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@bisbilhoteiria
Snowby + OTP Bot
Eu to amando a sua web no fanfiction, amando mesmo Mas a preguiça de fazer uma conta tá muito grande então não tem como comentar, mas eu vou fazer. Um dia .. kkkk Não, vou fazer mesmo <3 bjss
Oooi Carol. Como vai você? Eu vou bem, muito melhor depois de ler sua carta.Hmmm, já tentei responder troceeeentas vezes, só que tu não tens link disponível de ask, submit ou sei la o que. Enfim vou responder por aqui mesmo e vou guardar a outra carta, pode ser? Nem louca e nem psicopata, é alguém extrovertida e espalhafatosa hahahaha gostei de você. Okay, vamos lá. Oi Carol (segunda vez, espero que só escreva essas duas mesmo), meu nome é Marcella, sim isso é um nome, eu moro no lugar mais distante da Terra, em Belém do Pará. Terra da Gaby Amarantos, eu sei, eu sei, e não eu não sei tremer e também não, não de canoa, vou de cipó mesmo, estilo tarzan hahahaha brincadeira.Puxa, meu subcociente não quer parar de sambar com uma saia vermelha(50 tons de cinza, uhuuu), eu estou tremendamente feliz, estou chorosa aqui, fiquei feito uma boba e arfando feito louca. Nem sei se mereço todo esse carinho. E você dizendo que vai querer levar minha história pro resto da vida. Sabe, o meu sonho de consumo em linhas haha Coisas que vieram de mim, puxa, obrigada, de todo o coração.Percebeu que a nova são os mesmos?Tem whatsapp? Facebook? Outra, vou esperar ansiosamente pela sua aparição por lá. Ps: Me senti famosa e respondendo um Tweet de fã hueheueue é quase a mesma sensação, acredite. Ps2: Desculpe a demora, maaas tô de férias e a internet aqui é uma bosta.
Amor, não vai fazer mais web pra nós não? Você é tão boa nisso podia fazer mais uma :3
Heeeeey, tudo bem?
Na verdade eu ainda tô escrevendo sim, porém, tô postando la no site do Nyah! Eu não tô postando aqui por preguiça mesmo (sorry)
Se quiser tô deixando o link da Together (quase 30 capítulos *0*); não é como eu costumo escrever e eu espero que goste, me manda resposta do que você achou e... é isso.
Link: http://fanfiction.com.br/historia/485381/Together/
fez fanfiction?
Ah, eu fiz! Fiz um perfil! *-*
Aí tô postando a "Together" lá e aqui.
Lei de quem?
O bairro era de luxo, imagina eu, vindo de classe média... tudo bem que alta, mas peraí. Morar em bairro de luxo? Por favor, mande essa grana que eu quero.
As casas todas do mesmo tamanho, o mesmo designe e o mesmo espaço umas das outras. Nem aqui eu escapava da minha monotonia. O carro reduziu a velocidade e eu fechei os olhos.
- No que está pensando?
- Em um filme.
- Qual?
- Mágico de Oz. – respondi, estava de olhos fechados, mas sabia que ele estava sorrindo. Meu pai era apaixonado por filmes, e esse era um daqueles que sempre nos lembravam manhãs preguiçosas. – Me chame de Dorothy.
- Antes ou depois do furação?
- Depois.
Ele riu. – Nas ruas de ouro?
- Do asfalto às ruas de ouro.
Ele abriu a porta do carro, desci logo depois. Logo duas figuras que eu nem quis analisar vieram na nossa direção. Oh, eu estava nervosa. Como podia?
- Anna, essa é Bárbara. Eu te falei dela, lembra? – a voz me puxou como um anzol pra onde nós estávamos. De frente pra casa pintada de branco e janelas de vidro a adornando lindamente, varri o terreno com os olhos rapidamente, a mangueira do lado esquerdo era enorme, havia até uma casinha lá. Completamente rosa.
