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@brightsky-ler
@yohanzone
𝘿𝘼𝙉𝙉𝘼 𝙋𝘼𝙊𝙇𝘼
bckhvrt:
@lexbeckhart: então vai ser mais divertido ainda te atentar sem dar dicas do seu presente @lexbeckhart: cuidado pra não se estressar princesa, senão as rugas aparecem @lexbeckhart: ainda mais que tá ficando velha né? @lexbeckhart: BRINCADEIRA PFV NÃO ME MATAAAA @lexbeckhart: eu diria que é pequeno, mas depende de com o que estamos comparando 😉😏
@lexbeckhart: pelo menos eu tentei né @lexbeckhart: algo me diz que não faria diferença eu dizer que não e te lembrar do grande potencial que isso tem de dar merda @lexbeckhart: então vou só aceitar e concordar @lexbeckhart: e aí, o que está planejando? pizza, sushi, comida mexicana?
@brooksfieldskyy: ughhhh você não presta!! @brooksfieldskyy: eu não estou ficando VELHA apenas mais velha @brooksfieldskyy: e além do mais mais classuda e experiente @brooksfieldskyy: difícil ser perfeita né @brooksfieldskyy: hmmm comparando com um travesseiro, é menor ou maior?
@brooksfieldskyy: merda???? claro que não, vai ser ótimo, relaxa @brooksfieldskyy: hmm sushi e mexicana? que tal? @brooksfieldskyy: i guess it would nice
yohanzone:
( @yohan ) → onde você quiser, gata ( @yohan ) → perfeito, eu faço antes então ( @yohan ) → nsdjcnscjsd eu não tenho nem pra onde viajar etc ( @yohan ) → uuuh, posso ter spoiler?
@brooksfieldskyy: hmm naquele japonês que tem os melhores uramakis de todos? @brooksfieldskyy: ótimo então você é meu dia 28 @brooksfieldskyy: vai ser algo temático, e é só o que você pode saber por enquanto, sorry @brooksfieldskyy: mas prepare suas melhores roupas rs
lyannaortizz:
lyanna: nãooooo
lyanna: eu queria estar no jogo, to me matando nos treinos por causa disso
lyanna: sim, mas é só pra pegar um analgésico, eu já coloquei meu ombro no lugar mas ainda ta doendo pra cacete
lyanna: quero, pede um muffin pra mim por favor
skyler: LYANNA
skyler: VOCÊ DESLOCOU O OMBRO?
skyler: la puta madre que dor infernal
skyler: to pedindo um muffin e um suco e um cookie
skyler: pra ter forças né querida
benjixm:
As alegações soltas sem qualquer hesitação faziam-no cerrar com mais força o maxilar, o lábio superior do garoto erguia-se de forma ténue. A mistura de emoções a percorrer o corpo de Benjamin era intensa, balançava entre cólera, frustração e arrependimento. Sentimentos carmesins que só Skyler sabia como os trazer ao seu rosto. Idiotas egoístas. O rótulo atribuído por ela fê-lo soltar um sorriso nasal o demonstrando com um incomodo sorriso, inclusive, cruzou os braços de livro ainda na mão. Ela estava certa. Ambos eram superficiais, afinal, não foi por isso que começaram aquela relação? O propósito seria só sexo, cada um resolvia as suas necessidades carnais um com o outro, o acordo tinha sido esse no início do ano escolar. E tal ideia agradara imenso a Benji, Skyler não iria criar sentimentos obsessivos como a ex-namorada, afinal, do parco conhecimento da colega de turma, ela vivia uma vida flexível. Personalidade de menina solta, talvez o mais correto fosse mulher, ela falava sempre com muita astúcia, colocando as verdades em cima da mesa como Benjamin pouco estava habituado. Desejava um dia poder ter um terço da sua perspicácia. Lá estava ela falando sobre o passado, a apanhava às vezes o trazendo, queria tanto saber o