nenhum medo me doma, nenhum nome me prende, sou luz e sombra, sou o que entende.
Existem memórias dentro de mim que às vezes eu volto a viver por um instante. São fragmentos de um passado que, embora distante, permanecem vivos no meu coração. Mesmo que não possam mais se materializar no presente, essas lembranças ainda aquecem minha alma. Elas são como pequenas chamas que, de vez em quando, brilham intensamente, lembrando-me de tudo que vivi. Essas memórias são minhas, e mesmo que o tempo passe, elas sempre encontrarão um lar no meu coração.
Rt
Espero que você continue, não importa como, apenas siga em frente, pode até parecer que está tudo fora do lugar, está uma bagunça, mas as coisas vão se organizar e vai chegar o momento, o seu momento, onde as pernas que caiu, se levantou e continuou, vai está dançando como se ninguém estivesse olhando.
Psionicos.
Dizem que quando passamos por algo completamente sozinhos isso muda quem somos, não sei se para melhor ou pior mas ser a mesma pessoa de antes seria um insulto a tudo que você já superou até agora.