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Fonte: @sspictt
Nosso 1º swing
By: Jane & Mario
Oi TeContos. meu nome é Jane e o meu marido se chama Mário, somos de SP e temos 44 anos e 20 anos de casado, mas nos conhecemos a 24 anos ainda na faculdade. Casamos no último ano da faculdade e temos filho de 20 anos. vou contar sobre um fato que mudou nossas vidas num momento muito difícil. Isso ocorreu a 2 anos atrás. Estavamos com 41 anos e perdemos nossos empregos praticamente ao mesmo tempo. O trauma foi grande. Nosso filho entrando numa faculdade cara, casa e carro para pagar e ambos desempregados.
No inicio fomos levando com tranquilidade, mas como não tinhamos muitas reservas já que tinhamos comprado nossa casa e tinhamos parte ainda a pagar, a coisa foi ficando apertada.
Passado um ano, nossas economias já estavam quase no fim, assim como nosso tesão e libido e tinhamos até então. Transavamos de 2 a 3 vezes por semana com um fogo invejável. Mas agora a preocupação com o futuro não permitia pensar mais em sexo e não nos procuravamos mais na cama. Até que surgiu uma festa de aniversário de casamento de um casal amigo nosso. No inicio dissemos que não iriamos, que não estavamos com ânimo para festas, mas ele insistiu e disse que iria nos buscar se não fossemos. Não teve jeito e lá fomos nós. João e Lidiane nos receberam muito bem, sempre animados e colocando todo mundo para cima, como sempre. Até nos soltamos um pouco e aproveitamos a festa, mas no final eles perceberam que algo não estava bem e contamos que já estavamos desempregados a 1 ano e as economias estavam no final.
Então eles nos disseram que precisavamos nos divertir um pouco mais para esquecer isso tudo e abrir a cabeça para novas oportunidades (nem imaginávamos que oportunidades nos surgiria!!!).
Eles disseram que iriam para a praia no “apertamento” deles na manhã seguinte e que deveriamos ir junto para tirar o stress. Dissemos que não tinhamos dinheiro para gastar com lazer, mas eles novamente nos animou dizendo que não iriamos gastar nada pois a casa era deles, como só iam os 4, podiam ir no carro deles e a comida eles fariam em casa mesmo para não gastar muito. Diante disso, não tivemos como recusar. Na manhã seguinte, lá fomos nós 4 para a praia. Fomos direto sem passar pelo apartamento. Como já estava tarde iriamos tomar um bom banho de mar para recarregar as baterias e lavar a alma, como disseram nossos amigos. Depois de muito banho de mar e um sol maravilhoso fomos para o apartamento deles, ou melhor, apertamento mesmo (quarto, sala, cozinha e banheiro). Tomamos um banho, jantamos e ao irmos dormir eles nos ofereceram o quarto, mas decidimos ficar na sala e dormir no sofa-cama, já seria um abuso. Fomos dormir e eles deixaram a porta do quarto entre-aberta. Logo em seguida começamos a ouvir um rangido da cama, uns gemidos e finalmente gozos incríveis. Meu marido ouvindo aquilo se animou na hora e veio armado me cotucar por trás. Como estavamos na sala e sem saber quando iriam sair, ficamos só nos masturbando e gozamos pela primeira vez depois de vários meses a seca. Na manhã seguinte, João e Lidiane já sairam do quarto se beijando e olhando para nós perguntaram se o barulho incomodou muito e se tinhamos aproveitado também. Eu olhei para o Mario e nossos olhares já denunciaram que a coisa não ia indo bem na cama também. Bem, foi ai que tudo começou. Eles disseram que tinhamos que inovar criar possibilidades na cama também. Não estavamos entendendo nada e ai ele foi bem claro:
- “meus amigos, precisam fazer swing. troca de casais. suruba!!!”.
Acho que nossos olhares novamente nos denunciaram e deviamos estar chocados. Nossos amigos de velha data fariam swing? Então Lidiane assumiu a conversa, disse que também tiveram uma baixa no tesão a uns anos atrás e lendo artigos sobre sexo, viram que o swing poderia trazer algum sabor a mais para a cama do casal. Realmente dá insegurança, mas quando tem amor, isso só reforça o laço conjugal e tras o fogo de volta. Perguntei o que eles nos aconselhavam então. Eles disseram que poderiamos começar transando os 4 na mesma cama, sem troca e vendo o que os outros faziam despertaria interesse. Perguntei quando, e eles muito rápidos, disseram:
- “AGORA!!!”. Todos tomaram banho e fomos para o quarto enrolados na toalha. João e Lidiane logo jogaram a toalha de lado e começaram a se beijar, apalpar… João chuvapa os seios lindos da Lidiane e ela o punhetava lentamente. Ai ela desceu e abocanhou o penis do João e começou uma chupada incrivel. João a interrompeu e a colocou na cama para chupá-la. Foi ai que meu marido não resistiu. Ele tirou minha toalha e começou a me chupar também. Chupava com uma volupia e desejo incriveis. Ai pedi para ele tirar a toalha e virar seu penis para mim, assim iriamos fazer um 69. Fiquei sobre ele chupando enquanto ele me chupava. Meu corpo começava a tremer de tesão. Nossos amigos ficaram animados que estavamos nos liberando e perdendo o pudor. Ai o Mario me diz que gostaria de ver outro homem me comer. Eu fiquei sem jeito, mas com o tesão tomando conta de mim, perguntei para a Lidiane se o João poderia me comer. Ela disse sem problemas, mas que depois o Mário era dela. Disse que tudo bem. Eu fiquei de 4 na beira da cama e o Mario ainda me chupando e ele pediu para o João vir me comer que ele iria olhar bem de perto. Ele perguntou se queriamos que ele usasse camisinha, mas como confiamos no casal, dissemos que se ele não quisesse tudo bem. Bem, ai João ficou em pé e começou a pincelar seu pau na minha xotinha, que antes só tinha sido penetrada pelo Mário. Ele foi colocando lentamente e o Mario acompanhando tudo e lambendo meu clitóris. João começou a estocar num ritmo gostoso, sem violência e meu marido acompanhava com sua lingua sentindo o melzinho da minha bucetinha.
Quando avisei que estava quase gozando, João começou a estocar mais forte e gozamos juntos. Pude sentir seu esperma me enchendo minha xota. Mas ai veio o mais incrível, o João tirou seu pau de dentro de mim e o meu marido começou a sorver todo meu mel junto com o esperma, lambeu tudo, enfiou sua lingua dentro para tirar tudo o que podia e ainda colocou os dedos para tirar o que sobrou e lambeu cada um deles.