Talvez eles tivessem uma filha pequena, que eu logo ía me apaixonar por ela. Minha mãe não teve outros filhos, e nem meu pai. Então sou filha única, e ser criada praticamente sem contado com primos foi meio traumático. Minha mãe não teve irmãos e meu pai tinha dois, um deles era estéreo e o outro tinha dois filhos, um casal de gêmeos. A garota era única com quem eu brincava e o garoto não gosta de mim.
O tráfego na rua fazia uma leve sinfonia que eu preferi dar ouvidos à ter que escutar cumprimentos. Eu estava morta. Tudo bem, eu podia ouvir as batidas do meu coração. Podia até mesmo ouvir sua voz, e ela dizia ‘Escute, querida. Ainda amo você!’. Ah, mãe... Podia ter sido diferente.
- Quer que eu te ajude? – uma voz grave me fez olhar para o casal que estava na porta da casa.
Meus dedos se apertaram tanto a alça da mala que meus dedos ficaram brancos. Meu movimento rude e apavorado fez meu pai me abraçar de lado.
- E esse é Henrique. – era homem alto e forte. A barba por fazer o deixava mais novo. Não consigo explicar. Ele passava um ar de compaixão por mim.
- Seja bem vinda. – baixinha, e os cabelos loiros acinzentados íam até metade das costas. Esse foi o retrato que me deparei ao olhar em sua direção.
Eu queria muito dizer “Oi, tudo bem? Meu nome é Anna”, “É um prazer conhecê-los” ou até mesmo “Obrigado por receber eu e meu pai”. Mas não disse, meu meio sorriso sem graça foi tudo que consegui naquela hora.
Me movi ainda agarrada aos meus livros preferidos e a lembrança do dia em que minha família comprou a casa que a pouco deixei pra trás. Eles já haviam entrado a algum tempo, segundos, talvez.
As pessoas se cumprimentando se viraram pra mim, outras ainda estavam se abraçando.
- Ei pessoal, essa é a Anna.
Todos sorriram. Haviam sete pessoas na sala agora, três eram empregados da casa. Pude logo perceber. Tão fofos que abracei telepaticamente por uma fração de segundos.
Uma senhora rechonchuda e de cabelos pretos. Um senhor gorducho e com uma barba branca. E uma mocinha magra que logo veio se apresentar pra mim, Abigail.
Quando o garoto que estava de costas se virou, o observei de baixo pra cima. O tênis da Adidas encardido de lama, a calça levis escura e a camiseta de mangas compridas me fizeram montar o modelo perfeito de garoto. Mas eu o olhei nos olhos, vi seu rosto.
Era ele.
- Esse é meu filho, Pedro. – Babi me fez olhar diretamente pra ele. E só pra ele.
Quase dei um pulo de tanto susto.
- Anna Júlia. – ele disse.
E andou até mim, me abraçou. O abraço veio como um choque de 220 vts. Ele cheirava a algo bom, mas passada impressão de coisa ruim. Por alguns segundos quase esqueci que aquele era o Pedro Prado. Deveria ter percebido só de olhar pro pai dele. Eram quase idênticos, quase.
Seu hálito quente na minha orelha veio com um aviso.
- Vou ser simpático, só um pouco.
- Não se esforce. – sorri enquanto o afastava.
- Tô saindo. – ele se virou pra Babi.
Passou por mim e eu me virei junto. Agora ele abria a porta.
- Filho, espera. – ela o seguiu, pensei que fossem começar uma discussão, mas ela colocou a mão em seu ombro e subiu nas postas dos pés pra lhe dar um beijo no rosto. – Vai me deixar preocupada?
- É claro, meu sobrenome é Prado.
Ela sorriu. – Te amo.
Ele riu. – Eu também.
Virei o rosto quando percebi meu pai e Henrique pegando minhas coisas.
- Então, quer ver seu quarto? – Henrique perguntou.
