大手町乗り換え
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Bem, eles gostam... Também não se explicar, mas se alguém gosta e tem outra pessoa pra 'ajudar', qual o problema? Além disso, existe o aftercare, que é o cuidado depois da sessão. O Dominante cuida do físico/psicológico do Submissivo. Essa parte é sempre extremamente importante em BDSM.
【 ♪ ♫ ♩ ♬ 】
“...continua sendo bem bizarro pra mim. Mas acho que não vai adiantar eu tentar entender esse tipo de coisa agora, de qualquer forma.”
”E não é como se eu fosse praticar qualquer dia, também. Mesmo tendo curiosidade pra saber como isso funciona... Bom, tem vídeos na internet, né? E várias outras mídias também. Hoje em dia, o mundo é conectado! Talvez eu possa aprender uma coisa ou duas vendo como isso funciona na prática.”
É do prazer sexual que falo. Difícil explicar, mas o prazer está mais concentrado na parte do 'poder' do que na parte de apanhar/bater. Controlar e ser controlado sexualmente.
【 ♪ ♫ ♩ ♬ 】
“Huh... Prazer sexual por estar no controle... É estranho. A humanidade tem uns conceitos estranhos pra se compreender quando mal se tem experiência de convívio.”
”Mas ainda não entendo o dominado. Por que alguém sentiria prazer por apanhar, por sentir a dor, por ficar sendo rebaixado? Isso é prejudicial ao psicológico!”
angelostouadi respondeu a sua postagem:Às vezes, o que faz um humano sofrer pode fazer...
“Tem gente que gosta, tem gente que gosta de coisas piores… ”
【 ♪ ♫ ♩ ♬ 】
“...às vezes, a humanidade me assusta. Oh, the humanity.”
“Um dia, talvez eu compreenda. Mal tenho dois anos de funcionamento... Ainda tem muita coisa pra aprender sobre o mundo, a sociedade, o sistema das coisas, sobre a humanidade. Vai levar tempo, assim qualquer outro humano, eu também não nasci sabendo fazer contas..”
Às vezes, o que faz um humano sofrer pode fazer outro rir. Dor e sofrimento são coisas relativas; varia de pessoa pra pessoa... É assim mesmo. Talvez você não se acostume nunca, alguns humanos também não se acostumam.
【 ♪ ♫ ♩ ♬ 】
"Eu compreendo psicopatia e o prazer que as pessoas tem em machucar umas as outras, ou de tirar suas vidas... Mas prazer sexual em apanhar? É uma história diferente.”
Inspirou fundo, angustiado. “E-Eu não sei…” Realmente estava dizendo a verdade. Não sabia como era seu rosto, ou não se lembrava… céus, ele realmente não tinha como responder a pergunta! Quis chorar, e talvez até fosse, se a garota não tivesse se pronunciado primeiro e mudado o rumo do assunto.
Ergueu o olhar para ela, levantando as mãos e as abanando, como quem quisesse dizer que isso, não é nada! apesar de que fosse, sim. “Está tudo bem, senhorita! Aliás… eu me chamo Clear.” Rapidamente fez um referência, retornando ao seu humor animado e feliz de quase sempre.
【 ♪ ♫ ♩ ♬ 】
Clear era um nome exótico, mas ela não podia falar muito. Quer dizer, não que fosse ruim, de forma alguma! Diferente é bom, na maioria das vezes (ao menos na cabeça dela). Gatling não era lá um nome de se sair sentindo-se o melhor do mundo, mas ela mesma foi quem escolheu — e gostava muito dele. Caso não tivesse visto um filme naquele dia e ouvido esta palavra, ainda seria chamada de AAL-001. Assentiu algumas vezes, de maneira lenta e então sorriu.
“Meu nome é Gatling, Clear.” Não podia mentir, achou estranha a mudança súbita no tom de voz dele, mas era impossível dizer qualquer coisa sem ver suas expressões. A máscara fazia bem seu trabalho de ocultá-lo.— e como uma máquina que usava a revolucionária tecnologia de neuro-inteligência artificial, ela não possuía sensores de análise ou coisas que se vê nas máquinas mais primitivas. Tudo isso em troca do potencial de aprender e agir por conta própria. Era um preço justo a se pagar.
— Pois é… Assim é mais fácil, vai por mim. Ao menos ‘cê não tem que ficar reescrevendo os dados sobre a alguma memória pré-programada. — Não chegava a ser desconcertante ter que explicar aquele tipo de coisa, no entanto, tinha que convir que era um assunto delicado, mesmo para um humano.— Há quem ache que é um esquema parecido com pessoas que gostam de pimenta; o sistema nervoso manda um sinal de prazer pra aliviar a dor física. Agora, sobre esse negócio de amor e sexo, deixa eu te falar; nem sempre um ‘tá ligado com o outro, saca Gatz? Por exemplo, tem gente que paga pra ter uma noite com alguém que nem conhece e isso ‘cê deve saber… —
【 ♪ ♫ ♩ ♬ 】
“Sim, mas também significa que não posso hackear nada a distância, caso seja necessário... Ou manter contato com outras máquinas. De certa forma, eu sou tão limitada quanto um ser humano.” Em compensação, ela não caía sob as diretrizes, sob as três leis da robótica. Além disso, podia “sentir”, podia agir por conta própria; ela tinha liberdade! E isso é algo que a maioria das máquinas não possuíam. Sentia-se bastante grata por isso... Mas tinha de admitir que quando em seu ‘trabalho noturno’, hackear outras máquinas a distância seria muito útil. Ou ainda, caso estivesse em meio a um ataque terrorista, seria muito útil para que ela pudesse salvar não só a sua “vida” como também a de outras pessoas.
“Gatz?” Soltou uma risadinha — estava referindo-se a ela? Mais um apelido pra lista? “Ah... É, bem, sim, mas... Ali é somente a busca pelo prazer, certo? Ainda é um momento de intimidade, de certa forma. Mas eu achei que o prazer viesse de atos estritamente bons, e não de atos que o fizessem sofrer. A natureza humana é complicada.”
Snatcher
Snatcher (1988)