sucedido nele, mergulhar nos pensamentos infelizes, vê-la fraquejar por uns instantes, lhe retirar o revestimento firme. Estaria na altura de passarem a próxima fase? A amizade. Seria bom se ela lhe desse essa oportunidade. Benjamin se encontrava agora a querer conhece-la, porque ela merecia mais do que aquele estúpido acordo selado no passado. “You’re a fucking liar, Brooksfield”, disse num murmúrio aveludado. O orgulho teria de ser colocado de lado. Ele não queria sair irritado naquela circunstância, se dotou então da capacidade de rendição diante do humor cheio de rancor. “Você está abalada, sim, e desconfio o motivo”, falou descruzando os braços. A voz dele trazia uma quietude estranha, como se estivesse a preparar uma travessura. Avançou sem receio, terminando assim com o efémero espaço existente entre ambos. No seu tom enrouquecido prosseguiu admirando o rosto feminino: “Due to this fight you missed me… You know damn well that when you are with me, having fun, you become the center of the universe. And that makes you feel delighted, wanted, alluring…” O diálogo pausado e sereno estava cheio de volúpia na voz do jovem, sentia-se a léguas de distância. Pensava nas inúmeras vezes que a tivera feito rir lhe dado luxuria, além disso, cada riso dado por Skyler Brooksfield o fazia querer saber como o seu mundo funcionava. Benjamin precisava da sua amizade. Os seus olhos eram inquietos, se moviam dos lábios da companhia até aos dois círculos castanhos. Sentia a ânsia de a beijar como na semana beneficiente, se continha somente devido ao espaço onde se localizavam; isso e o facto de desconhecer o que se passava na mente dela. A confiança dele disparava com Skyler, em especial quando eram eles os dois sem ninguém a ver. “Desconheço o que a relembrei, por isso, vou continuar a pedir desculpa because I’m a fucking shallow asshole that desires you”, confessou poisando uma pequena parte do dedo indicador na cintura das calças de Sky. “E não fale que não temos nada porque nós temos algo”, indicou num murmúrio sem desviar a sua atenção do rosto oposto. A observando projetou um débil sorriso: “Você fala que não a conheço, portanto, me daria o privilégio de resolver isso?”, indagou de linha petulente na face, e enquanto aguardava pela resposta, balançava de forma ligeira o seu dedo preso na calça. Subitamente o ambiente pacato da livraria se tinha preenchido com um latente desassossego.
Quando ouviu ele a chamar de mentirosa, a boca de Skyler abriu, chocada com a acusação. Ela semicerrou os olhos, incrédula. E mais chocada ainda porque ela, de fato, estava mentindo. Os olhos encaram o rapaz mais alto com raiva. Sentia os olhos fumegando de irritação e engolia o seco, claramente incomodada. Ainda mais quando ele avançou em sua direção, deixando a distância entre eles mínima. Que ódio daquele homem. Por que ele tinha de se aproximar tanto, por que ele tinha de tentar a desvendar daquela forma? Ouviu a fala seguinte dele e sentiu um aperto. Skyler gostava de estar com ele, de ficar com ele, pois sabia que não precisava cumprir expectativas. Ela apenas era ela mesma. As risadas que trocavam, mesmo nos momentos mais íntimos, deixavam tudo mais leve, sem pressão, sem nervosismo. De certa forma, ela sabia que ele a acharia sensual mesmo no dia em que o zíper do vestido emperrou