Olhei além dos sofás da sala e vi pela porta uma prateleira cheia de livros. Se pudesse entrar lá, seria meu lugar preferido da casa.
- Vou ficar triste se não falar alguma coisa logo. – Babi havia passado o braço pelos meus ombros.
- Obrigada. – sussurrei e ela sorriu.
- Espero que fique muito tempo, vou poder ver como seria se tivesse uma filha mulher.
Aí me dei conta. Eu ía ficar na mesma casa com Pedro Prado. Diversos pensamentos cortaram minha cabeça. Muitos deles suicidas, só pra constar. Outros homicidas, Bru ía tentar me matar e assumir meu lugar. Ah, cara! Maldita lei de Murphy.
“Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira possível, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”
- Nem vai. – papai a cortou com um sorriso. – É quase um garoto.
- Papai! – o chamei manhosa e eles riram.
Entre a cruz e a espada
Alguma vez você já ouviu falar nesta expressão? "Entre a cruz e a espada?"
Bom, se você já chegou pelo menos na oitava série sabe alguma coisa sobre o período da Santa Inquisição, que era um 'tribunal' onde todas as leis eram aplicadas de acordo com a bíblia, na percepção cristã. E aqueles que eram 'errados/culpados', enfim, esses tinham um momento onde podiam abdicar, isso é, se arrepender de seus pecados. Caso essas pessoas não se arrependessem, era certo, já era! Perdeu, mermão! Viravam presunto. Morriam. Entendeu?
Bom, esquece. Basicamente, é quando se tem uma situação difícil, onde você tem que escolher entre duas coisas difíceis. Mencionei o que eles 'ganhavam' depois de se 'arrepender'? É... Eles tinham que servir a igreja por um tempinho. A vida toda.
E era exatamente entre a cruz e a espada que eu me sentia naquele dia. Ou simplificadamente entre os meus pais! Ou entre a escola e o meu computador! Se aplica em todas as hipóteses.
Eu poderia ter uma vida de adolescente normal, mas NÃO! Eu tinha que começar o meu ano com um pé esquerdo. Sabe, adolescentes normais, na minha idade pelo menos, tem muitas coisas. Tem espinhas, tem namoros mal sucedidos, tem notas vermelhas no boletim... Mas eu não. Eu tenho uma matéria da escola, e naquele ano tudo girou em torno dela.
Eu não gosto muitas coisas: calor, espinhas, namoros mal sucedidos, notas vermelhas no meu boletim... E existem coisas que eu odeio, aí vão seis as que fazem parte do topo do ranking:
Número um: Sociologia.
Número dois: Meu professor de sociologia.
Número três: Meu parceiro de sociologia.
Número quatro: Meu professor de sociologia passando trabalhos idiotas.
Número cinco: Pedro Lucas Belarc Prado. O idiota que implica comigo. Desde... Bem, o começo do ano. Será que ele não podia ter ficado quieto, como ficou por cinco anos?
Número seis: Minha vida escolar depender dos trabalhos idiotas que meu professor de sociologia passa pra eu fazer com meu parceiro, Pedro Prado.
E bom, agora eu estou presa a ele por termos um trabalho sobre relacionamentos, tipo, ‘como pessoas se relacionam’. E eu vou definir meu relacionamento com o senhor Pedro em uma palavra; e ela não é amizade, não é companheirismo, não é nem paciência. Ela é ANTIPATIA.
Ele me acha antipática, descobri isso na semana passada, quando o professor pediu que escrevêssemos algo que lembrasse nosso parceiro. Ele escreveu “enjoa”. Eu escrevi “idiotisse”.
E bom, foi aí que entramos em pé de guerra. Mas aparentemente ele e minha melhor amiga tem alguma coisa, que ela insiste que tem, mas eu sei que não. Eles nem sequer se falaram alguma vez.
E por falar nela. É alguém bem... Digamos, excêntrica?! É o que eu acho, ela está bem longe de ser normal, e é confusa também. Ela é bonita, de fato. Só que as vezes ela força demais a beleza/maquiagem... E bem, não é a toa que chamam ela de gueixa.
