I definitely feel more powerful in the mornings. I feel like the early bird gets the worm, and I mean, obviously there are times when I don’t wake up early, but the times that I do wake up early it’s just like, “Oh yeah, I got all day to do all the things that I need to do.”
— Ei, ei! Oi, com licença. — Abordou a pessoa mais próxima de onde estava, praticamente pegando MUSE de supetão com seu cumprimento inesperado. — Desculpa, mas eu acho que combinei com você através do programa “Adote um Estrangeiro” para me mostrar a cidade enquanto conversamos. — O programa obviamente não existia, era apenas uma das mentiras que Wolfgang contaria. Usava de assuntos aleatórios como uma forma de conhecer e abordar pessoas para desenrolar alguma conversa com alguém. — Bom, pelo menos, a descrição bate com a sua.
⠀⠀⠀❝ ▬ Ai, que susto! ▬ Disse um pouco mais alto do que queria levando a mão em que segurava seu celular ao peito para se acalmar. Olhou o homem enquanto ele explicava seu motivo negando levemente com a cabeça após a explicação, não era a ela quem ele estava procurando. ▬ Olha, não sou eu quem você procura, vivo me perdendo pela cidade. Mas, se quiser, posso te mostrar a cafeteria, que é o único lugar que sei o caminho! ▬ Explicou de forma rápida enquanto guardava o celular no bolso da calça.
“um pouco, mas tudo bem. eu sou meio assustada quando ando sozinha.” justificou-se mesmo sem saber explicar o porquê. nem na sua cidade natal ou ali tivera algum problema por andar por ela. “aaah, então é a que tem o café pela frente.” guardou o celular no bolso ao mesmo passo em que se inclinara para olhar o da outra garota, assentindo ao ter uma noção melhor do caminho. “você é nova por aqui?” questionou porque se vira na situação, perdida em seus primeiros dias e mexendo no celular mais que normalmente porque não conseguia fazer o caminho da faculdade sem ajuda. “sim! é, as festas de fim de ano, aparentemente, continuam pelos bares até o fim da semana. era pra lá que eu tava indo, mas perdi meu irmão… ou ele foi antes de mim, se quiser eu posso te mostrar.”
⠀⠀⠀❝ ▬ Sim, vim fazer faculdade. Só cheguei a duas semanas! ▬ Explicou enquanto deixava que ela olhasse o telefone, parecia saber onde estávamos, o que era bem mais do que Catarina conseguiria adivinhar naquele momento. ▬ O final de semana todo? Parece bem interessante na verdade, assim quem estava bêbado de mais na virada para curtir alguma coisa pode comemorar durante o resto da semana. ▬ Imaginou que aquela fosse a explicação mais lógica, além de claro, todo dinheiro que o feriado movimentava na cidade. ▬ Você me mostraria? Posso te acompanhar até encontrar seu irmão também, não sou boa com direções mas se me mostrar uma foto consigo encontrar ele entre as pessoas! ▬ Disse com um sorriso animado em seu rosto, as duas se ajudariam daquela forma. ❞
“… E o lugar é enorme, se eu conseguir uma bolsa, talvez vocês possam pagar o resto, eu juro que–” E Jason não terminou o áudio que estava mandando para os pais. Jason tentava convence-los a ajudar com os gastos caso ele conseguisse uma vaga ali – não que os mais velhos acreditassem que o moreno estava interessado em culinária, afinal, o moreno era conhecido por desistir facilmente de qualquer coisa. Só que Jason tinha certeza que era isso que estava destinado a fazer. Olhou para a garota que o interrompeu, logo passando o olhar para a guia, que apontava para a área de natação. “O que? Ela tá falando da piscina, você vai cozinhar na água?” Jason foi bem mais óbvio ao demonstrar sua irritação, e não iria admitir nunca que estava errado ali ao mandar áudios no meio das apresentações. A mulher encarregada da tour deve ter notado uma agitação ali, pois logo pigarreou alto, indicando a próxima sala. “Tá vendo? Agora a gente vai dar uma olhada na sala de gastronomia.”