enquanto tentava tira-lo, e ficaram vinte minutos rindo e tentando arrancar o vestido fora. Assim como ela ainda o achava sensual mesmo quando ele teve dificuldade de abrir sua lingerie ou vestir um preservativo. Eram as risadas que tornavam tudo mais leve e um clima tranquilo. E a forma que ele a olhava, como se realmente ela fosse a única coisa que importava naquele momento - e como o olhar dela respondia bem àquilo. A Brooksfield não sabia o que responder. Pela primeira vez em muito tempo ela estava se sentindo sem palavras. O que não era comum para alguém tão tagarela quanto ela. Prendeu a respiração enquanto sentia ele enroscar o dedo em sua calça, sentindo a aproximação mais íntima. E mesmo que fosse um acontecimento raro, ela estava se sentindo nervosa ali diante dele. Soltou o ar devagar, e subiu os olhos para os dele quando ouviu o questionamento. Ela se manteve em um longo e incomodo silêncio por algum tempo, enquanto assentia “You’re a fucking shallow asshole.” ela disse baixo, assentindo pra ele “And so do I” disse umedecendo os lábios e levantando o livro “É um dos meus favoritos. Talvez o meu favorito” disse observando a capa de Milk and Honey com atenção antes de voltar os olhos para o rosto do rapaz, observando cada traço atentamente. “Eu não gosto muito de ficções. E nem de coisas muito fora do normal, aventuras, terror, etc. Gosto de coisas mais realistas, mais palpáveis. Gosto de poemas também” ela balançou o livro novamente, indicando que aquela peça em específico fazia parte da última categoria. Ela deu um passo pra trás, ainda um pouco incerta sobre o que fazer naquela situação. Se sentia encurralada em muitos sentidos e de certa forma, odiava deixar as pessoas entrarem. Entrarem em si e a conhecerem de fato. “Não sei se você aguentaria me conhecer. I can be a really self-centered and narcissistic.” ela repetiu o pensamento que tivera durante toda a semana “And maybe I won’t as funny or nice as before.” ela disse dando um sorriso fraco. A verdade era o contrário, na realidade. Quando a conheciam, Skyler se tornava de fato interessante. E tranquila. E boba, as vezes, mas de um jeito leve e divertido. Exatamente como quando transavam. Mas a todo momento. “Tem certeza que quer isso?”
wrngrl:
“Oh my God, Skyler! Shut the fuck up!” a loira soltou em meio aos risos. Apenas pedira então os sanduíches tradicionais para elas, dando graças por já ter seu cartão salvo na conta, já que estava plenamente incapacitada de digitar os dados. “Chegarão em 20 minutos! Infelizmente, demoram mais do que alguns meninos daqui…” não resistiu a provocação, gargalhando daquilo mais do que normalmente o faria. “Everybody calm down! Everybody calm the fuck down!” a loira levantara-se do sofá, fazendo um teatrinho no meio da festa, mesmo que a maioria estivesse bêbado ou chapado demais para entender o que estava acontecendo. Pegou o celular da mão da amiga, rindo da pergunta alheia e respondendo “Bom, só tem um jeito de saber…” então, atendeu a chamada, brincando ao tentar simular a voz de Skyler “Hola, cariño… Está carente, é? Porque, se estiver, seu futuro dependerá de uma única pergunta: qual a nota que as garotas dão para o seu serviço completo? Uma média, sabe?” pediu, em seguida levando a mão à boca para tampá-la na tentativa de esconder uma risada.