Nessa lambança toda, gozei mais uma vez na boca do meu marido e ele gozou na minha boca deliciosamente. Mas ainda era de manhã e tinha muito chão, ou melhor, sexo, pela frente. Depois que gozei duas vezes, Lidiane disse que era sua vez e agora ela iria emprestar o Mário para ela se satisfazer. Nisso ela chamou o João para deixar na cama, o chupou até seu pau ficar durissimo novamente e montou nele. Deu uma cavalgada e pediu para o Mário lamber seu cuzinho e deixá-lo bem molhadinho e preparado para uma dupla penetração. Novamente fiquei abismada. Quanta surpresa nossos amigos ainda guardavam? Mário foi sem demora e lambeu o cuzinho da Lidiane e o deixou piscando de tesão. Ai ela pediu para ele a penetrar. Como eu nunca fiz anal, João estava todo animadinho e foi com vontade. Com o pau duro peito pedra ele enfiou tudo na Lidiane e começou um vai-vem incrivel. Os 3 pareciam em sintonia total e Lidiane delirava de prazer. Minha xota começou a melar novamente e comecei a me masturbar. João, vendo minha siririca pediu se ele poderia me chupar. Logicamente que não neguei e fui até ele. Fiquei com a perna aberta sobre sua boca e minha bunda voltada para a Lidiane.
Nisso ela começou a morder minha bunda e colocar sua lingua no meu cuzinho. Parecia que estava tomando choque. Comecei a tremer toda. Mário, vendo aquilo não acreditava e disse que iria gozar a qualquer momento. Lidiane continuo enfiando sua lingua no meu cu e na minha xota junto com seu marido João. Fui a loucura, assim todos os demais. Gozamos todos em sequencia. Eu o Mário, a Lidiane e o João. Caimos exaustos e rindo a toa na cama. Olhei para o Mário e não podiamos acreditar no que estavamos fazendo, mas estava feito e foi muito bom. João e Lidiane perguntaram se estavamos gostando e pelos nossos sorrisos não tinheram dúvidas.
Achei que por aquele dia estava tudo terminado, mas Lidiane disse que eu ainda não tinha feito tudo, que precisava liberar o cuzinho para o marido dela. Falei que era virgem no anal e ela disse daqui a pouco não seria mais. Ela colocou um travesseiro na cama e pediu para eu deitar sobre ele com a bunda bem levantada. Achei que já ia ser estocada sem dó nem piedade, mas ela veio e começou a me chupar. Começou lambendo meu clitóris e quando sentiu meu mel escorrer colocou a lingua toda na minha bucetinha.
Enquanto isso ela foi rodeando meu anelzinho com o dedo e quando ele começou a piscar ela colocou o dedo na minha xota para lubrificar e lambeu o cuzinho, ai foi me penetrando bem devagar. Quando entrou tudo ela perguntou
- está gostando?
Só gemi e sinal verde estava dado. João se posicionou atrás de mim e foi forçando a cabecinha. Entrou gostoso, mas quando ele tentou colocar mais eu travei. Ai Lidiane começou a me masturbar e fui relaxando.
Nesse momento, Mário disse, hora do casal 69 entrar em ação, e lá foi ele novamente para baixo de mim me chupar e ver a piroca do seu amigo detonar meu cuzinho. Ele ficou alí me chupando e vendo o entra e sai até o João e eu gozarmos. . Para finalizar com chave de ouro, ou melhor, chave de xota, Lidiane disse que eu iria chupá-la até ela gozar e que agora o Mário iria comer meu cuzinho por direito. E assim foi. Meu marido comeu meu cuzinho e eu chupei pela primeira vez uma xota. E não é que é bom? Depois desses dia incrível de sexo até então inimaginável para Mario e eu, voltamos felizes para casa e para nossos problemas. Mas nossa vida na cama melhorou e muito. E relaxados e com a cabeça e espírito mais aberto, nossa vida foi melhorando, conseguimos nos empregar pouco tempo depois daquele dia… e só melhorar…
Enviado ao Te Contos por Jane & Mario
Fonte: @sspictt
Assisti uma tremenda transa da minha filha com o meu genro
By: Ana
Meu nome é Ana, tenho 3 filhos, todos já adultos, formados e seguindo suas vidas. Apenas o meu filho do meio é solteiro. O mais velho e a mais nova são casados.
Sempre tive receios em relação à vida conjugal da minha filha mais nova. O nome dela é Julia, 32 anos, loira, 1,69m de altura, puxou o lado italiano da minha família, atlética, praticava esportes quando mais nova até que um acidente a fez sair de rota e a se dedicar mais aos estudos, por conta das lesões, e abraçar definitivamente a advocacia. Contudo, ela manteve a rotina na academia e natação.
Minha filha conheceu um rapaz, praticamente filho adotivo de um casal de amigos nossos, chamado Lucas, e se apaixonou de forma surpreendente, pois ela sempre foi agitada, meio aventureira, como dizem hoje, meio periguete, mas nada de compromisso.
Não que a Lucas fosse uma pessoa que não agradasse, muito pelo contrário, um doce de rapaz, atencioso, prestativo, educadíssimo, não muito bonito. Ele deve ter 1,80m de altura, rosto delicado, cabelos loiros, praticante de corridas quase diárias.
Sem esforço ele conseguiu fazer com que minha filha ficasse apaixonada por ele. Mas aí residia o medo de todos, pois aparentemente eram diferentes em relação à vida sexual. O Lucas era muito recatado, ficava avermelhado quando se falavam assuntos mais ousados ou se falavam piadas jocosas.
Ficaram noivos depois de seis meses de namoro e casaram dois meses depois. Eu estava apavorada temendo que minha filha, apesar de gostar muito dele, o deixasse por talvez ele não satisfazê-la sexualmente, pois ela gostava do “esporte”. Perdi a conta de quantas moços diferentes foram em casa.
Mas passou o tempo, pouco mais de 3 anos, e o casamento deles continuava vivo e forte e minha filha sempre com sorriso estampado. E isso, confesso, me intrigava. Mas era a vida pessoal deles e então eu não perguntava nada, sondava meu marido para saber se o Lucas falava algo sobre sua vida íntima. Contudo meu marido dizia nada saber.