⠀⠀⠀❝ Teve que respirar fundo ao ouvir a resposta do garoto, será que ele ainda achava que estava certo? ▬ Se estivesse prestando o mínimo de atenção saberia que os vestiários que são usados para trocar de roupa para as aulas práticas ficam aqui! ▬ Explicou de forma ríspida, voltando a olhar para frente ao ouvir a guia pigarrear na frente dos outros alunos. Se ela estava incomodada com a agitação causada pelos dois, Catarina estava a ponto de empurrar o garoto na piscina pra poder continuar mandando seus áudios em paz longe dela. Novamente respirou fundo, se controlando enquanto entravam na sala de aula. ▬ Vai ficar mandando áudios durante as aulas enquanto sua comida queima também? ▬ Questionou antes de se dirigir a uma das bancadas olhando todos os utensílios dispostos próximo de um dos quatro cooktops dispostos sobre o mármore. ❞
❛❛ —— Alguém que precisa chegar a 18% de gordura corporal. ❜❜ Teresa comentou sem realmente se importar com o comentário, empregando uma fingida expressão de pesar em seu semblante conforme apontava discretamente pro bolo de chocolate na vitrine. ❛❛ —— Enquanto não chego lá ficarei sonhando com essa bomba de carboidrato, sabe? Então, por favor, seja uma pessoa legal e não venha comer isso do meu lado. ❜❜ Seria como uma espécie de tortura particular pra modelo.
⠀⠀⠀❝ ─ Se algum dia eu chegar a isso vou comer uma torta de chocolate inteira sozinha como recompensa! ─ Disse calmamente lembrando da torta de chocolate amargo que sua mãe costumava fazer na padaria, era seu doce favorito. Olhou novamente a vitrine observando também a fatia de bolo de chocolate ali, mas mesmo que quisesse muito preferiu pedir uma massa folhada recheada com ricota, suco natural e uma fatia de torta de limão. Fez seu pedido ao atendente do caixa olhando a garota ao seu lado com um leve sorriso no rosto. ─ Não vou te torturar hoje, prometo! Talvez só um pouquinho... ─
Não era sempre que conseguia disfarçar o quanto as aproximações inesperadas traziam desconforto para si, e isso era o suficiente para que os demais ficassem mais atentos com sua postura. Negou com a cabeça, embora estivesse fazendo o oposto de afirmar que estava bem, portanto, confirmou rapidamente. “Tô bem sim! Eu estou bem… Eu estou muito bem.” A garantia não era indício de que estava bem também, mas era melhor que nada. Ainda estava nervosa e disparava a falar quando se encontrava nervosa. “Faculdade de quê?” A pergunta era cordial apenas. Havia algum tempo que não refazia seus planos de cursar física. Indecisa como todo adolescente, sempre que decidia pela física, voltando atrás e pensava em diversas outras coisas. “Eu posso te mostrar o caminho, se quiser. Prometo que ele não late mais pra você.” Garantiu. “E te mostro alguns truques para não se perder por aqui.”
⠀⠀⠀❝ Suspirou levemente aliviada com a afirmativa da garota mesmo podendo ver que ela ainda estava agitada e nervosa com a aproximação, mas preferiu não questionar novamente sobre aquilo para não causar mais desconforto. ▬ Eu ainda não sei ao certo, mas estou pensando em fazer gastronomia... ▬ Explicou de forma simples, não querendo encher a cabeça da menina com seus motivos no momento. ▬ Pode mesmo? Eu iria adorar! Mas não vou te atrapalhar? ▬ Questionou antes de se virar para a rua, só agora percebendo que o sinal estava fechado. Fez sinal para que a garota a acompanhasse na travessia da rua para que não ficassem presas daquele lado por mais tempo já que o sinal logo fecharia. ▬ Ele parece bem mais amigável agora! Estou precisando desses truques mesmo, não sei porque as ruas não tem placas. Isso é normal? Aliás, me chamo Catarina, qual seu nome? ▬ ❞
“Ah, filmes da escola são diferentes… chatos e nada coloridos como os da Disney. Se bem que eu gostava de alguns da faculdade.” Ela sorriu, relembrando dos tempos que estudava História. No entanto, teve que parar quando Beatrice nasceu e até agora não teve tempo pra tentar de novo. “Ah, ela ama doces. Principalmente de morango… Mas só dê de sobremesa. E até agora não descobri nenhuma alergia…” E Hanna esperava não descobrir nada mesmo, já não bastava o susto que tomou recentemente quando Bea teve que ir pro hospital depois de machucar o queixo com um tombo no ano novo. “Gastronomia soa muito bom. O que você mais gosta de cozinhar? Podemos fazer uma lista pra eu comprar tudo.”