Skyler simplesmente não conseguia parar de rir. A cabeça dela balançava no chão, enquanto os olhos tentavam se focar no celular, antes da amiga tomar o aparelho de seus dedos. Se sentou apenas para observar a cena, levando o indicador os lábios e fazendo ‘Shhhh’ quando a loira pediu silêncio. Ela observou a conversa, com as mãos sobre a boca, como se estivesse segurando a risada. Mas ao ouvir a fala final, ela não aguentou e explodiu de dar risada. Se levantou e pegou o celular de volta “Dependendo da sua resposta, en menos que canta un gallo eu te passo o endereço daqui. Mas pensa bem na resposta e não vale mentir, corazón” disse devolvendo o celular para Aspen, sem parar de rir nem por um segundo
lolshesaid:
📩 to ❛ skyler ❜ : temática???? agora quero saber
📩 to ❛ skyler ❜ : você não pode soltar a informação assim e não me falar mais
📩 to ❛ skyler ❜ : ai, eu quero
@brooksfieldskyy: hehehe ansiosa @brooksfieldskyy: acho que vai ser um baile de máscaras, sí? @brooksfieldskyy: prepare suas melhores roupas
zanjinwen:
FLASHBACK
❝— Não tanto quanto você.❞ Sorriu para a namorada depois de ganhar todos aqueles beijinhos que recebeu de muito bom grado. Entrelaçou os dedos assim que saíram em direção ao carro de Alan. ❝— Se eu contar vai estragar a surpresa.❞ Brincou. A verdade é que o encontro não era nada super espalhafatoso ou grande. Era apenas um jantar num restaurante que Alan achou sem querer por aí, e decidiu que queria muito levar a namorada. Ele até queria fazer algo maior, porém sendo relativamente novo na cidade, ainda não conhecia os points e o que de tão interessante tinha para se fazer por aí. Tentou até procurar “passeios românticos em San Diego” na internet, mas não encontrou nada tão legal assim. Teria que optar pelo clichê. ❝— Esse é o momento que ‘cê diz “ah, meu amor, não importa onde a gente vai, o que importa é que eu estou com você.” ou algo assim.❞ Falou exagerado, colocando a mão no peito e fazendo cena, já dentro do carro. ❝— Porque é assim que eu me sinto. To feliz só de estar com você.❞ A voz saiu bem mais calma agora, e Alan se aproximou, segurando na nuca da amada, para selar os lábios aos dela num beijo lento e carinhoso.
O sorrisinho de Skyler abriu com o elogio, enquanto entrelaçava os dedos nos dele, caminhando até seu carro. “Mas eu detesto surpresas, gosto de saber das coisas!” ela disse com uma risadinha. Ela entrou no carro com tranquilidade e ouviu a voz dele soando. Mordeu o lábio inferior como se estivesse contendo a animação e se inclinou na direção dele, assentindo, dando risada. “Alan, você está me levando para um encontro. E isso é o que importa. Pode ser até no seu quintal, que eu vou adorar.” ela disse assentindo com um sorrisinho. Deixou os dedos fazerem um carinho suave no rosto dele e beijou ele devagar, em um beijo carinhoso e sem pressa. Como se tivessem todo o tempo do mundo e, pra Sky, de fato tinham. “Eu tô feliz só de estar com você, também” disse assentindo com um sorriso e deixando um último selinho em seus lábios “Mas se for no seu quintal, me avisa agora que eu preciso pegar repelento ok?”
@brightsky-ler
zanjinwen:
alan teve que soltar uma risada alta com o jeito que a garota chegou. era bem típico de skyler mesmo, uma entrada dramática assim. antes de responder qualquer coisa, zanjin a abraçou pelos ombros, trazendo-a para mais perto e dando o conforto que sempre ofereceu a ex. ❝— eu acho que você tem uma auto estima invejável.❞ comentou, os dedos longos se perdendo entre os fios cabelos sedosos para acariciar levemente. ❝— não te acho egocêntrica. acho que você preza por si e isso é bom, saca? o que não significa que você não pensa nos outros. eu te conheço, moça, sei que ‘cê tem um coração enorme e se importa com os outros sim, mas tem gente que não vê.❞ explicou seu ponto de vista dobre sky. alan realmente queria dizer aquilo, porque era algo que sempre admirou na menina. ❝— você é tudo de bom, princesa.❞ falou sorrindo e dando um beijo na testa dela. ❝— alguém disse isso de forma maldosa de ti?❞
Sentir os braços dele ao seu redor era, de certa forma, bastante reconfortante. Ela não podia deixar de admitir que ele se tornara ao longo do tempo um porto seguro. Sentiu o carinho em seus cabelos e deu um sorrisinho de lado, achando gostoso a sensação de tê-lo ali. Assentiu conforme ele falava, e gostava do que ouvia. Ele era a primeira pessoa que parecia entender o que ela sentia e como ela agia “Eu sei que eu sempre me coloco como prioridade, mas eu não sei se isso é sempre ruim. Eu não faço mal aos outros. Faço?” perguntou encolhendo um pouco os ombros, ainda um tanto quanto pensativa. “Tudo de bom é? Pode em elogiar mais, você é perfeito também, Alan” disse com um sorrisinho de lado “Nah, mais ou menos. Irrelevante”
lindchv:
lindsay sorriu ao ler a resposta; a sugestão de sair da sala era tudo que ela precisava naquele momento. percebendo que o sr. williams estava ocupado escrevendo algo no quadro, se apressou para enviar a resposta: “eu não sei se ele deixaria eu sair mesmo se eu estivesse morrendo (provavelmente iria querer que eu morresse na frente dele só pra rir da minha cara depois)… tô indo agora, enquanto ele está distraído. te espero lá fora.” e, com isso, após entregar o bilhete, pegou a mochila e, o mais discretamente possível, se encaminhou até a porta que por sorte ficava justo no fundo da sala, bem longe de onde o professor estava.