Há algum tempo eles foram passar as férias em Florianópolis, pois eles tem casa de praia lá e convidaram meu marido e eu e meus outros dois filhos para passarmos uns dias com eles caso houvesse disponibilidade.
Meu marido, que também é advogado, estava no final de uns processos e não poderia ir antes comigo, só iria uns dias depois, mas eu estava morrendo de saudades da minha filha e do mar, pois moramos em Londrina, no interior do Paraná, e fui logo. Meus outros dois filhos não puderam ir.
Ao chegar encontrei, por acaso com uma turma de amigos, que passariam uns dias em Florianópolis e fiquei mais feliz ainda. Mas queria logo ver minha filha e meu genro. Me despedi dos amigos e marquei de participar com eles do passeio que estavam programando para o dia seguinte.
Cheguei à casa da minha filha por volta de 11:00hs da manhã e aquele cheiro de comida… hmmmmmmm. Ela é uma excelente cozinheira. Passei uma bela tarde e uma bela noite com eles.
No dia seguinte, após o café, meus amigos buzinaram e então fui apressada com eles para o passeio.
Meu filho e minha nora me deixaram no portão e fui. Porém na esquina seguinte meus amigos pararam para tomar café e uma amiga viu que a pilha da máquina fotográfica estava quase no fim. Então, como estava perto da casa fui até lá pegar sobressalentes.
Foi então que vi uma cena fantástica. Ao abrir a porta escutei gemidos e mais gemidos ecoando pela casa, mas eram gemidos que eu conhecia bem, gemidos de prazer.
Segui pelo corredor da casa até a cozinha, fiquei parada antes da cortina artesanal que me permitia ver a cena sem ser vista e me deparei com a Julia deitada na mesa, toda aberta, sendo sugada pelo Lucas. Fiquei estarrecida com aquilo.
A Julia pedia mais, abria os lábios da bucetinha e apertava a cabeça do Lucas, que chupava, arrancando suspiros, gemidos e palavras sem sentido da Julia. A expressão do rosto dela era de muita felicidade, de quem estava sentindo muito prazer.
Eles ficaram assim por um tempo até que ela se tremeu toda, parecia estar gozando, se revirava, mas ele a segurava e continuava sugando sua buceta sem parar até que ela se acalmou, e parecia estar voltando a si.
Ele ficou em pé e eles se beijaram loucamente. Minha admiração era por conhecer o Lucas tão recatado e ali estava “possuído”, apertava minha filha, queria se colar nela e retribuía loucamente os beijos e apertos. Falavam que se amavam, elogios mútuos.
Então ela desceu da mesa e passou a lamber o corpo dele, sempre o apertando. Ela suspirava alto e falava que adorava ser comida por ele, mas que queria provar o corpo dele. Ela o lambia, o mordia, o arranhava. Eu estava muito excitada com aquilo e impressionada com a desenvoltura deles.
Ela roçava o rosto dela no corpo dele e apertava tudo o que podia, lambeu ele praticamente todo. Por fim foi a hora que descobri o porque ela se apaixonou por ele, foi quando ele se virou e eu pude ver algo assustador. O pau dele era enorme, uma benga grande, grossa.
Sinceramente eu acho que é o dobro do meu marido, não estou aumentando não, isso é para não dizer que pode ser mais do que o dobro. Ela chupou o pau dele, esfregava o rosto dela no pau dele, lambia as bolas e eu ali vendo, queria sair, mas a sensação era muito boa.
Ela chupava o pau dele com muito gosto, engolia, chupava, sugava, mordia a cabeça, engolia o que a boca dela aguentava, escorria baba da boca dela. O Lucas segurava a cabeça dela e fazia movimentos como se estivesse fudendo a boca dela. Ficaram assim até ele gozar na boca dela e ela engolia tudo, e mesmo depois do gozo ela continuou chupando.
Momentos depois ela ficou em pé também e se beijaram loucamente. O Lucas apertava e mamava os seios dela. Em seguida o Lucas fez ela ficar debruçada na mesa e roçava o pau por baixo da bucetinha rosada dela, alisava ela toda e ela começava a pedir para ele colocar a pica na buceta dela (ela falava desse jeito), que ela não aguentava mais, queria ser comida, arrombada e eu assombrada escutando minha filha falando coisas daquele tipo.
O Lucas dizia para ela ter calma, que tinham muito tempo, pois eu tinha saído com os amigos (mal sabiam que eu estava vendo tudo), que na noite anterior ele tinha detonado o cú dela e que naquela hora seria a vez da buceta.
Mandei uma mensagem para o celular de um amigo dizendo que dentro de 20 minutos eu estaria lá com eles e continuei vendo a cena. O Lucas colocou uma das pernas da Julia sobre a mesa, meteu dois dedos na bucetinha dela e ficou mexendo rápido dentro dela.
Ela gemia e se tremia, estava muito excitada. Os gemidos dela pareciam desconexos e ela se esforçava para falar pedindo que ele não parasse, e logo saiu uma gosma da buceta dela e ela parecia quase chorar, mas com um ar de satisfação que me deu inveja, pois nunca gozei daquele jeito.
Meu genro lambuzou o pau com aquela gosma e foi metendo nela, que suspirou alto com a entrada da rola na buceta dela, parecia ser uma buceta apertada, minha filha tinha que recuar e empurrar mais para ir entrando, ela tentava apertar a mesa, mas pedia mais a pica do Lucas.
Era fantástico aquilo e eu ali vendo minha filha em ação e descobrindo que meu genro era um jegue (ou melhor, pé de mesa - não pude resistir a esta piadinha). O Lucas começou a bombar com mais força e apertava ela contra a mesa com uma mão, deixando-a dominada na foda, e com a outra mão apertava a bunda dela.
Parecia que ele ia dividi-la ao meio. Ela gemia alto, dava gritinhos e minha filha parecia alucinada. Notei que ela se tremia mais uma vez, parecia ser outro gozo e ela ficou de um jeito que parecia desmaiada. O Lucas passou a meter com menos força, chegava a tirar o pau todo de dentro dela e meter tudo tirando gemidos baixinhos dela, como se quisesse saber se ela estava dentro da foda ainda.
Depois de uns minutos ele tirou o pau dela, e ela parecia estar meio tonta do gozo ou dos gozos que tivera, mas ela o beijou e chupou mais um pouco o pau dele, que perguntava se ela gostava do gosto da buceta dela no pau dele. Ela balbuciava que sim, que adorava.