⠀⠀⠀❝ Concordou levemente com a cabeça ao recordar os filmes que era obrigada a assistir na escola, esperava que na faculdade fosse diferente. ▬ Espero que na faculdade seja diferente... Você fazia história não é? Lembro de você ter falado na entrevista. ▬ Perguntou curiosa, lembrava dela ter comentado por alto sobre o assunto. ▬ Tudo bem, doces só de sobremesa! Pretendo ficar na área de pâtisserie e confeitaria, é o que eu gosto de fazer. Trabalhava em uma padaria com a minha mãe desde nova. ▬ Explico sorrindo de leve, as vezes sentia falta de estar na padaria todos os dias e sentir o cheiro das massas ficando prontas. ▬ Eu sei fazer um cheesecake de morango com chocolate ótimo, acho que vocês vão gostar! Mas sei fazer muitas massas salgadas também! Pode ficar tranquila em relação a isso. ▬ ❞
📲 » você já confundiu o dia do seu voo?
📲 » acabei de fazer isso e não recomendo
📲 » a dor de cabeça é grande… e o sentimento de “como você fez isso???” também!
📲 » seria um sinal para passar mais tempo na inglaterra???
📲 » nah
📲 » enfim… é por isso que não voltei ainda.
⠀⠀⠀❝ ─ Abacate com ovo? Quem come isso? ─ Perguntou para si mesma um pouco mais alto do que planejava, já fazia duas semanas que só estava comendo porcarias e por isso tinha decidido tentar comer algo saudável hoje antes de tentar cumprir sua resolução de ano novo que era começar a se exercitar. Logo depois de proferir suas palavras percebeu uma garota ao seu lado (@santateresc) comprando exatamente aquilo. ─ Desculpa, mas abacate se come doce de onde eu venho! ─
⠀⠀⠀❝ Catarina olhava ao redor enquanto caminhava pelos corredores da universidade, encantada com o lugar, não lembrava de em algum momento de sua vida ter estado em um prédio tão grande quanto aquele. Estava em uma tour de apresentação na faculdade, algo feito para possíveis futuros alunos, porém não queria ficar se perdendo pelos corredores no seu primeiro dia de aula. Tentava prestar atenção nas palavras da orientadora mas estava incomodada com um garoto (@jasonkhxn) ao seu lado que não parava de mandar áudios pelo celular para alguém, ele não parecia nem um pouco interessado em estar ali. ▬ Licença, você poderia responder depois ou digitar? Estou tentando ouvir. ▬ Pediu tentando parecer gentil mesmo que não conseguisse controlar inteiramente sua expressão facial. ❞
Havia apenas um arranjo no cesto, indicando que, por aquele dia, poderia descansar. Caminhava com seu cachorro, Cascão, ao lado, como um guarda, quando fora obrigada a parar em um sinal. Não estava realmente preocupada, pois, em se tratando da virada de ano, as pessoas estavam demasiadamente preocupadas em se arrumarem para a festa na praia do que necessariamente prestar atenção em uma florista de rua. Ao menos, ela acreditou que era invisível até o momento em que fora abordada por um desconhecido. O alarme dado por Cascão durou pouco, pois logo estava proferindo sons incompreensíveis para que o cachorro se calasse. “Ah, desculpa, ele só-hm-se exalta fácil.” Não era interessante um cachorro atacar uma pessoa. Chamaria demasiada atenção. Peggy, por sua vez, era desconfiada o bastante para que olhasse para a outra com hesitação, mesmo após a pergunta. “Depende de qual livraria você quer achar. Acho que a melhor seria é a Millenium. Ela tem diversidade de títulos.”