Skyler acompanhou a garota escrevendo no papel e logo em seguida lhe entregando. Leu o que ela disse e assentiu, enquanto a via se levantar. Guardou o bilhete dentro do estojo e começou a guardar suas coisas. Levantou-se e caminhou até a mesa do professor - ela era uma grande queridinha da mairoia deles, afinal, era ótima aluna e adorava puxar saco. Sorriu de lado enquanto explicava que tinha comido algo de ruim e estava se sentindo mal. O professor a liberou e ela logo buscou a sua bolsa com os materiais e saiu da sala, sorrindo para a garota “Finalmente, cariño, não estava aguentando mai”
dwxter:
Engoliu em seco e ergueu as sobrancelhas, desviando o olhar para as folhas com a expressão nada surpresa. — É, eu imaginei que isso teria um preço. — reclamou, como praticamente tudo que ele pedia para os outros que não eram seus amigos. Não tinha percebido qualquer tom de brincadeira ou diversão, afinal, aquela escola era um troca-troca infinito em praticamente qualquer coisa. Ajeitou o próprio cabelo antes de estender a ela, o sorriso suplicante já começando a aparecer. — Precisava muito que vocês publicassem isso. É sobre a próxima feira de botânica e vamos ter bastante atividades que vão valer umas horas extras, talvez pontos em algumas matérias… — deu de ombros. — Mas precisamos de público. Ninguém se interessa tanto por plantas, e seria bem legal se alguém conseguisse escrever uma matéria fantástica que atraísse. — deu a indireta no ar, praticamente puxando o saco para que ela pudesse fazer o favor pela influência do desespero e, claro, para provar que era uma boa redatora.
Skyler foi assentindo conforme ouvia as falas dele. Pegou os papéis que ele lhe estendia e sorriu de lado, passando os olhos sobre as informações da feira de botânica que ele contava. Mas a forma em que ele terminou a frase lhe chamou atenção e a morena mordera perfeitamente a isca. Manteve o sorriso no rosto e assentiu para ele “Bom, ainda bem que está falando com alguém que apenas escreve matérias fantásticas, certo?” disse com uma risadinha “Bom, nesse caso, eu aceito o desafio, com certeza. Mas espero que estejam com muito espaço vago para essa feira, porque vai lotar”
babysharkbr:
“E eu sei disso, mas quero que perceba também sabe? Que não precise de alguém para te avisar“ obvio que tentou falar leve, mas envolvia muito pouco do que poderia fazer. Mary deu uma risada com a pergunta dela concordando com a cabeça antes de voltar a sua bolsa procurando o bombom. Nunca andava sem um bocado, afinal não chegaria na casa de seus amigos de mão abanando… “Estou bem na verdade, com saudade de você, mas bem” falou com um sorriso fraco no rosto lhe estendendo logo dois. “Não devia ter tocado naquele assunto na festa, estava um tando quanto sensível… Muita coisa rolando aqui na minha cabeça”
“Ok, eu vou tentar. Perceber, no caso. Sei lá, não são coisas óbvias pra mim. Tudo isso que envolve o interior” ela deu de ombros. Há mais de um ano ela bloqueara completamente qualquer tipo de sentimentalismo por sua parte. Não queria, de forma alguma, qualquer tipo de emoção. Odiava se sentir frágil ou fraca. “Que bom. Que bom que está bem” ela disse com um sorriso, fazendo um carinho na perna alheia “Quer me contar? O que estava rolando na sua cabeça?”