- Bru. – chamei por ela.
Ela pareceu não querer me ver, nem mesmo com meu braço acenando acima da minha cabeça.
- Ei, patricinha. – Pedro me provocou.
Olhei pra ele, meus olhos o metralharam de ódio.
- O que é?
- Vai demorar ou posso ir embora?
- Vai. – respondi.
- Vai demorar ou é pra eu ir embora? – só posso ter cara de palhaça, ou então ele gostava mesmo de me irritar.
- Ir embora, eu já disse que não preciso da sua ajuda?
- Eit...
- E já disse que não vou precisar nem em um milhão de anos?
Ele sorriu, e ficou com aquele sorriso no rosto. Perfeito. E irresistível, aliás.
Balancei a cabeça, dissipando aquele deslumbre e desisti até mesmo de ir atrás da Bru. Passei por ele, esbarrando raivosamente me seu ombro.
Fui pra parada de ônibus, tinha que mudar de casa, afinal.
[...]
Cheguei em casa correndo. Tínhamos marcado de sair alguns minutos depois das seis, antes que minha mãe voltasse do trabalho, meu pai queria poupar disso.
Abri a porta de supetão e meu pai olhou pra mim e depois pro relógio. Ah, cara! Atrasada de novo.
- Preciso te dar um relógio?
Sorri e beijei seu rosto.
- Vou ligar o carro. Pegue rápido o que precisar.
Corri até lá em cima e peguei só um porta retrato, eu, mamãe e papai. Desci e peguei meus livros na sala. Estava toda atrapalhada, então pus em uma sacola reciclável.
Virei rapidamente. A mulher bonita na minha frente não parecia real, os olhos verdes foram capazes de me petrificar.
- Mãe?
- Eu moro aqui, bebê. – ela sorriu e depois fechou o sorriso, quando percebeu que o que disse era errado. – Desculpe.
- Deixa pra lá. – sacudi a mão.
- Está magoada?
- E chateada, machucada, desamparada, mal amada.
- São muitos ‘ada’. – chegou mais perto. – Escute, querida. Ainda amo você! – ela pegou meu rosto com as mãos e beijou minha testa bem devagar. – Por Deus, eu e o seu pai fizemos uma girafa.
- Vai implicar comigo até quando vou embora? – minha risada prendeu-se por lágrimas.
- Você não vai embora, ainda vai estar aqui. – colocou a mão no coração.
- Mãe. – sussurrei.
- Vamos almoçar amanhã, não me deixe de fora agora ok?
Papai buzinou do lado de fora.
- Pizza?
- Eu disse um almoço! – me olhou com aquela cara de ‘vou te dar uma bronca, mas você sabe que não é sério’.
- Chata. – sorri.
- Anna. – ela segurou meu braço antes que me virasse. – Não deixe que o Henri me odeie, pode fazer isso?
Confirmei com a cabeça e saí de casa.
Protegi meus olhos do raio de sol que sempre ficava na porta de casa aquela hora. Papai acenou pra mim alguns metros afrente, entrei no carro.
Ao longo do caminho preferi não pensar nas coisas difíceis que estavam acontecendo. E nem como era estranho Bru ter me evitado, o que estaria acontecendo com ela? Mas é claro que foram apenas esses que me machucaram.
- Eu sinto muito, filha. – disse olhando rapidamente pra mim e depois pra frente.
- Ta tudo bem. – me virei, esfreguei minha mão em seu ombro. – Juntos?
Ele sorriu.
Hi guys, what's up? E aí. Bom, hoje eu tô aqui pra dizer que tenho três episódios novinhos de web, uma da Please don't leave. Outra da prontuário e outra da "Together". Wane, o que é "Together"? Então, é a web do filho da Babi, contada pela suposta futura namorada dele. E eu vou postar logo, não me abandonem.