E logo ela estava deitada aberta para ele na mesa. O Lucas colocou novamente o pau nela, só que desta vez entrando todo de uma vez e ela gemeu alto, fazendo movimento de contenção do corpo dele com as mãos, mas o pau dele já estava todo dentro.
Ele olhava ela toda e metia chegando a empurrar o corpo dela para trás e ela segurava nos braços dele e alucinada elogiava o pau dele, o macho dela, que comia ela muito bem, mandava ele comer a buceta dela, dizia que tinha guardado aquela buceta para ele, ela estava delirando, gemia e o Lucas metia sem parar.
O Lucas estava muito suado e começou a gemer mais alto e socava forte nela que queria gemer, mas parecia estar cansada ou nas nuvens, era algo magnífico. Ele se curvou e apertou ela contra ele e meteu rápido e forte e ela gemia como se os gemidos tremessem.
Ele começou a gozar dentro da bucetinha dela e se tremia, urrava, falava que era isso que ela queria e então toma porra na buceta e ela calada parecia estar em outro mundo. Ele deitou em cima dela e ficaram assim. Eu tive que sair, pois já tinham passado e muito os 20 minutos que pedi de espera para meus amigos.
Minha buceta estava melada e meus seios durinhos de tesão. Ainda bem que meu marido chegou no dia seguinte, de surpresa, e pude matar minha vontade com ele, fizemos de tudo. Eu estava louca para dar para ele. E na foda eu lembrava daquilo que vi.
Nunca imaginei que aquele moço que parecia ser tão comportado, e de fato era, na transa seria sem pudores. Entendi porque a Julia andava toda feliz. Casada com um homem com um pau descomunal e bom de sexo. Sempre tentei puxar assunto com ela sobre as intimidades, mas ela se esquivava e eu ficava rindo em meus pensamentos, pois sabia do que eles faziam, pelo menos tive uma demonstração.
Sou grata a ele por fazer minha filha feliz.
Enviado ao Te Contos por Ana
O Inesquecível Aniversário de Minha Esposa
Vera completou 30 anos em plena sexta-feira. Como todo bom marido, apesar de me policiar para não deixar passar em branco só quando cheguei em casa me dei conta que não comprara nenhum presente para minha amada.
Estávamos casados há seis anos e, confesso, que não consegui vencer a rotina. Fazíamos sexo uma vez por semana ou por quinzena e ambos estávamos frios em nosso casamento. Eu não podia deixar furo, pois apesar de tudo éramos felizes. Casamos virgens. Aprendemos tudo juntos. Mas a formação religiosa e familiar de Vera a mantinha contida e mesmo quando em pleno orgasmo raramente se permitia gemer, falar ou soltar um gritinho que fosse. Brincadeiras? Isso era abominável. Fantasias? O momento do sexo não é hora de conversar. Mas éramos felizes em nosso companheirismo e cumplicidades.
Dei-me conta da falta do presente pela alegria com que ela, lá do quarto, chamou meu nome ao ouvir a porta fechar. Era tarde e não dava nem pra fugir e comprar umas flores… Ela já sabia que eu estava em casa.
Montei a cara mais sínica que consegui e corri para o quarto perguntando se ela já estava pronta para curtirmos a noite. Ela estranhou, isso era bastante incomum, normalmente iríamos sair com a família (minha e dela) para comer uma pizza ou algo parecido. Ela logo começou: - Mamãe já deve estar nos esperando…
Cortei imediatamente aquela conversa - eu tinha que presentear minha esposa - e disse que a comemoração familiar seria no sábado, faríamos um churrasco em casa no fim do dia. A sexta-feira era nossa. E sem dar tempo para contestações peguei o telefone e convidei todo mundo para o sábado.
Entre uma ligação e outra cobrei de Vera um banho rápido e um traje lindo e bem sensual prometendo que a noite era nossa. Ela, feliz e saltitante, foi ao banho.
Vera tem uma beleza natural com um corpo bem proporcional, mas suas roupas escondem muito de suas maravilhas e fiz questão de ir até o banheiro e cobrar dela uma mulher bem atraente, pois queria todos os homens com inveja de mim e de olho na minha balzaquiana. Ela brigou comigo me mandandoeu sair do banheiro, pois estava nua, tomando banho. Vera é assim, cheia de pudores.
Liguei para um amigo do escritório pedindo uma dica e ele me disse de uma boate dentro de um shopping na Barra. Chamou minha atenção dizendo que Vera podia não gostar, pois o ambiente era muito liberal tendo até casais homossexuais. Depois arrematou que ela era tão desligada, o ambiente tão escuro e as cabines davam tanta privacidade que ela nem notaria.
Fiquei curioso. Cabine com privacidade? Ele me disse que eram bancos altos em forma de U com uma mesa no meio e que das mesas só se via o salão de dança, um pouco mais iluminado, sem conseguir ver o que se passava nas outras mesas. Mas que quando você ia ao banheiro percebia a libertinagem dos freqüentadores. Nem pensei duas vezes. Eu ia para essa boate mesmo. Precisava de uma ambiente diferente, surpreendente, original - afinal Vera estava completando 30 anos. Mas ainda assim pensei comigo que essa brincadeira ir sair bem cara: boate e churrasco num mesmo mês…
Vera levou umas três horas se arrumando e vestiu a roupa que eu assim que a convidei sabia que usaria - seu vestido preto, rodado e de alças, que deixavam as costas nuas num grande (enorme) decote, mas muito bem comportado na frente. Estava linda e exuberante quando saímos de braços dados e rindo muito.
A boate surpreendeu positivamente a minha Vera. Ela me sorriu com um brilho infantil nos olhos. Assim que a porta se fechou ela se grudou no meu corpo tentando assim se proteger da escuridão. O garçom nos guiou com uma lanterninha. Entre as mesas, já quase no chão, e no rodapé do corredor lâmpadas fracas e colorida era a única iluminação. Um degrau abaixo era o salão de dança também com iluminação especial, mas iluminado com um jogo de luz que ora evidenciava um grupo, ora outro provocando animação e disputa.
Pedi um vinho e ficamos namorando, como há muito não fazíamos, e Vera, empolgada, enxugou a garrafa. Quando ia pedir outra ela disse que queria chopp, bem gelado, pois já estava com calor. Apesar de chamar sua atenção para a mistura, aquiesci. O vinho realmente havia nos esquentado apesar do ambiente refrigerado.