mattgallo:
@matteogricci: eu sei
@matteogricci: hmmm são ótimas ideias
@matteogricci: por que não as duas? ou dá a caixinha personalizada só para mim que sou extremamente especial e amante de lindt, do lindor bulk milk
@brooksfieldskyy: HAHAHAHAH vou dar só para você então
@brooksfieldskyy: convidado de honra né
@brooksfieldskyy: mas talvez as duas coisas sejam uma boa ideia
@brooksfieldskyy: talvez uma caixinha personalizada cheia de lindt dentro
benjixm:
Escutou-a de braços baixos, porém, diante do tom firme e seco, Benjamin fintou-a; olhos nos olhos. “Você tem razão, não fazia puto de ideia do que estava falando”, confessou de braços cruzados. Poucas pessoas viriam o rosto tenso do moreno, nem um único traço de humor estava presente, somente uma linha incorruptível e um corpo hirto. “Mas o mesmo vale para você, Skyler. O que sabe verdadeiramente sobre mim? O básico com um pouco de informação?” Na escola todos os que se cruzassem com suas duas irmãs e irmão entendiam facilmente que Benjamin era o adotado dos Mohoro, porém, absolutamente ninguém lhe perguntava acerca do passado, mas também, se o fizessem, Benjamin jamais o explicaria, procuraria mudar de conversa. Todavia, Benjamin referia-se a outras coisas mais íntimas. “Você sabia que eu gosto de ler clássicos da fição cientifica?” Mostrou-lhe a capa do livro: ‘A Viajem ao Mundo em 80 Dias’. “Não tinha como saber, porque nunca me perguntou”, acusou-a embora fosse muito hipócrita, pois nem mesmo ele alguma vez lhe perguntara tal coisa. O bom do ambiente da livraria era que capacitava-o de conter as emoções às quais lhe passavam pela mente. Era indignação, frustração e apreensão. O jovem suspirou, humedeceu os lábios e prosseguiu: “Foi uma saída bem desagradável, mas não compreendo porque a colocou neste estado”, manifestou a sua confusão gesticulando com o livro no ar. “Certamente que não fui o primeiro falando que é egocêntrica e muito menos o primeiro a dizer que não tinha tempo para si.” Benjamin via-se sem norte com Skyler, não havia como se orientar numa direção certa porque ela era complicada. Os meses passavam com aquela amizade colorida efusiva, livre, tórrida; o moreno somente retirara uma informação pessoal acerca de Sky, por detrás daquela personalidade que tanto Armstrong ama, a garota que passa seus lábios em todos, era mais que isso e ninguém se importava em analisar com profundidade, nem mesmo ele e isso era…era despontante. Benjamin tratava-a como os outros alunos. Quão sujo se sentiu nessa realização. “Está a entender porque não compreendo? Eu não fui a primeira pessoa a dizer aquilo, mas fui a primeira a receber um tratamento diferente. E por isso, acho que mereço, no mínimo!, uma explicação – já que minhas desculpas não lhe interessam muito.” De semblante fechado, Benjamin aguardava por uma resposta.