Não vai voltar a postar não? Sabe não gostei muito dessa web a da babi estava mas interessante, podia fazer uma nova! O que acha?
Oi amor, como vai? Desculpa ter demorado tanto a responder, mas eu tava estudando feito uma louca! Vou voltar a postar sim, espero que brevemente. Mais rápido do que imaginam.Ah, sobre a web... Sinto muito por não ter gostado, mas pra ser sincera eu também sou apaixonada pela web da Babi. E eu estou meio ansiosa, sei lá.To escrevendo, ou tentando. Escrever 4 webs ao mesmo mesmo! Mas eu quebrei meu carregador do notebook, a chuva fez eu perder meu celular e com ele uma história inteira :c me desanimei.Mas agora consegui ligar meu tablet, acho que agora vai. E estou com planos pra uma "web lesbian", cê não tem ideia de quantas asks tem pedindo hahaOk, espero ter respondido sua pergunta. E tô respondendo as sem anony em privado, deem uma olhada la na ask de vocês.
Topo, vai ser bem legal saber sobre a vida deles e não esquece a filha! Rs :)
posto ainda hoje se me deres um nome pra web.
Ando publicando mais capitulos <3 espero q todos estejam curtindo.
AAAAAAAAAAawn, tô apx :3
Bem que você podia dar continuidade a web da Babi, contando sobre os relacionamentos de seus filhos e tals, o que acha?
Pensei nisso a um tempo. Mas contando o relacionamento do Pedro(filho da Babi) com uma garota, mas seria uma web bem rapidinha. Posso postar, topa?
POV Gabriel
Vi ela na quinta janela do lado das janelas com mosaicos multicoloridos. Entrei no corredor que dava acesso para as mesas de estudo. Cat estava debruçada e parecia muito cansada. Parece que não dormiu a noite toda.
Coloquei a bandeja e as garrafas na mesa do lado. Ajoelhei-me e analisei seu rosto pálido por alguns segundos, coloquei uma mecha que deslizara ainda pouco no seu rosto, coloquei a mecha atrás da orelha. Como sempre.
- Ei. – a sacudi.
Ela abriu os olhos e depois os fechou lentamente, levantou o rosto amassado de cima da mesa, que tinha cadernos, livros, canetas, lápis e o estojo arrumados delicadamente ao lado direito. Soltou um urro de cansaço baixo, levou a costa da mão até o olho e esfregou.
- Por que está gritando?
- Você não está com fome? Perdeu o horário do almoço e eu pensei que...
Ela sorriu ao encarar a bandeja. Frango grelhado, arroz com espinafre, salada de batata, brócolis, purê... Comida preferida. Uma garrafa de água e outra de suco, mouse de chocolate e alguns morangos.
- Obrigado. – finalmente disse e me deu um beijo na testa.
Sentei-me ao seu lado e fiquei no celular. Às vezes desviava meus olhos para ela, que comia devagar e acordava ao mesmo tempo.
- Por que não dormiu?
Ela arregalou os olhos, disfarçou e continuou a comer.
- Pode dizer.
- Guto me deu um beijo no rosto. Eu acho que me afetou.
Eu ri. Ela riu depois de mim, envergonhada.
- Você? Guto? Meu Deus!
- É mentira, idiota. – ela baixou a cabeça.
- Então, por que?
- Eu não sei.
POV Guto
Olhei para a vidraça e vi Cat e Gabs rindo e se abraçando. A verdade é que eles não eram realmente irmãos e eu tinha ciúmes dos dois tão próximos. Eu gostava da Cat e isso significava que ela nunca olharia pra mim com alguém como o Gabs por perto.
Eles se levantaram e Gabs pegou a mochila dela. Me sentei perto da fonte e esperei eles saírem, ela passou o seu braço pelo braço do Gabs que formava um “v”, já que segurava uma bandeja com as duas mãos.