Vera estava feliz, radiante e já estava no quarto chopp quando eu pedi o meu segundo. O chopp chegou e ela entornou em um só gole e me arrastou para a pista de dança. Dançamos um pouco e eu a levei de volta à mesa, pois meu chopp estava esquentando.
Ela chegou à mesa esfogueteada. Pela primeira vez estava vendo Vera solta. Beijava-me profundamente, queria me engolir. Suas mãos estavam atrevidas. Ela queria me comer ali mesmo. Mas eu estava contido. A noite estava só começando.
Um grupo de jovens parou em frente a nossa mesa e ficou dançando por ali. Pensei que isso iria deixar Vera mais comedida. Que nada, com os jovens ali dançando ela abriu minha calça, puxou meu pau muito duro pra fora e ficou acariciando levemente com a ponta dos dedos entre um beijo e outro e mais chopp.
O ritmo da música mudou, estavam tocando lambada. Eu gosto do ritmo, mas não sei dançar e Vera, apaixonada por lambada vive reclamando disso. Do grupo que estava a nossa frente dois casais foram correndo para o salão e um rapaz de uns 20, 22 anos ficou ali parado só olhando. Repentinamente ele mudou de postura e decidido me perguntou se podia dançar com a minha acompanhante. Para ser simpático eu disse que ele deveria perguntar a ela. Eu sabia que a Vera jamais dançaria com um rapaz estranho.
Fiquei surpreso. Como criança ela quase pulo no meu colo e perguntou se eu deixava mesmo. Disse que sim e ao seu ouvido, para constrangê-la, vê-la bem acanhada, disse que o rapaz também era dela, presente de 30 anos, que ela podia fazer o que quisesse com ele.
Ela pulou da mesa, desenvolta deu a mão ao rapaz e foi para pista. Assim que lá chegou, bem de frente a nossa mesa, pendurou-se em seu pescoço e colada ao seu corpo ficou rebolando naquele rítmo frenético. O rapaz logo notou que ela estava totalmente solta e desarmada. Começou a acariciar suas costas de alto abaixo aproveitando o decote generoso. Logo estava beijando o seu pescoço.
A primeira vez que ele beijou seu pescoço ela se assustou, se afastou olhando sério para ele que me pareceu pedir desculpa, mas assim que ela se colou nele ele prendeu seu corpo e imediatamente deu outro beijo no pescoço e subiu beijando até o ouvido onde ficou falando ou beijando e ela parecia estar se arrepiando pelos pulinhos que seu corpo dava.
Aos poucos ela voltou a passear com as mãos, agora já seguro e indo de um lado ao outro do pescoço. Beijava pescoço, ouvido, rosto e percebi que ele trocou o corpo de Vera para outra perna enfiou uma mão decote adentro, logo seguida pela outra, apertando a bundinha de Vera contra seu corpo passando a roçar escandalosamente com ela. Eu já estava me levantando quando Vera levou suas mãos ao peito do rapaz se afastando enfurecida.
Uma das mãos dele subiu rapidamente até a cabeça de minha esposa e a puxou de encontro a sua beijando-lhe a boca sofregamente. Ela estava resistindo e eu levantando quando ela abraçou o rapaz e se entregou ao beijo ardentemente.
As mãos que acariciavam os cabelos de minha esposa desceram lentamente até seu braço erguido e sorrateiramente aprisionou um dos seios de Vera que jogou a cabeça para trás para em seguida voltar a beijar aquele garoto atrevido.
Ficaram alguns minutos neste agarramento e quando aquela música acabou ele se afastou dela, pegou sua mão e voltou para mesa. Mesmo com pouca luz pude perceber a grande ereção e o enorme pênis que aquele garoto ostentava. Chegando à mesa levantou o corpo de Vera depositando-a sentada de frente para o salão de dança, entrou entre suas pernas com seu corpo e beijou-lhe profundamente.
Vera com as mãos me procurava e quando me encontrou pegou minha mão e apertou fortemente. Este era o gesto que denunciava seu orgasmo quando… Ela estava gozando e me avisando. Eu estava na beira da mesa, vendo tudo a poucos centímetros quando o garoto fez descer as alças do vestido desnudando ambos os seios e passou a sugá-los lenta e carinhosamente. Cada vez os seios de Vera estavam mais intumescidos, com bicos duros e pequenos como eu nunca vira. Ela gemia alto sem qualquer acanhamento e não soltava minha mão.
Habilidoso, vi o garoto descer a calcinha de Vera e guardá-la no bolso de sua calça. Pediu-me licença e fui para o canto e ele sentou ao meu lado, arreganhou as pernas de Vera (em plena Boate), tirou o vestido de baixo da saia, levantou a saia e caiu de boca e língua na vagina de Vera que perdia o fôlego chegando a assoviar para puxar o ar, jogava a cabeça para trás e apertava cada vez mais a minha mão.
Em dado momento ela puxou minha mão para perto de si me fazendo levantar, me olhou nos olhos profundamente, me agarrou pelos cabelos e me puxou para beijá-la e gozou profundamente me beijando e dizendo que me amava muito entre um beijo e outro.
O rapaz levantou, colocou um enorme pênis exposto, segurou as pernas de Vera escancaradas e para o alto e me pediu para ajudar na penetração. Eu me vi guiando aquela dura pica em direção a vagina de Vera com uma mão enquanto a outra abria os lábios vaginais para facilitar aquela penetração.
Assim que a cabeçorra entrou, ela pegou minha mão e disse alto o suficiente para eu e Vera ouvirmos: - Corninho pode largar que essa pica é só dela.
Tirou minha mão e empurrou fortemente penetrando minha esposa que sofreu um arrepio repentino e passou a gemer alto sem qualquer constrangimento. Ele precisou de umas três estocadas para penetrar totalmente e começou um lento vai vem que deixava minha esposa sem fôlego. Mas quando ele começou a bombear com vigor e velocidade ela passou a soltar gritinhos e se agarrar a ele com pernas e braços.
Estava perdidinha minha Vera. Ela beijava qualquer parte do corpo daquele garoto que a possuía com entusiasmos. O orgasmo tinha passado, mas ela queria mais, muito mais. Quando o novo orgasmo se anunciou mais uma vez ela procurou e se agarrou em minhas mãos me pedindo para beijá-la porque estava gozando como nunca.