⠀⠀⠀❝ Recuou um pouco assustada assim que o cachorro começou a latir em sua direção, devia ter assustado o animal e por isso não se moveu mais até que a garota conseguisse o acalmar. Ao ouvir o pedido de desculpas concordou levemente com a cabeça respirando fundo para acalmar os batimentos de seu coração enquanto escutava a explicação da menina. ▬ Estou procurando essa mesmo! Me recomendaram ela na faculdade, mas não consegui achar o caminho... ▬ Explicou somente agora percebendo que a menina parecia um pouco nervosa com sua aproximação. ▬ Está tudo bem? Eu não queria te assustar, só cheguei a poucos dias e ainda não sei andar por aqui... ▬ Tentou a tranquilizar daquela forma, não sabia o motivo de seu receio mas talvez tivesse assustado a morena também. ❞
separou-se de jackie pra ir atrás do irmão e agora estava mais que perdida no meio de tanta gente e sem ninguém. olhou o celular mais uma vez, na esperança de lucas a responder, mas não tinha sinal de vida. ficou parada na esquina enquanto deixava as pessoas passarem e levou a mão ao peito ao ser interceptada. não que achasse que ia ser assaltada, mas estava tão distraída em sua autopiedade em estar sozinha, ao mesmo passo em que todos pareciam em pares, que foi como um despertar. “hã, oi! então… sei, mas depende. a da galeria ou a solta perto da praia? as duas são perto, mas acho que estão fechadas… ou vai ter alguma festa por lá?”
⠀⠀⠀❝ ▬ Te assustei? Perdão! ▬ Pediu preocupada ao ver a garota se virar daquela forma e com a mão sobre o peito, não havia percebido que ela estava distraída com outra coisa naquele momento. ▬ Então, eu não sei exatamente onde fica, mas parece ser perto da praia pelo Maps! ▬ Explicou mostrando a ela o caminho mostrado pelo telefone sorrindo de leve ao pensar na possibilidade de uma festa dentro de um lugar, ficar bêbada em quanto lia não parecia uma idéia ruim. ▬ Não tem nada lá até onde sei, mas soube de uma festa em um bar que parece ser uma rua depois de lá... ▬ ❞
“Tá vendo? É só colocar uma música de Enrolados que ela fica quietinha.” Hanna falou para Catarina, que tinha passado na vaga de babá. Beatrice estava sentada em um banco, vidrada no celular de Hanna enquanto assistia ao vídeo da princesa com seu príncipe. Os fogos ainda demorariam uma hora para finalmente brilharem no céu, então Hanna achou que aquela seria uma boa hora pra conhecer um pouco mais da outra. “Então quando você estiver cuidando dela, é só colocar um filme e você pode até estudar um pouco quando suas aulas começarem. Tem um bom espaço lá em casa pra isso até.” | @cathpisani.
⠀⠀⠀❝ Observou Beatrice por alguns segundos enquanto a mesma ria para o desenho na tela do telefone, parecia que ficaria bastante tempo distraída ali. ▬ Queria conseguir ficar concentrada assim com os filmes na escola... ▬ Comentou de forma divertida se acomodando sentada no banco em frente a Hanna. Estava feliz por ter sido escolhida para o emprego, daquela forma teria tempo para estudar e ajudar sempre que fosse necessário. ▬ Ela tem alergia a alguma coisa? Pode comer doces? Ainda estou pensando, mas acho que posso acabar escolhendo gastronomia na faculdade, então teria problema cozinhar de vez em quando? ▬ ❞
⠀⠀⠀❝ Caminhava pelas ruas da cidade com seu celular em mãos tentando seguir o Maps em seu celular, Catarina ainda não estava acostumava com as ruas da cidade e constantemente se encontrava perdida ao tentar ir a algum lugar novo. Dessa vez estava tentando chegar à livraria para comprar os livros da faculdade, mas parecia que todo seu senso de direção tinha sido deixado para trás em Lampedusa assim que seu vôo decolou a duas semanas atrás. ▬ Por que essas ruas não tem placa?! Mas quem foi o idiota que não pós placas! ▬ Resmungou começando a ficar frustrada com o celular e com ela mesma. ❞