“Não sabia e ainda não sabe” ela reforçou deixando claro que ele não a conhecia. A postura tentou-se manter dura e firme diante o diálogo. E a compostura apenas mostrava que, provavelmente, se não estivessem dentro de uma livraria, ela provavelmente teria perdido os limites e falado bem mais alto com ele. “Tudo bem, Benjamin, você está certo, eu também não te conheço. Mas nunca fui grosseira com você. Não desse modo” disse se referindo à forma ríspida e bruta em que ele derramara as palavras sobre si durante a discussão no corredor da escola. Mas deu de ombros. Ele tinha razão, afinal, quando dizia que ela não havia nem buscado o conhecer melhor. Mas afinal, era isso que ela fazia. Beijava quem quisesse, múltiplas vezes, sem dar muita atenção para quem. Superficial e raso, como sempre fora. Observou ele levantar o livro e negou com a cabeça. Não sabia. “Você nunca me perguntou nada também. So I guess we’re just two shallow assholes. Era isso que queria ouvir?” perguntou arqueando as sobrancelhas, o tom sempre alternando entre extremamente arisco e irritadiço, e um tanto quanto pensativo e incerto. Apesar de sempre levar suas relações carnais daqueel modo, ela se perguntava se, de fato, deveria buscar saber mais com quem se envolvia. Ou se aquilo apenas era uma forma de intimidade da qual ela fugia. Respirou fundo, quando a fala dele veio de novo. Repetindo o que dissera no corredor. Era claro que outras pessoas já haviam lhe dito aquilo mas não daquela forma. Não de forma tão bruta. A única outra pessoa que já fizera aquilo fora o ex namorado, que sempre estava ali para lhe lembrar que ela não era o centro do mundo - e muito menos o centro do mundo dele. E a forma como as palavras duras de Benji ressoaram, a fizeram se relembrar exatamente da situação. “Eu posso não ser o centro do universo, Mohoro, mas eu gostaria de ser. Pelo menos em alguns momentos, pelo menos quando eu... sei lá. Quando eu estou conversando com alguém. But yeah, don’t worry, eu não vou te cobrar de nada. Até porque nós não temos nada. Só o jeito que você disse, i don’t know, me trouxe lembranças que eu preferia manter esquecidas. Mas tanto faz, não me abalou. Eu estou ótima, apenas irritada. Com você” disse com um sorriso quase irônico nos lábios. Deixou de sustentar os olhos dele e passou a olhar pro livro “E você não precisa de explicação, after all, você é um cara muito ocupado, né?”
mllstcne:
O atleta sabia que Sky era exagerada, mas não sabia que era tanto. A testa alheia não apresentava qualquer sinal de machucado; pelo menos nenhuma protuberância que fosse realmente visível. As camadas de maquiagem também a ajudavam, mas o Millstone já tinha se ferido vezes o suficiente durante os treinos e jogos para poder afirmar com propriedade que ela estava bem. ❝ Acho que você escapa dessa com vida, drama queen. Dessa vez não vai precisar apelar para as plásticas. ❞ Brincou, sorrindo e assentindo com a cabeça. Nada de grave tinha acontecido a Romeo, apenas os problemas desgastantes de rotina. ❝ Se prometer não espalhar minha vida para os seus seguidores… sabe, caso Armstrong tivesse uma Gossip Girl você seria a minha primeira aposta. ❞ Deu uma risada, recolhendo os pertences molhados e virando para ela. ❝ Mas fica tranquila, é besteira. Precisa de uma carona pra casa? ❞
“Será? Imagina se acabo com a cara meio danificada pra sempre? It would be tragic, for sure” disse balançando a cabeça com mais um suspiro dramático ao fim, seguido de uma risada divertida. Ouviu a fala dele e não pode deixar de rir, enquanto assentia pro rapaz “Eu não posso deixar de dizer que me sinto lisonjeada, ok? Imagina ter o poder e controle da Gossip Girl? Seria meu próprio sonho. Mas relaxa, eu assinaria meus posts. Imagina deixar outra pessoa levar crédito pelas minhas matérias?” disse revirando os olhos. Mas logo deu de ombros “Mas don’t worry, pode me contar. Eu não vou espalhar pra ninguém. E actually, aceito a carona, meu carro está na revisão”