Eu atendi aquele apelo. Beijamos-nos diversas vezes. Ela beijava minha boca, meu rosto, mas quando chegou ao meu ouvido eu estremeci em gozo ouvindo confessar: - Meu corninho, isso é que é homem, ele me faz gozar deliciosamente, aprende com ele meu corninho, aprende!?
Justo nesta hora ele anunciou que ia gozar e perguntou se gozava dentro ou se ela preferia beber. Vera disse que era sua puta, sua escrava, que ia fazer o que mais lhe agradasse. Ele retirou a enorme vara, levantou, mandou sentar no banco, sentou na mesa e ofereceu sua pica como quem oferece uma bela sobremesa. Só então descobri o quanto Vera era gulosa e eficiente. Ela lambeu e chupou cada centímetro daquele falo imenso e sempre atenta quando o gozo se apresentou iminente ela abriu bem a boca, apoiou a cabeça na língua e não perdeu uma única gota dos incontáveis jatos. Quando o sêmen ficou espesso ela punhetava aquele membro e chupava querendo sugar a essência daquele garoto.
Só então ambos se recompuseram, sentaram no outro lado da mesa e ficaram namorando por mais de meia hora. Quando a turma do rapaz chegou, ela me pediu um dos meus cartões e a caneta. Anotou no verso do cartão nosso endereço e disse ao rapaz que esperava por ele no domingo, às 14 horas, para além de sua puta, sua escrava, ser também sua galinha. Terminou dizendo com naturalidade: - Meu cuzinho é virgem e vai ser só seu. Pode ficar tranqüilo que o corninho nunca vai experimentá-lo!
Assim que ele se foi ela voltou ao meu lado, beijou-me a boca e me convido: - Vamos pra casa corninho que eu estou cansado. E nem pensar em me comer. Já estou ansiosa pelo que o domingo promete!
Aconselho a você não tentar entender. Nem espere que eu explique, não entendi nem consegui explicar a mim mesmo. No máximo, no máximo, aguardem que eu depois conto como foi o domingo. Pra falar a verdade estou tão ansioso quanto ela.
Minha esposa me obrigou a ser corno (texto grande, mas vale muito a pena ler)
Sempre fui um homem normal, com muito apetite sexual.
Bem-sucedido profissionalmente sou já estabilizado financeiramente.
Casei com uma mulher maravilhosa.
Eu tenho 27 e Andréia tem 28 anos.
Sempre muito quente nunca negou fogo, sempre tesuda e pronta para o sexo.
bem, mas os anos passam (seis para ser exato) e pesam e foi por isso que me tornei especialista no assunto do título.
Mas vamos aos fatos…
No início de relação eu sempre satisfazia Andréia muito bem, mas com o passar do tempo ela começou a falar que nossas transas estavam repetitivas e que precisava de algo diferente.
Ela com seu sorriso de menina e corpaço de mulher debochava de mim dizendo:
– Amor, você não consegue mais dar conta de mim?
Vamos ter que arrumar alguém para fazer o serviço.
E hoje, com mais de cinco anos de casado ficou difícil de satisfazer a minha esposa, e ela começou a dizer que eu não a satisfazia mais e que ela já não conseguia chegar mais ao orgasmo fazia um tempo e que precisávamos arrumar uma solução para isso.
Assim como as mulheres de sua família, Andréia é exagerada, para rir, para transar; tem duas irmãs:
Cláudia, 32, baladeira convicta e Patrícia, 36, casada.
Ela por ser caçula sempre teve todos os mimos, e confidenciava com as irmãs sobre suas/minhas dificuldades, as quais frequentemente eu escutava, Patrícia, mais experiente dizia que Andréia devia seguir seu exemplo.
Casada com Alfredo, dominava a relação corneando o pobre de todo jeito, aliás, só o chamava nas conversas de corno, meu corninho, que homem que não dá no couro tem mesmo é que ser touro, e por aí vai.
Andréia ficava pensativa e à noite começou a me questionar:
– Amor, você ainda me ama?
Eu entendo suas dificuldades para me satisfazer, mas preciso que você entenda que eu sou uma mulher jovem com necessidades e desejos; você já não dá conta de satisfazer esses desejos!
Eu preciso me sentir mulher, fêmea, preenchida, entende?
Se você me ama não é justo que continuemos assim, não acha?
Eu saía puto, mas no fundo sabia que ela tinha razão e que seria uma questão de tempo para eu perder a exclusividade; mas fui protelando o máximo que pude, e negando que já não era mais um macho à sua altura na cama.
Andréia, minha esposa ficava cada vez mais impaciente com a nossa situação, e essa pressão psicológica fazia com que meu desempenho sexual piorasse a cada dia.
As piadinhas tornaram-se constantes, do tipo “quem não dá assistência abre as portas para a concorrência!”, “deixa usar: lavou está novo!”
Era uma tortura.
Patrícia, que sempre a protegia por ser a irmã mais velha, me provocava:
– E aí cunhadinho?
Já mandou fazer a carteirinha?
– Para quê?
– Ora, é só uma questão de tempo para você entrar para o clube do Alfredo!
Não tem mais volta, do jeito que a Andréia está… Você já está conformado?
– Como assim?
Que clube Patrícia?
– Ora Paulo, não se faça de desentendido: o clube dos cornos é claro!
A Andréia está subindo pelas paredes, quanto tempo você acha que ela ainda vai resistir ao assédio na rua?
Você vai ter que fazer um acordo logo, logo.
Mostre que você a ama, libere logo para ela ser feliz e você voltar a ter paz.
Comigo e Alfredo dá super certo.
Assim como você ele também deixou de atender as minhas necessidades de mulher e fizemos um acordo: eu saio para caçar, devoro meus machos e me satisfaço; ele sempre me espera e pede para contar os detalhes, como fui comida, o tamanho do pau, se o cara era bem-dotado.
Somos adultos né?
Eu fico feliz e faço-o feliz em todos os outros aspectos.
Eu cada vez mais satisfeita e ele cada vez mais submisso; fazer o que né?
Marido nasceu para isso, você vai acabar aceitando também, não tem outro jeito, se você quiser, eu posso ajudar nessa fase de transição.
– Ajudar?
Como assim Patrícia?
Ajudar como?
– Presta atenção Paulo:
Sexualmente falando existem três tipos de pessoas:
As esposas insatisfeitas, os amantes (comedores de esposas) e os cornos.