⠀⠀⠀❝ Catarina bufou irritada bloqueando o celular e enfiando o mesmo no bolso da calça de estilo militar que usava, olhou ao redor procurando alguém para pedir informações, encontrou muse paradx próximo ao sinal aguardando o mesmo fechar. Aquela era sua chance, se aproximou um tanto nervosa sem saber qual seria a reação da pessoa, mas respirou fundo parando ao lado da mesma antes de puxar a conversa. ▬ Oi! Licença... Você sabe onde fica a livraria? Estou completamente perdida! ▬ ❞
⠀ ⠀ ▬ ❝ Catarina Pisani?! Por aqui ela é mais conhecida como The Cataclysm desde que se mudou há duas semanas. Os turistas costumam confundi-la com Brianna Hildebrand, mas ela não passa de uma estudante de dezoito anos. Quando encontrá-la eu sugiro que tenha paciência porque ela pode ser ansiosa e impulsiva em seus dias ruins, mas há quem diga que ela também possa ser pensativa e mutável quando está de bom humor. Espero que tenha sorte na sua procura! ❞
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ☽ 𝖌𝖊𝖓𝖊𝖗𝖆𝖑 ☾
⠀ ⠀ ▬ Nome completo: ❝ Catarina Pisani ❞
⠀ ⠀ ▬ Idade: ❝ Dezoito anos ❞
⠀ ⠀ ▬ Cidade natal: ❝ Ilha de Lampedusa ❞
⠀ ⠀ ▬ Aniversário: ❝ 10 de agosto de 2002 ❞
⠀ ⠀ ▬ Signo: ❝ Gêmeos ❞
⠀ ⠀ ▬ Ocupação: ❝ Estudante universitária ❞
⠀ ⠀⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ☽ 𝖍𝖊𝖆𝖉𝖈𝖆𝖓𝖔𝖓𝖘 ☾
⠀ ⠀ ▬ ❝ Catarina - ou Catt, como sua mãe a chama desde criança - nasceu e foi criada na Ilha de Lampedusa. Nunca conheceu seu progenitor, só tinha conhecimento de seu nome porque o mesmo enviava uma pensão todos os meses como foi acordado entre seus pais antes de nascer; com o passar dos anos não se importou em procurar ou perguntar sobre o pai, era amada o suficiente por sua mãe e seus familiares. ❞
⠀ ⠀ ▬ ❝ Cresceu rodeada pelas pinturas e esculturas da mãe que era uma aspirante a artista. Quando ela não estava pintando trabalhava na confeitaria de seu tio-avô, sempre com a filha a seguindo pelo pequeno estabelecimento. Aos 12 anos Catarina já ajudava como podia, havia aprendido a fazer alguns doces e trabalhava junto da família após a escola. ❞
⠀ ⠀ ▬ ❝ Seus familiares nunca a obrigaram a fazer nada de que ela não gostasse, podia usar as roupas que queria, não precisava frequentar a igreja e, quando adolescente, tinha permissão de passar o dia inteiro na praia depois da aula se assim quisesse. As duas eram amigas, as melhores, e por isso nunca precisou esconder nada dela. ❞
⠀ ⠀ ▬ ❝ Depois que Cath completou quinze anos, começou a trabalhar de forma remunerada na confeitaria, fez um acordo com sua mãe para que guardassem o dinheiro enviado pelo pai para a faculdade da garota. Dessa forma, com 18 anos Catarina já tinha dinheiro suficiente para pagar os dois primeiros anos de sua faculdade e se manter confortavelmente na Ilha de Malta. ❞
⠀ ⠀ ▬ ❝ Enquanto pesquisava para fazer sua inscrição na Hastings University leu sobre um professor com o mesmo nome de seu pai. Não sabia o sobrenome do mesmo e por isso resolveu olhar os extratos bancários das pensões que recebeu toda sua vida, foi assim que descobriu que o Sr. Di Angelis, religioso conservador e pai de seis filhos na verdade tinha sete. Era filha bastarda dos Angelis. ❞
⠀ ⠀ ▬ ❝ Teve que repensar se realmente iria para Valletta, se iria expor todo o segredo guardado por 18 anos dos habitantes da cidade, mas não tinha outra opção, já havia pago o depósito do dormitório onde ficaria e o primeiro semestre da faculdade, não podia desistir. Logo quando chegou a cidade perguntou para as poucas pessoas com quem conversou sobre a família, ao descobrir o que fizeram com sua mais nova meia-irmã decidiu que deveria tentar se aproximar dela antes de deixar escapar para o resto do povo quem era. ❞