Ela estava linda, era a primeira vez que reparava nela com aquele uniforme, usava uma bota de salto, diferente as outras meninas, ficavam estranhas com aquele sapato. Ela ficava linda. Olhou pra mim exatamente nessa hora e acenou com o braço bem lá alto para que eu pudesse ver.
- Ei, babaca. – gritou, todos que estavam lá olharam para mim e eu sorri.
Caminhei até eles, Gabs abaixou a cabeça rindo. Dei um empurrão de leve no ombro dele, que riu mais alto. Cat se sentiu constrangida e me deu um abraço, ou quase... Passou seus dois braços em volta da minha cintura e olhou pra cima. Gabs se calou, estava tão surpreso quanto eu.
Senti meu coração bater muito forte, respirei fundo e tentei não ficar bambo. Afinal, era um abraço, de alguém que eu amo.
- Por que não posso te chamar de babaca?
- Porque... – passei a mão no cabelo. – Eu sou o capitão do time de basquete. E isso tira a minha moral.– dei uma batida com três dedos da mão em sua testa.
- Des-Desculpa. – me soltou.
- Esquece. – a abracei e ela encostou sua cabeça em meu tórax.
Gabs fez uma cara feia e fez um gesto com a mão que significava que eu ficaria sem a cabeça. Ouvi passos que deveriam ser de saltos, olhei para trás e Jhena me olhou de cima a baixo. Isso é tenso.
- Oi. – sorriu.
- Oi. – Cat respondeu ainda com os braços a minha volta.
- Não falei com você, falei com ele.
- É que eu fui muito bem educada. – Cat me soltou. – Então, passar bem.
Cat andou até Gabs, voltou a ser guiada por ele. Eles foram embora e não me deixaram dizer uma só palavra. Eu me senti inútil.
- Guto. – ela apertou meu pulso.
- Não enche. – puxei meu braço e a olhei com certo desprezo.
Caminhei até a sala de computadores e Jhena continuava me seguindo. Ela era realmente insistente e irritante. Continuava atrás de mim. Seus saltos com barulhos irritantes continuam atrás de mim. E está frio, ela não tinha um casaco quando a vi, mas continuava atrás de mim. E eu andei mais do que o necessário para tentar despistá-la, sem resultado.
- Por que está me seguindo? – me virei rapidamente a fazendo parar.
- Você é meu namorado, lembra?
Ah! Isso é verdade. Eu tenho uma namorada.
- Sou seu namorado e você não é a minha sombra.
- Então o que eu sou? – ela se aproximou e estava tão próxima que eu não me controlei.
A beijei urgentemente, sua cintura se encaixou em minhas mãos e eu a puxei para mais perto. Enquanto a beijava, percebi, eu estava confuso.
Nos sentamos no chão, de frente para o lago. Estávamos calados a minutos.
- Você é realmente bonita. – falei enquanto despedaçava uma flor.
- Eu sou? – olhou pra mim.
- Sim, você é. – sorri. – E eu não te pediria em namoro porquê eu sou tímido demais pra isso.
Ela sorriu feito uma boba e olhou pro chão.
- Guto. – ela pegou minha mão. – Eu te amo.
Sorri e a beijei de novo.
- É, eu também.
- Por que você fica nervoso perto da Cat?
Olhei pra ele e por alguns segundos me veio a imagem de Catherine rindo com Gabs e sendo admirada pelo Junior.
- Ela... – minha voz embargou. – Me ajudou a chegar em você, queria fazer isso bem.
POV Catherine
Abri a porta dupla e afastei uma cortina, todos se levantaram rapidamente, falaram o meu nome diversas vezes como se não acreditassem.
- Olá. – fiz uma reverência.
Ainda estavam parados, só esboçavam surpresa em seus rostos, eu gostaria de ter sido recebida com um abraço, mas parecia pedir demais. Aqueles eram meus amigos de quadra, a bola que estava em jogo rolou até mim. A segurei e sorri pra eles.
- É você mesmo.