Eu posso ajudar promovendo a iniciação da Andréia com o Mário; apesar de jovem já é bem experiente na cama, bem-dotado e ele está à procura de um novo casal para comer.
Afinal se a esposa não sente mais prazer com o marido na cama, o marido tem mais a obrigação de liberar mesmo, não é?
Que você acha?
Fiquei calado, perplexo com a naturalidade com que a minha cunhada falava nesses assuntos.
Estávamos fazendo um churrasco em casa e nesse momento Andréia me chamou.
Quando cheguei perto ela me falou no ouvido:
– E aí querido: está preparado? Minha irmã foi convincente nos argumentos?
Parecia um complô, tudo conspirava para que eu aceitasse minha cornitude.
– Eu começava a ceder à ideia, me sentia humilhado, o cerco se fechava e minha masculinidade ia sendo gradativamente quebrada.
A pressão agora era insuportável e vinha de todos os lados.
Eu, me sentindo cercado.
De um lado a mulher que eu amava e que não era mais homem suficiente para apagar todo aquele fogo; de outro um enorme sentimento de submissão que não parava de crescer dentro de mim.
Estava sentindo que aos poucos estava começando a nascer um corno dentro de mim.
Para completar um verdadeiro complô das duas irmãs, igualmente taradas que eu não podia proibir de entrar em nossa casa.
As conversas agora eram abertas entre elas, do tipo:
Cláudia – e aí maninha, já inaugurou o chifre do maridão? rsrs…
Andréia – ainda não, está quase! Ele está resistindo como pode, mas é questão de tempo! Mais dia menos dia vai ser corno!
Eu ficava indignado ao ouvir, mas sabia que no fundo ela tinha razão, o que confirmei em outra conversa:
Patrícia – então: o Alfredo vai demorar muito ainda para ter um novo colega de clube? rsrs…
Desse modo Andréia contava com todo apoio possível e eu com uma psicóloga, que para resumir me disse mais ou menos o seguinte:
– Paulo, esta situação é mais comum do que você pensa: a mulher, quando cansa de transar com o marido, passa a sentir necessidade de transar com outros homens. Já o marido, começa a aceitar que quem manda na cama é a esposa e os amantes dela. Com o tempo o marido começa a sentir excitação só em pensar em ter outro homem na cama do casal, entende? Se você a ama e quer continuar com ela terá que fazer um tipo de acordo…
– Como assim? Acordo?
– É.
Tenha uma conversa franca com ela, diga que a ama e que fará todo o necessário para obedecê-la e ajudá-la a satisfazer os desejos e as necessidades dela, e ela o amará ainda mais. Ou seja, resolva você antes que ela mesma o faça.
– Quer dizer que não tenho escolha então?
– Não, todo marido nasceu para ser corno, é só questão de tempo.
Tive que admitir que eu não pensei nisso, de forma que não me restava outro caminho.
Aquela noite foi um divisor de águas para nós; na cama, mais uma vez eu me esforçava para satisfazer Andréia, mas não conseguia, ela não gozava mais como antes.
A frustração dela aumentava meu sentimento de culpa.
– Andréia, meu amor, não aguento mais isso, ver você assim…
– Nem eu meu amor, mas não quero te magoar. Você precisa entender, a vida é feita de ciclos, temos que passar para outra etapa agora e está próxima etapa é a etapa onde o marido vira um corno manso e submisso.
– Eu estou vendo uma psicóloga por isso e contei a ela toda a nossa situação.
– E o que ela disse?
– Que eu deveria assumir um novo papel no nosso relacionamento, e ajudar você a se liberar.
– Um novo papel? Perguntou com um brilho nos olhos.
E ali, na penumbra do nosso quarto, no calor da cama, eu envergonhado, falei:
– Sim, ser um marido corno.
– E o que você está achando disto amor? Perguntou ela novamente.
E eu respondi:
– Tenho que assumir que estou ficando excitado com a ideia.
Andréia já tinha se orientado bastante com a Cláudia e Patrícia, e mostrou estar preparada para aquele momento tão aguardado:
– Amor se vamos fazer isso, tem que ser bem feito concorda?
Nada de meias palavras, certo?
Nada escondido!
– Fale com todas as letras.
Qual vai ser teu papel daqui para a frente?
– Fala!
Disse em tom imperativo:
– corno… falei baixinho.
– Eu não ouvi Paulo, repete!
– CORNO, amor, PAPEL DE CORNO.
– Olha, é importante que não paire nenhuma dúvida quanto a este ato, então eu quero que você repita para mim bem devagar:
eu quero ser teu corno amor.
– Repete Paulo!
– Eu quero ser teu CORNO amor.
Satisfeita me deu um beijo e virou-se para dormir satisfeita.
Bem, no dia seguinte ficou bem claro que nosso casamento mudaria de vez, eu não sabia ainda se para melhor ou não, mas isso só o tempo iria dizer…
Andréia, como era de se esperar acordou super bem-disposta, me trazendo café na cama; me beijou carinhosamente e disse:
– Amor, hoje é um dia especial para nós!
Eu estive pensando e não quero que você seja assim, tipo, um corno ateu, Patrícia vai nos ajudar e hoje à noite você poderá ver que vai ser só sexo, você vai continuar a ser o homem da minha vida, só não será mais o homem que vai me comer.
Confesso que isso tudo ainda me chocava um pouco, mexia com meu orgulho de macho, mas estava ficando com muito tesão.
– O que é corno ateu Andréia?
Ora amor é aquele que é e não acredita entendeu?
– E como vai ser isso Andréia?
– Fica tranquilo que nós já pensamos em tudo:
Hoje à noite o Mário vem aqui em casa.
A Patrícia já comentou sobre o Mário lembra?
Sim, eu me lembro, é o garanhão, bem-dotado, comedor de esposas né?
– Isso, isso, disse ela com volúpia.
– Não precisa me humilhar assim também né amor?
Nesse momento Andréia mudou sua fisionomia, e para deixar bem claro quem mandaria dali para a frente disse:
– Olha Paulo, você é corno e corno tem é mais que ser humilhado mesmo.
Só para você saber:
Alfredo tentou resistir à ideia de ser corno e Patrícia teve que, digamos assim, apelar; você está sendo mais inteligente e não me obrigou a fazer isso; iríamos chegar ao mesmo ponto, só que de outras maneiras, como Patrícia fez.
Minha curiosidade agora era grande:
– Como assim, o que a Patrícia fez com o Alfredo?
– Bem, rolou de tudo, ela tentou convencer e não aceitou; aí, ela colocou um cinto de castidade nele e deixou-o sem sexo por três meses, e ele ficou em jejum mesmo, porque com o cinto de castidade ele nem conseguia se masturbar para tentar se aliviar foram três meses sem ter um orgasmo.
E neste período ela ficava provocando, usando mini saias, calcinhas minúsculas, se masturbando na frente dele.
Ele estava babando já… até que um dia ela estava de bruços, de lingerie preto, fingindo dormir e sentiu ele atrás dela, cheirando sua bunda, virou e disse que agora ele só ia cheirar mesmo, comer não.
Ele quase chorou, implorou para comê-la e aí ela sentiu que ele estava pronto para comer na mão dela, e disse:
– Está preparado para ser corno então?
Está pronto?
E ele disse:
– Está bem, está bem, eu tenho escolha?
E ela respondeu:
– Tem: ser corno sem saber ou manso submisso.
Você prefere ser o que?
E ele aceitou a ser corno manso e submisso.
Depois que a Andréia terminou de contar como a irmã dela fez para convencer o marido a virar corno, ela virou para mim e disse com tom autoritário:
– Ajoelha corno!
– O quê?
– Você ouviu: vai ser do meu jeito, é pegar ou largar!
Ajoelha corno!
– Que é isso amor?
Andréia estava só de calcinha e me ordenou que a tirasse; logo depois puxou a minha cabeça de encontro e falou:
– Olha bem para minha bucetinha, porque ela vai ficar bem larga daqui há pouco tempo; e para alimentar corno manso nada melhor que tomar leite da gruta!
– Como assim Andréia?
– É o seguinte: hoje eu vou inaugurar teu chifre e você vai ficar só assistindo e quando eu terminar você vai limpar todo o esperma depositado pelo meu amante dentro de mim, mas vai limpar com a língua, entendeu?
E depois como prêmio por você ter aceitado virar corno manso, vou deixar você me comer só para você ver como meu amante me arrombou e se não se comportar bem daqui para frente, será a última vez que você vai me comer.
Entendeu bem?
– Sim amor…
À noite, Andréia estava deslumbrante, com um espartilho e uma cinta-liga.
Patrícia apresentou o Mário para minha esposa e disse que o Mário já estava por dentro da situação e sabia que eu estava disposto a virar um corno manso e submisso.
Logo depois ela foi embora.
Os dois começaram a se beijar imediatamente e ele mostrou que fazia jus à sua fama de comedor.
Alisou lentamente a bunda de Andréia, com a certeza de quem sabia que seria o possuidor legítimo daquela mulher; ela baixou a calça do Mário e os olhos de Andréia brilharam e ela disse:
– Amor pena que você não tem um desses hein, e passou a mão suavemente sobre o pênis do Mário.
Eu fiquei admirado com o pênis do Mário e fiquei pensativo: ela iria aguentar aquilo tudo?
Pois eu não era bem-dotado e ele devia ter uns 23 cm de pênis rijo para devorá-la, era muito grande mesmo.
Ela dizia:
– Olha que caralho gostoso, olha corno!
E ficava punhetando o Mário que já soltava gemidos.
Foi então que ela olhando para mim com cara de puta encostou o Mário na parede e ajoelhou-se à sua frente, deixando-me com a visão de seu rabo descomunal tapado pela minúscula calcinha.
Em poucos segundo ela já enfiava toda a rola do Mário em sua boca.
Depois Mário colocou-a na beira da cama e passou a pincelar sua buceta com aquela cacetão; a buceta de Andréia pingava, pedindo vara.
Mário não se fez de rogado e afundou a pica em minha mulher, que desavergonhadamente gemia e gritava sem se importar com a minha presença.
Andréia estava no céu, ela gozou várias vezes, eu nunca a vi assim, já fazia muito tempo que eu não era capaz de proporcionar-lhe tanto prazer.
Depois de bombar bastante a minha esposa o Mário se virou e disparou a seguinte frase:
– Acho que seu corno está com inveja.
– De quem? De mim ou de você? Perguntou Andréia.
E os dois riram muito.
Ele começou então a foder com força e violência a vagina dela.
Minha esposa urrava e gozava no pênis do Mário; ela estava sendo literalmente arrombada e gritava a cada estocada daquele homem, até que ele gozou dentro dela, ele tirou o cacete e eu pude ver a vagina dela completamente arrombada.
Ela levantou um pouco o quadril para não deixar escorrer o esperma do Mário, olhou para mim e disse:
– Vem aqui meu amorzinho, vem lamber a bucetinha da sua mulher e limpar toda a sujeira que meu amante fez, vem lamber a sua putinha vem.
Eu fui e comecei a lamber a buceta dela completamente lambuzada de esperma, comecei a sentir o sabor dela misturado com o sabor do esperma de outro homem.
Mas tenho que confessar que eu gostei da situação.
Ela percebeu então me disse:
– Gostou, meu corninho, de sentir o sabor de porra de outro macho na minha bucetinha?
Eu quero que você me deixe limpa por que eu quero transar mais com ele.
Eu tive que chupar a vagina da minha esposa toda lambuzada de porra e deixá-la limpinha e ela gozou com as minhas lambidas.
Ela depois transou a noite toda com ele e de todas as formas possíveis e depois que ele gozava eu tinha que chupar a vagina e o cuzinho da minha esposa todo gozado.
Depois que o Mário foi embora, fui tomar um banho eu fui para o quarto e logo depois ela também tomou o seu e veio deitar perto de mim me abraçou e disse:
– Não fique assim, eu só fiz isso por que eu precisava de um homem de verdade e sabia que você iria adorar e sempre foi a minha fantasia ser possuída por outro homem com você assistindo.
Eu ainda amo você e muito, mas quero que você entenda que chega um momento na no casamento que o marido precisa ser corno, e eu sempre preferi fazer isso sem esconder de você.
Depois disso, ela me beijou e transamos e no final gozei bem gostoso.
Assim que acabamos ela disse:
– Eu gostei de transar com o Mário, vou querer mais vezes, mas agora eu quero transar com uns quatro homens ao mesmo tempo.
Você sabe que seu pauzinho não me satisfaz há muito tempo, né amor?
Depois deste dia, minha esposa não parou mais de me colocar chifres e eu virei um corno manso e submisso.